Pesquisa divulgada hoje (2) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas.

Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e “sair do vermelho”. Sete em cada dez entrevistados (72%) dizem estar otimistas com a economia neste ano e que a vida financeira será melhor, enquanto 8% do total revela pessimismo, dizendo que a economia vai piorar.

“À medida em que o novo governo anuncia seus projetos para o país, aumenta o clima de otimismo com a retomada da economia, que deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre”, disse José César da Costa, presidente da CNDL.

Entre os otimistas, as perspectivas para este ano são manter os pagamentos das contas em dia (69%), fazer reserva financeira (59%) e realizar algum sonho de consumo (57%).

09
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 20:08 Hs

* * * Caso o governo aumente mesmo a Cide da gasolina de 0,10 centavos para 0,60 centavos, aumentará sua receita em 15 bilhões de reais. Beleza. Em compensação, o preço da gasolina na bomba vai subir algo como 21%, de acordo com estimativa do consultor Adriano Pires. Imagine-se o impacto inflacionário da medida. ( Lauro Jardim ) * * *

* * * Pelo menos 89% dos brasileiros dizem estar em dificuldade para quitar suas dívidas. Para solucionar seus problemas de endividamento, 20% dos entrevistados disseram ter vendido algum bem nos últimos 12 meses. Em parte, isso é explicado pela percepção de queda da renda com perda do poder de compra, apontados pelo estudo Retratos da Sociedade Brasileira – Renda e Endividamento, divulgado hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, 42% dos brasileiros consideram que sua renda diminuiu nos últimos 12 meses. Deste total, 22% avaliam que a renda caiu muito e 20% dizem acreditar que a renda diminuiu pouco. No mesmo período, 59% perceberam piora no poder de compra. * * *

* * * O Brasil perdeu nesta quarta-feira o selo de bom pagador na agência de classificação de risco Standard & Poor’s. A S&P reduziu a nota brasileira de BBB- para BB+, o que tira o país da lista dos países considerados “investment grade” (ou “grau de investimento”) e o coloca entre os “especulativos”. Além de retirar do Brasil o grau de investimento, a S&P sinalizou que pode colocar o Brasil ainda mais para dentro do território especulativo ao manter a perspectiva negativa para a nota brasileira. “Os desafios políticos do Brasil continuam a aumentar, pesando sobre a capacidade e a vontade do governo em apresentar um orçamento para 2016 ao Congresso coerente com a correção política significativa sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff”, diz a agência. Em agosto, a Moody’s rebaixou a nota de crédito do país para Baa3, último grau dentro da faixa considerada grau de investimento. A agência também alterou a perspectiva da nota de “negativa” para “estável”. No caso da Fitch, o Brasil está dois degraus acima do chamado grau especulativo. * * *

02
jul

Crônicas & Dicas : ” Um grande mal “

Postado às 10:12 Hs

Os efeitos da dívida crônica — aquela que compromete mais de 50% do orçamento familiar e que perdura por meses ou anos — são muito mais devastadores para a saúde do que simples dores de cabeça. É o que mostra uma pesquisa da Universidade Northwestern, dos Estados Unidos, publicada no ano passado. Segundo o estudo, o estresse do endividamento afeta todo o organismo, numa reação em cadeia, e eleva a probabili­dade de problemas graves, como úlceras e derrames. No Brasil, 64,3% das famílias estão endividadas, segundo a Confederação Nacional do Comércio. Isso significa que mais da metade da população brasileira vive sob a angústia de saber que o dinheiro acabará antes do fim do mês. Essa é uma das explicações para o fato de sermos o segundo povo mais estressado do mundo, atrás apenas dos japoneses, para quem o trabalho é a maior fonte de preocupação.
14
fev

Charge: Efeito carnaval para muitos…

Postado às 10:23 Hs

15
nov

Facilidades…

Postado às 15:58 Hs

A presidente Dilma Rousseff editou a Medida Provisória 589 oferecendo melhores condições para que municípios e estados possam parcelar suas dívidas previdenciárias com a União. O débito soma hoje R$ 33 bilhões.

O chefe da divisão de administração de parcelamentos da Receita Federal, Frederico Igor Leite, disse que a dívida vinha crescendo com força desde 2005 e que a situação se agravou nesse ano com a perda de receita das administrações locais devido ao momento ruim da economia. O repasse de impostos recolhidos pela União, como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ficaram abaixo do esperado devido às desonerações feitas pelo Ministério da Fazenda.

A MP 589, publicada ontem (14) no Diário Oficial da União (DOU), prevê que as administrações que aderirem ao parcelamento terão o equivalente a 2% da sua receita corrente líquida retida do valor o qual é repassado pelo governo por meio do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

 

Propostas

 

As propostas iniciais previam percentuais maiores, mais o governo acabou cedendo aos apelos das administrações regionais.

Além disso, o parcelamento dará descontos de 60% na multa pelo atraso, de 25% dos juros e de 100% dos encargos jurídicos.

“A gente espera adesão em massa, até porque 2% (da receita corrente líquida serem retidos) é muito razoável”, disse Leite. A situação de dívida é pior nos pequenos municípios, que não têm regimes próprios de previdência. Endividados, eles não podem pegar empréstimos com o BNDES ou receber repasses voluntários do Tesouro. Além disso, a dívida pode trazer problemas jurídicos devido à Lei de Responsabilidade Fiscal. Como muitos prefeitos estão entregando a administração para novos governantes, aderir ao parcelamento é uma forma de evitar esses constrangimentos jurídicos.

27
Maio

Muitas dívidas

Postado às 10:02 Hs

Quase um quarto das famílias se endividou mais do que deveria e foi obrigado a reduzir o padrão de vida ou a dar calote. Um estudo da consultoria MB Associados, com base na Pesquisa de Orçamento das Famílias (POF), do IBGE, mostra que 14,1 milhões de famílias comprometeram mais de 30% da renda mensal com dívidas.

Essa marca ultrapassa o limite saudável para o endividamento, pois 70% do orçamento vai para despesas básicas, como comida, habitação ou saúde, conforme mostra a POF. A maior parte dessas famílias superendividadas está na fatia menos favorecida da população: 5,8 milhões na classe C e 6,6 milhões nas classes D e E.

 

Na média, no entanto, o brasileiro comprometeu 26,2% da renda mensal com dívidas, diz o estudo da MB. Esse resultado é superior à média de 22% estimada pelo Banco Central, porque inclui gastos como crediário de loja sem parceria com banco e despesa à vista no cartão de crédito.

Na semana passada, o governo anunciou um pacote para estimular o consumo por meio do crédito, principalmente na compra de carros. Para José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB, o efeito do pacote será limitado pelo endividamento. “É um número grande de famílias que ultrapassaram o limite, por isso o nó no mercado de crédito.”

Nos últimos cinco anos, a expansão do crédito, com a entrada de novos consumidores, garantiu um crescimento robusto da economia. Mas, desde meados de 2011, o ritmo de concessão esfriou, à medida que a inadimplência crescia. Em abril, o calote atingiu o recorde de 7,6%.Descontrole. Os consumidores deixaram de pagar as contas, apesar da menor taxa de desemprego da história.

Fonte: Estadão

out 21
quinta-feira
08 05
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