O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros nesta quarta-feira (5). Assim, em sua nona redução consecutiva, a Selic caiu de 2,25% ao ano para a nova mínima histórica de 2% ao ano. A decisão do comitê vem em linha com o que era esperado pelo mercado financeiro, dando continuidade ao movimento de redução do juros no Brasil iniciado em julho de 2019, quando a taxa passou de 6,5% para 6%. O Copom aumentou o horizonte previsto para a permanência da taxa básica de juros em patamar mais baixo como o atual, estendendo, em grau menor, até 2022. “O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e um balanço de riscos de variância maior do que a usual para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante, que inclui o ano-calendário de 2021 e, em grau menor, o de 2022”, disse em comunicado à imprensa.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta quarta-feira (17) a taxa básica de juros da economia brasileira de 3% para 2,25% ao ano. Esta foi a oitava redução consecutiva. A decisão foi unânime. O corte renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. A decisão do Copom foi tomada em um momento de forte redução do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do coronavírus, o que tem impactado os índices de inflação. Em comunicado, o comitê afirmou que o momento exige estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconheceu também que “o espaço remanescente para utilização da política monetária é incerto e deve ser pequeno”.
06
Maio

Taxa Selic chega a 3% ao ano.

Postado às 20:30 Hs

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) do Brasil cortou a meta para os juros básicos (Selic) em mais 0,75 ponto nesta quarta-feira (6), para 3% ao ano.
A nova taxa de referência da economia brasileira passa a valer nesta quinta (7) e ficará em vigor por pelo menos seis semanas, quando os diretores da autoridade monetária voltarão a se reunir. Este é o nível mais baixo alcançado pela política de juros nacional desde 1999, quando o Brasil passou a adotar o Regime de Metas de Inflação.

Desde julho de 2019, quando a Selic estava em 6,5% ao ano e teve início o ciclo atual de reduções, os juros básicos vêm renovando o piso histórico, reunião a reunião.

No comunicado, a autoridade monetária escreve que “a pandemia da Covid-19 está provocando uma desaceleração significativa do crescimento global, queda nos preços das commodities e aumento da volatilidade nos preços de ativos“. Esse novo corte, no entanto, está condicionado “ao cenário fiscal e à conjuntura econômica”. 

BC considera a possibilidade de um novo corte, de mesma magnitude, encerrando o ciclo atual de ajustes com a Selic em 2,25% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu pela sexta vez consecutiva a Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. O corte anunciado nesta quarta-feira, 18, foi de 0,5 ponto porcentual. Com isso, a Selic alcança o patamar de 3,75% ao ano, a nova mínima histórica para a taxa.

Como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos 12 meses está em 4,01%, a taxa básica de juros é menor do que a inflação, o que leva os juros reais a serem negativos.

O ajuste era esperado após o BC sinalizar que seguiria a política de diversas autoridades monetárias mundiais, como o Federal Reserve, que cortou as taxas da economia americana por duas vezes seguidas neste mês, chegando a zero. A tentativa de baixar os juros é tentar dar um fôlego a economia durante a crise provocada pelo coronavírus. Além dos EUA, Austrália, Japão, Canadá e Chile já haviam lançado mão da medida. “O Banco Central do Brasil ressalta que continuará fazendo uso de todo o seu arsenal de medidas de políticas monetária, cambial e de estabilidade financeira no enfrentamento da crise atual.”

Sob expectativa em relação ao impacto do novo coronavírus (Covid-19) sobre a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) fará, na terça-feira (17) e na quarta-feira (18), a segunda reunião do ano para definir a taxa Selic, atualmente em 4,25% ao ano. O avanço da doença e a instabilidade do mercado financeiro na última semana levaram à indefinição sobre o destino dos juros básicos da economia. No início da semana passada, a maioria das instituições financeiras consultadas pelo boletim Focus, do Banco Central, previa a manutenção da Selic, que está no menor nível da história. No entanto, a forte alta do dólar e a queda da bolsa nos últimos dias provocaram uma inversão de expectativas. A curva de juros no mercado futuro subiu, indicando que parte dos agentes financeiros apostam num possível aumento da Selic.
05
fev

Copom corta Selic de 4,5% para 4,25% ao ano

Postado às 20:05 Hs

Por Valor Investe

Fim de mistério. Em seu primeiro encontro de 2020, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou nesta quarta-feira (5) de 4,5% para 4,25% ao ano a meta para os juros básicos (Selic). A decisão foi unânime. Em comunicado, o BC sinalizou para o fim do ciclo de cortes iniciado em julho de 2019.

