Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) voltou a criticar o ex-presidente Lula (PT), hoje, em entrevista concedida ao jornal O Globo. O pedetista rechaçou qualquer possibilidade de união com o Partido dos Trabalhadores. “Nunca mais faço aliança com eles”, prometeu.

Em 2018, quando disputou a Presidência pela terceira vez e foi derrotado no primeiro turno, Ciro se absteve de apoiar Fernando Haddad, candidato petista, no segundo turno. Optou por viajar à Europa e sofreu críticas dentro da esquerda. Ao ser perguntado se teria algum arrependimento disso, negou e voltou a disparar contra Lula:

“Pelo contrário. Eu faria hoje com muito mais convicção. Em 2018, fiz com grande angústia. Aquela eleição já estava perdida. Mesmo somando meus votos com os do Haddad, não alcançaríamos Bolsonaro. Lula mentiu para o povo dizendo que era candidato quando todos sabiam que não seria. Manipulou até 22 dias antes da eleição, deixando parte da população excitada.”

A corrida eleitoral em Pernambuco em 2022 também mereceu atenção de Ciro Gomes, que chegou a avaliar de forma negativa a recente aproximação entre lideranças do PT e PSB, após acirrada disputa pela Prefeitura do Recife, no ano passado, entre as duas legendas. “Em Pernambuco, fizeram tudo para derrotar o filho do Eduardo Campos (em referência ao prefeito João Campos) no ano passado, mas agora Lula foi para lá e diz que sempre foi amigo de infância do PSB. Oferece o posto de vice ao PSB e, ao mesmo tempo, ao Josué Gomes [refere-se ao filho do ex-vice-presidente José Alencar]”, comentou.

Mesmo compondo o vitorioso palanque de João Campos (PSB) em 2020, Ciro revelou guardar mágoa do pai do prefeito recifense, o ex-governador Eduardo Campos, já falecido: “A minha vida inteira busquei posicionamento de centro-esquerda. E agora achei a minha casa, porque no PSDB tentei isso, mas a inflexão de Fernando Henrique me fez sair; no PSB busquei isso, e a inflexão do Eduardo Campos me fez sair. Já no PDT, que tem a educação como preocupação central, estou encontrando muito conforto.”

06
abr

* * * QUENTINHAS… * * *

Postado às 11:49 Hs

* * * O Ministro das Comunicações, Fábio Faria, aposta todas as fichas na reeleição de Jair Bolsonaro para continuar no cargo que ocupa e tentar eleger seu pai e Ex-Governador do RN, Robinson Faria, para a Câmara dos Deputados. Fábio tem abandonado suas bases eleitorais que já estão, inclusive, se comprometendo com outros candidatos. Se Robinson for eleito em 2022, tudo bem. Caso contrário, encerra a carreira política. Se Bolsonaro perder, Fábio continuará sendo, muito provavelmente, o marido de Patrícia Abravanel. * * *

* * * Cada vez mais o Ex-deputado Federal e Ex-Ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves se aproxima da Governadora Fátima Bezerra. Já comentam que ele poderá se filiar ao PT para disputar uma vaga de deputado federal em 2022. Aguardemos ! * *  *

* * * O vereador e atual presidente da Câmara Municipal, Lawrence Amorim (SDD), pode ser o nome de Allyson Bezerra (SDD) para representar Mossoró em Brasília, como deputado federal. Lawrence tem uma trajetória exitosa na politica do estado, e em Mossoró vem se destacando. Já foi por duas vezes prefeito do município de Almino Afonso. Em 2018, Lawrence concorreu a uma vaga para deputado federal e ficou na primeira suplência de sua coligação, que elegeu o General Girão (PSL).

* * * Rogério Marinho confidenciou a um interlocutor quando esteve na Região Seridó, dias atrás, que Fábio Faria não será candidato a Senador nas eleições de 2022 “nem por cem uma cocada”. Ele sim, será o candidato de Bolsonaro. Em Mossoró foi um silêncio só. * * *

Nova rodada de pesquisa da  sobre a disputa presidencial de 2022 mostra que o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanecem tecnicamente empatados. No entanto, a simulação demonstra que o petista desponta numericamente à frente de Bolsonaro, com 29% das intenções de voto, ante 28% do atual presidente.

No último levantamento realizado pelo instituto, Lula contava com 25% das intenções de voto, contra 27% de Bolsonaro. Ainda segundo a pesquisa, nomes como Sérgio Moro e Ciro Gomes (PDT) contam cada um com 9% das intenções de voto.

