O presidente Jair Bolsonaro confirmou hoje (22) que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) vai assumir a Casa Civil da Presidência República, em uma reforma ministerial que deve acontecer na semana que vem. “Está praticamente certo. Vamos botar um senador aqui na Casa Civil que pode manter um diálogo melhor com o parlamento brasileiro”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Banda B, de Curitiba, nesta manhã. “A princípio é ele [Ciro Nogueira], conversei com ele já, ele aceitou. Ele está em recesso, chega em Brasília segunda-feira, converso com ele, acertamos os ponteiros. E a gente toca o barco. É uma pessoa que eu conheço há muito tempo, ele chegou em 95 na Câmara, eu cheguei em 91”, explicou.

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Palácio do Planalto resolveu testar para valer o nome de Fábio Faria como possível vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022.

Jornais do Rio Grande do Norte, estado de Faria, passaram a estampar essa possibilidade em manchetes. O entorno de Bolsonaro diz que, com Hamilton Mourão fora, a vaga de vice deverá ficar com um evangélico ou com alguém do “Centrão raiz”.

Faria é do “Centrão raiz” e evangélico. Além disso, na avaliação de assessores palacianos, poderia ajudar a atrair parcela do eleitorado nordestino. O ministro das Comunicações, genro de Silvio Santos, está de saída do PSD, de Gilberto Kassab. Entre os partidos que já o convidaram, está o PP, de Ciro Nogueira, que tenta também atrair o próprio presidente da República, ainda sem legenda para disputar a reeleição.

Faria, deputado federal licenciado, também sonha com uma vaga no Senado, mas, até aqui, não tem conseguido apoio suficiente no estado. A vaga também deverá ser disputada pelo ministro do Desenvolvimento Regional, o igualmente potiguar Rogério Marinho. Hamilton Mourão, atual vice-presidente da República, deve concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul.

O Antagonista

14
jul

Jair Bolsonaro é internado para exames

Postado às 10:29 Hs

O presidente Jair Bolsonaro deu entrada para exames, hoje, no HFA (Hospital das Forças Armadas). Segundo nota da Presidência da República, Bolsonaro seguiu orientação de sua equipe médica para a realização de exames para investigar a causa dos soluços. Ainda de acordo com o Planalto, “por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem”. A reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, que estava prevista para as 8h, foi cancelada. O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou nota informando também o cancelamento da reunião entre os chefes de Poderes. “Foi cancelada a reunião entre os presidentes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo que aconteceria nesta quarta-feira (14). O encontro será oportunamente reagendado”, diz o comunicado.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse nesta sexta-feira (9) que o Congresso Nacional não admitirá retrocesso em relação ao estado democrático de direito. Ele afirmou que a possibilidade de “frustração das eleições” de 2022, como cogitou o presidente Jair Bolsonaro, é algo com que o Congresso não concorda e repudia. Nestas quinta (8) e sexta (9), Bolsonaro afirmou que não haverá eleições no ano que vem se não forem “limpas”. O presidente quer a impressão do voto eletrônico, com o que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não concorda. Uma proposta de emenda constitucional com essa finalidade, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), aliada de Bolsonaro, tramita atualmente na Câmara dos deputados.

A filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Patriotas, ainda a ser efetivada, parte da garantia de que ele terá o controle do partido, do qual seria presidente de honra, e a mudança de denominação. O ex-Partido Ecológico Nacional (PEN) passaria a se chamar Aliança Pelo Brasil, nome do partido que o presidente tentou fundar.

O novo nome poderá ser consagrado na mesma convenção que receberá festivamente a filiação do presidente. Há certa resistência à filiação de Bolsonaro, mas não tem peso político.

 Diário do Poder.

Via Poder 360

Foto: Reprodução/Globo News

O presidente Jair Bolsonaro se reunirá com dirigentes e articuladores do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), nos próximos dias, para discutir uma possível filiação à sigla. O chefe do Executivo tem dito que pretende definir sua nova sigla ainda neste mês.

