A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Recursos Genéticos e Biotecnologia realiza os últimos testes toxicológicos da nova geração de um bioinseticida capaz de matar as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, chikungunya e zika, sem prejudicar a saúde das pessoas e dos animais domésticos. Chamado Inova-Bti, o produto foi desenvolvido em parceria com o Instituto Matogrossense do Algodão (IMA) e poderá ser um importante aliado na eliminação do inseto. O Inova-Bti é um líquido que pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti. Causa a morte apenas das larvas e não do mosquito adulto e não é tóxico a pessoas nem a animais domésticos. Além disso, é de fácil aplicação e pode ser manuseado pela própria população. Todos os testes laboratoriais e de eficácia já foram concluídos pela Embrapa. Mas, antes de ser comercializado, o produto precisa ser registrado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
27
set

Futuros projetos

Postado às 17:43 Hs

UERN, Embrapa e Cooperativas buscam integração para desenvolver parcerias em futuros projetos. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Embrapa e Cooperativas ligadas à Agricultura Familiar deram a largada na busca de integração para desenvolver parcerias em futuros projetos no setor da agricultura. O primeiro passo foi dado em reunião promovida na manhã desta quinta-feira, (25), no Gabinete do vice-reitor Aldo Gondim. Um dos participantes do encontro, o professor do Departamento de Administração da UERN, Vinícius Claudino de Sá, disse que esta reunião foi um encontro de agentes interessados no Desenvolvimento da Agricultura do Rio Grande do Norte. Desta primeira reunião participaram representantes da Embrapa, equipe do RN Sustentável e das Cooperativas Central de Agricultura Familiar do Estado do RN, da Cooperativa Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável (Coopapi).
22
jul

Na Serra…

Postado às 19:42 Hs

Hotel Portal da Serra recebe Encontro nacional da EMBRAPA 

Começou nesta terça-feira, 22, e vai até a próxima sexta-feira, 25 de julho, no Hotel Portal da Serra, em Portalegre, a Oficina de Formação em Monitoramento e  Avaliação – Projetos da Embrapa de Apoio ao Plano Brasil sem Miséria 2014.

O evento nacional da empresa conta com representações de todas as Embrapas do Brasil como a Embrapa Meio Norte, Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Informação Tecnológicas,Embrapa Milho e Sorgo; Embrapa Semiárido; CODESAOP,  MDA e MDS e tem como objetivo a construção de metodologia para o monitoramento e avaliação dos impactos dos projetos da Embrapa no contexto do PBSM – Plano Brasil Sem Miséria.
De grande importância para a região, o evento avaliará o desempenho das ações da empresa implantadas em diversos municípios do alto oeste potiguar, como Portalegre, Dr. Severiano, Frutuoso Gomes, Marcelino Vieira, Luiz Gomes.
22
abr

Informes

Postado às 15:53 Hs

Gustavo Carvalho defende centro de pesquisas agropecuárias para Apodi Objetivando a manutenção e recuperação do emprego no campo, além do fortalecimento desse setor estratégico que é a produção alimentar, o deputado Gustavo Carvalho (PROS) propôs nesta terça-feira (22) que o governo do Estado inste junto ao Ministério da Agricultura a instalação de um centro de pesquisa da Embapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária no município de Apodi. Segundo o deputado, milhares de agricultores familiares do Rio Grande do Norte padecem com a falta de assistência técnica, além do limitado acesso ao crédito, à tecnologia e ao conhecimento teórico. “A implantação de um centro de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), na Chapada do Apodi, exercerá um papel fundamental na disseminação de conhecimento e técnicas adaptadas ao sistema da agricultura familiar”, afirma.
11
abr

Finalmente…

Postado às 11:30 Hs

O Ministério da Integração Nacional, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), está desenvolvendo programas de fomento à produção de palma forrageira e de mudas de mandioca para garantir o alimento aos rebanhos do semiárido, mesmo nos períodos da estiagem. O investimento total previsto é de R$ 100 milhões até 2014, desses R$ 30 milhões serão aplicados ainda este ano.

