As fortes chuvas que caíram em Natal e municípios da Região Metropolitana já eram esperadas pela meteorologia. De acordo com Gilmar Bristot, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), as condições do tempo estão favoráveis para a ocorrência de chuvas na faixa litorânea.

“As chuvas eram esperadas, ainda mais que as condições esse ano estão bem favoráveis. As águas do Oceano Atlântico, próximo ao Nordeste, estão até 1ºC acima do normal, isso libera muita umidade”, explicou. “Sempre que o vento fica de sudeste a leste tem essa possibilidade de chuva elevada na faixa litorânea”, acrescentou.

As chuvas desse domingo (03), que começaram ainda no sábado (02), provocaram estragos e transtornos em Natal e ainda em outras cidades da Região Metropolitana. Para a semana, a previsão é de mais precipitações.

“A previsão é de chuva pela manhã [nesta segunda-feira], algumas pancadas mais fortes. Pela tarde, deve diminuir. Até quinta-feira devemos ter um alívio”, prevê o meteorologista. O chefe da unidade de meteorologia da Emparn ainda complementa que “de quinta-feira até sábado de manhã, deveremos ter mais pancadas fortes, mas não é que vai chover sem parar”.

Portal da Tropical

As análises do Sistema de Monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (RN) (Emparn) indicam que as pancadas de chuvas que caíram Rio Grande do Norte (RN), no final de semana, decorreram da influência da frente fria vinda das regiões Sul e Sudeste do país.  Alguns municípios registraram no período de sexta-feira (20) às 7h15, até o mesmo horário desta segunda-feira acumulados superiores a 100 milímetros (mm) como foi o caso de Coronel Ezequiel (RN) 117,5 mm (Agreste Potiguar), Ouro Branco (RN) 115 mm (Central Potiguar). Nas regiões Oeste Potiguar e Leste Potiguar, os maiores volumes ocorreram em Portalegre (RN) 78,4 mm e Vila Flor (RN) 61 mm, respectivamente.

“A massa de ar frio que veio das regiões Su

Assecom/RN

e Sudeste do Brasil causou instabilidades atmosféricas na região Nordeste, ocasionando a formação de nuvens e ocorrência de chuvas em diversos estados da região, como foi o caso do Rio Grande do Norte“, explicou o chefe da unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

A previsão é de diminuição das chuvas na região Oeste e Central Potiguar, com o fim da estação chuvosa no semiárido, e o aumento de chuvas nos próximos dias nas regiões Leste e Agreste, devido ao início do período chuvoso nessas regiões. “Nesse período do ano, de maio até agosto, inicia o período chuvoso nas regiões Leste e Agreste do RN. O potiguar pode esperar bons volumes durante o mês de junho”

Para esta semana, a previsão é de céu nublado com chuvas em todas as regiões. As temperaturas na faixa litorânea devem variar entre 22°C, durante as madrugadas e a máxima em torno dos 30°C, durante as tardes. Já no interior do estado, a variação deverá ser entre 20°C e 32°C.

Previsão dia a dia

23/05/22 – segunda-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

24/05/22 – terça-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

25/05/22 – quarta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

26/05/22 – quinta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

27/05/22 – sexta-feira – Céu parcialmente nublado a claro em todas regiões, com pancadas de chuvas no Litoral e Oeste do estado.

28/05/22 – sábado – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

29/05/22 – domingo – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

O sistema de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou chuvas em mais de 100 municípios no estado, de quinta-feira (21) até domingo (24). Os maiores acumulados ocorreram nas regiões Oeste e Leste, com volumes acima de 100 milímetros-  142,8 milímetros (mm) no município de Portalegre; em Vila Flor com 115,2mm, respectivamente. Na região Central o maior volume foi em Serra Negra do Norte com 76,2mm e no Agreste, Parazinho com 74mm.

As análises da unidade de Meteorologia da Emparn, apontam que as chuvas e a forte ventania sentida pelos potiguares decorrem de uma instabilidade oceânica. “Uma área de instabilidade sobre o oceano, próximo ao nosso litoral, provocou chuvas e uma forte ventania devido a diferença térmica”, explicou o meteorologista, chefe da unidade, Gilmar Bistrot.

