A Pfizer deve entregar ao menos 20 milhões de vacinas pediátricas contra a covid-19 ao Ministério da Saúde até o final de março. Ainda há tentativa para que a quantidade de doses a serem entregues no período seja aumentada. Esse é um dos motivos impedindo a conclusão do acordo da pasta com a Pfizer. O pedido do ministério pelas doses pediátricas só deve ser divulgado depois que for fechado o número exato de doses que a Pfizer entregará no período. Haverá uma reunião entre as duas instituições às 19h desta segunda-feira (3). A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou em 16 de dezembro a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. A imunização, no entanto, ainda não começou. Aguarda o aval do ministério e a chegada das doses pediátricas.

As exigências de armazenamento da vacina da Pfizer contra a Covid-19, que era de temperaturas muito baixas de -70ºC, mudaram. Acontece que nesta semana a agência sanitária da Europa aprovou a possibilidade de armazenagem do imunizante a temperatura de geladeira, entre 2ºC e 8ºC, por um período de 30 dias, desde que o frasco não tenha sido aberto ainda.

Essa é a mesma temperatura de armazenamento de outras vacinas, a exemplo das que são usadas no Brasil desde janeiro, a CoronaVac e Oxford/Astrazeneca. Além da autorização europeia, a CNN apurou que a Pfizer vai pedir à Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) para alterar o protocolo de armazenamento das vacinas aqui no Brasil.

Segundo a reportagem, representantes da farmacêutica disseram que esse pedido possivelmente deve acontecer ainda nesta semana. Atualmente no Brasil é permitido o armazenamento em geladeira comum apenas por cinco dias e por 14 dias em temperaturas de freezer, entre -15ºC e -25ºC.

A nova recomendação abre possibilidade para que mais cidades do Brasil possam receber vacinas da Pfizer.

Julho já começou com uma boa notícia e a vacina experimental contra o novo Coronavírus produzida pela gigante farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech demonstrou bons resultados em testes com humanos. A vacina estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, mas também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas.

O estudo foi randômico e testado em 45 voluntários que receberam três doses da vacina ou placebo; destes, 12 receberam uma dose de 10 microgramas, outros 12 tomaram 30 microgramas, mais 12 receberam uma dose de 100 microgramas e nove foram tratados com a versão em placebo da vacina. A dose mais alta, de 100 microgramas, causou febre em metade dos participantes do teste — por conta dos efeitos colaterais, o grupo não recebeu uma segunda dose.

Depois de uma segunda dose da injeção três semanas depois da primeira, 8,3% dos participantes do grupo de 10 microgramas e 75% do grupo de 30 microgramas também tiveram febre. Outro sintoma apresentado foram distúrbios de sono. Os pesquisadores, no entanto, não consideraram os efeitos colaterais sérios e não resultaram em hospitalizações.

A vacina foi capaz de gerar anticorpos contra a Covid-19 e alguns deles neutralizaram o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele, mas ainda não se sabe se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença. A Pfizer irá conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.

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