13
out

O medo vai pesar nas eleições de 2022

Postado às 13:13 Hs

O medo é sentimento que revela rejeição. Ele surge na mente das pessoas em razão da experiência ou convívio com algo durante determinado período. O medo pode ser oriundo também do ouvir falar. Neste caso, as pessoas falam tanto para outro sobre alguém ou de uma época que a rejeição surge. O medo expressa o desejo de não viver algo negativo novamente. Eleitores sentem medo de candidatos. Pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência provocam os eleitores a manifestarem a sua rejeição a um candidato ou a uma época. As quantitativas também. Para encontrar o medo para com algum competidor, incentiva-se a lembrança dos votantes. Mas, muitas vezes, não é necessário o incentivo. Os eleitores manifestam espontaneamente a sua ojeriza para com algum candidato e explicam os motivos. Dados de recentes pesquisas têm mostrado que o medo estará presente na próxima eleição presidencial. O ex-presidente Lula e o atual mandatário da República, Jair Bolsonaro, são candidatos com alta rejeição. A rejeição do candidato do PT diminuiu. E a do atual presidente aumentou. Pesquisas qualitativas revelam que eleitores temem Lula em razão da corrupção presente na era PT.

Via Blog do Magno

Antecipei, ontem, com exclusividade, que o ex-juiz Sérgio Moro bateu o martelo no ingresso no Podemos, legenda que vinha perseguindo os seus passos e com ele flertando há muito tempo por insistência do senador Álvaro Dias (PR), líder do partido no Senado e da presidente nacional Renata Abreu, deputa federal por São Paulo.

Segundo ela confirmou, ontem, em Santa Catarina, ex-ministro da Justiça deve concorrer à Presidência da República nas eleições de 2022 pelo Podemos. “ A presidente Renata afirmou que as chances de ele concorrer são de 90% e a filiação ao Podemos deve se concretizar nos próximos dias”, disse ao blog o ex-deputado federal Paulinho Bornhausen, filho do ex-presidente nacional do DEM e ex-ministro Jorge Bornhausen.

Atuando num grupo privado internacional, Moro desembarcou no Brasil no fim do mês passado para se reunir com lideranças políticas a fim de decidir seu futuro político. Esteve com representantes do Movimento Brasil Livre (MBL), com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), além do ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro Luiz Henrique Mandetta (DEM). Mas foi com o comando do Podemos que teve o encontro mais produtivo.

A ele foi apresentada uma pesquisa que tem amplas chances de quebrar a polarização existente hoje na disputa presidencial entre Bolsonaro e Lula. Trata-se de um levantamento qualitativo feito em todo o território nacional. Nele, há registros animadores, como um percentual da ordem de 40% de eleitores que não querem nem Bolsonaro nem Lula que apostariam no nome dele.

A filiação deve ser anunciada até o próximo dia 20 e está provocando euforia na legenda. “Moro tem potencial para ser o grande fato novo em 22”, diz uma liderança influente do Podemos que participou do encontro com o ex-ministro, no qual a pesquisa foi dissecada e amplamente compartilhada entre eles como uma ferramenta importante para colocá-lo no debate presidencial a partir de agora.

O senador Álvaro Dias não se impressiona com as pesquisas que mostram Lula e Bolsonaro bem à frente do segundo pelotão de possíveis postulantes. “Acho cedo pra alguém decolar, essas pesquisas a toda hora só interessam à polarização”, ressalta. Tão logo este blog antecipou a decisão de Moro, a mídia nacional correu para confirmar, o que se deu em vários blogs, portais e jornais. Eis o fato novo que pode jogar mais emoção na briga pelo Palácio do Planalto nas eleições de 2022.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abre nesta segunda-feira (11) a edição de 2021 do Teste Público de Segurança (TPS) do Sistema Eletrônico de Votação. Essa é mais uma rodada de testes para garantir a segurança das urnas nas eleições do próximo ano.

O assunto esteve no centro das discussões e conflitos recentes entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso.

A etapa atual de testes, iniciada na semana semana passada, começou com a abertura dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais. A partir de agora, 39 especialistas inscritos vão se aprofundar no código-fonte para apresentar um plano de ataque ao sistema eleitoral. O objetivo é testar e encontrar eventuais vulnerabilidades no sistema de votação brasileiro para “fortalecer a confiabilidade, transparência e segurança” do processo eleitoral, segundo o TSE.