“O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária. Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária. O Comitê enfatiza que seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano-calendário de 2021″, informou a autoridade monetária.

Bem como em sua reunião anteriores, o Copom deixou escrito que os dados atuais sinalizam para a “continuidade do processo de recuperação gradual da economia brasileira”. Reiterou também o futuro da política monetária segue “dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”.

Trata-se do quinto corte consecutivo promovido na taxa referencial brasileira. Esse ajuste, no entanto, foi em dose menor que os anteriores. A Selic vinha descendo 0,5 ponto percentual por reunião do Copom. Com a decisão, a Selic renova o seu piso histórico, indo ao seu menor nível desde que a implementação do regime de metas para inflação no Brasil, em 1999

Instituições financeiras reduziram, pela 11ª vez seguida, a estimativa para a inflação este ano. Segundo pesquisa do Banco Central (BC) feita ao mercado financeiro, divulgada todas as segundas-feiras pela internet, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, desta vez passou de 3,28% para 3,26% em 2019. Para 2020, a estimativa caiu de 3,73% para 3,66%, na quarta redução seguida. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50%, em 2022.

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu nesta quarta-feira (18) fazer o segundo corte seguido de 0,50 ponto percentual na Selic, que chega a 5,50%, a menor taxa básica de juros da história.
A decisão já era esperada por praticamente todo o mercado, como mostrou uma pesquisa feita pela XP Investimentos. A questão agora é para os próximos passos do Banco Central, conforme cresce no mercado a expectativa de que os juros possam encerrar o ano em 5,00%.

Mesmo com a depreciação cambial depois da última reunião, em julho, os economistas avaliam que a inflação deve seguir bastante confortável, uma vez também que é grande a ociosidade na economia. No comunicado, o Copom reforçou a visão de que o ciclo de corte de juros ainda não acabou, avaliando “que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo”.

Além disso, o comitê do Banco Central ressaltou que, em seu cenário básico para a inflação, permanecem fatores de risco em ambas as direções.

De um lado, o BC diz que o “nível de ociosidade elevado pode continuar produzindo trajetória prospectiva abaixo do esperado”. Do outro, há ainda o risco de que uma eventual frustração com a continuidade das reformas possa afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação, podendo se agravar em caso de piora do cenário externo.

InfoMoney

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu baixar a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, de 6,5% para 6% ao ano. A decisão foi unânime. A taxa era a mesma desde março de 2018. Em seu comunicado, o comitê do BC afirmou que “a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo”, indicando que pode fazer novos cortes nas próximas reuniões.

Dez reuniões sem mudança
Em outubro de 2016, o BC deu início a uma sequência de 12 cortes na Selic. Neste período, a taxa de juros caiu de 14,25% ao ano para 6,5% ano. Desde maio de 2018 até a última reunião, em junho, a taxa foi mantida no mesmo patamar. Foram dez encontros do Copom sem mudanças na Selic.
Juros ao consumidor são mais altos
A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. A Selic não representa exatamente os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos. Segundo os últimos dados divulgados pelo BC, a taxa de juros média do cheque especial subiu em junho para 322,2% ao ano. Os juros do rotativo do cartão de crédito ficaram em 300,1% ao ano, em média.
20
jun

