A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2023, que criminaliza a posse e o porte de drogas. A redação aprovada foi enriquecida com uma emenda crucial apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, que estabelece uma distinção entre usuários e traficantes, independentemente da quantidade apreendida e levando em consideração “todas as circunstâncias fáticas do caso concreto”.

Com a aprovação da emenda de Rogério Marinho, a PEC 45/2023 ganha um componente inovador, introduzindo critérios mais abrangentes para diferenciar o usuário do traficante. Essa abordagem, focada nas circunstâncias fáticas de cada caso, promete uma aplicação da lei mais justa e adaptada à realidade brasileira, evitando generalizações baseadas apenas na quantidade de drogas apreendidas.

Em seu pronunciamento, Rogério Marinho destacou a relevância da diferenciação entre usuários e traficantes, não apenas com base na quantidade de drogas apreendidas, mas considerando as circunstâncias específicas de cada caso. “O legislador foi sábio no artigo 28 [da Lei Antidrogas, 11.343/2006], quando determinou que, para determinar se a droga destina-se ao consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza, a quantidade da substância apreendido ao local, as condições em que se desenvolveu a ação, as circunstâncias sociais e pessoais, bem como a conduta aos antecedentes do agente, ou seja, dá a discricionariedade da definição se é ou não porte ou tráfico a quem faz, de fato, a apreensão”, salientou.

O líder da oposição expressou preocupação com a hipótese de descriminalização das drogas, referindo-se a exemplos internacionais e às discussões no Supremo Tribunal Federal (STF). “Estamos diante de um potencial cenário onde o Brasil pode adotar limites mais liberais para o porte de drogas do que países que nos antecederam há mais tempo”, alertou o senador, ressaltando a importância de uma legislação equilibrada que considere o impacto social e a segurança pública.

O senador também criticou a abordagem do STF em relação à descriminalização do porte de drogas. Rogério Marinho apontou para o risco social diante da atual maioria formada pela Suprema Corte, de 5 a 3 a favor da descriminalização, e defendeu que o tema é uma prerrogativa do Congresso. “Nós estamos aqui cumprindo o nosso papel, sem nenhuma vontade e sem nenhuma disposição de hostilizar quem quer que seja. Se a legislação não foi alterada, é porque a população não quer que ela seja alterada. A lei precisa ter necessariamente a validação do Parlamento brasileiro, que representa o povo brasileiro”, defendeu.

Foto: Reprodução/Twitter.

Em evento realizado nesta segunda-feira (17), com a presença dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Renan Filho (Transportes), o prefeito de Natal Álvaro Dias fez um discurso em elogio ao Governo Federal e até ao atual presidente Lula. O discurso, que arrancou aplausos da plateia petista durante anúncio de investimentos para o Rio Grande do Norte por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), recebeu críticas duras do seu antigo aliado, o senador Rogério Marinho.

Álvaro Dias até ano passado era um defensor do Governo Bolsonaro e participou ativamente da campanha presidencial de 2024, estando ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro em várias oportunidades. O prefeito de Natal também foi um dos principais nomes na eleição do atual senador e líder de oposição no Senado, Rogério Marinho, a quem chegou a atribuir as obras que Natal viabilizou junto ao Governo Federal. Álvaro também tinha como “um dos seus candidatos” o deputado federal reeleito General Girão, nome importante do bolsonarismo no Estado.

No entanto, este ano, Rogério e Álvaro romperam, quando o prefeito passou a acusar o senador de cancelar emendas destinadas à capital potiguar. Em agosto último, Rogério confirmou o rompimento com Álvaro em entrevista a um programa de rádio, quando repercutiu as falas do líder natalense. “Ele rompeu conosco, publicamente, da maneira mais torpe possível. Não teve nenhum contato. O contato que eu recebi foi através de uma entrevista que ele deu”, disse Marinho.

No evento de ontem (segunda, 17), Álvaro chegou a elogiar o presidente Lula. “Presidente nordestino, com sensibilidade, que criou e ampliou o programa de bolsas para promover a maior distribuição de rena da história do Brasil, foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, disse em seu discurso.

Hoje pela manhã, o senador Rogério Marinho se manifestou por meio do twitter e comentou as falas do prefeito de Natal no evento petista. “Máscaras vão caindo por pragmatismo, cálculo político e conveniência. O posicionamento recente é relativizado em função do resultado. Os fins justificam os meios utilizados para se chegar ao objetivo. A coerência sem torna um mero detalhe. Padrão PT”, escreveu o líder do PL no RN sobre o antigo aliado.