O grupo de especialistas é formado por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) e da segurança pública. Os participantes incluem desde acadêmicos a integrantes de órgãos públicos.

O TSE afirma que há 25 anos, desde que o sistema de votação eletrônico foi implementado no Brasil, nenhum tipo de fraude foi constatada. Desde 2009, é realizado o procedimento de teste das urnas com um ano de antecedência das eleições.

CNN Brasil

Charge do Claudio Mor (Arquivo Lula)

Por Merval Pereira / O Globo

A corrida eleitoral pela Presidência da República ganha contornos mais nítidos à medida que o prazo fatal de abril se aproxima para que os candidatos mudem de partido, no caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ou decidam se candidatar, como é o caso mais notório, do ex-ministro Sergio Moro.

Os próprios parlamentares estão em movimentação nos bastidores para a troca de partidos, a partir da fusão do DEM com o PSL, de que nasceu o União Brasil, um partido feito para ter posição de protagonismo na sucessão presidencial e no Congresso que nascerá das urnas em 2022. Será o maior partido da Câmara atual e com muito dinheiro, com a soma dos fundos eleitoral e partidário dos dois, muito à frente do PT — e, portanto, tem estrutura para disputar com qualquer partido.

HÁ CONDIÇÕES – Essa grandeza formal garante ao partido nascente as condições ideais para uma disputa nacional, embora isso não seja o suficiente. Temos exemplos da eleição presidencial de 2018, com Geraldo Alckmim, do PSDB, ficando para trás mesmo com o maior tempo de propaganda eleitoral na televisão e no rádio. E Ulysses Guimarães, do MDB, então maior partido do país, que terminou em quarto lugar em 1989. Nos dois casos, os favoritos foram atropelados por fenômenos eleitorais inesperados, Bolsonaro e Collor.

O União Brasil tem as condições básicas para ser competitivo, mas precisará se unir em torno de um nome palatável ao eleitor, e que tenha empatia, pois disputará com dois líderes populistas que já se mostraram eficientes em buscar votos.

É um novo player, e importantíssimo, no jogo da sucessão. Apesar de fragmentado em termos de programa — tem bolsonaristas, direitistas, conservadores —, se conseguir se unir em torno de um candidato, terá muita chance de se colocar como uma possibilidade real de poder, ir para o segundo turno e disputar a eleição presidencial.

MANDETTA E PACHECO – O ex-ministro Luiz Mandetta parece ser a melhor aposta no momento, e o presidente do Senado está num dilema para a tomada de decisão: se for para o PSD, como quer Kassab, terá garantida a candidatura, mas não uma estrutura partidária forte como no União Brasil. Que também não lhe garantirá a cabeça da chapa presidencial, pois tem outros candidatos a candidato em suas fileiras.

O PSDB é outro que se mexe para a definição de seu candidato a presidente, realizando prévias partidárias pela primeira vez. O governador de São Paulo, João Doria, favorito, mas pressionado pela candidatura do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, está fazendo uma manobra inteligente ao admitir abrir mão da candidatura para unir o partido e, mais adiante, a candidatura da terceira via.

DORIA TEM RAZÃO – Pode ser que tenha falado porque tem certeza da vitória, mas, de qualquer maneira, é um gesto importante, e Doria tem razão: se aparecerem três, quatro, cinco candidatos da terceira via, nenhum derrotará Lula ou Bolsonaro.

Foi um gesto de quem nunca se esperou tal magnanimidade. Dizia-se que um acordo era impossível porque Doria nunca abriria mão da candidatura. Se vencer no PSDB, como continua sendo o mais provável, ganha força de argumentação e marca posição diante dos eleitores, com demonstração de desapego de interesses pessoais por uma questão maior, a unidade da oposição.

Na campanha, haverá uma filtragem natural de quem terá mais chance de tirar Lula ou Bolsonaro do segundo turno.

VÁRIAS TERCEIRAS VIAS – Dificilmente haverá apenas um candidato da terceira via — até porque Ciro Gomes está disputando esse mesmo espaço —, mas, se houver dois, já facilita a vida do eleitor. Com cinco candidatos, ganha a polarização entre Lula e Bolsonaro.

