29
nov

TSE diz que e-Título opera sem problemas

Postado às 18:34 Hs

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que o aplicativo e-Título não registrou instabilidade ou problemas de funcionamento até as 14h45h deste domingo (29.nov.2020), diferentemente do que ocorreu no 1º turno. Até as 14h45, eram 604.098 eleitores que haviam justificado ausência na votação.

Para evitar sobrecarga no sistema, o TSE encerrou os downloads do aplicativo à meia-noite deste domingo (29.nov.2020). A pessoa pode justificar a ausência pelo aplicativo, que há verificação por georreferenciamento, ou presencialmente em cartório em até 60 dias. É preciso anexar documento que comprove o motivo da ausência. O site de justificativa não funciona no dia da votação, somente a partir de 2ª feira (30.nov).

Ainda segundo o TSE, 476 urnas eletrônicas foram substituídas até as 14h deste domingo (29.nov.2020), nas 57 cidades que têm disputa em 2º turno. O número equivale a 0,33% do total de máquinas usadas no pleito. Há 97.024 ao todo.

Maior colégio eleitoral do país, São Paulo foi o Estado com maior número de urnas trocadas, com 146. Em 2º lugar aparece o Rio de Janeiro, com 129.

Poder 360

O site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) passará por uma manutenção neste sábado (28.nov.2020) e alguns serviços ficaram instáveis, informou a Corte Eleitoral. Segundo o TSE, essa é uma “manutenção preventiva para garantir o pleno funcionamento no dia de votação do 2º turno”, que será realizado neste domingo (29.nov.2020) em 57 municípios do país. Os serviços como consulta ao local de votação e emissão de certidões poderão ficar instáveis de 16h30 às 19h30 neste sábado (28.nov). O órgão diz que logo depois da manutenção os serviços serão estabilizados e funcionarão normalmente. No 1º turno das eleições municipais, realizado em 15 de novembro, houve atraso na divulgação dos dados apurados da votação. Segundo o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, a lentidão do sistema ocorreu porque houve um problema em “um dos núcleos de computadores do supercomputador que processa a totalização”.
17
nov

Fim

Postado às 12:25 Hs

Prazo para prestação de contas do 2º turno termina hoje

Os candidatos que concorreram ao segundo turno das Eleições 2018, seus partidos ou partidos coligados, e aqueles candidatos e partidos que realizaram doações ou gastos no período entre o fim do primeiro e início do segundo turno têm até este sábado (17) para prestar contas. No dia 06 de novembro, prazo final da prestação de contas do primeiro turno, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) registrou o recebimento de 400 prestações. A partir disso, a Comissão de Prestação de Contas da Justiça Eleitoral iniciou o trabalho de análise dessas contas.

A Comissão é composta por 33 servidores de diversos setores do TRE-RN, atuando de domingo a domingo, durante 10 horas diárias, numa força tarefa de verificação das contas recebidas. As atividades são divididas em três fases: diligência, parecer técnico, análise do Ministério Público e análise do relator para julgamento. Nesse primeiro momento, apenas as contas dos 35 candidatos eleitos e suplentes serão analisadas, em virtude do prazo para o encerramento desses julgamentos, que é 15 de dezembro de 2018, para que a diplomação dos eleitos ocorra no dia 19 de dezembro.

09
out

Propaganda Eleitoral / Eleições 2018

Postado às 19:30 Hs

Candidatos à Presidência e ao governo estadual terão 5 minutos cada um. Programa eleitoral será transmitido de segunda a sábado em dois horários.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV recomeça nesta sexta-feira dia 12 e vai até dia 26 de outubro, antevéspera da votação do 2º turno – que é domingo, dia 28. Os programas serão transmitidos de segunda-feira a sábado, em dois horários por dia.

Além da disputa para presidente entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), haverá também 2º turno para o governo em 13 estados e no Distrito Federal.

Os candidatos a presidente terão 5 minutos cada um para divulgar suas propostas. No rádio: das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na TV: das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40
Os candidatos ao governo também terão 5 minutos cada um.