Em um possível segundo turno, Lula também está numericamente à frente de Bolsonaro, com 42% das intenções de voto contra 38% de Bolsonaro.

Pandemia

A pesquisa da XP/Ipespe também perguntou sobre a atuação de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia de covid-19. A avaliação de “ótima e boa” oscilou positivamente dentro da margem, indo de 18% para 21%. O cientista político Antônio Lavareda destaca que a troca do ministro da Saúde foi bem recebida pela população. “O avanço da vacinação e o posicionamento do novo titular sintonizado com a ciência, além do maior jogo de cintura, devem contribuir para melhorar essa percepção”.

Popularidade

A pesquisa mostra a continuidade na trajetória de alta da rejeição ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo o levantamento, 48% avaliam o governo como “ruim ou péssimo”, três pontos percentuais a mais do que a rodada anterior.

Lavareda diz que a ampla reforma ministerial, que culminou na demissão do ministro da Defesa e dos comandantes das Forças Armadas, pareceu o reconhecimento de que o governo ia mal. “Confusão nos quartéis nunca é bem vista”, disse ele. “O resultado é que cresceu a avaliação negativa, agora 48%, e a positiva ficou abaixo dos 30 pontos (27%) pela primeira vez desde julho do ano passado.”

Foram realizadas mil entrevistas de abrangência nacional nos dias 29, 30 e 31 de março. A margem de erro máxima é de 3,2 pontos porcentuais para o total da amostra.

Por Carlos Newton

Não costumo fazer análises políticas com base em pesquisas de opinião, por se tratar apenas de amostragens, cuja precisão sempre é questionável. Porém, me interessei por um recente levantamento do Instituto Ideia, encomendado pela revista Exame, porque dá destaque a um quesito sempre decisivo – a rejeição.

A pesquisa indica que Jair Bolsonaro (sem partido) e Lula da Silva (PT) são os candidatos com mais chances de irem para um segundo turno na eleição de 2022. Até aí morreu o Neves, como se dizia antigamente, pois a polarização é mais do que óbvia. O problema é que Bolsonaro e Lula (não necessariamente nessa ordem) lideram também em rejeição, por que são do tipo “ame-o ou deixe-o”.

NENHUM DOS DOIS – Os entrevistadores perguntaram se Bolsonaro merece ser reeleito e 48% consideraram que o atual presidente não faz jus a um segundo mandato. Quanto a Lula, os dois estão num empate técnico, porque 46% também não querem a volta do candidato petista.

A alta rejeição é confirmada em outro quesito. Para 38% dos eleitores, nem o petista nem o atual presidente devem subir novamente a rampa do Palácio do Planalto. E somente 33% optariam por um dos dois na disputa.

O levantamento foi feito entre os dias 10 e 11 de março, com margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Assim, é possível acreditar que a rejeição a Bolsonaro tenha aumentando depois da lambança no caso da defesa do ministro da Defesa e dos comandantes das três Armas.

HÁ CONSENSO – Nesse ponto, aliás, todas as pesquisam concordam – Bolsonaro e Lula lideram no favoritismo e na rejeição. Essa circunstância, diria o genial pensador espanhol Ortega Y Gasset, ilumina a viabilidade de uma terceira via, que começou a se esboçar no manifest0 assinado por seis pré-candidatos de centro, centro-direita e centro-esquerda – João Dória e Eduardo Leite (PSDB), João Amoêdo (Novo), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Ciro Gomes (PDT) e Luciano Huck (sem partido).

Outra circunstância é a provável candidatura de Guilherme Boulos pelo PSOL, Se for confirmada, subtrairá muitos votos de Lula e também de Bolsonaro, que ainda tem forte apoio das classes mais carentes, devido ao auxílio emergencial.

MANO A MANO – Se o Supremo confirmar a elegibilidade de Lula, anulando a condenação no sítio de Atibaia, vai ser uma eleição realmente espetacular. Se não houver união de centro, centro-direita e centro-esquerda, sem a menor dúvida Lula e Bolsonaro passarão ao segundo turno, para decidir no mano a mano.

Respeito a opinião nos outros, mas faço um desabafo. Será um sacrifício imenso aturar novamente no poder os extremistas Bolsonaro e Lula, que são faces de uma mesma moeda, velha e desgastada, que insiste em continuar em circulação, embora valha tanta quanto um nota de três dólares.

