09
jun

Prêmio Jovem Cientista

Postado às 17:31 Hs

Abertas as inscrições para o Prêmio Jovem Cientista, egresso da Ufersa é destaque na campanha desse ano.

Já começaram as inscrições para a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista. A iniciativa é uma ação do CNPq, da Fundação Roberto Marinho, da Fundação Grupo Boticário e do Banco do Brasil. Podem participar da premiação os estudantes de todo o país que tenham projetos inovadores com o tema “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”.

O egresso de Agronomia da Ufersa, José Leôncio de Almeida Silva, já ganhou o Prêmio em 2013 com o projeto sobre misturas de Águas Salinas como alternativa para irrigação e produção de forragem para o Semiárido Nordestino. Segundo o jovem, a pesquisa mostrou ótimo resultado com a economia de água de boa qualidade e revelou que a água Salina quando usada para irrigação, os teores de proteína bruta não se alteram, um excelente resultado para nutrição animal.

Leôncio usou os dados iniciais da pesquisa para trabalhar atualmente no seu doutorado pela Universidade Federal de Viçosa. Em 2018, ele foi chamado para participar da campanha de divulgação do prêmio representando a Ufersa e também a UFV.

A chamada da campanha produzida pela Ufersa foi usada pela organização do Prêmio para chamar e inspirar jovens de outras universidades a fazer o mesmo. O portal do CNPq afirma que os projetos do Prêmio Jovem Cientista são inovações frutos do compromisso de brasileiros e brasileiras que fazem Ciência e que buscam esforços para criar soluções para os problemas do país.

21
abr

Repercutindo

Postado às 11:57 Hs

Projeto desenvolvido na Ufersa ganha repercussão internacional. Os integrantes do Laboratório de Limnologia e Qualidade de Água (Limnoaqua) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, publicaram um artigo científico na conceituada revista internacional Ecological Indicators. O periódico tem como objetivo integrar o uso de indicadores ecológicos com as práticas de gestão dos recursos naturais, proporcionando um fórum para a discussão do desenvolvimento científico aplicado. O trabalho de pesquisa que originou o artigo é fruto da dissertação de mestrado do doutorando Rodrigo Sávio Teixeira de Moura, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, e que teve como orientador o professor doutor Gustavo Henrique Gonzaga da Silva. A dissertação esta inserida dentro do projeto de pesquisa financiado pelo CNPq e FAPERN intitulado “Determinação da capacidade suporte e zoneamento de áreas aquícolas como base para o desenvolvimento sustentável da piscicultura nos reservatórios de Santa Cruz e Umari – RN”, coordenado pelo docente da Ufersa. O artigo avaliou a sustentabilidade do sistema de cultivo em tanques-rede desenvolvido pela Associação dos Aquicultores do Apodi (AQUAPO), no reservatório de Santa Cruz – RN. Foram utilizados 49 indicadores, que abordaram os aspectos ambientais, sociais e econômicos da sustentabilidade desta atividade de aquicultura. A sustentabilidade foi modelada e comparada com cenários hipotéticos, com diferentes densidades de estocagem.
26
nov

Informativo

Postado às 20:13 Hs

Pesquisadores da Ufersa aprovam 10 projetos na Chamada Universal do CNPq

 

Dez professores da Universidade Federal Rural do Semi-Árido tiveram projetos aprovados no edital da Chamada Universal Nº 14/2014 do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.

O edital seleciona propostas de todo o Brasil para apoio financeiro a projetos que visem contribuir com o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação em qualquer área do conhecimento. As pesquisas dos docentes da Ufersa foram selecionadas nas áreas da Medicina Veterinária; Recursos Florestais; Ecologia e Limnologia; Física e Astrologia; Administração, Contabilidade e Economia; Engenharia Agrícola e Geociências.

A chamada Universal prevê financiamento em três níveis. O maior número de aprovação da Ufersa está na “Faixa A”, destinada aos Pesquisadores que obtiveram o título de doutor a partir de 2007. Os 8 projetos selecionados receberão financiamento de até R$ 30 mil.

Apenas um professor aprovou projeto na “Faixa B”, que financia propostas com recursos de até R$ 60 mil para docentes Bolsistas de Produtividade em Pesquisa. A maior fatia de financiamento está na “Faixa C”, com orçamento de R$ 120 mil, em livre concorrência. Uma proposta da Ufersa foi selecionada nessa modalidade. Os projetos já poderão ser executados a partir deste dezembro com duração de até três anos.