No rádio: das 7h10 às 7h20 e das 12h10 às 12h20. Na TV: das 13h10 às 13h20, e das 20h40 às 20h50
Nos estados onde há apenas 2º turno para presidente, a propaganda eleitoral dura 10 minutos. Naqueles em que há 2º turno também para governador, 20 minutos

A ordem de veiculação da propaganda de cada partido ou coligação no primeiro dia do horário eleitoral gratuito será definida por sorteio da Justiça Eleitoral
Nos próximos dias, será a primeira propaganda aquela que foi veiculada por último na véspera. As demais seguem a ordem do sorteio

A lei proíbe a veiculação de propaganda que possa “degradar ou ridicularizar candidatos”, com punição de “perda do direito à veiculação de propaganda no horário eleitoral gratuito do dia seguinte” para partido ou coligação que cometer esse tipo de infração.

Segundo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no período de 12 a 26 de outubro, as emissoras de rádio e de televisão e os canais de televisão por assinatura também reservarão, para cada cargo em disputa, 25 minutos, de segunda a domingo, nos quais serão veiculadas inserções de 30 e 60 segundos.

Por Merval Pereira / O Globo

A vitória de Jair Bolsonaro com uma grande distância para Fernando Haddad sinaliza que o candidato entrará no segundo turno em posição de vantagem, embora todos considerem essa uma nova eleição. Mas quando um candidato sai do primeiro turno em ascensão, o clima que se cria em torno dele é favorável a novas adesões, e as negociações políticas beneficiam o vencedor.

Por isso, nunca um candidato que entrou no segundo turno na dianteira da disputa presidencial deixou de se eleger. Foi assim com o ex-presidente Lula, que não ganhou eleições no primeiro turno – em 2006 chegou a ter 49% -, mas sempre saiu vencedor com cerca de 60% dos votos no segundo turno, contra candidatos do PSDB.

TAREFA DIFÍCIL – Desta vez, o candidato petista Fernando Haddad terá que reverter bem mais votos do que os adversários do PT nas vezes anteriores, uma tarefa mais difícil do que a do tucano Aécio Neves em 2018, por exemplo, que terminou o primeiro turno com 33,55%, contra 41,59% de Dilma, e conseguiu no segundo turno 48,36%, contra 51,64%, perdendo por pouco.  Haddad, hoje, termina com menos votos do que Aécio teve no primeiro turno em 2014, e Bolsonaro quase venceu agora.

A união dos opostos será feita neste segundo turno à força, pois no primeiro as legendas de esquerda e de centro se dispersaram entre várias candidaturas. A questão é saber quão unidos estarão neste segundo turno, e quem terá mais condições de atrair votos do centro político.

FALTA DE OPÇÕES – Haddad, pelas pesquisas, é capaz de levar a maioria dos votos de Ciro, Marina e Alckmin, mas não o bastante para se contrapor a Bolsonaro, que atrairá, até mesmo por falta de opções, o eleitorado de centro-direita espalhado entre candidaturas nanicas de Álvaro Dias, Meirelles, João Amoedo, além da parte minoritária de Alckmin e Ciro.

A impossibilidade de escolha, no entanto, pode gerar um índice maior de votos brancos, nulos e da abstenção neste segundo turno, o que facilitará a vida dos candidatos, especialmente do que está na frente, pois precisarão de menos votos válidos para se eleger.

25
out

Eleições 2014

Postado às 12:57 Hs

A apuração dos votos para presidente no segundo turno da eleição, neste domingo (26), só será divulgada a partir das 20h (horário de Brasília) em todo o país. O motivo é o fuso horário do Acre, que, em razão do horário de verãoadotado em grande parte do país, está com três horas de diferença em relação a Brasília. A legislação eleitoral não permite a divulgação de resultados enquanto a votação ainda estiver ocorrendo. A votação em todo o país termina às 17h. Quando forem 17h no Acre, serão 20h em Brasília, quando, então, será liberado o acesso àapuração do segundo turno.

Internautas poderão acompanhar a apuração dos votos do segundo turno noplacar do UOL das Eleições 2014:http://placar.eleicoes.uol.com.br/2014/2turno/.

Já os dados de resultado para o cargo de governador estarão disponíveis a partir das 17h do fuso horário de cada unidade da federação. Haverá segundo turno para a escolha de governador no Distrito Federal e nos seguintes Estados: Acre,Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima.

Por Carla Kreefft

Inicia agora uma nova fase na disputa presidencial. A herança eleitoral do primeiro turno poderá ser mantida ou não. Tudo dependerá da capacidade das campanhas de Aécio Neves e Dilma Rousseff de preservar o que tiveram na primeira fase da eleição e de ampliar o leque de eleitores.