A terceira via é viável, mas ainda está longe, muito longe, de mostrar ser possível. E la nave va, cada vez mais fellinianamente.

Alijado completamente de compor o Diretório Estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) do Estado do Rio Grande do Norte, o ex-Ministro Henrique Eduardo Alves, procura um ninho político para concorrer ao cargo de Deputado Federal, nas eleições de 2022.

Entre as opções para uma nova filiação partidária, existem apenas duas alternativas. Primeira – ingressar na sigla do Republicanos, que tem o comando do Deputado Dederal Benes Leocádio, que com o apoio político do ex-bacurau conseguiu se eleger para a Câmara Federal em 2018.

A segunda opção para 2022, que atualmente vem sendo orquestrada por Henrique Alves, é conseguir junto ao ex-presidente Lula da Silva, o seu ingresso no Partido dos Trabalhadores, mesmo contrariando as lideranças petista do RN, que terão que engolir goela abaixo as ordens do seu líder maior, ao impor o nome do filho de Aluizio Alves como novo companheiro das lutas petistas ao lado de Fátima BezerraJean Paul Prates, Natália Bonavides, da CUT e do MST.

Robson Pires

29
mar

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 12:30 Hs

  • Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) receberão o 13º salário de forma antecipada pelo segundo ano consecutivo. A boa notícia foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro e confirmada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, após a aprovação do Orçamento 2021 pelo Congresso Nacional na última quinta-feira (25).
  • Começa a aparecer uma enxurrada de nomes e convites para candidatos ao Governo e ao Senado nas eleições de 2022. Como: Rogério Marinho, Fábio Faria, Álvaro Dias, Ezequiel Ferreira, José Agripino, Carlos Eduardo Alves, Garibaldi Alves Filho, Marcelo Alecrim, Fábio Dantas, Rosalba Ciarlini, Luiz Barcelos e outros. Uns negam veementemente. Outros, ficam em cima do muro e os mais afoitos diz que topa. Há aqueles que fala que o projeto é outro.E assim vai. Do lado de lá só Fátima Bezerra e Jean-Paul Prates são candidatos declarados à reeleição.
  • Os potiguares que receberam o auxílio emergencial em 2020 estão aguardando para saber se terão acesso às novas parcelas do benefício este ano. A consulta para saber se beneficiários vão ou não receber o auxílio será feita por meio do Portal de Consultas da Dataprev a partir da próxima quinta-feira 1º. Em 2020, segundo dados do Portal da Transparência da Controladoria Geral da União (CGU), o Rio Grande do Norte teve 1,28 milhão de beneficiários do programa. Ao todo, o auxílio emergencial despejou mais de R$ 5,5 bilhões na economia potiguar.
  • Rogério Marinho saiu na frente de Fábio Faria e já está fazendo o meio de campo articulando sua candidatura ao Senado nas eleições de 2022. Cumpriu agenda no final de semana no Seridó e confirmou que será candidato. Espera o apoio do Presidente Jair Bolsonaro. Fábio Faria não se manifestou.
  • O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai divulgar os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 na noite desta segunda-feira (29) na página do candidato no site da instituição. As notas das provas objetivas e da redação estarão disponíveis após as 18h. Os treineiros – aqueles que prestam as provas, mas ainda não estão aptos a entrar na faculdade e apenas buscam testar seus conhecimentos – só poderão consultar os resultados em 28 de maio. Segundo o Inep, os candidatos só terão acesso às próprias notas e não poderão visualizar os resultados dos demais alunos.
  • O Ginásio Municipal Pedro Ciarlini passará a ser o novo endereço do Centro de Testagem da Covid-19 em Mossoró. A estrutura, que não vinha sendo utilizada para atividades esportivas por causa da Pandemia, receberá o público para testes rápido e de Swab. A partir da próxima segunda-feira (29), o local estará aberto para atender à população todos os dias, inclusive aos sábados e domingos, das 7h às 11h e das 13h às 17h.Antes, o centro de testagem funcionava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Santo Antônio. Quem comparecer ao Ginásio para fazer o teste terá à disposição entrada e saída distintas, ou seja, não haverá cruzamento das pessoas que chegam com as que saem através de uma mesma porta. Isso garante cumprimento das regras de biossegurança. Os testes positivos, logo que identificados e confirmados, levarão o paciente à rede de atendimento e monitoramento da saúde pública e, a depender da gravidade, também servirá de base para encaminhamento do paciente aos hospitais com leitos/Covid. Já o Centro de Testagem da UPA do Belo Horizonte segue com funcionamento normal.
20
mar

A chapa da ciência

Postado às 12:27 Hs

Na coluna do Magno Marins, postada à meia-noite, trago, em primeira mão, as articulações de bastidores envolvendo uma chapa alternativa às candidaturas de Bolsonaro e Lula, com chances de quebrar a polarização em 22 entre o atual presidente e o petista.