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 19:23 Hs

  • A governadora Fátima Bezerra assinou decreto estabelecendo novas regras para reduzir o imposto cobrado sobre o preço dos combustíveis de aviação. Na gestão passada o governador Robinson Faria baixou a alíquota de 17% para 12%. Pelas normas do governo Fátima, o índice pode chegar a zero. Se não baixar as tarifas aéreas, como se esperou que acontecesse nos últimos 4 anos, pelo menos poderá atrair mais voos para o Rio Grande do Norte. Boa notícia !
  • O prefeito de Natal e candidato à reeleição já tem dois pré-candidato a sua sucessão declarados: o deputado estadual Hermano Morais, que está de malas arrumadas para deixar o MDB, e um candidato do PT cujo nome ainda não foi revelado.
  • No comunicado em que anunciou a decisão de manter a taxa básica de juros em 6,5% ao ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) deixou a porta aberta para uma queda da Selic nas próximas reuniões, de acordo com economistas.Para um corte se materializar, no entanto, será preciso que o governo consiga avançar na agenda de reformas, sobretudo na da Previdência.
  • Causou surpresa até mesmo nos círculos governistas a retirada da articulação política do governo Bolsonaro que estava sob a responsabilidade do ministro chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni. Embora afirme-se o contrário, é uma perda de prestígio do ministro.
  • Uma pesquisa conduzida pela “Wellcome Global Monitor” em 140 países e divulgada nesta quarta-feira (19) mostra que os brasileiros, apesar do aumento da desconfiança em relação às vacinas em algumas regiões do mundo, acreditam na importância da imunização, pelo menos na infância.
    Entre as mil pessoas entrevistadas no país, 97% afirmaram “concordar fortemente” ou “concordar” com a importância de que as crianças sejam vacinadas. A proporção é maior que a média global (92%) e que os índices observados em vizinhos como o Chile (89%), Uruguai (94%) e Peru (95%).
  • Praticamente todas os brasileiros já devem ter passado pela situação chata onde os pinos de um eletrônico não puderam ser conectados às tomadas de casa. Depois de muitas reclamações e xingamentos do Twitter, as pessoas finalmente se acostumaram ao padrão — mas isso não significa que as controvérsias em torno dele cessaram. É que o assessor internacional do presidente Jair Bolsonaro, Filipe Garcia Martins, essas tomadas podem estar com os dias contados. Em uma publicação na rede de microblogs, ele defendeu o fim do modelo de pinos atual.Pelo visto, o presidente do Brasil já está estudando uma norma para revogar o uso das tomadas de três pinos, que se encontra em vigor desde 2011.
01
ago

BC mantém taxa de juros em 6,5% ao ano

Postado às 22:43 Hs

O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu manter nesta quarta-feira (1º) a taxa básica de juros da economia em 6,5%, na mínima histórica.

A decisão foi unânime e era esperada por 36 dos 38 economistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg. Essa é a terceira manutenção seguida da Selic, após ao Banco Central pegar o mercado de surpresa e encerrar em maio o ciclo de cortes.

“Indicadores recentes da atividade econômica refletem os efeitos da paralisação no setor de transporte de cargas, mas há evidências de recuperação subsequente. O cenário básico contempla continuidade do processo de recuperação da economia brasileira, em ritmo mais gradual do que aquele esperado antes da paralisação”, disse o BC em comunicado. O anúncio do BC se dá após a aceleração da inflação em junho, devido à paralisação de caminhoneiros, e fortalecimento do dólar ante o real. Esses fatores, no entanto, trouxeram certo alívio em julho.

O IPCA, índice oficial de inflação, teve alta de 1,26% em junho, a maior para o mês desde 1995, mas o IPCA-15 de julho (prévia da inflação) já desacelerou para 0,64%. “A inflação do mês de junho refletiu os efeitos altistas significativos da paralisação no setor de transporte de cargas e de outros ajustes de preços relativos.

Com a inflação baixa, o mercado financeiro espera pelo último corte na taxa básica de juros (Selic) no atual ciclo de redução, na próxima quarta-feira (16). A terceira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), começa na terça-feira (15) e segue até o dia seguinte, quando será anunciada a taxa Selic.

Em março, o Copom reduziu a Selic pela décima segunda vez seguida, de 6,75% ao ano para 6,5% ao ano, o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Via  Diário de Pernambuco

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o Banco Central poderá continuar reduzindo os juros, se a reforma da Previdência for aprovada ainda em 2018. A porta para a redução adicional da taxa de juros, segundo o ministro, foi aberta pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião da última quarta-feira.