Articuladores do partido têm indicado ao presidente Jair Bolsonaro e a seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) que podem entregar a estrutura da sigla, como é exigido pelo chefe do Executivo, para viabilizar a migração do presidente e de seus apoiadores.

Um dos nomes fortes do PRTB disse ao Poder360 que a chegada de Bolsonaro seria uma oportunidade para ambos os lados e que a possibilidade de filiação é “absolutamente viável, um casamento perfeito“. Segundo ele, o partido está “limpo” para a chegada do presidente. “Estamos em tratativas, é uma negociação complexa, há um esforço hercúleo”.

O PRTB, partido do vice-presidente Hamilton Mourão, era presidido por Levy Fidelix, que morreu na última sexta-feira, vítima de covid-19. Quem preside formalmente a sigla agora é Aldinea Fidelix, mulher de Levy. Mas é Levy Filho é quem vem conduzindo a legenda no lugar do pai.

O partido é uma das legendas cogitadas pelo presidente para tentar a reeleição em 2022. Os outros são o PMB (Partido da Mulher Brasileira) – que aprovou, no sábado, a mudança de nome para Brasil 35 – o Patriota, o PL (Partido Liberal), o PSC (Partido Social Cristão) e o Democracia Cristã.

Em março, Bolsonaro disse que estava “namorando” uma sigla na qual poderia ser dono de sua estrutura partidária, mas não disse qual. Antes já havia dito que, se seu novo partido, o Aliança pelo Brasil, não fosse formado até março, procuraria outro.

Em 24 de abril, o delator do mensalão, Roberto Jefferson, afirmou que Bolsonaro se filiaria ao Patriota. “O PR [Presidente da República] Bolsonaro se encaminhando para o Patriota. Combinamos de conversar com as coligações por Estados”, publicou em seu perfil no Twitter.

Flávio Bolsonaro (Republicanos-SP) disse em 23 de abril ao O Globo que o pai deve ir para um partido “menor”. Afirmou que está conversando com representantes do Patriota, PMB (agora, Brasil 35) e DC.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (24) a criação de um comitê que ser reunirá semanalmente para decidir e direcionar os rumos do combate à pandemia do novo coronavirus. “A vida em primeiro lugar. Resolvemos entre outras coisas, de que será criado uma coordenação junto aos governadores com o sr. presidente do senado federal”, disse o presidente, em pronunciamento em frente ao Palácio da Alvorada. “Da nossa parte, um comitê se reunirá toda semana pra decidirmos ou redirecionarmos o rumo do combate ao coronavírus. É unanimidade a intenção de nós, cada vez mais, nos dedicamos à vacinação em massa no Brasil”, completou.

Várias cidades pelo Brasil registraram panelaços contra o presidente

Foto: Reprodução

na noite de hoje, durante o pronunciamento oficial exibido em cadeia nacional de emissoras de rádio e televisão. As manifestações já estavam programadas desde o anúncio de que Bolsonaro falaria ao país nesta noite e já aparecia entre os assuntos mais comentados do Twitter desde a tarde de hoje. No pior momento da pandemia, o panelaço acontece no dia em que o país bateu mais um recorde de mortes por Covid-19: foram 3.158 óbitos contabilizados em 24 horas, segundo as secretarias estaduais de saúde.

Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, realizado há pouco, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu a vacinação contra a Covid-19. Ele relacionou ações do Governo para aquisição de vacinas e disse que estão “garantidas” 500 milhões de doses até o fim do ano.

O pronunciamento estava marcado para o início do mês, mas foi cancelado em cima da hora mesmo após a convocação da cadeia de rádio e TV. Na ocasião, o agravamento da crise sanitária e com a ameaça de colapso no sistema de saúde em vários estados fizeram o governo recuar. Naquele dia, 2 de março, o Brasil somava 257.562 óbitos.

