Levantamento feito pelo instituto Datafolha e divulgado ontem quinta-feira (8) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” mostra que a reprovação ao governo Jair Bolsonaro chegou a 51%, a pior marca registrada desde o início do mandato do presidente, em janeiro de 2019. Eram 45% no levantamento anterior, em maio.

Outros 24% aprovam a gestão de Bolsonaro, mesmo índice de maio. Os que o consideram a gestão do presidente regular caíram de 30% em maio para 24% na pesquisa divulgada nesta quinta. A pergunta feita pelo instituto foi: “Na sua opinião o presidente Jair Bolsonaro está fazendo um governo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo?”.

Veja os resultados da pesquisa:

Ótimo/bom: 24% (eram 24% no levantamento anterior)

Regular: 24% (eram 30%)

Ruim/péssimo: 51% (eram 45%)

Não sabe: 1% (era 1%)

Pesquisa Datafolha aponta que para 76% dos brasileiros a vacinação segue em ritmo mais lento do que deveria. Para 18%, a imunização está sendo feita em velocidade adequada. Apenas 6% veem as vacinas sendo aplicadas de forma mais rápida do que deveria. A pesquisa Datafolha tem margem de erro de dois pontos percentuais, foi feito por telefone com 2.023 pessoas de todos os estados do país nos dias 15 e 16 de março. Até esta sexta-feira (19), haviam sido aplicadas no total 15.615.057 doses de vacina (11.492.854 da primeira dose e 4.122.203 da segunda dose ), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde, compiladas e aferidas pelo consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha, UOL, G1, O Estado de S. Paulo, Extra e O Globo.

Pesquisa Datafolha divulgada ontem indica que o governo de Jair Bolsonaro é reprovado por 44% da população (pessoas que dizem que administração federal é “ruim” ou “péssima”).

Foto: reprodução/YouTube

Outros 30% classificam o governo como “ótimo” ou “bom”. E 24% dizem que é “regular”.

Essa pesquisa da empresa do jornal Folha de S.Paulo repete quase exatamente o que já havia sido captado pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360.

Em levantamento de 1º a 3 de março, o PoderData encontrou os seguintes resultados numa pesquisa em todo o país: 47% de “ruim” ou “péssimo”, 31% de “ótimo” ou “bom” e 18% de “regular”. No caso do Datafolha, o número de entrevistados foi menor (2.023 pessoas) do que o do PoderData (2.500). A empresa da Folha conduziu o levantamento apenas com quem tem telefone celular. O PoderData usa um banco de dados mais amplo, atingindo brasileiros com telefones fixos e celulares.

Segundo o levantamento da empresa da Folha, a taxa de rejeição do governo é maior no Nordeste, onde 49% dos entrevistaram classificaram a gestão Bolsonaro como “ruim/péssima”.

O governo é pior avaliado entre os mais instruídos (55% de “ruim/péssimo”) e entre os mais ricos (54%). A aprovação é maior entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (35% de “ótimo/bom”) e entre os evangélicos (37%).

Por Felipe Bächtold / Folha

A maioria dos brasileiros é contrária à obrigatoriedade do voto atualmente em vigor no país, aponta levantamento nacional feito pelo Datafolha. Segundo o instituto, 56% dos entrevistados são contrários à obrigação de comparecer às urnas, ante 41% que se dizem favoráveis a esse dever. Não soube responder 1% dos entrevistados, e outro 1% se disse indiferente a respeito.

A margem de erro na pesquisa, feita de 8 a 10 de dezembro, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram ouvidos 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular de todas as regiões brasileiras.

JÁ FOI MAIOR – A taxa de rejeição à obrigatoriedade do voto é inferior ao pico registrado na pesquisa anterior do instituto, de 2015, quando atingiu 66%. Em levantamentos feitos ao longo de 2014, ano eleitoral, os eleitores contrários também eram maioria.

Já em maio de 2010, os blocos contrários e favoráveis ao voto obrigatório estavam empatados, com 48% cada.

A última década coincide com uma década de forte turbulência institucional, com ascensão de uma retórica antipolítica nas redes sociais e de desgastes na imagem de governantes e do Congresso diante de escândalos políticos.

No histórico do Datafolha, o bloco favorável ao voto impositivo liderou a pesquisa em uma ocasião, em dezembro de 2008, na qual somou 53% dos entrevistados ante 43% do bloco contrário.

OUTRAS PESQUISAS – Recuando ainda mais no histórico de pesquisas, os opositores do voto obrigatório eram maioria em levantamento feito em agosto de 2006 (50% a 45% dos favoráveis) e em duas aferições produzidas nos anos 1990.Em agosto de 1994, os contrários à obrigatoriedade eram 53% (ante 42% dos favoráveis).