Balanço parcial

Até esta segunda-feira (25) choveu 8,6% acima da média esperada para os primeiros quatro meses de 2022 no RN. A previsão era 429,8 milímetros, mas choveu 466,7 milímetros (mm) em todo o estado, enquanto o esperado era de 429,8 mm.

Previsão

A previsão da semana é de céu nublado a claro em todas as regiões, com pancadas de chuva em todas as regiões no decorrer da semana. “Até o dia 30 e a primeira quinzena de maio temos previsão de chuvas bem distribuidas em todas as regiões”, comentou Bristot. As temperaturas previstas para essa semana, deverão variar entre 22°C durante as madrugadas e 32°C durante as tardes, no Litoral, e no interior do estado, a variação deverá ficar entre 22ºC e 34ºC. Além da previsão do tempo, o Sistema de Monitoramento da Emparn disponibiliza diversas informações para consulta como a pluviometria de cada município, zoneamento agrícola e risco climático. O acesso é pelo site emparn.rn.gov.br, aba Meteorologia.

Previsão dia a dia

27/04/22 – quarta-feira – Céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões, com pancadas de chuva nas regiões do Alto Oeste, Mossoró e Litoral.

28/04/22 – quinta-feira – Céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões, com pancadas de chuva no Alto Oeste.

29/04/22 – sexta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

30/04/22 – sábado – Céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões, com pancadas de chuva no Mossoró e Vale do Açu.

01/05/22 – domingo – Céu parcialmente nublado com chuva em todas as regiões.

Na tradição nordestina, chuva é sinal de muita fartura. E no Rio Grande do Norte, o volume de chuvas 8,6% acima da média esperada para os quatro primeiros meses de 2022, até este domingo (24) tem garantido um bom inverno e trazido a esperança de boa safra e colheita na produção agrícola. Para os potiguares, significa também segurança hídrica no abastecimento de água dos municípios, com aumento das reservas que atualmente alcançam 43,59% da sua capacidade total, dado do dia 18 de abril, divulgado pelo Igarn.

O sistema de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou um volume médio no período de janeiro a abril deste ano de 466,7 milímetros (mm) em todo o estado, enquanto o esperado era de 429,8 mm. A região que mais recebeu carga d´água foi o Oeste Potiguar, com o acumulado de 560.6mm.

“Nesse final de abril e início de maio, as chuvas continuarão ocorrendo em todas as regiões, com bons índices, devido as boas condições termodinâmicas dos oceanos atlântico e pacífico”, explica o chefe do setor de meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

Com as chuvas que deverão ocorrer até o final de abril, o estado ficará na condição climatologia de normal a acima. Até o momento, são 63 municípios na condição normal e 14 na de chuvoso. Pelo mapa do monitoramento deste domingo (24), divulgado às 9h15, as chuvas mais intensas nas últimas 24h ocorreram na Microrregião de Pau dos Ferros.

Apesar dos altos volumes de chuva registrados nas últimas 24h, segundo o coordenador da Defesa Civil Estadual, o coronel Carvalho, o Estado não apresentou ocorrências graves. “A Defesa Civil do estado está acompanhando as chuvas que começaram a cair na sexta e continuaram sábado e hoje. Apesar dos volumes expressivos registrados ontem, não fomos acionados para prestar apoio a nenhum município”, afirmou.

A previsão para o resto do dia deste domingo é de poucas nuvens na região do Alto Oeste, podendo chover à noite. Na região de Mossoró e Vale do Açu, céu parcialmente nublado com chuvas. Seridó, Agreste e Litoral, parcialmente nublado a claro.

04
abr

Veja previsão do Tempo para todo o RN

Postado às 20:41 Hs

O Sistema de Meteorologia da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou um final de semana chuvoso no Estado. Os maiores acumulados, por região, ocorreram em Luís Gomes (Oeste)80,6 mm, Jardim do Seridó (Central) 51 mm, Nísia Floresta (Leste) 62 mm e Poço Branco (Agreste) 48,4 mm. Os volumes referem-se ao período das 7h da sexta-feira (01º) e domingo (03).