No Rio de Janeiro, as manifestações foram ouvidas em bairros como Botafogo, Flamengo, Jardim Botânico, Grajaú, Lapa, Tijuca e Centro. Além das panelas, manifestantes também gritaram palavras de ordem contra Bolsonaro.

Na capital paulista também foram registrados panelaços em vários bairros.  Houve bateção de panelas e gritos de “Fora Bolsoanro” em Pinheiros, Perdizes, Pompeia e Barra Funda, na Zona Oeste; Vila Marinana e Moema, na Zona Sul; Higienópolis e República, na região central;

Na capital do país, Brasília, o panelaço foi ouvido em áreas da Asa Sul e da Asa Norte, além de gritos como de ordem contra o presidente. No Nordeste, vídeos publicados nas redes mostraram as manifestações em Recife (PE), Belém (PA) e Salvador (BA).

Se a eleição presidencial fosse hoje no Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido) seria reeleito para mais quatro anos de mandato. No primeiro turno, ele tem vantagem de 12 pontos percentuais em relação ao segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já em um eventual segundo turno, o atual presidente aparece com pelo menos sete pontos de vantagem contra Lula e contra o apresentador Luciano Huck (sem partido), os candidatos que mais rivalizam com Bolsonaro.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.000 pessoas entre os dias 10 e 11 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ler o relatório completo.

A sondagem é a primeira feita após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que anulou todas as condenações de Lula na Lava Jato de Curitiba. Entre os entrevistados, 73% disseram que tiveram conhecimento do julgamento do ministro do STF.

A decisão tornou o ex-presidente apto a concorrer novamente ao Palácio do Planalto. Mesmo dizendo que não sabe se será candidato, Lula fez um discurso, na quarta-feira, 10, em tom de disputa.

“Jair Bolsonaro segue favorito, mas não será simples nem para ele nem para o ex-presidente Lula. Há uma demanda evidente de opinião pública por uma terceira via. Maior mesmo se comparada aos tempos da polarização PT-PSDB. Só falta a oferta”, avalia Maurício Moura, fundador do IDEIA.

A pesquisa EXAME/IDEIA testou três cenários de primeiro turno, todos incluindo Bolsonaro e Lula. Nas sondagens, os dois são os que mais têm chances de irem a um eventual segundo turno. A pesquisa também perguntou se ambos merecem mais um mandato no comando do Brasil. Para 48%, Bolsonaro não merece um segundo mandato, enquanto 46% acham que Lula é quem não merece um terceiro mandato.

Na sondagem de segundo turno, foram testados quatro possíveis cenários. Em uma disputa entre Bolsonaro e Lula, o cenário é de 44% a 37%, respectivamente. Já contra Huck, Bolsonaro tem 46% e o apresentador, 37%. Quando o nome do ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) aparece, ele recebe 34% das intenções de voto e o presidente, 45%. Contra o governador de São Paulo (PSDB), Bolsonaro tem 47%, e João Doria, 26%.

Maurício Moura destaca que, para crescer nas pesquisas, o ex-presidente Lula precisa conquistar a população com maior renda. “Além disso, para 54% dos brasileiros a anulação da sentença de Lula foi injusta. O consenso no imaginário da opinião pública sobre sua inocência é minoritário. O PT e Lula terão de reconquistar a classe média”, afirma.

Exame

É mais do que natural que o PT, um grande e importante partido, tenha candidato a presidente da República. E é mais do que natural que esse candidato seja Lula, seu maior líder. Hoje, com transmissão pela Globonews e pela CNN, Lula mostrou que está pronto e preparado para essa batalha. É uma candidatura com forte probabilidade de passar para o segundo turno. A tendência é de que, no primeiro turno, o voto em Lula esteja limitado aos simpatizantes do PT, aos seguidores dos partidos de esquerda que aceitarem com ele se coligar e a setores progressistas que não cultivam o antipetismo. Mas não dá para desconsiderar a possibilidade de empolgar, novamente, segmentos mais pobres da população. De qualquer maneira, quanto maior for a aliança de esquerda e centro-esquerda que Lula conseguir montar, maior será a probabilidade de estar no segundo turno. Mas o alto nível de rejeição ao PT e a Lula que hoje se observa poderá inviabilizar a vitória no segundo turno, contra qualquer candidato. Em condições normais, isso não seria um grande problema. Ganhar e perder são inerentes ao processo democrático.

Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro disse nessa sexta-feira (5) que “lá na frente” pode se vacinar contra a covid-19.

Em conversa com apoiadores na frente do Palácio da Alvorada, o presidente afirmou:

No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei.”

Com informações de Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro entregou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira, uma medida provisória (MP) para acelerar a privatização da Eletrobras. O governo prevê arrecadar R$ 25 bilhões com a operação. — A Câmara e o Senado vão dar a devida urgência à matéria. A nossa agenda de privatização continua a todo o vapor. Nós queremos sim enxugar o Estado, para que a nossa economia possa dar a resposta que a sociedade precisa — disse Bolsonaro. A medida foi entregue aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Bolsonaro saiu caminhando do Palácio do Planalto em direção ao Congresso para entregar a medida. Lira afirmou que a medida pode ser votada já na semana que vem. — É o primeiro passo do que a gente pode chamar de Agenda Brasil. Privatizações, capitalização, investimentos. Uma pauta que andara no Congresso, junto com as reformas — afirmou. O presidente do Senado também elogiu o “gesto” do governo.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (11), em sua live semanal nas redes sociais, a edição de um decreto que obriga postos de gasolina a exibirem aos consumidores a composição do preço do combustível, com descrição do valor de cada imposto cobrado e das margens de lucros dos agentes envolvidos, incluindo os distribuidores e os próprios postos. “Será via decreto. A gente espera que o Parlamento aprove. Não tem nada de mais. É um direito de todos vocês saber quanto de imposto se paga em qualquer mercadoria. A gente vai exigir, via decreto, dos postos de gasolina”, disse. Bolsonaro não informou quando o decreto será publicado. “Não vou negar informações pra vocês. Final de janeiro, tivemos 7 centavos [de aumento] no preço do diesel. Na segunda-feira última, mais 13 centavos. E parece que vai ter mais reajustes ainda porque o preço do petróleo está subindo lá fora e o dólar não cai no Brasil”, disse o presidente. Desde 2016, a Petrobras segue uma política de variação do preço dos combustíveis que acompanha a valorização do dólar e a cotação do petróleo no mercado internacional. Os reajustes são realizados de forma periódica nas refinarias.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que o auxílio emergencial deve voltar a ser pago já em março. Sem informar o valor, Bolsonaro disse que o benefício terá duração de 3 ou 4 meses. O presidente deu a informação durante uma entrevista coletiva no Maranhão, onde participou de uma cerimônia no Centro de Lançamento de Alcântara para entrega de títulos de propriedade rural.

“Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda a certeza, a partir… com toda a certeza, pode não ser, a partir de março. Três a quatro meses, está sendo acertado com o Executivo e o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal”, afirmou.

Na equipe econômica, a projeção é de que o valor do auxílio emergencial será de R$ 200,00. No Congresso, há tentativas de aumentar o valor. Bolsonaro pontuou que o auxílio emergencial não pode ser permanente e que não basta o pagamento do benefício. Na sua visão, o comércio tem que reabrir.

“Tem que acabar com esta história de fecha tudo, tem que cuidar dos mais idosos e dos que têm comorbidades. De resto, tem que trabalhar. Caso contrário, se nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito e a inflação vem. A dívida já está em R$ 5 trilhões, aí vem o caos”, finalizou.

Mais cedo, o presidente reforçou que estava estudando, junto à equipe econômica e parlamentares, uma alternativa para a extensão do auxílio emergencial por mais “alguns meses”. Bolsonaro disse que o benefício injetou R$ 13 bilhões no Maranhão, mas lembrou que o custo torna inviável mantê-lo por prazo indefinido.

