Nesta sexta-feira (25), o Conselho de Segurança da ONU atraiu os olhares do mundo ao se reunir, na sede das Nações Unidas em Nova York, para discutir o conflito entre Rússia e Ucrânia.

Uma resolução que condena a invasão russa à Ucrânia e pede a retirada de tropas foi votada. Onze países votaram a favor, três se abstiveram e a Rússia votou contra, não permitindo que a resolução entre em vigor por ter direito a veto.

A Rússia vetou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que serviria para condenar a invasão da Ucrânia. Foi o único país a votar contra, mas seu voto tem poder de veto.

A China se absteve. Emirados Árabes Unidos e Índia também se abstiveram. O Brasil, que ocupa assento temporário no conselho, votou a favor, junto com EUA e outros nove países.

Fonte: G1 e CNN Brasil

O presidente Jair Bolsonaro discursou, na manhã de hoje, na 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Foi a terceira vez que Bolsonaro discursou como presidente do Brasil – o representante do país é encarregado de abrir oficialmente a fala dos presidentes mundiais desde 1947.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Bolsonaro:

Reprodução

Senhor Presidente da Assembleia-Geral, Abdullah Sharrid,

Senhor Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres,

Senhores Chefes de Estado e de Governo e demais chefes de delegação,

Senhoras e senhores,

É uma honra abrir novamente a Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Venho aqui mostrar o Brasil diferente daquilo publicado em jornais ou visto em televisões.

O Brasil mudou, e muito, depois que assumimos o governo em janeiro de 2019.

Estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção.

O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição e seus militares, valoriza a família e deve lealdade a seu povo.

Isso é muito, é uma sólida base, se levarmos em conta que estávamos à beira do socialismo.

Nossas estatais davam prejuízos de bilhões de dólares, hoje são lucrativas.

Nosso banco de desenvolvimento era usado para financiar obras em países comunistas, sem garantias. Quem honra esses compromissos é o próprio povo brasileiro.

Tudo isso mudou. Apresento agora um novo Brasil com sua credibilidade já recuperada.

O Brasil possui o maior programa de parceria de investimentos com a iniciativa privada de sua história. Programa que já é uma realidade e está em franca execução.

Até aqui, foram contratados US$ 100 bilhões de novos investimentos e arrecadados US$ 23 bilhões em outorgas.

Na área de infraestrutura, leiloamos, para a iniciativa privada, 34 aeroportos e 29 terminais portuários.

Já são mais de US$ 6 bilhões em contratos privados para novas ferrovias. Introduzimos o sistema de autorizações ferroviárias, o que aproxima nosso modelo ao americano. Em poucos dias, recebemos 14 requerimentos de autorizações para novas ferrovias com quase US$ 15 bilhões de investimentos privados.

Em nosso governo promovemos o ressurgimento do modal ferroviário.

Como reflexo, menor consumo de combustíveis fósseis e redução do custo Brasil,

em especial no barateamento da produção de alimentos.

Grande avanço vem acontecendo na área do saneamento básico. O maior leilão da história no setor foi realizado em abril, com concessão ao setor privado dos serviços de distribuição de água e esgoto no Rio de Janeiro.

Temos tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo.

Também anuncio que nos próximos dias, realizaremos o leilão para implementação da tecnologia 5G no Brasil.

Nossa moderna e sustentável agricultura de baixo carbono alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e utiliza apenas 8% do território nacional.

Nenhum país do mundo possui uma legislação ambiental tão completa.

Nosso Código Florestal deve servir de exemplo para outros países.

O Brasil é um país com dimensões continentais, com grandes desafios ambientais.

São 8,5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 66% são vegetação nativa, a mesma desde o seu descobrimento, em 1500.

Somente no bioma amazônico, 84% da floresta está intacta, abrigando a maior biodiversidade do planeta. Lembro que a região amazônica equivale à área de toda a Europa Ocidental.

Antecipamos, de 2060 para 2050, o objetivo de alcançar a neutralidade climática. Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal.

E os resultados desta importante ação já começaram a aparecer!

Na Amazônia, tivemos uma redução de 32% do desmatamento no mês de agosto, quando comparado a agosto do ano anterior.

Qual país do mundo tem uma política de preservação ambiental como a nossa?

Os senhores estão convidados a visitar a nossa Amazônia!

O Brasil já é um exemplo na geração de energia com 83% advinda de fontes renováveis.