Em Brasília, já está sendo chamada de chapa da ciência, por ser formada por dois médicos notáveis: Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, pelo PSDB, na cabeça, e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, na vice.

 

 

Fundado em 2004 a partir de uma dissidência do PT, o PSOL, pela primeira vez, discute internamente a possibilidade de abrir mão de lançar uma candidatura própria ao Palácio do Planalto em 2022 para apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve seus direitos políticos e elegibilidade restabelecidos após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular as condenações do petista na Lava Jato. Candidato do PSOL à Presidência em 2018 e à Prefeitura de São Paulo, em 2020, Guilherme Boulos estava no palco em que Lula fez seu primeiro pronunciamento após a decisão de Fachin, na quarta feira passada.
É mais do que natural que o PT, um grande e importante partido, tenha candidato a presidente da República. E é mais do que natural que esse candidato seja Lula, seu maior líder. Hoje, com transmissão pela Globonews e pela CNN, Lula mostrou que está pronto e preparado para essa batalha. É uma candidatura com forte probabilidade de passar para o segundo turno. A tendência é de que, no primeiro turno, o voto em Lula esteja limitado aos simpatizantes do PT, aos seguidores dos partidos de esquerda que aceitarem com ele se coligar e a setores progressistas que não cultivam o antipetismo. Mas não dá para desconsiderar a possibilidade de empolgar, novamente, segmentos mais pobres da população. De qualquer maneira, quanto maior for a aliança de esquerda e centro-esquerda que Lula conseguir montar, maior será a probabilidade de estar no segundo turno. Mas o alto nível de rejeição ao PT e a Lula que hoje se observa poderá inviabilizar a vitória no segundo turno, contra qualquer candidato. Em condições normais, isso não seria um grande problema. Ganhar e perder são inerentes ao processo democrático.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece na liderança das intenções de voto em pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data sobre as eleições presidenciais de 2022.

O levantamento indica Bolsonaro com 31% dos votos, dez pontos percentuais a mais que o segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Este é o primeiro levantamento após a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações de Lula na operação Lava Jato, o que o torna elegível para as próximas eleições.

A pesquisa traz como possível cenário para a eleição presidencial uma disputa entre oito candidatos. Atrás de Bolsonaro e Lula, há um empate técnico no terceiro lugar entre quatro candidatos: Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (7%) e João Doria (4%).

Os possíveis candidatos João Amoêdo e Marina Silva também empatariam tecnicamente, segundo a pesquisa. Amoedo registou 2% das intenções de voto e Marina Silva somou 1%. Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto 3% disseram que ainda não sabem como irão votar ou não responderam.

Segundo Turno

 

Considerando o cenário de um segundo turno entre os candidatos que lideram a pesquisa, Bolsonaro e Lula, a pesquisa estimulada registrou 43% das intenções de votos para o atual presidente, e 39% para o ex-presidente Lula.

Levando em conta a margem de erro de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados no segundo turno. Ainda considerando um possível segundo turno em 2022, a pesquisa aponta que votos brancos e nulos somam 15%. Já 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

Decisão de Fachin

A pesquisa foi conduzida entre os dias 8 e 9 de março, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin anular, em decisão monocrática, as condenações de Lula definidas pela 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.

Os entrevistados foram questionados se concordam com a decisão do ministro em anular as condenações do ex-presidente Lula. Os resultados mostram que 36% do público concorda com a decisão de Fachin, enquanto 54% não concordam. 10% não sabem ou não responderam.

Condução da pesquisa

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de todo o Brasil, sendo que a margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95 oportunidades.

A metodologia adotada foi a quantitativa, realizada via abordagem telefônica, com entrevistadores humanos. A divisão regional da pesquisa foi realizada por setores:

Setor 1 – Sul (15%)

Setor 2 – Sudeste (42%)

Setor 3 – Nordeste (28%)

Setor 4 – Norte / Centro-Oeste (15%)

A pesquisa não é registrada no Tribunal Superior Eleitoral, pois a lei só permite registro em período eleitoral.