Novo Notícias

 

Deputados e senadores de oposição anunciaram nesta terça-feira, 26, que vão obstruir a pauta no Congresso em um protesto contra decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi adotada devido ao avanço de pautas consideradas progressistas, como a descriminalização do aborto e da maconha, a volta do imposto sindical e a derrubada do marco temporal das terras indígenas.

“Vamos obstruir a pauta de votação como uma demonstração da insatisfação sobre como a relação entre os poderes vem sendo abalada”, afirmou o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro de Jair Bolsonaro. “Nós entendemos que esse assunto precisa passar por discussão dentro do Legislativo, que representa o povo brasileiro”, acrescentou.

A obstrução é um recurso usado para evitar a votações de projetos. Para isso, os parlamentares fazem pronunciamentos, pedidos de adiamento da discussão e saem do Plenário para evitar quorum.

A decisão foi anunciada durante uma coletiva de imprensa. Estavam presentes representantes do bolsonarismo, como os deputados Carla Zambelli (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), os senadores Magno Malta (PL-ES) e Carlos Portinho (PL-RJ) e membros da bancada ruralista, como a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Marinho também informou que vai apresentar hoje uma proposta de plebiscito nacional sobre a descriminalização do aborto — uma consulta pública sobre o tema. Ele conseguiu 45 assinaturas (o mínimo exigido era 27). Durante a coletiva, a deputada Priscila Oliveira — que está grávida — discursou com a miniatura de um feto nas mãos.

A mobilização dos conservadores é uma resposta à presidente do STF, Rosa Weber, que pautou a ação que trata da descriminalização do aborto. Relatora do processo, ela votou a favor da interrupção da gravidez até a 12ª semana na última sexta-feira. O ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque e interrompeu o julgamento do caso, que agora irá ao plenário presencial.

A Corte também analisa a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal. O placar é de 5 votos favoráveis e 1 contrário. O processo agora está suspenso por pedido de vista do ministro André Mendonça.

Já o julgamento do marco temporal irritou principalmente a bancada ruralista. A tese estabelece que uma área só poderá ser demarcada se os povos indígenas comprovarem que já a ocupavam em 5 outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. Os ministros consideraram a medida inconstitucional por 9 votos a 2.

Coluna Maquiavel – Veja

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), considerou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, produziu um “revisionismo histórico” que “deseduca futuras gerações” de brasileiros, ao decidir anular provas do acordo de leniência da Odebrecht e considerar “armação” a prisão do presidente Lula (PT), em 2018. Em vídeo publicado em suas redes sociais, Marinho questiona se a corrupção compensa, ao lamentar a decisão judicial baseada em questões técnicas. E sugere que haja sequência na luta contra a corrupção no Brasil.

O ex-ministro do Desenvolvimento de Jair Bolsonaro ressalta ser inquestionável o fato de que a Petrobras se tornou a empresa mais endividada do mundo, ao final de 2015. E defende que a corrupção ocorrida no Brasil recente não seja apagada com a decisão judicial de Toffoli.

“Qual exemplo que queremos deixar para os nossos filhos, netos, para as pessoas que vivem no Brasil? O crime compensa? A corrupção deve ser, realmente, um mal endêmico e tolerado dentro da sociedade? Pessoas públicas estão acima do bem e do mal? Os poderosos sempre vencem?”, questionou Marinho.

O senador referiu-se às próximas eleições, ao defender que a indignação da população seja traduzida em voto, na hora da escolha dos representantes políticos. E respondeu seu questionamento inicial: “Todos nós temos a responsabilidade de incutir nas gerações futuras e, principalmente, no Brasil da atualidade, que o crime não compensa. Que valores éticos e morais são importantes e que o Estado deve servir ao Brasil, e não servir a um grupo político ou a uma corporação”, concluiu.

Diário do Poder

Reprodução

O Senador Rogério Marinho falou à imprensa sobre o processo que envolve o político, por suposta apropriação de dinheiro. Ele disse aos jornalistas que seus correligionários, eleitores e até mesmo opositores, podem ficar tranquilos que ele permanece como parlamentar no senado.