Agora em 2020, a pesquisa foi feita por telefone para evitar a infecção por Covid-19. Esse tipo de entrevista exige questionários mais rápidos, sem a utilização de estímulos visuais.

O debate sobre a obrigatoriedade do voto no país voltou à arena política agora devido à pandemia do novo coronavírus, que afastou das urnas eleitores receosos com o comparecimento, e por causa dos elevados índices de abstenção nas eleições municipais de novembro.

VOTO FACULTATIVO – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, disse em entrevista à Folha, no início do mês: “A gente começa a fazer uma transição. O modelo ideal é o voto facultativo e em algum lugar do futuro não muito distante ele deve ser.”

O ministro afirmou, porém, que ainda não defende o voto opcional. Disse que nos países com esse modelo há um incentivo à polarização, porque “os extremos não deixam de comparecer [às urnas], e os moderados muitas vezes deixam”.

A abstenção ficou em 23% no primeiro turno no pleito deste ano e em 29,5% no segundo, taxas superiores à média histórica. Quem mais deixou de ir às seções eleitorais em comparação com a disputa de quatro anos atrás foram os jovens de 18 anos —um salto de 124%.

15
ago

Opinião: Jair Bolsonaro pode ser reeleito

Postado às 12:07 Hs

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu sua melhor avaliação desde o início do mandato, segundo pesquisa Datafolha divulgada, ontem, pelo jornal “Folha de S. Paulo”. A pesquisa indica alta no número de eleitores que consideram o governo ótimo ou bom (aprovação ao governo) e queda entre os que veem o governo como ruim ou péssimo (reprovação). Os percentuais da pesquisa são: Ótimo/bom: 37%; Regular 27%, Ruim/péssimo: 34%; Não sabe/não respondeu: 1%. A pesquisa Datafolha foi realizada em 11 e 12 de agosto, com 2.065 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do País. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O diretor geral do Datafolha, Mauro Paulino, disse que o programa de auxílio emergencial teve impacto na aprovação de Bolsonaro. “Com a economia em crise, o auxílio emergencial torna-se necessidade básica para os mais pobres. Diretamente identificado [o auxílio] como um feito do governo Bolsonaro, pode virar marca negativa quando o valor diminuir ou deixar de existir”, afirmou, para completar: “Qualquer mudança de humor nessa faixa de renda mais baixa tem forte reflexo na avaliação presidencial pelo peso relativo que possui. Hoje, mais da metade dos brasileiros têm renda familiar mensal abaixo de dois salários mínimos”.
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste domingo, dia 28, que o resultado da pesquisa Datafolha de apoio recorde à democracia mostra que os brasileiros não permitirão “um retrocesso institucional” no país. “Acordei hoje com o Datafolha mostrando que 75% dos brasileiros apoiam o regime democrático. Fico feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por ver que o brasileiro não permitirá um retrocesso institucional”, disse. Maia ponderou que o número também o entristece pois a discussão já deveria ter sido superada. MAIS ADEQUADO – “Triste por ter que, em pleno século XXI, me preocupar com uma discussão que já deveria estar enterrada”, escreveu o presidente da Câmara em suas redes sociais. A pesquisa divulgada aponta que 75% dos entrevistados consideram o regime democrático o mais adequado. Em dezembro, última vez em que o instituto fez a pergunta aos entrevistados, 62% apoiavam a democracia.
A aprovação da condução da crise do novo coronavírus pelo Ministério da Saúde disparou, e já é mais do que o dobro da registrada por Jair Bolsonaro. Governadores e prefeitos também têm avaliação superior à do presidente. É o que revela pesquisa do Datafolha feita de quarta (1º) até esta sexta (3). O levantamento ouviu 1.511 pessoas por telefone, para evitar contato pessoal, e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou menos. Na rodada anterior, feita de 18 a 20 de março, a pasta conduzida por Luiz Henrique Mandetta tinha uma aprovação de 55%. Agora, o número saltou para 76%, enquanto a reprovação caiu de 12% para 5%. Foi de 31% para 18% o número daqueles que veem um trabalho regular da Saúde. Já o presidente viu sua reprovação na emergência sanitária subir de 33% para 39%, crescimento no limite da margem de erro. A aprovação segue estável (33% ante 35%), assim como a avaliação regular (26% para 25%).

Pesquisa Datafolha publicada nesta terça-feira (24) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que a maioria dos brasileiros acha que a economia será muito afetada pelo coronavírus e quase um terço dos entrevistados entende que a vida financeira pessoal será prejudicada. Mais da metade está certa que a renda pessoal vai diminuir.

O Datafolha entrevistou 1.558 pessoas por telefone celular entre quarta-feira (18) e sexta (20). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Veja abaixo os resultados de acordo com as perguntas feitas aos entrevistados:

A economia será afetada pela pandemia?