Doria tem força partidária muito grande em São Paulo, que não se reflete ainda no eleitorado, mas pode ser que a vitória nas prévias o fortaleça como liderança nacional. O problema do PSDB estará ligado sempre à unidade partidária, que nunca foi conseguida totalmente.

Mais uma vez o estado-chave será Minas Gerais, um dos maiores colégios eleitorais do país. Historicamente, quem vence em Minas vence no Brasil, uma amostragem perfeita do país, conforme definiu Carlos Augusto Montenegro, antigo dono do Ibope e um dos maiores conhecedores do eleitorado brasileiro. O deputado Aécio Neves, que continua sendo o grande líder político mineiro, será a pedra no sapato do candidato de João Doria.

07
out

Veja o calendário eleitoral de 2022

Postado às 20:55 Hs

Em 1º de outubro, chegou ao fim o prazo para aprovação de mudanças na legislação eleitoral para 2022. O Blog expõe, abaixo, o calendário do pleito do próximo ano, quando o eleitorado vai às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e deputados.

1º janeiro 2022 (durante todo o ano eleitoral) – Fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior;

2 abril 2022 (6 meses antes das eleições) – Data limite para a desincompatibilização de cargos públicos (ministros, chefes de autarquias, presidentes de estatais, entre outros);

– Data limite para a filiação partidária;

15 maio 2022 – Passa a ser permitida a arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo, ficando a liberação de recursos por parte das entidades arrecadadoras condicionadas ao cumprimento, pelo candidato, do registro de sua candidatura, da obtenção do CNPJ e da abertura de conta bancária;

30 junho 2022 – A partir dessa data, fica vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato;

02 julho 2022 (três meses antes das eleições) – A partir dessa data, ficam vedados:

Contratação, com recursos públicos, de shows artísticos para inauguração de obras ou serviços públicos;

Publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais;

Comparecimento de pré-candidatos a inaugurações de obras públicas;

20 julho a 05 agosto 2022 – Permissão para realização de convenções partidárias;

15 agosto 2022 – Data limite para pedido de registro de candidatura ao TSE;

26 agosto a 29 setembro 2022  (37 dias antes das eleições) – Realização de campanha em rádio e TV;

2 outubro 2022 – 1º turno;

23 outubro 2022 – 2º turno.

Poucos podem reclamar de falta de informação sobre o que vai acontecer em outubro de 2022, quando acontecerão as eleições presidenciais no Brasil. Não cola mais aquele clichê no qual os candidatos são desconhecidos, que não sabem suas intenções, nem o passado e o presente de cada um. As redes sociais, mostrando verdades e mentiras, já desnudaram tudo ou quase tudo da essência desses postulantes. Portanto, não venham me dizer em  quem devo votar ou sufragar no fulano que cometeu erros no passado mas já está arrependido ou liberado pela Justiça. Não há o que esconder. Quem apoia um ou outro está consciente do que vai fazer. Num tempo polarizado como o nosso – o que não demérito a polarização – o pré-candidato hoje no Governo pode ter muito a mostrar em ações efetivas na esfera governamental administrativa, longe da “bolha do desaforo”. E é isso que interessa a maioria dos brasileiros que vive distante de Brasília e da extrema imprensa.

Via Blog do MAGNO

Reprodução

O ex-ministro Mendonça Filho afirmou, em Brasília, que o novo partido União Brasil, criado hoje com a fusão do Democratas com o PSL, é a mudança mais expressiva na política brasileira após a mudança na legislação eleitoral.

“São 81 deputados e uma força significativa no Senado. O que aumenta muito nossa responsabilidade com relação aos valores democráticos, a defesa das instituições e, ao mesmo tempo, dos compromissos de políticas públicas que atendam às necessidades da população brasileira”, destacou Mendonça que será vice-presidente nacional do União Brasil e será presidente da fundação nacional do novo partido responsável pela formação de líderes, gestores e da base partidária com foco em jovens e mulheres.

