Reprodução

Via Blog da Chris

Na última semana o blog publicou que uma possível candidatura do prefeito de Natal ao Governo do Estado Álvaro Dias (PSDB) era sempre lembrada, mas improvável.

Uma fonte ligada ao prefeito nos contou que não tão improvável assim. Ela nos garantiu que há um movimento de deputados de partidos de oposição trabalhando na possível chapa Álvaro Dias ao governo do Estado e o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Senado.

E completou: “não é tão improvável assim. Álvaro já admite a possibilidade”. E concluiu dizendo que os dois (Álvaro e Carlos) já estão com uma conversa agendada para os próximos dias.

Segundo alguns analistas, a possível união, em acontecendo, poderá ameaçar o projeto de reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT).

Do blog: As conversas de alpendre no litoral potiguar continua em efervescência. Aguardemos os próximos capítulos…

Foto: Facebook / Pessoal

Lideranças do PL no Rio Grande do Norte (RN), insatisfeitos com a filiação do presidente Jair Bolsonaro na legenda, têm articulado com o líder do PSB no Estado, o deputado federal Rafael Motta, com o objetivo de chegar a um entendimento para, posteriormente, se filiarem ao PSB, sigla de centro-esquerda.

Entre os que estão dialogando com o partido, que ensaia uma provável federação com o PCdoB, Psol e PT – em busca da reeleição da Governadora Fátima Bezerra (PT) -, temos os deputados estaduais George Soares, Kleber Rodrigues e Ubaldo Fernandes. Os diálogos já estariam em fase adiantada.

Em entrevista exclusiva ao AGORA RN, nesta sexta-feira 14, o deputado federal Rafael Motta declarou que, “o PSB leva uma vantagem, pois, por muito tempo, representou a terceira via no país. As pessoas sabem do nosso entendimento com as pautas sociais, mas, também sabem que somos um partido que dá liberdade e que não aprova extremismos. E isso, faz com que muitos propensos candidatos nos procurem”, afirmou.

Caso essas filiações sejam confirmadas e concretizadas, poderá favorecer não apenas o projeto de reeleição de Rafael Motta à Câmara Federal, mas também lhe dar forças eleitorais para uma provável candidatura ao Senado. O presidente do PSB não descarta essa possibilidade.

“Toda candidatura significa uma construção coletiva, mesmo sendo de reeleição. O partido nos apoia, sinto uma boa recepção ao meu nome por onde circulo no RN. Nosso mandato tem apresentado resultados. Acho que as condições estão reunidas, o que me encoraja, sim, a seguir na estrada”, enfatizou.

Via Robson Pires

Aguarde!

O Prefeito de Natal (RN) Álvaro Dias não vai deixar o “Cavalo” passa selado. O bicho só passa na frente uma vez. Os apelos estão partindo de todos os segmentos e das bases eleitorais de vários partidos. Álvaro não é menino. Aquela conversa de que ele disse a Garibaldi Alves que não seria candidato é conversa.

Álvaro não disse isso. Apesar de reafirmar que seu desejo é o de continuar Prefeito de Natal (RN) ele poderá, sim, ser candidato a Governador. Por que não? Em política tudo é possível. E o nome de Álvaro vem crescendo assustadoramente.

E a oportunidade é única.

O Poder Executivo do Rio Grande do Norte tem na sua formação 22 funções na administração direta, incluindo a governadoria e a vice-governadoria. Ou seja, 20 órgãos são classificados oficialmente com a nomenclatura de Secretarias de Estado. Além da governadora Fátima Bezerra (PT) que vai concorrer à reeleição, e o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) pretenso candidato à Câmara Federal, tem-se que seis secretários devem concorrer ao pleito deste ano. Uma parte vai disputar a Câmara Federal e outra vai tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado. Os secretários que querem disputar o pleito vão ter que deixar seus cargos.

Os prazos para a desincompatibilização eleitoral são contados com base no dia da eleição e variam de três a seis meses, dependendo da classe a que o agente público pertence. A pessoa que deseja concorrer deve estar desincompatibilizada oficialmente no tempo estabelecido, sob pena de ter o pedido de registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral.

Com isso, os seis secretários de Fátima Bezerra devem deixar o governo até o início de abril deste ano para disputar a eleição, já que para secretário de Estado o prazo é de seis meses que antecede o pleito, marcado o primeiro turno para o dia 2 de outubro próximo.