O Copom decidiu na reunião reduzir em 0,25 ponto porcentual da taxa básica de juros da economia (Selic), que desceu ao menor patamar histórico, de 6,75% ao ano.

Padilha estima que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) poderá levar a uma alta de 4% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. A estimativa atual é de crescimento de 3% (governo) a 3,5% (mercado financeiro). O crescimento maior, disse, intensificará a arrecadação e permitirá à economia andar “a passos mais largos”. “Acredito nisso piamente”, afirmou ao Estadão/Broadcast.

Na avaliação do ministro, a reforma da Previdência terá “zero influência” para o governo do presidente Michel Temer, porque o Orçamento de 2018 já está lançado. Mas ele insistiu na tese de que a proposta precisa ser aprovada logo para evitar que o próximo presidente da República tenha problemas fiscais e seja obrigado a rever o teto de gastos – instrumento legal que limita o crescimento da despesa à inflação.

Segundo ele, a reforma “em si” não terá influência no governo Temer já que os números orçamentários já estão todos definidos, com a previsão de déficit nas contas públicas, que encolheu a capacidade de investimento. “Mas vai chegar 2019. E, aí, se não tiver feito a reforma, vamos ter grande dificuldade.”

Nem bem o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o corte dos juros básicos para 6,75%, os principais bancos já divulgaram cortes em suas taxas de empréstimos. Não que as taxas agora estejam uma pechincha, o ideal é quem puder continuar evitando as linhas mais caras, como cheque especial e cartão de crédito, mas o custo vai ficar um pouco mais baixo. No Banco do Brasil, as novas taxas entram em vigor a partir da próxima sexta-feira, dia 9. Para os empréstimos em que o cliente oferece seu automóvel como garantia, as taxas do BB serão reduzidas de 1,83% ao mês para 1,73% ao mês, na faixa mínima. Já no caso dos empréstimos em que o cliente oferece seu imóvel como garantia (home equity), as taxas mínimas cairão de 1,40% ao mês para 1,38% ao mês. A taxa mínima das linhas de financiamento de veículos novos e seminovos, contratados via canal mobile (APP BB), passará para 0,93% ao mês, ante 0,95% ao mês cobrados até então. Para as linhas de empréstimo pessoal sem garantia, a taxa mínima será reduzida de 3,33% ao mês para 3,31% ao mês, ou de 48,15% ao ano para 47,81% ao ano. No crédito estruturado, com garantias de aplicações financeiras, a taxa mínima passará de 1,79% ao mês para 1,77% ao mês.

Pouco mais de um mês depois de reduzir os juros básicos para o menor nível da história, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) faz a primeira reunião de 2018 esta semana para definir os rumos da Taxa Selic. A expectativa de instituições financeiras é que os juros caiam de 7% para 6,75% ao ano.

Se a expectativa se confirmar, será o 11º corte seguido na taxa básica. Em dezembro, o Copom reduziu, por unanimidade, a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% para 7% ao ano, o menor nível da história.

Anteriormente, o recorde inferior da taxa Selic havia sido registrado de outubro de 2012 a abril de 2013, quando a taxa ficou em 7,25% ao ano. Em seguida, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015, patamar mantido nos meses seguintes. Somente em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

03
dez

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 18:38 Hs

* * * A taxa de juros pode apresentar o menor patamar para a Selic desde o início da série histórica do Banco Central, em mais de 30 anos. Na próxima quarta-feira (6), o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reunirá para analisar se os juros reduzem de 7,5% para 7% ao ano. A menor taxa de juros básica teria sido a de 7,25% ao ano, que foi registrada em outubro de 2012 e abril de 2013. Um estudo de Maurício Molan, do Santander, aponta que, caso seja aprovada a taxa de 7%, essa seria a menor dos últimos 60 anos. “O menor juro da história republicana foi, provavelmente, algo próximo a 5%, predominante no início do século passado”, afirmou. * * *

* * * Se o ano de 2017 foi péssimo para Estados e Municípios, há uma expectativa de melhora significativa para 2018. Com a economia respondendo bem, a arrecadação aumentará, aliviando a situação dos gestores. * * *

* * * Ex-prefeito, o agora vereador de Natal Paulinho Freire assumirá o comando do PMN. O parlamentar está articulando o ingresso também de outros vereadores na legenda. Paulinho Freire foi eleito pelo Solidariedade e agora migrará para o PMN. Mesmo caminho deverá percorrer Eudiane Macedo.