 

21
mar

Informativo

Postado às 23:27 Hs

Projeto divulga potencial da engenharia civil no semiárido

 

Para divulgar a atuação profissional do engenheiro civil, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Campus de Angicos, promove o Seminário sobre Perspectivas de Engenharia Civil na Região do Semiárido. A abertura será nesta sexta-feira, 22, e contará com a presença do reitor da Ufersa, professor José de Arimatea de Matos. O evento é voltado para estudantes concluintes do ensino médio da região, bem como acadêmicos do curso Bacharelado em Ciência e Tecnologia que pretendem ingressar no curso de Engenharia Civil da Ufersa.

Segundo o coordenador do Seminário, o professor da Ufersa Aerson Moreira Barreto, o quadro atual de demandas de obras de engenharia civil na região requer a profissionalização de mais jovens nessa área. “São obras no tocante a edificações, habitações e infraestrutura e, esse projeto vem divulgar junto aos estudantes o potencial que a profissão oferece com boas perspectivas no mercado de trabalho”, frisa professor Aerson Barreto.

Com o Seminário, a Ufersa Angicos espera contribuir para o “despertar” dos jovens para a profissão, bem como para o ingresso na Universidade. “Além de divulgar o curso com o repasse de informações sobre a atuação do engenheiro civil, estamos também trazendo a comunidade para dentro da Ufersa”, explica o professor. Vão participar estudantes secundaristas dos municípios de Angicos, Açu, Afonso Bezerra, Fernando Pedrosa, Ipanguacu, Itajá, Lages, Pedro Avelino e São Rafael.

O Seminário terá início às 8h da manhã, prosseguindo até às 17h. Os estudantes participantes terão direito ao almoço nas dependências do Campus Universitário. Entre os temas que vão ser abordados estão: O que se estuda em engenharia civil; O curso de Engenharia civil na Ufersa; Responsabilidades do Engenheiro civil com a sociedade; Mercado de trabalho para o engenheiro civil no RN, principalmente no semiárido.

O Seminário é uma realização da Ufersa Angicos, em parceria com a Escola Estadual Francisco Veras e, com o apoio do CNPq, Vale e Ministério da Ciência e Tecnologia.

Fonte: Assessoria

De acordo com o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas – O Uso de Maconha no Brasil, 1,5 milhão de brasileiros consomem maconha diariamente. O estudo, concluído em março deste ano, foi realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta quarta-feira pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira.

O levantamento traz que 7% da população adulta no País já experimentou maconha, o que representa 8 milhões de pessoas. Do total, 42% disse ter consumido a droga no último ano e 1,3 milhão se declarou dependente do entorpecente.

O estudo também mostra que quase 600 mil adolescentes (4% da população) já usou maconha pelo menos uma vez na vida. A pesquisa traz ainda que mais de 60% dos usuários experimentaram a droga pela primeira vez antes dos 18 anos de idade.

Para avaliar o uso frequente foi considerado o consumo no último ano. Neste quesito, 3% da população adulta brasileira foi enquadrado, o que equivale a mais de 3 milhões de pessoas. Mesmo assim, o Brasil não está entre os países com maiores índices de uso de maconha no mundo. No Canadá, esse índice chega a 14%, na Nova Zelândia a 13%, na Itália a 11%, nos Estados Unidos e no Reino Unido, a 10%.

Os entrevistados responderam sigilosamente um questionário padronizado com mais de 800 perguntas que avaliaram o padrão de uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas bem como fatores associados como depressão, qualidade de vida, saúde física, violência infantil e domestica entre outros. Os questionamentos foram feitos a domicílio em 149 municípios de todo território nacional, com 4.607 indivíduos de 14 anos de idade ou mais.

O trabalho foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) .

12
mar

Inscrições abertas !

Postado às 21:04 Hs

Escolas interessadas em participar da oitava edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) podem se inscrever até 30 de março no site do evento. A competição, promovida pelo ministérios da Educação (MEC), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), é destinada a alunos do 6º ano ao 9º ano do ensino fundamental e para os do ensino médio.
No ano passado, 18,7 milhões de estudantes de 44 mil escolas participaram da olimpíada, que é organizada em duas fases. A primeira prova é objetiva e será aplicada no dia 5 de junho. Os alunos com os melhores resultados são selecionados para a segunda fase, composta de prova discursiva, marcada para o dia 15 de setembro.
Os 400 melhores alunos do ensino fundamental e os 100 melhores do ensino médio receberão medalhas de ouro. Os participantes ainda poderão conquistar medalhas de prata e bronze, totalizando mais de 4 mil premiações. Também serão concedidas menções honrosas. Os medalhistas terão a oportunidade de participar do Programa de Iniciação Científica Júnior, que dá direito a uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Já os professores dos alunos premiados receberão tablets e placas de homenagem, de acordo com o número de medalhas conquistadas. As escolas com bom desempenho na olimpíada também podem ser contempladas com computadores, softwares relacionados ao ensino da matemática, impressoras e troféus.
O regulamento está disponível no site da Obmep.
25
jun

Revisão de diplomas

Postado às 10:43 Hs

diploma2A presidente Dilma Rousseff prometeu para o segundo semestre o lançamento do programa que pretende levar 75 mil estudantes brasileiros ao exterior com bolsas de mestrado, doutorado e graduação. Diante desse cenário de expansão da internacionalização do ensino superior, o Conselho Nacional de Educação (CNE) começa a discutir a revisão das regras para revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil.