Assecom/RN

O boletim pluviométrico publicado às 09h15 registrou chuvas 132 postos de monitoramento nesta segunda-feira (04/04). As análises dos especialistas indicam condições meteorológicas favoráveis para ocorrência de chuvas em todo RN até domingo (10/04) em todo território potiguar.

“O mês de abril começa com chuvas em todas as regiões do estado com boa distribuição. A previsão é de chuvas de normal a acima do normal no mês de abril’, avaliou o chefe da unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

Temperaturas

Para essa semana, na região do Litoral, a previsão é de temperaturas em torno dos 24°C, durante as madrugadas, podendo chegar a 32oC durante as tardes. No interior do estado, as máximas poderão chegar aos 34°C e mínimas variando entre 22°C a 24°C.

Previsão dia a dia

04/04/22 – segunda-feira – Céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões, com possibilidade de chuvas no Vale do Açu e Mossoró.

05/04/22 – terça-feira – Céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões, com possibilidade de chuvas no Vale do Açu e Alto Oeste.

06/04/22 – quarta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

07/04/22 – quinta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

08/04/22 – sexta-feira – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

09/04/22 – sábado – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

10/04/22 – domingo – Céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões.

Portal da Tropical

21
mar

Chuvas no RN

Postado às 11:15 Hs

Terceiro final de semana seguido com chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte. O maior acumulado foi registrado no município de Jucurutu, no Oeste Potiguar, com 62,2 milímetros (mm); Na região Leste, Parnamirim com 41,1 mm, foi o município que mais choveu Região Leste; Tangará 25,3 mm, na Região Agreste e Afonso Bezerra 15,8mm, na Região Central. Os dados são Sistema de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) referente ao período das 07h da manhã da sexta (18), até o mesmo horário desta segunda-feira (21). “O mês de março segue com bons volumes de chuvas conforme previstos. Até o momento (21/03), os acumulados estão acima de 10% em comparação a climatologia para o período analisado”, comentou o chefe da unidade de Meteorologia, Gilmar Bristot. A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCTI) no território do Rio Grande do Norte, associado às temperaturas mais elevadas dos oceanos, condições que ocorrem desde o início do mês, determinaram a ocorrência da chuva no período.
19
mar

Potiguares aguardando às chuvas…

Postado às 10:39 Hs

Reza a tradição nordestina que se chover hoje no Nordeste será bom e a colheita do milho, em junho (ou seja, já nas festas juninas, quando a base das comidas típicas é o milho) será abundante; caso não chova, haverá inverno seco, e, portanto a colheita do milho será escassa. No Rio Grande do Norte, a previsão da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN(EMPARN) para o Dia de São José é de que haverá pancadas de chuvas tanto no interior quanto no litoral do estado. Mas independente das previsões da Emparn, os fiéis já estão fazendo suas orações pedindo chuva ao santo padroeiro do agricultor nordestino. ”Desde criança ouço a ladainha de que o dia de São José foi abençoado por Deus para ser um sinal de chuva no sertão.

Me acostumei com isso e todos os anos, mesmo não estando mais na atividade no roçado, fico ansioso para saber as previsões meteorológicas e rezo para que o santo interceda a Deus por chuva na minha terra e em todo sertão porque isso é bom tanto para quem vive no campo como para nós que estamos na cidade”, declara o servidor público aposentado Francisco Alves de Souza, 73. Nascido na fronteira do Rio Grande do Norte e Ceará, seu Francisco viveu a juventude em Pau dos Ferros, onde trabalhava em plantações de feijão, algodão, milho e outras culturas de subsistências. “Foi capinando, alimentando o gado e olhando pro alto que passei a acreditar na providência do Dia de São José”.