“No momento, a nossa equipe, juntamente com parlamentares, estudamos a extensão por mais alguns meses do auxílio emergencial. Que, repito, o nome é emergencial; não pode ser eterno porque isso representa um endividamento muito grande do nosso país. E ninguém quer o país quebrado. E sabemos que o povo quer é trabalho”, disse.

Valor

Poder 360

A aprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro no Nordeste despencou nos últimos 4 meses e chegou a 29% – umas das mais baixas taxas registradas na região. Os resultados são de pesquisa PoderData realizada no início desta semana, de 1º a 3 de fevereiro de 2021.

Os números – que indicam trajetória de queda na percepção positiva da administração federal – são observados no mesmo momento em que teve fim o auxílio emergencial, pago pelo governo para afagar os brasileiros mais pobres na pandemia.

A desaprovação, que também vinha em trajetória de alta, ficou agora em 59% –estável desde o último levantamento. Em setembro de 2020, o presidente teve um dos seus melhores momentos na região: era aprovado por mais da metade dos residentes, e desaprovado por apenas 33%.

Aproveitando a onda, Bolsonaro intensificou sua agenda de viagens. Inaugurou obras, visitou cidades pequenas e posou para foto com apoiadores. De abril a agosto de 2020, foi a 33 cidades nordestinas.

A piora na avaliação coincide com momento em que o governo reduziu o coronavoucher, de R$ 600 para R$ 300. Agora, em fevereiro, o programa acabou por completo. O Nordeste concentra grande parte desses beneficiários.

02
fev

Em Brasília

Postado às 20:07 Hs

Álvaro é recebido por Bolsonaro e recebe garantia de investimentos para orla de Ponta Negra

O projeto de ampliação e engorda da orla de Ponta Negra, uma das obras de grande impacto para a cidade do Natal, chega a uma nova etapa de viabilidade.

Em viagem oficial a Brasília, que incluiu audiência nesta terça-feira (2) com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o prefeito Álvaro Dias ratificou com o governo federal o compromisso em garantir os investimentos necessários para a realização da obra que contempla a extensão da faixa de praia em dois quilômetros da orla.

Na audiência com o presidente Jair Bolsonaro, o prefeito Álvaro Dias apresentou temas como investimentos para a cidade do Natal e planejamento urbano. “O presidente Bolsonaro garantiu total apoio aos projetos e outras obras que sonhamos e planejamos para Natal”, destacou Álvaro, que foi ao encontro com o presidente acompanhado por auxiliares e pelos ministros potiguares Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Fábio Faria (Comunicações).

Em outra etapa da agenda, o prefeito Álvaro Dias tratou dos detalhes técnicos do projeto da engorda de Ponta Negra diretamente com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, pasta que é parceira do Município na obra.

A audiência contou com a participação dos secretários municipais Thiago Mesquita (Meio-Ambiente e Urbanismo/Semurb), Carlson Gomes (Obras Públicas/Semov) e Joanna Guerra (Planejamento/Sempla). Também integrou a comitiva o secretário especial da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).

Toda a apresentação do projeto e de outras pautas de infraestrutura para a cidade do Natal foi acompanhada de perto pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, além do secretário nacional da Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves.

Ainda constou da agenda oficial em Brasília, nesta terça, uma reunião com o setor técnico da Defesa Civil, durante a qual a equipe da Prefeitura apresentou todos os estudos que o Idema solicitou para a emissão da licença. Agora, os técnicos do Município darão início à próxima etapa, que será a abertura do processo licitatório para contratação da empresa responsável pela obra.