“Ontem nós tivemos uma notícia divulgada em praticamente todos os canais de comunicação do país de que eu havia perdido o mandato e os direitos políticos, em função de uma condenação em primeira instância, em um processo cívil…eu quero tranquilizar o estado do Rio Grande do Norte e todos aqueles que ao longo desse período na política tem confiança no nosso posicionamento, de que vamos continuar como senador da república por pelo menos sete anos e sete meses, até o final do mandato…”.

O senador disse ainda que isso contraria e desespera alguns adversários naturais no processo político. A decisão da justiça, em 1° instância, cabe recurso

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Antes mesmo de ser instalada oficialmente, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os atos golpistas de 8 de janeiro já deflagrou uma disputa acirrada entre governo e oposição na busca pelos principais cargos do colegiado. A oposição, que foi a principal articuladora do pedido da CPMI, promete não abrir mão de ter a relatoria do colegiado, considerado o cargo mais importante.

“A CPMI está consolidada e agora o governo agora vai tentar aparelhar e controlar a comissão. Não irá conseguir”, enfatizou ao Congresso em Foco o líder da Oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN).

A sessão do Congresso para a instalação do colegiado está marcada para ocorrer na próxima quarta-feira (26). Só após é que serão escolhidos os parlamentares que irão compor a estrutura do colegiado, divididos entre Câmara e Senado. As duas casas também se dividem entre os cargos mais importantes, que são a presidência e a relatoria. Nos bastidores, os parlamentares da oposição já admitem abrir mão da presidência, mas não da relatoria.

Essa, os opositores do governo Lula não querem perder a chance de comandar, ainda mais depois que o governo se viu obrigado a aceitar a instalação do colegiado. A mudança de postura do governo ocorreu que o general Gonçalves Dias deixou o comando do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), diante do vazamento de gravações das câmeras de segurança do Palácio do Planalto, que revelaram ele e outros oficiais do GSI circulando pelo prédio em meio à invasão, e interagindo com os vândalos.

 Congresso em Foco

Parlamentares de oposição ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articulam a derrubada de dois decretos do petista que alteraram regras previstas no Novo Marco do Saneamento Básico. Na semana passada, Lula assinou duas medidas que modificaram a regulamentação da lei do saneamento sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2020, após aprovação pelo Congresso Nacional.

Entre outros pontos, pelas novas regras editadas por Lula, empresas estatais poderão manter contratos sem licitação com municípios. O marco legal aprovado pelo Legislativo previa que novas contratações para a prestação de serviço só poderiam ser feitas por meio de abertura de concorrência, com igualdade de condições entre os setores públicos e privado. As informações são do portal G1.

As mudanças deixaram o setor privado apreensivo. A principal crítica diz respeito à quebra de diretrizes estabelecidas em lei, o que gera insegurança para as empresas. Diante da repercussão, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), apresentou na última segunda-feira (10) um projeto que suspende os efeitos dos decretos de Lula.

Na justificativa, o parlamentar lembra que o Novo Marco do Saneamento Básico foi questionado no Supremo Tribunal Federal, e que a Corte rejeitou ações que contestavam a lei. Rogério Marinho afirma ainda que a possibilidade de prestação de serviço por estatais sem licitação fere a legislação em vigor.

“Essa interpretação da lei não é possível por várias razões. A lei prevê a prestação direta apenas por ‘consórcios intermunicipais de saneamento básico, exclusivamente composto de municípios, que poderão prestar o serviço aos seus consorciados diretamente, pela instituição de autarquia intermunicipal’”, diz o senador.

A proposta de Rogério Marinho conta com apoio de outros integrantes da oposição, caso do senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil e atual líder da minoria no Senado.

“Não serei cúmplice de retrocessos do governo do PT. Assinei [a proposta de Marinho] que suspende efeitos da canetada que implodiu o Novo Marco do Saneamento. Os brasileiros não serão reféns de péssimos serviços enquanto as estatais empregam aliados”, disse Ciro Nogueira. Ainda não há uma previsão para a votação do projeto de Rogério Marinho no Senado.

 

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O líder da Oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN), encaminhou nesta sexta-feira (24) pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja incluído no Inquérito 4781, que apura a produção de desinformação contra o Judiciário. O motivo da notícia-crime é a fala do presidente de que a operação para desarticular um plano da facção criminosa PCC para matar autoridades era uma “armação” do senador Sérgio Moro.

Na quarta-feira, a Polícia Federal cumpriu uma série de diligências com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que “pretendia realizar ataques contra servidores públicos e autoridades, incluindo homicídios e extorsão mediante sequestro em pelo menos cinco unidades da federação”.