Por ocasião da COP-26, buscaremos consenso sobre as regras do mercado de crédito de carbono global. Esperamos que os países industrializados cumpram efetivamente seus compromissos com o financiamento de clima em volumes relevantes.

O futuro do emprego verde está no Brasil: energia renovável, agricultura sustentável, indústria de baixa emissão, saneamento básico, tratamento de resíduos e turismo.

Ratificamos a Convenção Interamericana contra o Racismo e Formas Correlatas de Intolerância.

Temos a família tradicional como fundamento da civilização. E a liberdade do ser humano só se completa com a liberdade de culto e expressão.

14% do território nacional, ou seja, mais de 110 milhões de hectares, uma área equivalente a Alemanha e França juntas, é destinada às reservas indígenas. Nessas regiões, 600.000 índios vivem em liberdade e cada vez mais desejam utilizar suas terras para a agricultura e outras atividades.

O Brasil sempre participou em Missões de Paz da ONU. De Suez até o Congo, passando pelo Haiti e Líbano.

Nosso país sempre acolheu refugiados. Em nossa fronteira com a vizinha Venezuela, a Operação Acolhida, do Governo Federal, já recebeu 400 mil venezuelanos deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

O futuro do Afeganistão também nos causa profunda apreensão. Concederemos visto humanitário para cristãos, mulheres, crianças e juízes afegãos.

Nesses 20 anos dos atentados contra os Estados Unidos da América, em 11 de setembro de 2001, reitero nosso repúdio ao terrorismo em todas suas formas.

Em 2022, voltaremos a ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. Agradeço aos 181 países, em um universo de 190, que confiaram no Brasil. Reflexo de uma política externa séria e responsável promovida pelo nosso Ministério de Relações Exteriores.

Apoiamos uma Reforma do Conselho de Segurança ONU, onde buscamos um assento permanente.

A pandemia pegou a todos de surpresa em 2020. Lamentamos todas as mortes ocorridas no Brasil e no mundo.

Sempre defendi combater o vírus e o desemprego de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial, nos gêneros alimentícios no mundo todo.

No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020.

Lembro que terminamos 2020, ano da pandemia, com mais empregos formais do que em dezembro de 2019, graças às ações do nosso governo com programas de manutenção de emprego e renda que nos custaram cerca de US$ 40 bilhões.

Somente nos primeiros 7 meses desse ano, criamos aproximadamente 1 milhão e 800 mil novos empregos. Lembro ainda que o nosso crescimento para 2021 está estimado em 5%.

Até o momento, o Governo Federal distribuiu mais de 260 milhões de doses de vacinas e mais de 140 milhões de brasileiros já receberam, pelo menos, a primeira dose, o que representa quase 90% da população adulta. 80% da população indígena também já foi totalmente vacinada. Até novembro, todos que escolheram ser vacinados no Brasil, serão atendidos.

Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina.

Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina.

Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso off-label.

Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial.

A história e a ciência saberão responsabilizar a todos.

No último 7 de setembro, data de nossa Independência, milhões de brasileiros, de forma pacífica e patriótica, foram às ruas, na maior manifestação de nossa história, mostrar que não abrem mão da democracia, das liberdades individuais e de apoio ao nosso governo.

Como demonstrado, o Brasil vive novos tempos. Na economia, temos um dos melhores desempenhos entre os emergentes.

Meu governo recuperou a credibilidade externa e, hoje, se apresenta como um dos melhores destinos para investimentos.

É aqui, nesta Assembleia Geral, que, vislumbramos um mundo de mais liberdade, democracia, prosperidade e paz.

Deus abençoe a todos.

09
dez

Brasil mantém posição no IDH em 2019

Postado às 10:41 Hs

O Brasil avançou, mas enfrentará novos desafios em 2020. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2019, que mede o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o país teve sucesso no controle de certas desigualdades (expectativa de vida e renda média), mas será confrontado por novos desafios. O Brasil se manteve na 79ª posição global – mesmo ranking de 2018 -, empatado com a Colômbia. Na América Latina, ocupa a 4ª posição, atrás do Chile, Argentina e Uruguai. O crescimento no índice foi de 0,001 ponto em relação ao ano anterior.

“O que é importante é notar o crescimento no IDH. O índice é relativo, e sofre alterações também dos outros países, que podem subir ou descer. O que é importante é notar a evolução. A nota que dou é positiva. O Brasil continua a fazer progresso, apesar da economia ter sido pior que o esperado. O crescimento do Brasil é sólido, positivo e sustentado”, afirmou o diretor de Desenvolvimento Humano da ONU, Pedro Conceição.