Blog do Heitor Gregório 

02
fev

Jair Bolsonaro divide o centro e mira 2022

Postado às 12:45 Hs

Via Blog do Magno Martins

O presidente Jair Bolsonaro jogou todas as fichas nas eleições para os comandos da Câmara e do Senado já de olho em 2022. Especialmente na Câmara, deu sinal verde para fazer o que fosse possível – com liberação de emendas e negociação de cargos – para a vitória de Arthur Lira.

Segundo os próprios integrantes do Centrão ouvidos pelo blog, o cálculo de Bolsonaro teve dois aspectos fundamentais: a sobrevivência imediata, para garantir a governabilidade e evitar um processo de impeachment; e a divisão dos partidos de centro, especialmente DEM, PSDB e MDB.

Para tentar a reeleição em 2022, interessa ao presidente Bolsonaro manter a polarização com o PT e evitar a unidade do centro em torno de uma candidatura competitiva. Por isso, o racha do DEM, de Rodrigo Maia, foi o principal troféu de Bolsonaro nessa disputa.

Depois de derrotas nas eleições municipais do ano passado e do ex-presidente Donald Trump na sucessão americana, Bolsonaro passou a jogar todas as fichas na sucessão para os comandos do Congresso.

Mas isso terá seu preço imediato. O Centrão já começa a cobrar cargos no primeiro escalão e estatais. E Bolsonaro ficará cada vez mais refém da sua base, perdendo o discurso de campanha de quem criticava a  chamada “velha política” e o “toma-lá-dá-cá”.

Ao mesmo tempo, ao apostar nessa divisão, Bolsonaro mantém um clima de guerra na Câmara dos Deputados. Isso trará uma dificuldade extra na agenda de reformas, uma prioridade da equipe econômica. Caso não haja um movimento de pacificação por parte do governo, a janela para a aprovação da pauta econômica pode ser perdida.

30
jan

Céu de brigadeiro

Postado às 12:35 Hs

Blog do Magno Martins

Um voo tranquilo, sem turbulências nem sustos, se dá quando o tempo está limpo, com ventos favoráveis. Este parece o cenário para o presidente Bolsonaro nos próximos dois anos na sua relação com o Congresso, caso os prognósticos dos aliados do candidato a presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se confirmem de uma vitória retumbante no enfrentamento ao paulista Baleia Rossi (MDB), postulante da oposição, escolhido e apoiado pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Igualmente com a vitória do senador mineiro Rodrigo Pacheco (DEM) na presidência da chamada Casa Alta. O democrata é escolha pessoal do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que, como Maia, foi impedido de disputar a reeleição. Maia buscou o confronto com o Planalto e se aliou ao bloco de esquerda na Câmara, abraçando-se, inclusive, com o PT que tanto o fustigou, para tentar impor uma derrota a Bolsonaro.

Davi foi mais sabido. Passa a ter um aliado na sucessão da sua cadeira e permanece usufruindo das benesses do Governo. Na Câmara, desde o start do processo eleitoral, Arthur já era visto como favorito. Líder do Centrão, tem o apoio da maioria dos partidos. Com os ventos palacianos em seu favor, adoçou a boca do exército parlamentar que trabalha pela sua eleição mediante a liberação de R$ 3 bilhões em emendas pelo Governo.

Eleição de mesa diretora, de qualquer instância de parlamento no Brasil, não é para amador. Só ganha os profissionais e a máquina azeitada é um santo remédio: remove montanhas de votos indecisos. Rodrigo Maia sabe disso. Apostou num suposto desgaste do Governo, na desastrosa articulação do presidente com a Câmara, mas vai sair dessa corrida eleitoral menor do que entrou. Vai somar ao seu currículo uma grande derrota como padrinho político.

Bolsonaro, por sua vez, terá, neste céu de brigadeiro, dois presidentes, o da Câmara e o do Senado, trabalhando pela governabilidade. Mais do que isso, a derrota de Maia na Câmara é a certeza também de que estão sepultadas as chances de prosperar um movimento de rebeldia na Casa que desague na abertura de um pedido de impeachment do presidente.

jul 27
terça-feira
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