No dia seguinte, Lula duvidou dos fatos descobertos e atribuiu o trabalho da Justiça e da Polícia Federal a uma “armação” do senador Sérgio Moro.

“Questionar o trabalho desenvolvido pela Polícia Federal, pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, sem qualquer embasamento, é atentar contra as instituições republicanas. O direito à liberdade de expressão do Presidente da República não é absoluto”, afirma o pedido encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes.

“Tais episódios, relatados e provados, demonstram reprovável conduta adotada pelo Exmo. Senhor Presidente da República, de se utilizar das prerrogativas do cargo para divulgar informações falsas e, assim, desacreditar sérias investigações conduzidas pela Polícia Federal e acompanhadas pelo Poder Judiciário Federal, além de atentar contra o exercício do mandato parlamentar de um Senador da República”, acrescenta.

AGU

O senador Rogério Marinho também encaminhou representação à Advocacia Geral da União (AGU), responsável pela Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, instância destinada ao enfrentamento à desinformação sobre políticas públicas. Na peça, apresentou novas manifestações de Lula contra Sérgio Moro proferidas nesta semana.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da bancada de oposição no Senado Federal, disse que ainda espera que os líderes partidários se acertem para garantir ao grupo a presidência de comissões na Casa. O grupo —que se absteve de votar nas comissões decididas hoje— aguardará até a manhã desta quinta-feira (9) para a construção de um acordo.

“A bola está com esses blocos majoritários”, disse Marinho, que disse esperar apenas “bom senso” das negociações. Ele evitou dizer se o grupo, que reúne nomes do PL, Novo, PP e Republicanos, se contenta com cargos da vice-presidência em comissões.

Ele explicou a abstenção do bloco.“Nós da oposição nos ausentamos e preferimos não participar do processos de votação porque evidente que neste primeiro momento nós fomos preteridos e não foi levado em consideração a regra da proporcionalidade“. Outro participante da coletiva, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) disse que a obrigação recai sobre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“O que nós estamos buscando a pacificação, que é uma palavra bonita mas que não é algo só de discurso, tem que ter a prática”, disse. “E o próprio presidente do Senado falou essa palavra três vezes no seu discurso.”

O Antagonista

Os senadores Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Magno Malta (PL-ES) e Rogério Marinho (PL-RN) se reuniram na tarde desta sexta-feira (24.fev.2023) com a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Rosa Weber, para pedir que ela avalie a situação de extremistas presos por suposta participação nos atos de vandalismo em 8 de janeiro.

Os congressistas também solicitaram à Weber que haja uma mediação com o ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações envolvendo os suspeitos da invasão da Praça dos Três Poderes, para uma possível audiência com o magistrado.

Além disso, os 3 senadores, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pediram a liberação dos envolvidos que cometeram danos menores e também a transferência dos presos para os seus respectivos Estados.

Depois da reunião, Rogério Marinho, líder da Oposição no Senado, disse a jornalistas que outro pedido feito pelos congressistas é a “individualização das condutas” dos presos para separar aqueles que cometeram crimes durante o 8 de Janeiro e os apoiadores de Bolsonaro que estavam no Quartel General do Exército desde o final das eleições de 2022.

Em 16 de fevereiro, Marinho e outros congressistas da oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitaram o Complexo Penitenciário da Papuda para verificar a situação dos presos envolvidos nos atos extremistas de 8 de janeiro.

 Poder360

Foto: Sérgio Lima/Poder360

 

O senador Rogério Marinho (PL-RN) será indicado ainda essa semana para ser o próximo líder da oposição no Senado. O senador Rogério Marinho (PL-RN) será o líder da Oposição no Senado. O nome tem apoio da maioria do futuro bloco formado por PL, Republicanos e Progressistas.

Marinho perdeu a disputa pela Presidência do Senado contra Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O atual presidente conquistou a reeleição com 49 dos 81 votos no Senado, em 1º de fevereiro, e foi reconduzido para mais 2 anos na presidência da Casa. Com 32 votos, Marinho saiu da disputa como o nome da oposição ao governo Lula no Congresso.

O acerto ocorreu hoje depois da formação do bloco parlamentar entre PL, PP e Republicanos. O PL terá como próximo líder o senador Flávio Bolsonaro (RJ), filho do ex-presidente da República.