A criação do União Brasil foi aprovada hoje em convenções individuais do Democratas e, na sequência, numa convenção conjunta. O pedido de registro do ‘União Brasil será encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral, para o processo de homologação, que deve demorar cerca de dois a três meses. Até lá, tanto o Democratas, quanto o PSL permanecem funcionando normalmente. O número da legenda União Brasil será 44. O novo partido tem 81 deputados federais, 07 senadores, 04 governadores e R$ 160 milhões de fundo partidário. “O partido nasce com valores democráticos sólidos e foco no desenvolvimento econômico e social”, afirmou.

Mendonça destacou que o União Brasil será presidido por um pernambucano, Luciano Bivar, que tem compromisso com a democracia. “Luciano destacou o compromisso com a construção do diálogo, com o desenvolvimento econômico e social do país e com o fortalecimento das instituições”, lembrou Mendonça, reforçando a importância desses valores.

Na convenção do União Brasil, o secretário geral, ACM Neto leu o manifesto de criação do partido com 44 princípios, que resumem os compromissos com os brasileiros. A defesa intransigente da democracia, da liberdade de expressão e de imprensa, o repúdio a todas as formas de totalitarismo, defesa do direito inviolável da dignidade humana, contra qualquer espécie de discriminação ou preconceito, desenvolvimento econômico, equidade social, compromisso com a superação da pobreza, liberdade econômica, direito de propriedade, fortalecimento de uma política ambiental responsável e sustentável são alguns desses princípios.

O Instituto Perfil pesquisou a intenção de votos para o Senado Federal. Em todos os quatro cenários projetados, o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB) vence a disputa. Na sondagem espontânea, ele tem 6,08%, sendo seguido por Carlos Eduardo com 3,92%, Fábio Faria com 2,33%, Rogério Marinho com 2,17% e Jean Paul Prates com 1,58%. O índice de indecisos foi de 68,75% e brancos e nulos, 11,25%.

Na sondagem estimulada, foram três cenários estudados. No primeiro cenário com Carlos Eduardo, Garibaldi tem 20,33% e Carlos Eduardo tem 13,17%, Fábio Faria aparece em seguida com 10,75%, Rogério Marinho com 7,33%, Jean Paul Prates com 3,75% e Haroldo Azevedo, 0,67%.

No segundo cenário com Rogério Marinho, Garibaldi possui 30% das intenções de votos, seguido por Rogério com 10,75%, Jean Paul Prates com 4,92% e Haroldo, 2%. Já no terceiro com Fábio Faria, Garibaldi tem 29,19%, Fábio tem 12,75%, Jean Paul 5,17% e Haroldo, 2,33%.

Fábio Faria é o candidato mais rejeitado para o Senado, com 11,92%, seguido por Jean Paul Prates com 9,33%, Garibaldi Alves com 7,17%, Rogério Marinho com 6,83%, Haroldo Azevedo com 3,17% e Carlos Eduardo com 2,83% dos votos. O total de eleitores consultados que rejeitam todos os candidatos apresentados é de 23,25%. Outros 18,25% não rejeitam nenhum deles e 17,25% não sabem/não quiseram responder.

Na última pesquisa apresentada pelo Instituto Perfil para o Senado, em agosto passado, o ex-senador Garibaldi Alves liderava a corrida com 18,17% das intenções de votos, seguido por Carlos Eduardo com 13%, Fábio Faria com 10,50%, Rogério Marinho com 6,92%, Jean Paul Prates com 3,33% e Haroldo Azevedo com 0,42%. Brancos e nulos somavam 25,74% e indecisos, 21,92% dos consultados.

Pesquisa de intenção de voto no Rio Grande do Norte, realizada pelo Instituto Perfil, em parceria com o AGORA RN, entre 29 de setembro e 2 de outubro, apontou a governadora Fátima Bezerra (PT) como líder na corrida eleitoral para o Estado. Na sondagem estimulada, ela aparece em primeiro lugar com 30,51% das intenções de votos, já na espontânea a petista aparece em segundo lugar com 18,58%, atrás de espantosos 56,58% de indecisos. Nas duas situações, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) aparece logo atrás de Fátima, sugerindo um possível segundo turno nas eleições 2022.