Já a dona de casa Elita Barbosa de Amorim disse que seu pai era agricultor e ainda hoje lembra de suas falas entre a família e amigos: “Se até 19 de março não chover, não tem inverno, é a seca”. Esse pensamento não era só do meu pai, era também do meu avô, a serra de Portalegre inteira, onde temos nossas terras se mobilizava fazendo procissões e novenas, pedindo ao santo misericórdia para o sertão.

Quando o santo atendia, era festa no sertão. “Mas, ocorria períodos que o santo não queria ouvir o apelo e o que se via era morte do gado e da lavoura no sertão e a triste partida do nordestino num pau de arara para outras terras menos secas deixando sua terra numa triste partida. Pode até ser coincidência, mas normalmente cai um chuva nesse dia, pouca ou muita, mas cai”, disse dona Elita. Coincidência ou não, a crença não morre, prossegue nos filhos e netos que ainda esperam um dia 19 de março chuvoso, como garantia de fartura para afastar o fantasma da destruição das estiagens. Mas será uma questão de Fé, ou será uma questão de Ciência? Ou ambas as coisas?

Para resolver a questão, entrevistamos um padre devoto e peregrino de São José, afinal ninguém melhor do que ele para dizer os poderes do santo. O padre José Gilberto dos Santos, que também é capelão do Exército Brasileiro, trabalha na divulgação de São José, divulga o ‘terço abençoado de São José’ e, segundo ele, através dele muitas pessoas têm alcançado graça através da oração diária. ”Temos ido às paróquias ensinamos as pessoas rezarem e a ler os documentos da igreja sobre São José. Mas em nenhum deles há referência a São José como um santo intercessor de chuvas. Isso faz parte da devoção popular, não há base nem teológica nem científica. Apesar da igreja não estimular esse tipo de crendice, preferindo enaltecer a figura de São José como o pai adotivo de Jesus, esposo de Maria e patrono universal da igreja, temos que respeitar a crendice popular pois é fruto da experiência do agricultor que não criou a devoção por acaso”, explica o padre José Gilberto.

São José é padroeiro dos municípios de Angicos, Carnaúba dos Dantas, Coronel João Pessoa, Rodolfo Fernandes, São José de Campestre, São José do Seridó. E padroeiro do estado do Ceará e Amapá.

17
mar

RN chuvoso

Postado às 20:45 Hs

Choveu em todos as regiões do RN nas últimas 24 horas, de acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). Os maiores índices foram registrados no Leste Potiguar e no Oeste Potiguar.

Entre 7h da manhã de quarta-feira (16) e 7h da manhã desta quinta-feira (17), o maior volume foi anotado em Arez, na região Leste do estado, com 57,4 milímetros. Na mesma área, o município de Nísia Floresta acumulou 50 milímetros. No Oeste Potiguar, a maior chuva foi registrada em Francisco Dantas, com 49 milímetros. Na mesma região, a Emparn computou 36,2 milímetros em Rafael Fernandes.

No Agreste Potiguar, Ielmo Marinho acumulou 44,8 milímetros. Na Central Potiguar, Jardim de Angicos teve 31,4 milímetros e Florânia, 30,6 milímetros. Em Natal, capital do estado, o acumulado foi de 28,5 milímetros. Já em Mossoró, a chuva foi discreta e o registrado foi de apenas 9,2 milímetros.

Para esta sexta-feira (18), a previsão da Emparn é de céu parcialmente nublado com chuvas em todas as regiões do estado. Para o sábado (19), o céu deve ficar de parcialmente nublado a claro, com exceção do Alto Oeste que pode ter chuva.

Apesar de fevereiro não ter correspondido às expectativas, após um janeiro animador, o sertão do Rio Grande do Norte deverá ter um inverno normal este ano, segundo prognóstico elaborado por meteorologistas que participaram da Reunião de Análise Climática para o Semiárido do Nordeste Brasileiro, divulgado nesta quarta-feira 23 em Natal.

Para elaborar a previsão foram utilizados parâmetros de três modelos nacionais – Inmet, CPTEC e Funceme e de outros internacionais, indicando uma condição favorável, que pode melhorar se as águas do Atlântico Norte esfriarem meio grau ao longo dos próximos três meses.