O segundo turno é uma nova eleição. Tudo pode acontecer. Mas as tendências não podem ser desconhecidas. O candidato do PSDB iniciou, um pouco antes do fim do primeiro turno, uma curva acentuadamente ascendente, o que permite um início mais tranquilo nesta segunda fase de votação.

Por outro lado, a candidata Dilma Rousseff mostrava uma curva mais reta, o que indica estabilidade. Assim, é possível dizer que, para ela, será mais difícil perder votos, tal como será mais difícil ganhar votos. Não gratuitamente, a presidente já iniciou um trabalho de preservação de seu eleitorado. Ela começa a campanha pelo Nordeste, onde tem votação expressiva. Em seguida, ela se encaminha para Minas Gerais, onde tem boa votação, ainda que muito próxima à de seu adversário.

Depois desse trabalho de manutenção, que se esgota na semana que vem, a presidente deverá tentar novas regiões, especialmente no Sul do país. Em São Paulo, a campanha petista deve se conformar com a derrota. O Estado parece ser considerado território perdido para a campanha de Dilma. Ao contrário, Aécio Neves deverá tentar a manutenção da sua boa frente naquele Estado, consciente de que a votação que obteve está intimamente relacionada à participação dos tucanos paulistas, como Geraldo Alckmin e, em menor intensidade, José Serra. Aécio também deverá manter seus esforços em Minas Gerais; o Estado é uma região em que os tucanos acreditam que podem ampliar a votação.

 

NORDESTE

Para os tucanos, o Nordeste é uma região mais difícil e não deve constar na lista de prioridade. Somente Pernambuco deverá ganhar atenção especial, mas no sentindo de angariar a adesão dos pernambucanos à campanha de Marina Silva, candidata derrotada no primeiro turno de votação.

A influência que Marina poderá ter na campanha de Aécio Neves, a quem ela deverá formalizar apoio, é uma grande incógnita. O PSB, partido que abriga Marina, vai com Aécio e, certamente, vai significar um apoio importante. O PSB tem estrutura e lideranças de peso. Já Marina, considerada isoladamente – até porque já está se afastando do PSB após a derrota –, tem menos estrutura e uma militância mais complicada. A Rede, embora não exista oficialmente, tem todos os problemas que um partido formal tem: divergências internas, falta de unidade, lideranças em disputa e um programa que, ao invés de agregar, é uma verdadeira ameaça à unidade. (transcrito de O Tempo)

Ficando no desalentador campo político, e já que faltam seis semanas para escolher o novo presidente etc. e tantos, o fato a se comentar agora é a substituição de Eduardo Campos por Marina Silva. Uma reviravolta também de expectativas.No Brasil, o vice costuma ser uma caixa de surpresas. Marina confirma a tradição. A figura dela emerge da cratera de Santos, num quintal da rua Alexandre Herculano, 197, ainda, paradoxalmente, com a caixa-preta vazia de conversas. Pois é, tanto azar faz desconfiar. Mas foi ele mesmo que tirou do muro os eleitores indecisos, os brancos e nulos, pousando no recinto de Marina Silva.Pulo fantástico de 8% para 21% da candidatura do PSB com Marina na cabeça, e não a reboque. Incrível pensar que Marina ficou fora da cabine de última hora, e assim a história do Brasil mudou totalmente.
A entrada de Marina Silva na disputa presidencial rompe a lógica de polarização da campanha entre PT e PSDB. Com 19,6 milhões de votos obtidos na eleição presidencial de 2010, quando disputou pelo PV e ficou com quase 20% dos votos válidos, Marina coloca o PSB no páreo por um lugar no segundo turno. Nem PT, nem PSDB, porém, pretendem transformá-la em alvo de ataques durante o primeiro turno, não só na tentativa de manter um bom relacionamento para o segundo turno, mas também para aguardar que diminua a comoção gerada pela morte de Eduardo Campos e possam mensurar o efeito da tragédia na atração de votos para Marina. Alberto Goldman, vice-presidente do PSDB, afirma que a presença de Marina Silva terá um impacto muito maior da campanha eleitoral do PT do que na campanha do tucano Aécio Neves.
jan 22
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