Hoje, o processo é burocrático e longo e, muitas vezes, quem retorna ao país depois de uma temporada de estudos no exterior não consegue ter o documento reconhecido, o que dificulta a atuação profissional em algumas áreas.

Atualmente o processo ocorre de forma descentralizada: a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) determina que cabe às universidades públicas a tarefa de validar os diplomas obtidos em instituição estrangeira, seja de graduação, mestrado ou doutorado. Cada uma delas estabelece critérios próprios que podem incluir análise do currículo, prova ou mesmo a exigência de que o aluno curse disciplinas extras no Brasil.

Em alguns casos, o estudante dá entrada no processo em mais de uma instituição para aumentar a chance de obter o diploma.

De acordo com o professor Paulo Barone, membro da Câmara de Educação Superior do CNE, as discussões ainda estão no começo, mas há o entendimento de que a revisão dessas regras é necessária. “Por um lado há uma necessidade de pautar o processo por critérios de qualidade, por outro, uma dispersão de atividades, com critérios e concepções completamente diferentes dentro das instituições, o que torna o processo de revalidação excessivamente ineficaz”, avalia.

Entre as possibilidades que estão em discussão está a de um reconhecimento mais facilitado no caso de estudantes que vão ao exterior com bolsas cedidas por órgãos do governo como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), já que, nesses casos, a qualidade do curso e das instituições estrangeiras já foi certificada para a concessão da bolsa.

Há ainda a possibilidade de criar critérios comuns ou diretrizes gerais para que não haja tanta discrepância nos processos. Barone aponta que será necessário convocar todos os organismos e as instituições envolvidas no processo para articular a mudança.

Fonte: Agência Brasil

13
dez

Bolsas de Estudo

Postado às 16:17 Hs

A partir de março de 2011, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ofertará 2 mil bolsas de mestrado e doutorado. Os interessados devem solicitar a bolsa de estudos à coordenação do curso na universidade onde estudam.

O prazo de validade das bolsas é de dois anos para o mestrado, e de quatro anos para o doutorado, sem direito a prorrogação. O valor da ajuda financeira varia de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil mensais, além do pagamento das taxas escolares.

Para solicitar a bolsa de estudo, o candidato precisa atender aos requisitos exigidos pelo CNPq, como estar matriculado em curso de pós-graduação e não ter vínculo de emprego.

Do total das novas bolsas, 30% foram reservados aos candidatos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Atualmente, o CNPq tem 19.765 bolsistas de mestrado e doutorado.

09
dez

Mais estímulo a inclusão digital

Postado às 8:44 Hs

Um edital lançado pelo governo visa a estimular a inclusão digital pedagógica e social. Em fase de teste, a iniciativa prevê a distribuição de computadores portáteis em escolas públicas, no âmbito do Programa Um Computador por Aluno (Procura).

O programa é da Presidência da República, em conjunto com os ministérios da Educação e Ciência e Tecnologia, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação).

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos do Tesouro Nacional, no valor estimado de R$ 5 milhões, a serem liberados em duas parcelas: R$ 2,5 milhões em 2011 e R$ 2,5 milhões em 2012. Cada projeto aprovado terá o valor máximo de R$ 250 mil e prazo máximo de execução de 24 meses.

Os projetos apresentados devem fomentar inovações e fundamentação científica para a educação. Devem desenvolver processos e produtos relacionados à aprendizagem com o uso de laptop e estudar os impactos sociais e de inclusão digital provocados pelo uso desse equipamento nas escolas.

Os projetos devem ser voltados também para a investigação de práticas pedagógicas e de gestão, com foco na sala de aula, na escola e nos sistemas de ensino, decorrentes do uso do laptop educacional.

O pesquisador interessado deve ter título de doutor, currículo cadastrado na Plataforma Lattes (sistema do CNPq), experiência em projetos educacionais e no uso pedagógico de tecnologias da informação e comunicação e ainda ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.

As propostas deve m ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o dia 7 de fevereiro de 2011.

Fonte: Agência Brasil

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