CNN Brasil

Por Edson Barbosa*

A decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, restabelecendo os direitos políticos do presidente Lula, oferece à democracia brasileira uma oportunidade de sobrevivência muito importante.

Com Lula no jogo, o campo progressista precisa baixar as armas, ter a humildade de refletir sobre a gravidade extrema do momento que a nação atravessa e ser capaz de ofertar à sociedade um projeto contemporâneo de organização do estado brasileiro.

Não pode mais ser um jogo pequeno do nós contra eles, da fulanização, da repetição da vulgaridade presente no antidebate político, da regência da especulação rasa das pesquisas quantitativas, das conjunturas, das circunstâncias óbvias.

Não há o que ostentar em euforia com a decisão de Fachin, antes disso, refletir sobre o acerto técnico da decisão judicial, na linha do tempo da justiça, na razoabilidade que a letra da lei deve garantir ao Estado, sempre. Na política eleitoral, haja “panos pra manga”. Lula X Bolsonaro. O segundo turno das presidenciais de 2022 parece que está escrito nas estrelas. A conferir.

*Jornalista e publicitário

O deputado Luiz Romanelli (PSB) declarou ao site Metrópoles que o “PSB pode ter uma candidata a presidente da República que é muito interessante, que é a Luiza Trajano”.

“Nem sei se eu podia falar isso aqui”, emendou o parlamentar, revelando articulação política de bastidor para convencer a fundadora e dona do Magazine Luiza a entrar na disputa eleitoral de 2022.

O nome de Luiza Trajano está no radar de alguns partidos políticos para a eleição de 2022: PT, PSDB e PSB. Por ora, a empresária tem se mostrado enigmática e hesitante, pois, não descarta participar como candidata, mas diz que prefere ajudar o país de outras formas.

Atenção para um detalhe nada lateral: numa sondagem espontânea, em que os eleitores eram apenas questionados a respeito de em quem gostariam de votar para presidente.

A empresária vem logo após do próprio Bolsonaro e do ex-presidente Lula, à frente de políticos experientes e já pré-candidatos declarados no ano que vem, como João Doria, Ciro Gomes e Fernando Haddad, e de outras “promessas” de outrora, como o ex-juiz Sérgio Moro.

Folha de São Paulo

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) intensificou os acenos a siglas como DEM e PSD para viabilizar sua candidatura à Presidência em 2022 e, em entrevista à Folha, defendeu uma união de centro-esquerda para derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) e reforçou seu rompimento com o PT.

“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno”, afirma.

Ciro, 63 — que disputou o Planalto três vezes e terminou em terceiro lugar no pleito de 2018, com 13 milhões de votos (12% dos válidos)— escancarou seu distanciamento da sigla ao não embarcar na campanha de Fernando Haddad (PT) no segundo turno daquele ano, vencido por Bolsonaro.

Ex-ministro do governo Lula (PT), o pedetista diz que o que chama de “lulopetismo” representa hoje uma “adversidade intransponível” em sua relação com a legenda.

“Converso muito com os petistas. Lá dentro, tem um grupo que acha que o Lula, com sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite. Faz as coisas sem consultar ninguém, joga só, é o Pelé”, compara.

“O Lula escolheu o Haddad [como pré-candidato em 2022] porque não fará sombra a ele nem hoje nem jamais. Ou seja, quer replicar a escolha da Dilma [Rousseff].”

Ciro e Lula sentaram para um papo em setembro do ano passado e colocaram em pratos limpos questões da atribulada relação, mas uma reconciliação, desejada por setores da esquerda, não avançou.

“Nós [PT e eu] somos coisas diferentes. Fomos aliados em alguns momentos e adversários em outros. Eu agora tenho uma adversidade intransponível com o lulopetismo, que é diferente dos outros ‘PTs’ que eu conheço”, afirma.

Entre seus interlocutores no partido de Lula estão o governador do Ceará (berço político dos Gomes), Camilo Santana, e o senador pela Bahia Jaques Wagner.

Repetindo o mantra de que “o Brasil precisa de uma amplíssima união de centro-esquerda”, o pedetista estreitou laços com os presidentes nacionais do DEM, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, e do PSD, o ex-ministro Gilberto Kassab, de olho em alianças.