O ministro Fernando Bezerra Coelho explicou que essa é mais uma frente de trabalho do Governo Federal no enfrentamento à estiagem. De acordo com ele, todo o esforço do governo é feito para garantir que a maior estiagem dos últimos 50 anos não comprometa o desenvolvimento da região. “Por isso, não bastam ações emergenciais. Estamos trabalhando para assegurar uma nova perspectiva em relação ao futuro”, disse o ministro.

Segundo sua assessoria, o trabalho da Integração Nacional tem o objetivo de estabelecer uma rede de multiplicação e distribuição de mudas de mandioca e de palma forrageira com qualidade genética e fitossanitária para agricultores familiares do Nordeste. O programa será executado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), vinculada ao Ministério da Integração Nacional, e também pelos Estados.

A partir daí, segundo Bezerra Coelho, a ideia é criar uma reserva estratégica do alimento para assegurar o aumento da produção e a sobrevivência do rebanho.

09
nov

Pesquisa: Sementes resistentes à seca

Postado às 13:14 Hs

O Nordeste enfrenta a pior seca dos últimos 30 anos. Em Pernambuco, segundo relatório do Instituto Agronômico do Estado (IPA), 100% das lavouras de milho e feijão nas cidades sertanejas foram perdidas. No Ceará, a estiagem já causa a redução de 70% da colheita em comparação ao ano de 2011. Na Bahia, onde a presidente Dilma Rousseff se reúne nesta sexta-feira (9) com governadores do Nordeste para debater o problema da seca, a perda na produção agrícola chega a 40%. Com o objetivo de reduzir os prejuízos provocados pela seca para agropecuária do Nordeste – que de acordo com o Governo Federal este ano podem superar os R$ 12 bilhões, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com sede em Brasília, desenvolveram plantas transgênicas capazes de resistir a longos períodos de estiagem.
04
set

Desmatamento prossegue…

Postado às 11:47 Hs

Deu no Jornal  Estado de S.Paulo

Imagens de satélites analisadas pelo governo federal mostraram que, dos 719 mil quilômetros quadrados de árvores abatidas na Amazônia até o ano de 2008, pouco mais de 62% são ocupados atualmente por pastagens e outros 20% passam por processo de recuperação natural da vegetação.

A agricultura, sobretudo aquela destinada à produção de grãos, ocupa menos de 5% da área total desmatada – que representava, há três anos, o equivalente a 17,5% da Amazônia.

Os dados constam de estudo feito em parceria pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e apresentado ontem no Palácio do Planalto.

Inédito, esse estudo confirma a hipótese de que a pecuária é o grande motor do avanço das motosserras sobre a Amazônia. Seus resultados surpreendem sobretudo pela extensão de terras ocupadas pela pecuária, o que indica a sua baixa produtividade – principalmente nos 110 mil quilômetros quadrados em que as cabeças de gado ocupam áreas de pasto sujo (com grama e outros tipos de vegetação) ou regeneração com pasto.

De acordo com dados oficiais mais recentes, a Amazônia Legal (área um pouco maior que o bioma Amazônia considerado no estudo) reúne 71 milhões de cabeças de gado.

Também foi surpreendente a quantidade de floresta em recuperação detectada pelos satélites. Essa parcela, de 150,8 mil quilômetros quadrados – cerca de cem vezes o tamanho da cidade de São Paulo -, corresponde a 21% do total desmatado. A floresta em estado de regeneração foi apontada pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, como um importante ativo, por funcionar na captura de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

25
mar

Erradicar a Fome…

Postado às 16:00 Hs

pais-rico-sem-pobreza

O presidente da Embrapa, Pedro Antonio Arraes Pereira, acompanhado de outros dirigentes e assessores apresentou um documento durante reunião com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, contendo algumas propostas de inovações tecnológicas para a agricultura familiar do semiárido brasileiro. Visando contribuir com a principal meta da presidenta, Dilma Rousseff, que é erradicar a fome no Brasil, a Embrapa reuniu no documento uma série de ações que resumem a experiência da empresa, em especial na Embrapa Semiárido, centro ecorregional instalado em Petrolina.