Por enquanto, a lista dos secretários que vão encarar as proporcionais está da seguinte forma: os que pretendem se candidatar à deputado federal são: Jaime Calado(Desenvolvimento), Cadu Xavier (Tributação), Fernando Mineiro (Gestão de Projetos, Metas de Governo e Relações Institucionais) e Samanda Freitas (subsecretária Trabalho, Habitação e Assistência Social). Já para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ou seja, vão se candidatar à deputado estadual: Júlia Arruda (Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos) e Pedro Lopes (Controladoria). Dos seis, o único que não concorrerá pelo PT será Jaime Calado, que disputará pelo Pros.

As informações foram repassadas pelo chefe da Casa Civil e interlocutor do governo para assuntos eleitorais, Raimundo Alves, que frisou não ser oficial, até porque só se confirmam as candidaturas, após as convenções partidárias e os registros das mesmas. Pelo calendário eleitoral, as convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos.

Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto. “Até o momento, o que temos são expectativas”, comentou Raimundo Alves, deixando a entender que a lista de secretários estaduais que pretendem ir para o embate eleitoral pode aumentar.

Agora RN

Por Pedro do Coutto Quem observar com atenção e isenção o comportamento, as atitudes políticas e as declarações do presidente Jair Bolsonaro, inevitavelmente chegará à conclusão de que, por quaisquer motivos, ele está se afastando do caminho que leva às urnas de outubro, pois a cada passo seu ele perde mais votos do que ganha e com isso sua candidatura à reeleição está se esvaziando. Basta ver os fatos. A sua posição contra a vacina é um absurdo total e, sob o ângulo das eleições, um gesto contra si mesmo e os seus próprios interesses de reeleger-se. A vacinação contra a Covid-19 é extremamente popular, o que é bastante positivo para a população brasileira, fenômeno que está comprovado por já ter abrangido praticamente 170 milhões de pessoas. Fosse a maioria contra a vacina, como é o caso de Bolsonaro, a procura pela imunização não seria tão intensa.
Com o começo do ano em que haverá eleições, inicia-se uma sucessão de etapas e procedimentos que culminarão na eleição de 2 de outubro, data do primeiro turno, quando milhões de brasileiros devem ir às urnas para a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Pelo calendário oficial aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o segundo turno ocorre em 30 de outubro, caso nenhum dos candidatos a presidente alcance a maioria absoluta dos votos válidos (excluídos brancos e nulos). O mesmo ocorre nas disputas para o cargo de governador. Já desde 1º de janeiro, as pesquisas eleitorais precisam ser devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral, e os órgãos públicos têm limitadas as despesas com publicidade, por exemplo. Há também restrições quanto à distribuição gratuita de bens e valores aos cidadãos e cidadãs. A campanha eleitoral com comícios, distribuição de material gráfico, propagandas na internet e caminhadas deverá ocorrer a partir de 16 de agosto. Já as peças publicitárias em horário gratuito de rádio e televisão ficam liberadas entre 26 de agosto e 29 de setembro.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que permite a volta da propaganda partidária fora do período eleitoral em rádio e televisão, mas vetou a compensação fiscal a que as emissoras teriam direito pela cessão do horário gratuito às legendas. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira. A propaganda partidária foi extinta em 2017, ficando mantido apenas o horário eleitoral em período de campanha. O veto de Bolsonaro se deu no trecho que garantia às emissoras de rádio e de televisão o direito a compensação fiscal pela transmissão gratuita dos programas dos partidos e as obrigava a ressarcir as siglas lesadas em caso de recusa em exibir os programas. O valor dessa compensação seria calculado com base na média do faturamento dos comerciais dos anunciantes. Para barrar a medida, a Presidência alegou que a proposta instituiria benefício fiscal, “com consequente renúncia de receita”, sem observância às regras fiscais e orçamentárias.

Reprodução

O pré-candidato à Presidência Sérgio Moro (Podemos) negou ontem a possibilidade de concorrer ao Senado caso não consiga subir nas pesquisas de intenção de voto até fevereiro.

A manifestação do ex-juiz e ex-ministro é resposta a uma publicação do portal UOL. De acordo com o texto, o entorno de Moro entende que ele precisa ter um mandato no ano que vem, “seja ele qual for”.

A avaliação teria ganhado força com a investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a rescisão de seu contrato com a consultoria americana Alvarez & Marsal. No mês passado, o ministro Bruno Dantas, do Tribunal, pediu acesso a todas as informações relacionadas à interrupção do contrato, incluindo os valores envolvidos.

Segundo a reportagem, interlocutores de Moro teriam afirmado que o ‘plano B’ do pré-candidato seria disputar uma cadeira no Senado se terminasse fevereiro sem chegar a pelo menos 15% das intenções nas pesquisas.

Em nota, Sergio Moro afirmou ser contra o foro privilegiado e disse não precisar de mandato. “Não tenho receio de qualquer investigação, muito menos a de Ministro do TCU sobre fato inexistente”, escreveu o ex-juiz no Twitter.