“A tendência é de que tenhamos em março, abril e maio uma condição de normalidade na distribuição das chuvas no Rio Grande do Norte, principalmente da região Central em direção ao Leste, e alguma dificuldade na região de Mossoró”, disse o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), Gilmar Bristot, na apresentação do prognóstico.
Por regiões, o volume médio de chuvas esperado para os meses de março a maio é de 479,2 milímetros no Oeste, 376,9 na região Central, 343,2 no Agreste e 533,8 na Leste. “Essas chuvas não vão encher, mas poderão amenizar a situação dos reservatórios”, disse Bristot.

Apesar de fevereiro não ter correspondido às expectativas, após um janeiro animador, o sertão do Rio Grande do Norte (RN) deverá ter um inverno normal este ano, segundo prognóstico elaborado por meteorologistas que participaram da Reunião de Análise Climática para o Semiárido do Nordeste Brasileiro, divulgado nesta quarta-feira (23) em Natal. Devido à pandemia, a reunião foi realizada de forma virtual, com a participação de representantes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos e de todos os núcleos regionais do Nordeste.

Para elaborar a previsão foram utilizados parâmetros de três modelos nacionais – Inmet, CPTEC e Funceme e de outros internacionais, indicando uma condição favorável, que pode melhorar se as águas do Atlântico Norte esfriarem meio grau ao longo dos próximos três meses. “A tendência é de que tenhamos em março, abril e maio uma condição de normalidade na distribuição das chuvas no Rio Grande do Norte, principalmente da região Central em direção ao Leste, e alguma dificuldade na região de Mossoró”, disse o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), Gilmar Bristot, na apresentação do prognóstico.

Por regiões, o volume médio de chuvas esperado para os meses de março a maio é de 479,2 milímetros no Oeste, 376,9 na região Central, 343,2 no Agreste e 533,8 na Leste. “Essas chuvas não vão encher, mas poderão amenizar a situação dos reservatórios”, disse Bristot.

“Comparando 2022 com o ano anterior, temos o que celebrar. Enquanto 2021 foi um ano de chuva bem abaixo do normal, 2022 começou com um janeiro chuvoso e a previsão é de um bom inverno. Para tanto, o governo fez seu dever de casa, entregando as sementes para que nossos agricultores e agricultoras possam plantar e ter uma colheita de muita fartura”, comemorou a governadora Fátima Bezerra. Até agora, a Secretaria de Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape) distribuiu 707 toneladas de sementes. O IBGE prevê uma safra 40% maior do que a colhida no ano passado.

O cenário para chuvas é favorável para o período de fevereiro a abril de 2022 no Norte do Nordeste do Brasil. Para a região do semiárido do Rio Grande do Norte, o prognóstico é de volumes de normal a acima do normal. Esse foi o resultado divulgado nesta quinta-feira (20) da Reunião de Análise e Previsão Climática para o Norte do Nordeste do Brasil, coordenada pela FUNCEME – Fundação Cearense de Meteorologia, que contou com a participação da equipe da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn) e de diversos pesquisadores e especialistas de centros estaduais de meteorologia do Nordeste e outras instituições. “A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZTCI) associada ao esfriamento das águas do oceano Pacífico (Lã Niña) são algumas das condições meteorológicas que se apresentam favoráveis para a ocorrência de chuvas no RN no próximo trimestre”, disse o chefe da unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

O primeiro domingo de 2022 teve registro de chuvas em pelo menos 61 municípios potiguares, de acordo com a Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte (EMPARN).

O levantamento leva em consideração os dados colhidos entre às 7h do domingo (2) e 7h desta segunda-feira (3). As precipitações alegraram o sertanejo. Em várias cidades, a população fez vídeos comemorando o início do ano com chuva.

De acordo com os dados da EMPARN, as maiores precipitações aconteceram nos municípios de Serra Negra do Norte (65,2 milímetros), Timbaúba dos Batistas (35,2 mm) e Ipueira (31 mm), todos na região Central potiguar, mas houve chuva em todas as macrorregiões do Rio Grande do Norte.