Agência de Notícias

O presidente Jair Bolsonaro disse que o discurso feito na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, na manhã desta terça-feira, dia 24, “não foi agressivo”.  “Foi um discurso bastante objetivo e contundente, não foi agressivo, eu estava buscando restabelecer a verdade das questões que estamos sendo acusados no Brasil”, disse Bolsonaro a jornalistas. A jornalistas, o presidente brasileiro disse que não citou diretamente o presidente da França, Emmanuel Macron. “Eu não citei o nome do Macron, nem da Angela Merkel (chanceler da Alemanha), citei a França e a Alemanha como países que mais de 50% do seu território é usado na agricultura, no Brasil é apenas 8 (%), tá ok?”
O presidente Jair Bolsonaro viajará nesta semana a Nova York (EUA) para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Será a estreia de Bolsonaro no encontro que reúne chefes de Estado, de governo e chanceleres. O presidente tem dito que em seu discurso, marcado para terça-feira (24), fará uma defesa do que chama de “soberania nacional” e da atuação do governo brasileiro na Amazônia. Na sexta-feira (20), em uma breve conversa com jornalistas na entrada da residência oficial do Palácio da Alvorada, o presidente disse que seus antecessores, quando iam à ONU, “falavam e não diziam nada”. “Eu ouvi pronunciamentos anteriores de outros chefes de Estado do Brasil”, afirmou Bolsonaro. “No passado, tinha muita… Falava, falava, falava e não dizia nada. Temos que falar do patriotismo nosso, da questão da soberania, do que o Brasil representa para o mundo”, completou o presidente.
Assessores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) veem risco de seu quadro de saúde impedir viagem a Nova York, onde o presidente deve discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, no próximo dia 24. Bolsonaro está se recuperando de cirurgia feita no último dia 8, em São Paulo para correção de uma hérnia incisional. Segundo uma fonte do Planalto, há “risco pequeno” de a viagem ser cancelada, “mas ele existe”. Bolsonaro teria manifestado uma pequena piora no quadro clínico nesta terça-feira, 17, segundo o mesmo assessor. Caso confirme a presença no evento, o presidente deve viajar ainda com pontos, em dieta pastosa e com uma série de outras restrições. AVALIAÇÃO – O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, disse nesta terça-feira que avaliação médica, agendada para sexta-feira, 20, será decisiva para confirmar se Bolsonaro poderá viajar. “Tudo indica, a recuperação do presidente é muito positiva, que ele (médico) dará a confirmação e nós embarcaremos”, disse Rêgo Barros.
27
nov

Congresso

Postado às 19:25 Hs

UFRN representará Brasil em evento internacional sobre agenda 2030. O Ministério de Ensino Superior de Cuba convidou a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Maria Paiva Cruz, como uma das vozes do país para falar, durante a 11º edição do Congresso Internacional de Educação Superior “Universidad 2018”, sobre os objetivos para o Desenvolvimento Sustentável na Agenda 2030, fixados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. O evento acontece em Havana, entre os dias 12 a 16 de fevereiro de 2018, no Palácio das Convenções de Havana, com o lema “A Universidade e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.
As desigualdades social e de gênero se acentuaram no Brasil. Esse é o diagnóstico revelado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com dados de 2015, divulgado nesta terça-feira. O país ocupa o 79º lugar entre 188 nações no ranking de IDH, que leva em conta indicadores de educação, renda e saúde, mas despencou 19 posições na classificação correspondente à diferença entre ricos e pobres. Enquanto a nota de 0,754 do Brasil se mantém estagnada, preservando-o em um patamar considerado alto pela ONU, o número cai para 0,561 no indicador social. Analisando somente esse fator, o país seria rebaixado para a escala de países com índice médio. O IDH varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). Quanto mais próximo de 1, maior é o índice de desenvolvimento do país. Pela primeira vez desde 1990, quando o levantamento começou a ser publicado anualmente, o Brasil não elevou sua nota no ranking. A Noruega permanece na primeira colocação e encabeça a lista das nações com IDH muito alto, com 0,949, seguida por Austrália e Suíça, ambas com 0,939.
17
mar

