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jul

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Postado às 10:19 Hs

O Brasil tem 86.508 mortes por coronavírus e 2.397.169 casos confirmados até as 8h deste domingo (26), segundo o consórcio de veículos de imprensa.

Às 20h de sábado (25), o consórcio divulgou que as secretarias estaduais de saúde confirmaram 1.111 mortes nas 24 horas anteriores ao balanço. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil em 7 dias até então foi de 1.097 mortes por dia, recorde da pandemia, e alta de 6% em 14 dias.

Sobre os infectados, foram 48.234 confirmados em 24 horas até o fechamento do boletim das 20h de sábado. Com isso, a média móvel de casos foi de 45.884 por dia, uma alta de 23% em relação aos casos registrados em 14 dias.

No total, 11 estados apresentaram alta de mortes: PR, RS, SC,MG, RJ, GO, MS, AP, RO, RR, TO. Em relação a sexta-feira (24), MG, RJ e RR deixaram a lista de estados com estabilidade.

Os dados do balanço levam conta os casos e mortes divulgados nas últimas 24 horas pelas secretarias estaduais. Nem todos ocorreram necessariamente nesse intervalo.

Uma pesquisa sobre o trabalho dos professores da rede pública durante a pandemia, a qual o G1 teve acesso, aponta que 89% não tinha experiência anterior à pandemia para dar aulas remotas – e 42% dos entrevistados afirmam que seguem sem treinamento, aprendendo tudo por conta própria. Para 21%, é difícil ou muito difícil lidar com tecnologias digitais.

Os resultados mostram a dificuldade dos professores em lidar com a nova realidade, e o esforço pessoal para transmitir a aprendizagem aos estudantes durante a emergência de saúde provocada pelo coronavírus. “Somos analfabetos digitais”, afirma Katia Araújo, professora da rede municipal de Campo Grande (MS). “Você só percebe que não sabe quando precisa usar a ferramenta”, relata.

Praticamente nove a cada dez pessoas da parcela mais pobre da população no Rio Grande do Norte residiam em um domicílio beneficiado com os auxílios emergenciais implementados durante a pandemia do novo coronavírus em maio. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 625 mil de 704 mil pessoas que vivem com até R$ 141,25 por mês, 88,8%, foram amparados por alguma política emergencial. A maior parte é pelo auxílio emergencial, mas a pesquisa do IBGE também inclui outros programas criados durante a pandemia, alguns implementados pelos governos estaduais.

A parcela de 625 mil pessoas representa 30% de toda população que foi beneficiada com algum auxílio em maio, mês de referência para o IBGE. Os percentuais são semelhantes à média do Nordeste. A região possui 28,5% dos beneficiários pertencentes da parcela mais pobre. Mais de 86% da população mais pobre também morava em um domicílio com pelo menos uma pessoa favorecida por programas emergenciais.

O Rio Grande do Norte perdeu R$ 490.777.389,11 milhões em receita decorrente dos efeitos econômicos provocados pela Covid-19. O Governo do Estado também precisou investir aproximadamente R$ 270 milhões com ações de prevenção e combate à pandemia. A soma é de quase R$ 770 milhões. A compensação enviada pelo Governo Federal foi menos de um terço desse valor. “Sofremos, sobretudo, com a perda de arrecadação de ICMS, em razão do setor comercial fechado, e com a queda do Fundo de Participação dos Estados, justo em um período de crise enfrentada pelos entes da Federação. Apenas com essas duas arrecadações tivemos déficit de aproximadamente R$ 392 milhões entre março e junho. Mas minha estimativa é de que o Estado perca R$ 1 bilhão em receita até o fim do ano ”, lamentou o titular do Planejamento estadual, Aldemir Freire.
Ainda sob forte impacto da crise do novo coronavírus, a arrecadação de receitas federais registrou queda de 32,92% em maio, totalizando R$ 77,4 bilhões, já descontada a inflação, segundo informou a Receita Federal, em relatório divulgado nesta terça-feira (23). A comparação é com o mesmo mês de 2019, quando a arrecadação foi de R$ 113,2 bilhões. É o pior resultado para maio desde 2005, quando foram arrecadados R$ 75,1 bilhões. As receitas administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições federais, chegaram a R$ 76,139 bilhões no mês passado, resultando em queda real (descontada a inflação) de 18,11%. Já as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 1,277 bilhão, uma queda de 83,62% em relação a maio de 2019. De janeiro a abril deste ano, a arrecadação total chegou a R$ 579,708 bilhões, com queda real de 11,93%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o terceiro mês consecutivo de queda nominal (valores absolutos) de receitas e o quarto mês seguido de queda real (descontada a inflação).

Portaria do Ministério da Educação (MEC), publicada no Diário Oficial da União de hoje (17), estende a autorização de aulas a distância em instituições federais de ensino superior até 31 de dezembro de 2020. O documento, motivado pelas medidas de contenção à pandemia de covid-19, também flexibiliza os estágios e as práticas em laboratório, que podem ser feitos a distância nesse período, exceto nos cursos da área de saúde.

Em março, o MEC já havia publicado a primeira portaria que trata sobre o tema com validade de 30 dias. Esta já é a terceira vez que o prazo é prorrogado. Porém, desta vez, a autorização para aulas on-line é estendida até o fim de 2020.

Ainda segundo a portaria, as instituições de ensino terão autonomia para definir o currículo de substituição das aulas presenciais, a disponibilização de recursos a estudantes para que eles possam acompanhar as aulas, e a realização de atividades durante o período.

A crise no mercado formal de trabalho agravada pela pandemia do novo coronavírus empurrou quase um milhão de brasileiros para o seguro-desemprego em maio, maior patamar para o mês da série histórica, iniciada em 2000. Foram 960.258 pedidos. Segundo o Ministério da Economia, o número de solicitações subiu 53% no mês passado em relação ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 627.779 requerimentos. Na comparação com abril, a alta foi de 28,3%. No acumulado de março a maio, quando as medidas de isolamento social entraram em vigor em vários estados, foram contabilizados 2,2 milhões de pedidos. Se considerado o ano todo, ou seja, de janeiro a maio, o número sobe para 3,297 milhões, alta de 12,4% em comparação com o o mesmo período do ano passado (2,933 milhões).
02
jun

§ § Espaço Web § Reflexão do dia

Postado às 17:10 Hs

2020
Ano de muita reflexão. Em nossa casa nunca tivemos tanto tempo para pensar e repensar na nossa existência, a vida que levamos,etc. Hoje a valorização da saúde e da família afloraram de maneira surpreendente. Bens imensuráveis.
Creio que nunca esqueceremos de 2020. Um ano de muita reflexão e principalmente paciência. Que essa pandemia seja vencida. Fé sempre. Assim espero !
Boa tarde a todos

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