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Postado às 18:29 Hs

Os arquivos e prontuários do extinto Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops), órgão de repressão do país no período da ditadura, poderão ser acessados na internet a partir da próxima segunda-feira (1º). Ao todo, cerca de 1 milhão de páginas de documentação foram digitalizadas.

O trabalho é resultado da parceria entre a Associação dos Amigos do Arquivo Público de São Paulo e o projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

De acordo com o Ministério da Justiça, as informações, além de serem um importante registro histórico, poderão facilitar o trabalho de reparação feito pela Comissão de Anistia, uma vez que poderão ser usadas como ferramenta para que perseguidos políticos consigam comprovar parte das agressões sofridas.

A digitalização dos documentos foi feita em dois anos e deve continuar até 2014. Para a realização do trabalho, a Comissão de Anistia transferiu mais de R$ 400 mil à Associação de Amigos do Arquivo. Em dezembro de 2012, o Ministério da Justiça autorizou novo repasse, de mais R$ 370 mil, para digitalização de outros acervos.

A cerimônia de lançamento do portal na internet está marcada para a próxima segunda-feira, às 10h30, no Arquivo Nacional de São Paulo. (Fonte: Agência Brasil)

 

De acordo com o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas – O Uso de Maconha no Brasil, 1,5 milhão de brasileiros consomem maconha diariamente. O estudo, concluído em março deste ano, foi realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta quarta-feira pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira.

O levantamento traz que 7% da população adulta no País já experimentou maconha, o que representa 8 milhões de pessoas. Do total, 42% disse ter consumido a droga no último ano e 1,3 milhão se declarou dependente do entorpecente.

O estudo também mostra que quase 600 mil adolescentes (4% da população) já usou maconha pelo menos uma vez na vida. A pesquisa traz ainda que mais de 60% dos usuários experimentaram a droga pela primeira vez antes dos 18 anos de idade.

Para avaliar o uso frequente foi considerado o consumo no último ano. Neste quesito, 3% da população adulta brasileira foi enquadrado, o que equivale a mais de 3 milhões de pessoas. Mesmo assim, o Brasil não está entre os países com maiores índices de uso de maconha no mundo. No Canadá, esse índice chega a 14%, na Nova Zelândia a 13%, na Itália a 11%, nos Estados Unidos e no Reino Unido, a 10%.

Os entrevistados responderam sigilosamente um questionário padronizado com mais de 800 perguntas que avaliaram o padrão de uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas bem como fatores associados como depressão, qualidade de vida, saúde física, violência infantil e domestica entre outros. Os questionamentos foram feitos a domicílio em 149 municípios de todo território nacional, com 4.607 indivíduos de 14 anos de idade ou mais.

O trabalho foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) .

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