Muito afetada:79%
Um pouco afetada: 16%
Nada afetada: 3%
Não sabe: 3%

O surto do coronavírus prejudicará a economia do Brasil?

Por muito tempo: 50%
Por pouco tempo: 44%
Não irá prejudicar: 3%
Não sabe: 4%

O surto prejudicará sua vida financeira pessoal?

Por muito tempo: 28%
Por pouco tempo: 45%
Não irá prejudicar: 24%
Não sabe: 3%

Sua renda diminuirá nos próximos meses por causa do coronavírus?

Sim: 57%
Não: 43%
Não sabe: 0%

Poderá trabalhar em casa durante o surto?

Sim: 46%
Não: 54%

Tem perspectiva de ficar sem trabalho e renda?

Entre os mais pobres: 60%
Entre os mais ricos: 25%

G1

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (23) pelo jornal “Folha de São Paulo” mediu a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, dos governadores e do Ministério da Saúde na condução da crise do coronavírus.

A pesquisa foi realizada por telefone ouviu 1.558 pessoas entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) em todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja abaixo os resultados:

Avaliação do desempenho de Bolsonaro em relação ao surto de coronavírus

Ótimo/bom: 35%
Regular: 26%
Ruim/péssimo: 33%
Não sabe: 5%

Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde

Ótimo/bom: 55%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 12%
Não sabe: 2%

Avaliação do desempenho dos governadores

O Datafolha apontou o percentual de entrevistados aprovam o desempenho do governador do seu estado:

Média dos entrevistados: 54%
Nordeste: 51%
Sudeste: 52%
Centro-Oeste/Norte: 56%
Sul: 61%

Declarações sobre a pandemia

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o que achavam das declarações de Bolsonaro de que havia uma “histeria” em torno do coronavírus. As respostas foram:

Discordam: 54%
Concordam: 34%
Não têm opinião: 8%
Não concordam nem discordam: 3%

Cumprimentos a manifestantes

Outro tópico da pesquisa foi o gesto de Bolsonaro de cumprimentar manifestantes em um ato pró-governo, mesmo quando já havia a determinação de autoridades de saúde para se evitar o contato próximo com outras pessoas, para evitar a disseminação do vírus.

Reprovaram o gesto: 68%
Aprovaram o gesto: 27%
Não opinaram: 4%

G1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, dia 24, pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 51% dos brasileiros que usam WhatsApp desistiram de fazer um comentário ou compartilhar algum conteúdo sobre política para evitar brigas com a família ou com os amigos. A pesquisa mostrou ainda que 27% saíram de algum grupo para não discutir, e 19% deixaram de seguir ou bloquearam o perfil de um amigo, familiar ou mesmo de uma empresa por discordar de suas posições políticas. AFINIDADES – O levantamento aponta que 16% entraram em algum grupo em redes sociais para discutir e divulgar ideias políticas parecidas com a sua, e 14% mudaram a foto do perfil para apoiar alguma causa política.

“O que Bolsonaro fez de melhor?”

“O que Bolsonaro fez de melhor em seis meses de governo?”

Segundo o Datafolha, 39% dos entrevistados responderam “nada”. Outros 19% responderam “não sei”. Os maiores destaques do governo, de acordo com a pesquisa, foram “segurança”, com 8%, e “reforma da Previdência”, com 7%. Em seguida, veio o “fim da corrupção”, com 4%.

“O que Bolsonaro fez de pior?”

Depois de perguntar o que Bolsonaro fez de melhor em seis meses de governo, o Datafolha perguntou também o que ele fez de pior. O “decreto das armas” ganhou disparado, com 21%. Sua “imagem pública – quesito que inclui declarações consideradas desnecessárias, uso de palavras ofensivas, postura em relação aos filhos” – foi reprovada por 9%.

O Antagonista

Um em cada quatro brasileiros não acredita que o homem chegou à Lua em 20 de julho de 1969. O dado foi revelado pelo Datafolha, que entrevistou 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 103 cidades brasileiras. O resultado mostra que 70% acreditam que Neil Armstrong e Buzz Aldrin caminharam na Lua durante a missão Apollo 11, enquanto 26% duvidam do feito. Os outros 4% não têm opinião. A escolaridade foi um dos fatores que influenciou o resultado: quanto menos anos de estudo, maior a descrença. Dentre os que estudaram até o ensino fundamental, 38% não acreditam na missão e 8% não sabem se acreditam.
08
jul

33% desaprovam Bolsonaro, diz Datafolha

Postado às 11:46 Hs

Foto: Agência Brasil

Pesquisa Datafolha divulgada hoje pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

Ótimo/bom: 33%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 33%
Não sabe/não respondeu: 2%

A pesquisa foi realizada nos dias 4 e 5 de julho com 2.086 entrevistados com mais de 16 anos, em 130 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro.