Estadão

 

Presidente de uma das siglas mais desejadas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor sua chapa presidencial no ano que vem, Gilberto Kassab (PSD) é peremptório: nada de acordos de primeiro turno. A especulação cresceu exponencialmente com o avanço do acordo de Geraldo Alckmin (ex-PSDB) para se tornar vice de Lula. PLANO PETISTA – O ex-governador paulista estava quase de malas prontas para o PSD para disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes, então o corolário para petistas entusiastas do arranjo era claro: ele poderia filiar-se e unir-se a Lula. Só que na fotografia com líderes políticos presentes ao jantar que homenageou Lula na noite de domingo (19), promovido pelo grupo de advogados Prerrogativas, Kassab estava ausente —apesar de ter ido, sozinho e sem seu presidenciável, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “Eu entendi que poderia passar para a sociedade a percepção de que estava formada uma frente de apoio ao Lula no primeiro turno. Eu não estarei com o Lula no primeiro turno, isso já foi dito a ele”, disse, nesta entrevista na noite de segunda-feira (dia 20).

Com a aprovação do Orçamento de 2022, na 3ª feira (21.dez.2021), o fundão eleitoral foi turbinado e garantirá aos partidos um total de R$ 5,96 bilhões nas eleições do ano que vem. O valor corresponde à soma de R$ 4,9 bilhões para campanhas eleitorais com R$ 1,06 bilhão para o Fundo Partidário.

A divisão entre os partidos é feita considerando, principalmente, o tamanho da bancada das siglas na Câmara dos Deputados. Segundo levantamento do Estadão Dados, com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), PSL e PT, que têm as maiores bancadas, levam 10,14% e 9,97% do total cada, respectivamente.

As campanhas eleitorais são 100% financiadas com dinheiro público. A medida entrou em vigor em 2017, como uma alternativa para banir o financiamento empresarial.

O ano de 2022 terá as campanhas eleitorais com mais recursos públicos da história. Em 2018, os partidos tiveram R$ 1,7 bilhão, enquanto em 2020, nas eleições municipais, a verba foi de R$ 2 bilhões.

Poder360

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou as novas urnas eletrônicas que começaram a ser produzidas no Brasil em novembro deste ano. De acordo com o TSE, as máquinas são mais modernas e  já serão utilizados nas Eleições Gerais do próximo ano. Serão produzidos 225 mil novos equipamentos pela empresa Positivo Tecnologia, que ganhou o processo de licitação. As urnas são do modelo UE2020 e trazem novo design além da promessa de trazerem inovações e melhorias. — Houve uma evolução muito grande em termos de arquitetura. Essa urna conta com terminal de mesários sensível ao toque, a bateria foi alterada para melhor. Nossa expectativa é que, por ter um custo de conservação muito menor que os modelos anteriores, a urna se pague diante do maior investimento financeiro feito pelo Tribunal — declarou o coordenador de tecnologia eleitoral do TSE, Rafael Azevedo.
Como em todo ano de eleições presidenciais, o governo federal deve sofrer uma debandada de ministros em abril de 2022, prazo de desincompatibilização de cargos públicos para disputar as eleições. No governo Bolsonaro, a dança das cadeiras envolverá ao menos 11 dos 23 ministros de Estado. Após abril, esses ministros darão espaço para seus secretários-executivos ou para aliados da base de apoio do governo, especialmente dos partidos da aliança PP, PL e Republicanos, que comandarão as pastas até o início de 2023, quando haverá a formação do próximo governo. Veja a lista abaixo:

Ainda dentro dos números para governador do Estado, o instituto Consult fez uma análise dos possíveis cenários de segundo turno de Fátima Bezerra contra Carlos Eduardo Alves e contra Styvenson Valetim e, caso as eleições fossem hoje, a governadora perderia a cadeira para o ex-prefeito de Natal. Ele com 35,18% das intenções de voto e ela com 34,12%.

Ela só ganharia do senador da República. Contra Styvenson, Fátima faz 36,24% das intenções de voto ccontra 24,12% de Styvenson,

A pesquisa do instituto Consult, divulgada pelo Blog do BG, ouviu 1700 potiguares de todas as regiões do estado entre os dias 9 e 12 de dezembro. Os resultados foram calculados com margem de erro de 2,3% para mais ou para menos com grau de confiança de 95%.

 

19
dez

Eleições 2022: Pesquisa Consult/BG

Postado às 20:02 Hs

A pesquisa do instituto Consult trouxe números da corrida eleitoral para o próximo governador do Estado. No cenário estimulado, que melhor simula as eleições com a apresentação dos candidatos, Fátima Bezerra aparece em primeiro com 31,82% das intenções de voto.