* * * A 6ª etapa da Biometria Revisional, a maior já realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), chegou ao fim na cidade de São Vicente. De acordo com dados do Portal da Biometria, em São Vicente compareceram 3.198 (81,60%) eleitores; Carnaúba dos Dantas, 2. 239 (71,65%); Janduís, 2.633 (58,45%); Messias Targino, 2.217 (63,00%); Itaú 3.123 (60,29%), Cerro Corá, 4.342 (81,07%); e Bodó 2.380 (74,21%). Quem não realizar a identificação biométrica poderá ter o título cancelado e sofrer impedimentos em benefícios sociais, em concursos públicos, irregularidade do CPF e passaporte, entre outras consequências. * * *

04
nov

Em queda…

Postado às 21:10 Hs

Juros ficam abaixo de 7% e queda deve persistir em 2018, segundo Copom.

Os juros podem terminar o ciclo de cortes abaixo de 7% ao ano, sinalizou o Banco Central (BC) por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Assim como no comunicado, divulgado após o último encontro do colegiado, a equipe de Ilan Goldfajn tirou do texto a expressão “encerramento gradual do ciclo”, o que pode indicar reduções da taxa ainda em 2018.

Essa perspectiva ganhou mais força quando o colegiado detalhou no documento que “houve consenso em manter liberdade de ação e adiar qualquer sinalização sobre as decisões futuras de política monetária de forma a incorporar novas informações sobre a evolução do cenário básico e do balanço de riscos”.

Na penúltima reunião de 2017, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, nesta quarta (25/10), a redução da taxa Selic em 0,75 ponto percentual, saindo de 8,25% ao ano para 7,5% ao ano. O índice é o menor desde abril de 2013 e está perto do piso histórico, ocorrido pela primeira vez em outubro de 2012, quando atingiu 7,25% ao ano. A decisão foi unânime. Com a decisão, o BC sinaliza para o mercado que o ciclo de cortes de juros está se encerrado. A mensagem é que o Copom vai continuar reduzindo a Selic, mas num ritmo mais lento, para evitar um choque inflacionário nos próximos anos.

A política monetária de corte de juros começou em outubro de 2016, quando a taxa estava em 14,25% ao ano. De lá para cá foram nove reuniões com decisão de queda na Selic, sendo que as quatro últimas o BC decidiu em reduzi-la em 1 ponto percentual. Desde o início, o recuo foi de 6 pontos percentuais. Segundo relatório Focus, divulgado pela autoridade monetária, o mercado espera que a Selic termine 2017 em 7% ao ano, mas há agentes esperando que caia ainda mais, para 6,75% ao ano ou 6,5% ao ano. A próxima reunião do Copom será a última do ano e está marcada para o dia 5 de dezembro. Para 2018, a expectativa do mercado é que o Banco Central mantenha os juros em 7% ao ano.

Com a inflação controlada e a atividade econômica ainda baixa, o BC reduz a Selic para incentivar a economia. O mercado espera um crescimento de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e de 2% em 2018. Já a expectativa de inflação é de 3,06% em 2017 e de 4,02% no próximo ano.

Poupança

Com a mudança de juros, o rendimento da poupança passa a ser de 5,25% mais a taxa referencial (TR). Anteriormente, a rentabilidade era de 5,77% mais a TR. Na prática, os ganhos são 70% do valor da Selic mais a taxa referencial. A diminuição de rentabilidade foi uma medida adotada em 2012 para evitar que a poupança ficasse mais atrativa que os fundos de investimentos, que são os maiores financiadores da dívida pública. A regra só vale quando os juros estão iguais ou abaixo de 8,5% ao ano.

Fonte: Correio Braziliense

set 25
sexta-feira
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