Na sondagem estimulada, foram apresentados dois cenários possíveis. No primeiro, Fátima lidera com 30,51%, sendo seguida por Carlos Eduardo com 22,75%, indecisos com 16,50%, Brancos e nulos com 15,08%, o senador Styvenson Valentim (Podemos) com 12,58% e o deputado federal Benes Leocádio (Republicanos) com 2,58%. O segundo cenário tem Fátima com 32,58%, Indecisos com 19,25%, Branco e nulos com 16,25%, o prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB) com 15,42%, senador Styvenson Valentim com 14,08% e o deputado Benes Leocádio com 2,42%.

Já na sondagem espontânea, os eleitores indecisos somam 56,58% e brancos e nulos, 10,92%. A governadora Fátima aparece com 18,58% das intenções de votos, seguida por Carlos Eduardo com 6,25%, Styvenson Valentim com 2,58%, Álvaro Dias com 1,42% e Benes Leocádio com 1,17%. Outros candidatos correspondem a 0,92% das intenções. Os nomes dos ex-governadores Garibaldi Alves (0,83%) e Robinson Faria (0,25%) e do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (0,25%) também foram lembrados.

No quesito rejeição, a governadora Fátima Bezerra lidera com 22,58%, sendo seguida pelo senador Styvenson com 9,83%, o ex-prefeito Carlos Eduardo com 7,92%, o prefeito de Natal Álvaro Dias com 5,75% e o deputado federal Benes Leocádio com 5,17%. O índice de eleitores consultados que não rejeitam nenhum dos candidatos foi de 18,67%, já os que rejeitam todos é 14%. A margem de erro da pesquisa é de 2,82% para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

Na pesquisa realizada pelo Instituto Perfil há dois meses, Fátima Bezerra tinha 26,58% das intenções de votos, sendo seguida por Garibaldi Alves com 11,50%, Styvenson Valentim com 11,42%, Carlos Eduardo com 10,25%, Álvaro Dias com 7,75% e Benes Leocádio com 2,08%.

Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Brasília na última segunda-feira (4). Na capital, Lula reúne-se com aliados e amplia conversas com partidos de centro. Ao Congresso em Foco, sob reserva, companheiros que o acompanharam nas reuniões, afirmam que o ex-presidente possui uma fala forte sobre a sua campanha à presidência em 2022.

Para além das novas estratégias para o processo eleitoral, Lula intensifica agenda para melhor orientar os petistas no Congresso e assim, abrir espaço para novas alianças.

Em encontro a portas fechadas, o líder petista já se reuniu com os partidos de esquerda na segunda e terça desta semana. Entre eles, Pros, PSB, PCdoB, PSDB, Rede e Psol. Do centrão, os nomes e partidos não estão sendo divulgados. Segundo a assessoria, como forma de evitar conflitos dos parlamentares com Bolsonaro.

Congresso em Foco

Apesar de demonstrar resistência à entrada de Jair Bolsonaro no PP, o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse a pessoas próximas que não vai atuar para barrar a entrada do mandatário no partido, segundo reportagem da Folha.

Líder do centrão e deputado pelo PP de Alagoas, ele afirmou a aliados que, hoje, cerca de 90% do partido quer o presidente da República na sigla e, por isso, não será ele quem vai impedir a filiação.

Bolsonaro está cada vez mais próximo de fechar a aliança com o PP. Como condição, pediu para escolher os candidatos que disputarão uma vaga no Senado pela legenda em 2022.

O presidente do PP, Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, comprometeu-se a dar influência ao mandatário na sigla. Isso significa que Bolsonaro poderá escolher quem se candidatará a senador pelo menos nos estados considerados chave para ele, como é o caso do Rio de Janeiro e do Distrito Federal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar nos próximos dias uma ação em que pode liberar a realização de showmícios nas eleições de 2022. A análise do tema é muito aguardada por partidos e pode ampliar a participação de artistas na disputa eleitoral do próximo ano. Na visão de dirigentes partidários, embora a classe artística no geral tenha mais proximidade com a esquerda, a liberação desses eventos também pode beneficiar o presidente Jair Bolsonaro, que é apoiado por alguns dos mais famosos cantores sertanejos do país. A jurisprudência do Judiciário em relação ao tema já tem se modificado nos últimos anos, como ocorreu em 2020 com a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que permitiu a realização de um show fechado de Caetano Veloso para arrecadação de dinheiro aos então candidatos Guilherme Boulos (PSOL), que disputava a Prefeitura de São Paulo, e Manuela d’Ávila (PC do B), em Porto Alegre.
Em plena campanha eleitoral que vivemos é natural que ocorram surtos de radicalismos, de militância política arrogante e de confrontos intelectuais. São, em princípio, reações de natureza pessoal que se incorporam ao coletivo graças a narrativas construídas organicamente de lado a lado pelos grupos interessados em conquistar ou permanecer no poder. Faz parte da democracia.  Sob esse clima emocional republicano há que se reconhecer que as pesquisas de opinião aparecem no topo de um cardápio de discordâncias e de ceticismos ao sabor das convicções de cada lado. Há quem não acredite nas pesquisas, mas que elas existem, existem. Bem ou mal aplicadas, elas podem inclusive influenciar no juízo de cada eleitor. Estamos nesse momento assistindo a um espetáculo de confronto ideológico cujas consequências irão oferecer valiosos subsídios para se entender melhor quem somos e para onde vamos. 