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves aparece em segundo com 24,18%. Ele é seguido pelo senador Styvenson Valentim com 11,06%.

Ainda dentro dos números para corrida eleitoral pelo Governo do Estado, a governadora Fátima Bezerra é a que acumula a maior rejeição, ou seja, de eleitores que não votam nela de maneira alguma. Na rejeição Fátima lidera com 29,5%. A rejeição dela é maior que todos os adversários juntos.

O senador Styvenson Valentim é o segundo mais rejeitado com 13,8%, menos da metade da rejeição da governadora. Nesse quesito, as comas são mais de 100% porque as questões são de múltipla escolha para o entrevistado.

A pesquisa do instituto Consult, divulgada pelo Blog do BG, ouviu 1700 potiguares de todas as regiões do estado entre os dias 9 e 12 de dezembro. Os resultados foram calculados com margem de erro de 2,3% para mais ou para menos com grau de confiança de 95%.

 

 

O Congresso restaurou nesta sexta-feira o Fundo Eleitoral de até R$ 5,7 bilhões ao derrubar veto do presidente Jair Bolsonaro que buscava reduzir a quantia a menos da metade.

Na Câmara, foram 317 votos para garantir o aumento e 146 contra. No Senado, 53 a 21. A matéria vai à promulgação.

No fim do 1º semestre, os congressistas aprovaram a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) com um aumento do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para cerca de R$ 5,7 bilhões. O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sancionou a lei em 20 de agosto, mas vetou o trecho que tratava sobre o valor.

Em agosto, o governo federal enviou ao Congresso o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2022 propondo o valor de R$ 2,1 bilhões para o financiamento de campanhas eleitorais.

Agora, a derrubada do veto recoloca na LDO de 2022 uma fórmula de cálculo do Fundo Eleitoral que, pelas estimativas atuais, resulta em um valor próximo a R$ 5,7 bilhões. A definição do valor final, contudo, depende da redação do texto do PLOA, que o Congresso analisará na próxima 2ª feira (20.dez).

O Globo e Poder 360

17
dez

Desunião política

Postado às 10:02 Hs

Walter, Garibaldi e Henrique Alves vivem apenas um relacionamento familiar, porque político não é de hoje que eles estão rompidos.

Desde as eleições passadas, quando Waltinho era candidato, Henrique decidiu apoiar Benes Leocádio de outra legenda. O próprio Henrique também decidiu votar em Tomba Farias de outro partido, quando o MDB tinha grandes e fortes candidatos.

Henrique também já atuou nos bastidores para tentar pegar de volta à presidência do partido no Rio Grande do Norte. Em vão. Henrique hoje já não tem a mesma força política que tinha anos atrás, quando comandou a legenda e foi considerado um dos grandes atores políticos do estado.

Garibaldi hoje, apenas observa andando junto com o filho. Walter, comandando o MDB não mantém qualquer relação política com o primo há tempos. O rompimento não é de hoje.

Enquanto Walter e Garibaldi mandam. Henrique segue isolado. Não há mais espaço para os três na mesma legenda.

Blog do BG

Uma nova rodada da pesquisa Futura/Modal com as intenções de voto para a Presidência da República, divulgada ontem, mostra o ex-presidente Lula (PT) liderando todos os cenários, mas com uma vantagem menor em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PL) quando comparado a outros institutos. O petista aparece com percentuais que variam de 37,9% a 43,8% no levantamento estimulado. Já Bolsonaro vai de 30,6% a 33,2%. Nome mais competitivo da chamada terceira via no momento, o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) vai de 9,8% a 12,3, em empate técnico com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que tem uma variação de 6,4% a 10,9%. Ambos distantes de Lula e Bolsonaro. Outros pré-candidatos também foram citados, mas com percentuais menos expressivos. No segundo turno, Lula também aparece vencendo todas as simulações e com uma frente maior.

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), negou com veemência, nessa segunda-feira (13), a possibilidade de candidatura ao governo do Estado nas eleições do próximo ano. Questionado, o prefeito tucano negou qualquer chance de concorrer em 2022 e disse que está focado “apenas em Natal”.

“Nunca admiti candidatura ao governo do Estado. Vou concluir o meu mandato na íntegra, tirar o mandato de prefeito integralmente. Não pretendo, não penso, não desejo e não vou renunciar ao mandato de prefeito de Natal”, afirmou.

Álvaro já sinalizou há alguns meses que haveria alguma chance de entrar na disputa para o Governo do RN no ano que vem. Em uma das ocasiões ele disse que não era “impossível” que concorresse e chegou a pedir que os institutos não tirassem o nome dele das pesquisas eleitorais.

Grande Ponto

jan 20
quinta-feira
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