De acordo com a Embrapa, basicamente a proposta é a participação do governo em sistemas produtivos diversificados, como caprinovinocultura, apicultura, bovinocultura leiteira, cultivos energéticos e, sobretudo, no plantio de alimentos. O Chefe Geral da Embrapa Semiárido, Natoniel Franklin de Melo, participou da reunião, disse que o governo deve focar ações nas zonas rurais mais secas do Nordeste, região que concentra 52% das pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza no país, sendo 72% delas em regiões rurais. “Essa concentração de pobres no interior faz do semiárido um foco importante nas políticas em elaboração no ministério para melhorar os índices de desenvolvimento humano da região”, declarou.

A proposta da Embrapa consiste na introdução em 500 municípios nordestinos, com índices de pobreza elevados, de novidades técnicas como o aproveitamento da água da chuva, cultivos tolerantes à seca, técnicas de forragens, bem como promoção de cursos de capacitação e difusão para técnicos e produtores ligados à estruturação de Núcleos de Formação e Especialização Rural nos Territórios da Cidadania, com conteúdo curricular contextualizado. As ações devem ser executadas através de parceria entre equipes do Ministério da Integração Nacional, Embrapa, rede regional de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), organizações não governamentais e secretariais municipais de agricultura e desenvolvimento rural.

17
mar

Revitaliza o cultivo do algodão no RN

Postado às 19:09 Hs

Técnicos da Embrapa e Emater ensinam como revitalizar a cultura do algodão em Assú

O projeto teve origem a partir de uma emenda parlamentar, indicada pelo deputado federal Fábio Faria, no valor de R$ 200 mil


Técnicos da Embrapa e da Emater estão em Assú desde ontem (16) realizando um mini-curso para ensinar a técnica de plantio do algodão. O projeto de recuperação da cultura do algodão nasceu de uma parceria entre Prefeitura do Assú, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa – Algodão), Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Sebrae, Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu (Coapeval), Banco do Nordeste, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Federação das Indústrias (Fiern).

Ontem (16), pela manhã, o curso foi realizado no Assentamento Novo Pingo e a tarde na comunidade de Baviera. Hoje, (17) Assentamento Nova Descoberta e várias comunidades vizinhas e na sexta-feira (18) os técnicos seguem para o município de Afonso Bezerra.

A coordenação do Grupo de Trabalho do Algodão está a cargo do secretário adjunto de Meio Ambiente, Reci de Oliveira, que informou estar articulando uma nova reunião com todos os parceiros para definir prioridades e estabelecer um cronograma de ações. “O projeto de revitalização do algodão dispõe atualmente de 337 proprietários rurais cadastrados nos municípios de Assú, Ipanguaçu e Afonso Bezerra. Com perfil de Agricultura Familiar eles irão cultivar de um e meio a dois hectares de algodão em áreas de sequeiro”, informou Reci de Oliveira.

Fonte: Ecoar Ag. de Notícias

13
fev

Inovação Nordestina

Postado às 18:16 Hs

Tá no Blog de Carlos Brito

Um novo produto vai agregar mais valor à produção nacional de umbu: o vinho. A fruta é encontrada principalmente no semiárido da Bahia. “Cerca de 90% estão na região da Bahia”, disse o engenheiro de alimentos Breno de Paulo, que está desenvolvendo a pesquisa na Universidade Federal da Bahia (Ufba), com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroíndústria de Alimentos.