Diálogo

Postado às 11:18 Hs

Governo dialoga com ONU para realizar ações voltadas para mulheres e jovens. O governador Robinson Faria se reuniu na manhã desta quinta-feira (16) com representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a agência de desenvolvimento internacional da ONU. O encontro, intermediado pelo deputado federal, Rafael Motta, teve como objetivo tratar de uma parceria entre a UNFPA e o Governo do Estado para realizar ações voltadas para mulheres e jovens. A ONU apresentou exemplos de projetos desenvolvidos nos estados da Bahia e do Maranhão, que poderão ser executados também no Rio Grande do Norte. Até amanhã, a missão da ONU estará visitando e conhecendo projetos em Natal e ao final, será produzido um relatório com dados e informações sobre essas áreas de estudo. Um plano de ações e programas será construído e executado juntamente com o governo.
01
dez

Intenção

Postado às 0:17 Hs

ONU confirma a Rafael Motta intenção de executar projetos no RN

O deputado federal Rafael Motta (PSB) esteve na tarde desta quarta-feira (30) com o representante no Brasil do Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA), Jaime Nadal. Na ocasião, o representante da ONU no Brasil confirmou ao parlamentar a intenção de vir ao Rio Grande do Norte para trazer as políticas públicas da instituição ao Estado. Ainda durante o encontro com Jaime Nadal, Rafael Motta apresentou os principais problemas do RN, e solicitou a viabilização de projetos para ajudar o poder público em ações com a população nas áreas da saúde e educação.

“Durante o nosso encontro, a ONU externou o desejo em levar as suas políticas públicas para o Rio Grande do Norte, eles têm trabalhos ligados ao jovem e também a educação e a saúde. Além disso, a ONU já tem parcerias com vários estados do Nordeste como Bahia, Pernambuco e Maranhão. Eles trabalham diretamente nas escolas, e isso pode ocorrer também no RN”, disse Rafael Motta.

Jaime Nadal afirmou que há um interesse da ONU em firmar parcerias com o Rio Grande do Norte. “O RN pode contar com apoio da ONU para trabalhar em prol de sua população. Hoje estamos preocupados em implementar serviços de saúde e viabilizar projetos na educação”, destacou Nadal.

 

No momento em que Lula recorreu a ONU contra a Justiça brasileira, alegando parcialidade nos processos a que responde, deixou evidente, como escrevi ontem neste site, sua intenção de pedir e obter asilo político em um dos países que previamente estão dispostos a concedê-lo. Reforçando a impressão, verifica-se que a grande oportunidade para o lance de dados que pretende jogar encontra-se no período em que se realiza a Olimpíada do Rio de Janeiro. Claro. A repercussão será maior do que ocorreria normalmente, já que em agosto encontram-se no Brasil jornalistas e profissionais de comunicação do mundo inteiro. Com o gesto, Lula concentraria o máximo de atenções e acrescentando à repercussão internacional do fato, sem dúvida espetacular. O cerco jurídico ao ex-presidente da República se fechou ainda mais neste final de semana, bastando considerar o peso das manchetes principais de O Globo, Folha de Sã Paulo e o Estado de São Paulo, destacando sua condição de réu por obstrução à Justiça. Este passou a ser um terceiro processo e o ato de Lula, recorrendo a ONU, provocou forte reação da magistratura brasileira.

No final de seu discurso na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, a presidente Dilma Rousseff disse que não poderia terminar suas palavras sem citar o “grave momento” que o Brasil vive. Sem mencionar nominalmente o impeachment que corre no Congresso Nacional, Dilma disse que o povo brasileiro é “trabalhador e tem grande apreço pela liberdade” e vai saber “impedir quaisquer retrocesso [na democracia]“. Dilma participou de uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), para assinar o Acordo de Paris sobre Mudança do Clima e constrangeu internacionalmente o Brasil.

O discurso de Dilma foi mais ameno do que o esperado. A petista havia sido orientada por assessores a repetir na reunião da ONU o que vem falando no Brasil, de que o processo de impedimento é um “golpe”. A estratégia era criar pressão internacional contra seu afastamento, mas o único apoio que Dilma recebeu foi de figuras como Nicolás Maduro, da Venezuela, e do ditador cubano Raúl Castro. Após a divulgação da estratégia do Planalto, Dilma foi criticada na quarta-feira pelo decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello.