Em abril, quando foi realizada a pesquisa anterior, os índices foram:

Ótimo/bom: 32%
Regular: 33%
Ruim/péssimo: 30%
Não sabe/não respondeu: 4%

Em relação à expectativa com o futuro do governo, após seis meses de mandato, 51% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom; 21%, regular; e 24%, péssimo. Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo.

O Datafolha também perguntou se Bolsonaro fez mais, menos ou o que deveria pelo país. Os resultados foram os seguintes:

Fez pelo país mais do que esperava: 12% (eram 13% em abril)
Fez pelo país o que esperava que ele fizesse: 22% (eram 22%)
Fez pelo país menos do que esperava: 61% (eram 61%)

E levantou, ainda, se os entrevistados acreditam que o presidente age ou não como deveria. Veja os percentuais:

Age como presidente deveria: 22% (eram 27% em abril)
Na maioria das ocasiões age como deveria: 28% (eram 27%)
Em algumas ocasiões age como deveria: 21% (eram 20%)
Em nenhuma ocasião age como deveria: 25% (eram 23%)

Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6), 58% dos brasileiros consideram inadequada a conduta de Sergio Moro em conversar com procuradores da Lava Jato. Outros 58% acham que as decisões do ex-juiz (hoje ministro da Justiça) devem ser revisadas. O caso veio à tona após a revelação pelo site The Intercept Brasil de mensagens entre Moro e membros da força-tarefa da operação. Os diálogos aconteceram pelo aplicativo Telegram, entre 2014 e 2019. A reprovação a Moro, contudo, não mudou a percepção dos brasileiros sobre a condenação do ex-presidente Lula, preso desde abril passado em Curitiba. A maioria é a favor da sua prisão, resultado já aferido em pesquisa realizada no ano passado.
A maioria dos brasileiros, 84%, é favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, segundo pesquisa do Datafolha. Apenas 14% são contrários à alteração —2% são indiferentes ou não opinaram. O índice se manteve estável desde o último levantamento, em novembro de 2017. O apoio à diminuição da maioridade chegou a ser de 87% em abril de 2015. Dos que são favoráveis à redução, 33% defendem que a medida deve valer somente para determinados crimes, enquanto 67% acham que ela deve ser aplicada a todos os tipos.

Pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República divulgada pelo Datafolha neste sábado (27/10) mostra que a diferença entre o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e petista, Fernando Haddad, caiu para 10 pontos percentuais. O militar da reserva segue à frente com 55% dos votos válidos, enquanto Haddad foi a 45%, segundo o levantamento.

Essa é a menor diferença entre os postulantes ao Palácio do Planalto em toda as Eleições 2018.Na consulta anterior do Datafolha, o capitão reformado aparecia com 58% dos votos contra 42% do ex-prefeito de São Paulo.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02460/2018, tem confiabilidade de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 18.371 eleitores em 340 municípios. Quando a pesquisa foi feita: 26 e 27 de outubro
Registro no TSE: BR-02460/2018. Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%

Fernando Haddad (PT): 41%

No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 58% e Haddad, 42%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 50%

Fernando Haddad (PT): 35%

Em branco/nulo/nenhum: 10%

Não sabe: 5%

Rejeição

O Datafolha também levantou a rejeição dos candidatos. O instituto perguntou: “E entre estes candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”

Os resultados foram:

Jair Bolsonaro

Votaria com certeza – 48%

Talvez votasse – 10%

Não votaria de jeito nenhum – 41%

Não sabe – 1%

Fernando Haddad

Votaria com certeza – 33%

Talvez votasse – 12%

Não votaria de jeito nenhum – 54%

Não sabe – 1%

Decisão do voto

Jair Bolsonaro

Está totalmente decidido a votar em… – 95%

Seu voto ainda pode mudar – 5%

Não sabe – 0%

Fernando Haddad

Está totalmente decidido a votar em… – 89%

Seu voto ainda pode mudar – 10%

Não sabe – 0%

Branco/nulo/nenhum

Está totalmente decidido a votar em… – 74%

Seu voto ainda pode mudar – 25%

Não sabe – 1%

Fonte: G 1

O Datafolha divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Desde a última pesquisa do instituto, divulgada no dia 4, e realizada nos dias 3 e 4 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima, e o segundo colocado, Fernando Haddad se manteve estável.
A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).
Votos válidos
Jair Bolsonaro (PSL): 40%
Fernando Haddad (PT): 25%
Ciro Gomes (PDT): 15%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (REDE): 3%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

 


Votos totais
Nos votos totais, quando são considerados os brancos/nulos e os indecisos, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 36%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (REDE): 3%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Em branco/nulo/nenhum: 6%
Não sabe: 4%
Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

set 18
sábado
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