Faltando pouco menos de um ano para o pleito de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promove, às 14h desta segunda-feira (4), a inauguração do “Ciclo de Transparência Democrática – Eleições 2022”. O evento marca o início da abertura dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais para conferência pela sociedade civil.

Para dar mais transparência ao processo eleitoral, os representantes técnicos dos partidos políticos, o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as Forças Armadas, a Polícia Federal e universidades, entre outras instituições, podem acompanhar todo o desenvolvimento dos sistemas eleitorais, com acesso ao código-fonte do software de votação e a todo o conjunto de softwares da urna eletrônica.

Esta ação é um procedimento realizado pela Justiça Eleitoral que acontece de forma regular em anos eleitorais. Desta vez, a disponibilização acontece de forma antecipada, exatamente um ano antes das Eleições de 2022, tal como determinado em resolução do TSE, aprovada por unanimidade pela Corte Eleitoral na última terça-feira (28). Em eleições anteriores, o evento era realizado seis meses antes da data da votação.

A nova norma alterou a Resolução TSE nº 23.603/2019, que trata sobre os procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação. O texto aprovado pelos ministros também estabeleceu o prazo de 10 dias de antecedência para que as entidades listadas na resolução manifestem ao Tribunal o interesse em inspecionar o sistema.

02
out

Oposição nas ruas

Postado às 12:15 Hs

A esquerda brasileira capitaneia, hoje, atos contra o Governo Bolsonaro. Várias centrais sindicais e frentes, como Central Única dos Trabalhadores, Brasil Popular, Direitos Já e Povo sem Medo, organizam as manifestações. De acordo com eles, há pelo menos 260 protestos marcados em 251 cidades e 16 países. As pautas se concentram em temas como desemprego, fome, inflação e repúdio à Reforma Administrativa (PEC 32). Líderes de ao menos 21 partidos confirmaram presença na Campanha Nacional Fora Bolsonaro – como é intitulado o ato: PT, PSOL, PSB, PSD, MDB, PSDB, DEM, PV, PSL, UP, PCB, PSTU, PCO, PCdoB, PDT, PL, Rede, Podemos, Cidadania, Solidariedade e Novo. Mesmo com a esquerda predominando nos protestos, são esperados nomes do centro à direita.

Reprodução

O presidente nacional do PSD (Partido Social Democrático), Gilberto Kassab, disse que torce por Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, nas prévias do PSDB para candidatura à Presidência pelo partido. Segundo ele, uma composição de chapa entre o tucano e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), é “bem possível”. As informações são do Portal Poder 360.

“Se o Eduardo ganhar eu defendo uma composição dele com Rodrigo Pacheco. Eu acho que os 2 partidos têm todas as condições de se entenderem para ver se, quem sabe, um pode ser presidente, o outro pode ser vice, ou encontrar um caminho comum”, declarou Kassab em entrevista ao programa Manhã Bandeirantes, com José Luiz Datena.

Pacheco se aproxima do PSD. Ao lado de Kassab, o presidente do Senado disse que tem o partido “no coração”. O presidente da sigla quer filiar Pacheco e lançá-lo como candidato à Presidência da República.