Na região semiárida brasileira já existe a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), em Uauá (BA), que reúne cerca de 140 produtores e comercializa produtos da Caatinga inclusive para o exterior, liderados pelo umbu. O vinho fermentado da fruta seria mais uma opção para comercialização na região.

Todos os testes com o produto já foram realizados na unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Vassouras (RJ). Para melhorar ainda mais o vinho, Breno de Paulo disse que são necessários apenas ajustes finos. “O produto em si já está desenvolvido”, disse.

A técnica de fabricação do vinho de umbu não é muito diferente da produção do vinho convencional. “A única coisa que difere um pouco é o tratamento final, que é a microfiltração, para deixar o vinho mais límpido e eliminar um pouco a turbidez.”

Essa alternativa agroindustrial à produção do umbu pode representar ganhos para os pequenos produtores rurais. As famílias recebem entre R$ 5,00 e R$ 10,00, em média, por saca de 60 quilos de umbu in natura. “Seria uma boa [alternativa], desde que eles se organizassem em cooperativas e conseguissem montar a estrutura necessária para isso”, destacou o engenheiro.

Segundo ele, com apenas 1 quilo de umbu dá para fabricar 3 ou 4 litros do vinho, que pode ser vendido ao preço médio de R$ 8,00 a R$ 10,00 a garrafa. “Então, com 1 quilo de umbu o rendimento seria de R$ 30,00 a R$ 40,00. Para ter esse rendimento vendendo o fruto, teria que vender 8 sacas de 60 quilos. A lucratividade é bem maior.”

Apenas 1% do umbu produzido na Bahia é comercializado ou industrializado, disse o engenheiro. Os restantes 99% se perdem. “Tem um potencial para crescer industrialmente muito grande. Falta investimento.”

20
set

Engolindo Sapos…

Postado às 9:07 Hs

A ranicultura, ou produção de rãs, tem grande potencial de crescimento no Brasil, mas esbarra em obstáculos como a falta de união entre os produtores. A afirmação é da pesquisadora da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Agroindústria de Alimentos, Ângela Furtado.

“Existe muita pulverização de produção. As pessoas começam a produzir e, de repente, resolvem parar. Isso faz com que você não tenha uma constância de rãs para abate”, disse ela. Embora haja no país potencial para a criação de rãs, principalmente na Região Sudeste, Ângela afirmou que está faltando articulação entre os produtores. “Há mercado para a carne de rã. E eu acredito que teria mercado também para novos produtos. Só falta mesmo a gente ter uma regularização na produção”, comentou.

A Embrapa Agroindústria de Alimentos realiza no Rio, nos próximos dias 21 e 22, encontro que reunirá produtores, empresários e pesquisadores para debater as alternativas para a cadeia produtiva.

Durante o debate, a empresa apresentará tecnologias para o processamento de carne de rã. A Embrapa desenvolveu produtos que podem agregar valor à carne de rã, entre eles salsicha, patê e conserva e, inclusive, estimular parcerias entre produtores e indústrias de alimentos.

“A gente vai mostrar para eles que é possível agregar valor. Não eles produzirem a salsicha, o patê e a conserva porque, para isso, teriam que montar uma indústria. Mas, podem fazer a carne mecanicamente separado(CMS) dorso de rã para vender para a alguma indústria que se interesse em fazer o patê e a salsicha”, destacou Ângela.

Os produtos processados foram desenvolvidos a partir da carne do dorso da rã, descartada habitualmente na agroindústria. Durante o encontro, o Instituto de Pesca de São Paulo apresentará avanços tecnológicos e arranjos organizacionais na cadeia produtiva, enquanto o Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam) abordará as perspectivas para a oferta e demanda de rãs e derivados no país.

A carne de rã apresenta baixo teor de gordura e elevado teor de cálcio. De acordo com o Censo Agropecuário de 2006, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia no Brasil 170 estabelecimentos ranícolas que produziam em torno de 156 toneladas anuais.

Maio 22
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