Na região Leste, os município com maior quantidade de água foram Nísia Floresta (28 mm) e Arez (21,8 mm). No Oeste, Ipanguaçu (27,5 mm) e Itajá (27 mm) foram as cidades com maior quantidade de chuva. 26 cidades da região registraram precipitações ao longo das 24 horas.

Já no Agreste, Nova Cruz (13,6 mm) e Passa-e-Fica (10,6 mm) foram as que registraram mais água.

A previsão do tempo para a semana promete maior quantidade e melhor distribuição de chuvas no Rio Grande do Norte. É o que apontam as análises da unidade instrumental de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte – Emparn. A previsão da semana é de céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuva isoladas no interior, durante a tarde e noite. No Litoral Leste e Agreste, a previsão é de céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuvas a qualquer hora do dia. O chefe da unidade, Gilmar Bristot, explica que as chuvas do final de semana aconteceram, devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), juntamente com restos de uma Frente Fria, situação que deverá permanecer nos próximos dias. “Depois de uma semana com pouca chuva no Estado devido a um bloqueio atmosférico, as chuvas voltaram a ocorrer em praticamente todas as regiões do Estado. A expectativa é que ocorram mais chuvas na Chapa do Apodi e Serra de São Miguel, e em outras com menos como no caso de grande parte da Região Central. As chuvas aconteceram devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), juntamente com restos de uma Frente Fria”, destacou.
No último final de semana, a Emparn registrou ocorrência de bons volumes de chuvas em todas as regiões do estado. Na região central, o acumulado superou os 100 milímetros (mm), como no município de São José do Seridó, com 172 mm acumulados, seguido de Timbauba dos Batistas com 158 mm. No Agreste o destaque foi para Coronel Ezequiel com 112,4mm. Esse cenário é fruto da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) na região Nordeste. As análises da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN revelam que as chuvas ocorridas contribuíram para amenizar a temperatura no Estado. “A temperatura durante o final de semana variou entre 26o C a 28o C e a umidade relativa do ar média do final de semana variou entre 70% a 80% e, em algumas localidades como o Litoral Leste, Agreste e Chapada do Apodi, com valores acima dos 80%”, disse o chefe do setor, o meteorologista Gilmar Bristot.

A previsão para a segunda metade do período chuvoso a região semiárida-, que corresponde ao período dos meses de abril, maio e junho- é de ocorrência de chuvas regulares, variando de normal a abaixo de normal. Essa foi a conclusão da análise da Reunião Climática coordenada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC/PE) realizada ontem(24). O evento contou com a participação e contribuição do chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot além de especialistas de institutos de meteorologia do Brasil.

Essa também é a primeira previsão para o leste do Nordeste. Na oportunidade os especialistas avaliaram as condições oceânicas que indicam a ainda a atuação do fenômeno da La Ñina, que embora ‘fraca’ está presente no Oceano Pacífico. As águas do Atlântico Sul continuam mais frias do que as do Atlântico Norte.“Essas condições oceânicas influenciam de forma negativa para a ocorrência de chuvas no Nordeste pois não favorecem a descida da Zona de Convergência Intertropical que contribuem para a ocorrência de chuvas mais generalizadas para todo estado”, disse Bristot.

Sobre as chuvas ocorridas, da segunda quinzena de fevereiro até agora, o meteorologista avaliou como regulares, principalmente nas regiões do Alto Oeste, Vale do Açu e Seridó como todo. “As chuvas ocorreram com melhor regularidade nestes locais por influência do relevo da região, beneficiando a cadeia da agricultura”, considerou.

Previsão para os próximos três meses

As análises apontam que no interior do RN as chuvas devem ser irregulares, variando de normal a abaixo do normal, com maior concentração na região do Alto Oeste, Seridó e Vale do Açu.