O PDT, que em 2018 concorreu ao Planalto coligado apenas com o nanico Avante, trabalha também para repetir na disputa eleitoral o bloco que formou com PSB, PV e Rede Sustentabilidade, atuante na oposição a Bolsonaro no Congresso.

28
fev

Sucessão 2022

Postado às 11:21 Hs

Grupo de João Maia

O deputado federal João Maia não tem uma caminho muito certo para 2022. Terá que combinar antes com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, seu cunhado.

Como a senadora Zenaide Maia (PROS) não será candidata em 2022, Jaime anda conversando com lideranças para ser deputado federal. Aí que João Maia se preocupou. Jaime é cunhado de João e dividiria a família e bases. Assim sendo, Jaime seria indicado pelo PROS e PL como vice-governador na chapa de Fátima. Segurando a família. O vice-governador Antenor Roberto nunca se elegeu a nada a não ser vice de Fátima. Então não tem força política e nem votos com seu PCdoB.

Fator Carlos Eduardo

O Ex-Prefeito Carlos Eduardo Alves, que preside o PDT no Rio Grande do Norte não fez o partido crescer em 2020. Elegeu apenas dois prefeitos (Passa e Fica (RN) e Tangará (RN) ), mesmo assim esses são ligados ao deputado Tomba Farias, do PSDB.

Carlos Eduardo aguarda até que a governadora Fátima Bezerra (PT), o aceite em uma chapa como senador. Mas, parece que o PDT nacional e Ciro Gomes não vão aceitar essa ideia. Petistas dos mais ligados a Fátima também não querem. Carlos Eduardo bateu muito em Fátima na campanha passada e vez por outra anda criticando a petista no Twitter.

Fonte: Robson Pires

A Executiva Nacional do PSDB aprovou nesta 6ª feira (12.fev.2021), por unanimidade, a prorrogação do mandato de Bruno Araújo como presidente do partido. A decisão configura derrota política para o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que almejava assumir o controle da sigla. Ex-ministro e ex-deputado, Bruno Araújo foi eleito presidente tucano em 2019, substituindo Geraldo Alckmin com o apoio do próprio João Doria, que via em Araújo um rosto para personificar seu projeto de “novo PSDB”. O mandato do ex-ministro como presidente do partido se encerraria em maio deste ano, mas agora foi estendido até maio de 2022. João Doria postulou o comando do partido em reunião realizada na 2ª feira (8.fev) com integrantes da cúpula tucana. No dia seguinte, divulgou nota cobrando a expulsão do deputado Aécio Neves (PSDB-MG) dos quadros da legenda. A exposição pública do racha no partido motivou reação de aliados do mineiro.

Fábio Schaffner / Agência RBS

Foi quase ao final do almoço, quando os 21 políticos tucanos reunidos no Palácio Piratini saboreavam doces pelotenses de sobremesa, que o governador Eduardo Leite avalizou o movimento que busca lançá-lo como alternativa do PSDB à presidência da República. O encontro realizado nesta quinta-feira (11), em Porto Alegre, explicita o racha no partido e deflagra uma disputa interna para a sucessão do presidente Jair Bolsonaro.

– Aceitei essa missão de levar essa experiência nas boas conversas que teremos Brasil afora – resumiu Leite ao final do churrasco oferecido no Galpão Crioulo.

TERCEIRA VIA – O objetivo é se contrapor às pretensões do governador de São Paulo, João Doria. Numa investida considerada desleal e precipitada pela bancada federal do PSDB, Doria cogitou assumir a presidência do partido. A manobra visava a controlar as verbas eleitorais da sigla e minar as resistências a sua pré-candidatura ao Planalto. A reação foi imediata e culminou com o desembarque da comitiva tucana em Porto Alegre.

Coube ao deputado Paulo Abi-Ackel (MG) a convocação mais incisiva. “Fizemos um chamamento para que Eduardo Leite ande pelo país, se apresente mais em Brasília. Ele pode se apresentar como personagem nacional e se colocar como pré-candidato à Presidência. É, de longe, quem conta com a maior simpatia da bancada na Câmara e no Senado” – disse o deputado Paulo Abi-Ackel, presidente do diretório tucano em Minas Gerais.

Das quase duas horas em que recebeu o grupo, Leite usou cerca de 40 minutos para exibir as realizações de seu governo, em especial as reformas, concessões e o sistema de distanciamento controlado. Ele também distribuiu um livreto com iniciativas da gestão e listou as demandas do Estado no plano federal.