O ministro afirmou que é um “gravíssimo equívoco” dizer que há um golpe em curso no Brasil, uma vez que o “Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal já deixaram muito claro o procedimento de apurar a responsabilidade política da presidente”. Segundo Celso de Mello, o processo de impeachment “respeitou, até o presente momento, todas as fórmulas estabelecidas na Constituição” e tem transcorrido em um clima de “absoluta normalidade jurídica”. (Veja)

09
fev

Em destaque

Postado às 12:05 Hs

O prefeito Jaime Calado viajou a Nova Iorque, EUA, a convite das Nações Unidas para participar da reunião conjunta do Comitê de Especialistas em Administração Pública (CEPA) e do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), que teve início nesta segunda-feira (8) na sede da ONU. A reunião tem como objetivo avaliar três questões consideradas de abrangência mundial pela entidade: Governança Municipal e Regimes; O serviço público e a capacidade para o desenvolvimento do Governo Municipal; Transparência, responsabilidade e engajamento do cidadão. O convite ao prefeito Jaime foi feito por Juwang Zhu, Diretor do Departamento of Economic And Social Affairs – Division for Public Administration and Development Management – das Nações Unidas, sediados na United Nations Plaza, em Nova Iorque. Os programas inovadores e sobretudo os resultados alcançados pela gestão de Jaime Calado em São Gonçalo do Amarante despertaram interesse da área de gestão pública e desenvolvimento local da ONU, o que deu origem ao convite.

As Nações Unidas pediram nesta sexta-feira aos países atingidos pelo vírus zika, suspeito de provocar microcefalia, que permitam o acesso das mulheres à contracepção e ao aborto. O Alto Comissariado para os Direitos Humanos dirigiu seu apelo especificamente aos países sul-americanos, muitos dos quais não permitem nem o aborto, nem a pílula do dia seguinte (contracepção de emergência), e que aconselharam as mulheres a evitar a gravidez devido ao risco representado pelo vírus.

“Claramente, a propagação do zika é um grande desafio para os países da América Latina. As leis e as políticas que restringem acesso a esses serviços devem ser urgentemente revistas em consonância com os direitos humanos, a fim de garantir na prática o direito à saúde para todos”, disse em comunicado Zeid Ra’ad Al-Hussein, chefe do comissariado.

O Alto Comissariado lembrou ainda que a Organização Mundial da Saúde declarou a epidemia uma emergência internacional e advertiu para a propagação “explosiva” do vírus. Cidades de regiões tropicais, como as da América Latina, são especialmente favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, considerado até o momento o maior vetor de transmissão do vírus. No Brasil, onde o aborto é criminalizado, o crescente número de casos de microcefalia associados ao zika tem ampliado as discussões sobre a contracepção e interrupção da gravidez.(Veja/Com Reuters)

Por Vicente Nunes / Correio Braziliense

Nada pode simbolizar melhor o fracasso da política econômica do governo do que o mais recente resultado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil caiu uma posição no ranking, para o 75º lugar, e foi ultrapassado pelo Sri Lanka, que, há seis anos, estava mergulhado em uma guerra civil. Os dados são de 2014, quando a economia já afundava na recessão. Assim que forem incorporados os resultados deste ano, o desastre será brutal.

É desalentador ver a trajetória do Brasil desde que a presidente Dilma Rousseff chegou ao poder. Quase todas as conquistas sociais que o país acumulou depois da estabilização da economia estão se perdendo. A inflação alta, que já passa de 10%, está destruindo o poder de compra das famílias. O desemprego vem empurrando muita gente de volta à pobreza, a recessão joga por terra o sonho de uma nação mais justa. Olhando para a frente, não há horizonte que nos garanta que o fundo do poço já chegou.

Cada dia de paralisia da economia custa caro aos brasileiros, mas nem governo nem Congresso parecem se importar com isso. Não há hoje um só projeto de peso sendo discutido para tirar o país do atoleiro. E mesmo nos temas que estão em debate, a opção é sempre pelo pior, a começar pela insistência de parlamentares da base aliada de Dilma em reduzir a meta de superavit primário de 2016, de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para zero.

 

SENTENÇA FINAL

Se aprovada, a diminuição da meta fiscal dará a sentença final para o rebaixamento do Brasil pelas duas agências que ainda mantêm o selo de bom pagador do país, a Moody’s e a Fitch. Mais que isso, deixará a economia brasileira à margem do mercado de crédito internacional e prolongará o processo recessivo que resultará, apenas neste ano, no fechamento de quase 2 milhões de vagas com carteira assinada, o que não se vê há mais de 20 anos.

O clima de caos que se instalou no Brasil contribuiu para o fim da trégua do dólar. O Banco Central vinha contando com a queda da moeda de R$ 4,20 para R$ 3,70, como forma de reduzir a inflação. Além de o custo de vida não ceder, a divisa norte-americana voltou a flertar com os R$ 4 por causa, sobretudo, da crise política que tirou qualquer previsibilidade da economia. Não será o sim ou o não para o processo de impeachment da presidente Dilma que reverterá as incertezas.