Gilberto Kassab afirmou que a pesquisa do PoderData mostrou “grande potencial” do presidente do Senado para as eleições de 2022. No levantamento da divisão de pesquisas do Poder360, Rodrigo Pacheco aparece com 4% das intenções de voto para presidente.

“O Poder360 colocou pela 1ª vez o nome do senador Rodrigo Pacheco entre os possíveis candidatos a presidente em 2022 na pesquisa PoderData divulgada hoje. Tenho defendido o nome do presidente do Senado para ser o candidato do PSD e esta pesquisa mostra grande potencial”, afirmou Kassab.

Depois de dizer em março deste ano que em hipótese alguma renunciaria para ser candidato ao Governo do Estado e em julho ter dito que a candidatura “não é impossível“, o prefeito de Natal Álvaro Dias voltou a admitir a possibilidade de se candidatar ao cargo de governador do RN.

Em entrevista ao Jornal das Seis, na rádio 96 FM, na noite desta quarta-feira (29), Álvaro disse: “Quem ingressa na vida pública e não quer governar seu Estado? Tenho esse sonho”.

O prefeito também revelou que até mandou fazer uma pesquisa interna sobre a avaliação dele em Natal. Segundo Álvaro, a pesquisa mostrou que 52% acham que ele deveria se candidatar ao governo estadual e 48% acham que ele não deve ser candidato.

Blog do BG

O Congresso Nacional realizará, na terça-feira (28/9), a promulgação da Emenda Constitucional (EC) nº 11/2021, que altera regras para as eleições. As mudanças estabelecidas na proposta, já aprovadas pela Câmara e pelo Senado, terão validade para o próximo pleito, já que foram definidas antes do dia 2 de outubro, data que marca um ano de antecedência da votação.

O Senado rejeitou a volta das coligações para as eleições proporcionais – o que havia sido aprovado na Câmara. O Congresso vetou as coligações em 2017, mas a medida passou a valer apenas em 2020, na eleição para vereadores.

Negros e mulheres

Uma das mudanças é destinada ao incentivo para que os partidos lancem candidaturas competitivas de mulheres e de pessoas negras.

Outros pontos aprovados pela Câmara foram mantidos no texto. Entre eles, está o que trata de incorporações partidárias. A sigla que incorpora outras não será responsabilizada pelas punições aplicadas aos órgãos partidários regionais e municipais e aos antigos dirigentes do partido incorporado, inclusive penalidades relativas à prestação de contas.

Fidelidade partidária

Outra modificação da Câmara mantida no texto é que, se o partido concordar com a saída de um deputado ou vereador, o parlamentar não será punido por mudar de sigla. Atualmente, vereadores e deputados só podem mudar de partido sem perder o mandato em casos específicos. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) apontou a necessidade de que se aprove uma lei ordinária regulamentando esses casos.

Posse

O texto aprovado no Senado também mantém a mudança na data da posse de governadores e presidente, a partir de 2026, e o “peso dois” aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara dos Deputados para fins de distribuição dos fundos eleitoral e partidário.

A partir das eleições de 2026, a posse do presidente da República será em 5 de janeiro. Já os governadores serão empossados no dia 6 de janeiro. Atualmente, ambas as cerimônias ocorrem em 1º de janeiro.
Anualidade nas decisões judiciais

O dispositivo legal aprovado na Câmara exigia que, para que valessem para o pleito seguinte, decisões jurisdicionais ou administrativas do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relacionadas ao processo eleitoral deveriam ser tomadas com antecedência mínima de um ano.

A relatora manteve a regra atual, na qual esse princípio da anualidade vale apenas para alterações feitas pelo Congresso. No entendimento da senadora, a regra poderia inviabilizar todo o trabalho de interpretação e adequação das normas vigentes por parte do Judiciário.

 

Na redação editada, o Senado também retirou o dispositivo sobre requisitos para apresentação de projetos de iniciativa popular. A Câmara havia mudado a regra, ao exigir o mínimo de 100 mil assinaturas para qualquer proposta. A relatora rejeitou o texto, por considerar baixa a quantidade de signatários.

Pelo documento apresentado no Senado, mantém-se o que prevê a Constituição, ou seja, o apoio de pelo menos 1% do eleitorado nacional para a tramitação de proposta, ou seja, cerca de 1,5 milhão de assinaturas.

Metrópoles

out 17
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