QUEIXAS CONTRA DÓRIA – Os parlamentares elogiaram as conquistas e afiançaram apoio às pautas que dependem do Congresso, mas logo a conversa seguiu o rumo eleitoral. O senador Rodrigo Cunha (AL) foi o primeiro a falar, mas um a um, os visitantes enfileiraram queixas sobre a postura de Doria, sobretudo à forma como tenta impor sua candidatura ao partido e a oposição radical que alimenta em relação ao governo Bolsonaro. Ao cabo, pediram a Leite autorização para fortalecer seu nome nas discussões sobre a eleição do próximo ano.

“Conseguimos o resultado que buscamos” – celebrou Cunha, dizendo que nos próximos meses, o governador gaúcho irá aumentar a participação no debate nacional. A ideia é conceder ainda mais entrevistas a veículos do centro do país – nos últimos dias, foram ao menos quatro. A imagem a ser projetada é a de um articulador político hábil e moderado, bem como a de um gestor moderno e comprometido com o ajuste das contas públicas.

SEM REVANCHE – Eduardo Leite, contudo, fez questão de desidratar o tom de revanche a Doria que circundou o almoço, mas pontuou a necessidade de buscar conciliação, sem descartar futuras pretensões presidenciais.

“Presidência é destino, circunstância. O meu papel é ajudar. Tem uma forma de fazer política que precisa ser recuperado, focando em resultados que melhorem a vida da população e não em conflitos estéreis. O que se dá a largada aqui não é a uma candidatura. Não é o lançamento de um nome, mas sim de um movimento dentro do partido. A definição de quem vai liderá-lo é para o momento apropriado, mais à frente” – disse Leite.

A escolha do presidente Jair Bolsonaro pelo Patriota levou em consideração o desgaste que o grupo do presidente encontraria ao se filiar a partidos antigos. No Rio Grande do Norte quem ficará com o comando do partido do presidente da República? É somente uma pergunta.

O Ministro das Comunicações Fábio Faria toparia trocar de legenda? Acredito que o Ministro do Desenvolvimento Rogério Marinho topa, entre outros.

Com a evidente tendência de adoção do Patriota pelo presidente Bolsonaro, fica clara a desistência de criação do Aliança pelo Brasil. Aqui no Rio Grande do Norte, o Patriota não elegeu nenhum prefeito ou vice, e saiu das urnas apenas com três vereadores. Mas, daqui para o início do próximo ano vai receber muitas adesões.

Aguardemos pois…

02
fev

Jair Bolsonaro divide o centro e mira 2022

Postado às 12:45 Hs

Via Blog do Magno Martins

O presidente Jair Bolsonaro jogou todas as fichas nas eleições para os comandos da Câmara e do Senado já de olho em 2022. Especialmente na Câmara, deu sinal verde para fazer o que fosse possível – com liberação de emendas e negociação de cargos – para a vitória de Arthur Lira.

Segundo os próprios integrantes do Centrão ouvidos pelo blog, o cálculo de Bolsonaro teve dois aspectos fundamentais: a sobrevivência imediata, para garantir a governabilidade e evitar um processo de impeachment; e a divisão dos partidos de centro, especialmente DEM, PSDB e MDB.

Para tentar a reeleição em 2022, interessa ao presidente Bolsonaro manter a polarização com o PT e evitar a unidade do centro em torno de uma candidatura competitiva. Por isso, o racha do DEM, de Rodrigo Maia, foi o principal troféu de Bolsonaro nessa disputa.

Depois de derrotas nas eleições municipais do ano passado e do ex-presidente Donald Trump na sucessão americana, Bolsonaro passou a jogar todas as fichas na sucessão para os comandos do Congresso.

Mas isso terá seu preço imediato. O Centrão já começa a cobrar cargos no primeiro escalão e estatais. E Bolsonaro ficará cada vez mais refém da sua base, perdendo o discurso de campanha de quem criticava a  chamada “velha política” e o “toma-lá-dá-cá”.

Ao mesmo tempo, ao apostar nessa divisão, Bolsonaro mantém um clima de guerra na Câmara dos Deputados. Isso trará uma dificuldade extra na agenda de reformas, uma prioridade da equipe econômica. Caso não haja um movimento de pacificação por parte do governo, a janela para a aprovação da pauta econômica pode ser perdida.

abr 18
domingo
21 35
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

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