17
jun

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 10:58 Hs

* * * As mulheres ganharam o equivalente a 79,5% dos salários dos homens em 2013, segundo dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre). Em média, eles receberam R$ 2.334,46 e elas, R$ 1.855,37. O levantamento é composto por cerca de 19 milhões de companhias e 20,7 milhões de unidades locais.Para o gerente da pesquisa, Francisco Marta, a diferença salarial reflete, entre outros fatores, a menor remuneração de cargos mais ocupados por mulheres, como nos setores de educação e saúde. Segundo o IBGE, quase 70% dos ocupados no segmento educacional, por exemplo, são mulheres. Proporção maior que na média da administração pública em geral, que é dividido em 56% de mulheres e 44% de homens – “e elas vêm ganhando participação”, acrescenta o pesquisador. * * *

* * * Os estudantes que buscam uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) podem se inscrever até quinta-feira (18) na internet. Nesta edição, o ProUni oferta 116 mil bolsas em 856 instituições privadas de ensino superior. O resultado da primeira chamada será divulgado no próximo dia 22.Para se inscrever, o candidato deve ter feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado nota zero na redação. O candidato tem que informar o número de inscrição e a senha usados no Enem. * * *

* * * Pesquisa divulgada hoje (17) – Dia Mundial de Combate à Seca e à Desertificação – pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, mostra que 16% do território nacional estão suscetíveis à desertificação. O Estudo sobre o Estado da Arte da Desertificação, Degradação das Terras e Seca no Semiárido Brasileiro foi desenvolvido para subsidiar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para promover a conscientização sobre o problema, que atinge 42% das terras do planeta e 35% da população mundial. As consequências desse processo climático, agravado pela interferência humana, vão desde a diminuição da fertilidade dos solos à redução da disponibilidade hídrica. A desertificação pode transformar grandes áreas, antes produtivas, em desertos e colocar em risco a vida nessas regiões.* * *

29
jan

Brasil: Uma triste realidade

Postado às 15:03 Hs

UNESCO: 38% DOS ANALFABETOS LATINOS AMERICANOS SÃO BRASILEIROS

Dos 36 milhões de adultos analfabetos na América Latina, 38,5% são brasileiros. São cerca de 14 milhões de pessoas num país que abriga 34,2% da população latino-americana. O dado levantado entre 2005 e 2011 consta do relatório Educação Para Todos, divulgado nesta quarta-feira pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Publicado anualmente, o relatório sintetiza indicadores da educação em mais de 160 países, observando seis metas estabelecidas em 2000, no Fórum Mundial de Educação, em Dacar (confira no quatro abaixo)

 

Além de desabonador para o Brasil, o resultado do levantamento não é animador para o restante do mundo: atualmente, 774 milhões de adultos são analfabetos e cerca 57 milhões de crianças estão fora da escola primária. Diante desses números, a Unesco afirma que nenhum dos países vai alcançar as seis metas até 2015, prazo definido para erradicar o analfabetismo e garantir acesso a escolas de qualidade para crianças e jovens.

A Índia lidera a lista, com um total de 287 milhões, seguido de China e Paquistão. O Brasil ocupa o oitavo lugar. Os dados fazem parte de relatório divulgado pela Unesco sobre seis metas para melhorar a educação até 2015. Em 2000, 164 países assumiram o compromisso e desde então são monitorados pela ONU (Organização das Nações Unidas).

08
jan

Os horrores do Maranhão repercutem…

Postado às 21:22 Hs

O Brasil caminha para ser conhecido como o país das prisões de condições sub-humanas. Depois de a Organização das Nações Unidas (ONU) cobrar investigação sobre as horríveis cenas de violência no sistema carcerário do Maranhão, veículos internacionais abordaram o vídeo, divulgado ontem (7) pela Folha de S. Paulo, que mostra corpos de presos decapitados no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. “É uma cena horrível, mesmo em um país que tem visto sua quota de violência”, diz texto no site da CNN. Em um primeiro momento, a rede norte-americana de tevê descreve as cenas sem citar que se trata de um presídio. E acrescenta: “A parte mais surpreendente? O ataque aconteceu dentro de uma prisão”. O Wall Street Journal chamou a filmagem de macabra e destacou que os eventos podem afetar a família do ex-presidente José Sarney. “
jul 5
terça-feira
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