Já no litoral, as condições ainda não estão adequadas para uma análise mais precisa. “Estamos no princípio do outono e as condições do centro de alta pressão do oceano Atlântico Sul e vento- algumas das condições que favorecem a ocorrência de chuvas- ainda estão indefinidas para o litoral do Nordeste. Em meados de abril será possível fazer uma análise mais clara. A indicação no momento é de normalidade, com uma maior concentração e maior ocorrência no litoral sul, na região de Canguaretama e metropolitana de Natal”, analisou Bristot.

Para o período de para abril, maio e junho as médias previstas são as seguintes:

Oeste 250mm

Central 200mm

Agreste 200mm

Leste 500mm

19
mar

Com as bênçãos de São José

Postado às 6:58 Hs

Reza a tradição nordestina que se chover hoje no Nordeste será bom e a colheita do milho, em junho (ou seja, já nas festas juninas, quando a base das comidas típicas é o milho) será abundante; caso não chova, haverá inverno seco, e, portanto a colheita do milho será escassa. No Rio Grande do Norte, a previsão da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN(EMPARN) para o Dia de São José é de que haverá pancadas de chuvas tanto no interior quanto no litoral do estado. Mas independente das previsões da Emparn, os fiéis já estão fazendo suas orações pedindo chuva ao santo padroeiro do agricultor nordestino.

Coincidência ou não, a crença não morre, prossegue nos filhos e netos que ainda esperam um dia 19 de março chuvoso, como garantia de fartura para afastar o fantasma da destruição das estiagens. Mas será uma questão de Fé, ou será uma questão de Ciência? Ou ambas as coisas?

Para resolver a questão, entrevistamos um padre devoto e peregrino de São José, afinal ninguém melhor do que ele para dizer os poderes do santo.Apesar da igreja não estimular esse tipo de crendice, preferindo enaltecer a figura de São José como o pai adotivo de Jesus, esposo de Maria e patrono universal da igreja, temos que respeitar a crendice popular pois é fruto da experiência do agricultor que não criou a devoção por acaso.

Viva São José !!! Que elas venham…

Primeira semana de março terminando com boas chuvas no Rio Grande do Norte, beneficiando a agricultura e ocasionando a diminuição da temperatura na região serrana do estado. De acordo com as análises da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN), as precipitações decorrem da atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior e da Zona de Convergência Intertropical (ZCTI)- esta última deverá seguir atuando nos meses de março e abril.

“As chuvas, nesses primeiros dias de março, foram registradas em todas as regiões do estado, variando entre 20 e 50 milímetros. A previsão para o resto do mês é de pancadas de chuvas em todas as regiões do estado”, disse o chefe da unidade, Gilmar Bristot.

O meteorologista pontua que embora as condições das águas superficiais do oceano Atlântico, na sua parte sul, ainda não estejam 100% ideias, a atuação de outros sistemas meteorológicos tem sido suficiente para trazer a chuva para o RN nesse período. “Não teremos chuvas intensas, mas teremos a ocorrência das chuvas”, declarou.

Para o final de semana, de hoje (05) até domingo (07), a previsão é de pancadas de chuvas em todas as regiões do Estado.

As chuvas que caíram no Rio Grande do Norte durante o mês de fevereiro ficaram abaixo da média esperada, assim como janeiro, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). A média registrada por de 68,5mm, enquanto que a esperada era de 92,2mm, representando um déficit de 25,8%. De acordo com o órgão, o cenário foi causado pelo esfriamento acima do normal da temperatura das águas superficiais do Oceano Atlântico Sul que contribuiu para manter o vento sudeste acima do normal, na primeira quinzena do mês. “O indicativo de que as chuvas do período chuvoso começariam entre meados de fevereiro e início de março vem se confirmando. Na segunda quinzena do mês, o interior do Estado começou a registrar bons índices pluviométricos, primeiramente na Região do Alto Oeste e posteriormente se espalhando para todas as regiões”, explicou o meteorologista Gilmar Bristot. As médias em fevereiro, por região, foram: Central com 92,2mm, Oeste com 85,2mm, Agreste com 56,8mm e Leste com 39,7mm. “As maiores chuvas ocorreram nas regiões do Alto Oeste, Seridó e serra de Santana.
jul 5
terça-feira
04 23
ENQUETE

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