A indicação de Marinho ainda não foi oficializada. Por ora, o bloco formado por Progressistas e Republicanos tem 10 senadores. O PL ainda não integra a estrutura de oposição, mas o Poder360 apurou que as tratativas para que isso ocorra estão avançadas.

Assim ficaram estabelecidas as lideranças no Congresso até o momento:

  • Líder do Governo no Congresso: senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP);
  • Líder do Governo no Senado: senador Jaques Wagner (PT-BA);
  • Líder da Minoria no Senado: senador Ciro Nogueira (PP-PI);
  • Líder da Oposição no Senado: senador Rogério Marinho (PL-RN).

Poder 360

O senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) está perto de ter confirmado o apoio do PP à sua candidatura à presidência do Senado. Marinho tenta reunir em torno de sua candidatura o núcleo de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Casa, liderado pelo bolsonarismo. A CNN apurou que o PP deve confirmar nesta próxima semana o apoio à candidatura de Marinho.

O partido terá seis cadeiras no Senado a partir da próxima Legislatura. Somado com os 14 do PL, seriam 20 votos a favor do ex-ministro do Desenvolvimento Regional de Jair Bolsonaro (PL). Marinho espera contar ainda com o apoio do Republicanos, que terá três senadores.

Em princípio, esses três partidos devem formar a base principal de oposição a Lula no Senado. Dentre os seis senadores do PP, a CNN apurou que a expectativa das lideranças da própria sigla é de que todos sigam a orientação partidária e votem em Marinho. Pode haver, no entanto, defecções, já que o voto na eleição da presidência do Senado é secreto.

Um dos principais responsáveis pela articulação do PP é o ex-ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira (PI), ele próprio senador, líder da bancada do PP no Senado e presidente nacional da sigla.

Nos bastidores, Marinho diz que está aberto a conversas com todos os partidos, menos o PT. Senadores a par das negociações afirmam que estão “avançando bastante nas contas de voto e nessa articulação”. Marinho, senador de primeiro mandato eleito pelo PL do Rio Grande do Norte, é o principal bolsonarista na disputa pela presidência do Senado.

Além dele, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), que se classifica como independente, mas se alinha com as pautas bolsonaristas em diversas votações, também se lançou candidato. Este, porém, tem chances reduzidas na eleição, já que nem mesmo seu partido, o Podemos, o apoia oficialmente.

Os dois candidatos enfrentarão Rodrigo Pacheco (PSD-MG), atual presidente do Senado que busca se manter no posto por mais dois anos. Segundo relatos de diversos senadores à CNN, ele é o favorito na disputa. Ele conta com o apoio do governo Lula e de bancadas numerosas, como o PSD (que terá 13 senadores), o MDB (que terá dez) e o PT (que terá nove).

O grupo de Pacheco trabalha para que integrantes dos partidos aliados a Marinho fiquem ao seu lado. Também avaliam que Girão pode tirar votos de Marinho, se seguir na disputa, o que enxergam como benéfico a Pacheco por potencialmente dividir os opositores ao atual presidente do Senado. Apesar de o PP tender a apoiar um adversário de Lula no Senado, o partido conta com o filiado e presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (AL), cada vez mais próximo do presidente da República. Lira, inclusive, conta com o apoio do PT e do PL ao mesmo tempo na Câmara.

Questionado sobre a posição antagônica nas Casas, sob reserva, um senador do PP disse que isso está sendo tratado na medida do possível junto aos acordos já firmados.

20
dez

Rogério Marinho critica excessos do STF

Postado às 9:51 Hs

O senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) foi escolhido por seu partido para disputar a presidência do Senado, em eleição que vai ocorrer em fevereiro. Em entrevista à Gazeta do Povo, ele promete comandar a Casa com independência e diálogo com a Câmara dos Deputados, o futuro governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Marinho também comenta sobre a possibilidade de o Senado fiscalizar de forma mais incisiva o STF – uma atribuição dos senadores – e sobre a futura oposição a Lula.

Marinho considera que o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que deve ser candidato à reeleição, conduziu uma gestão omissa e complacente em relação a excessos cometidos por ministros do STF, a exemplo do inquérito das fake news e de decisões que atentaram contra a liberdade de expressão. “Nós somos candidatos a favor da liberdade de expressão, da liberdade de opinião, do restabelecimento da normalidade democrática”, afirma Marinho.

Na entrevista, o senador eleito manifesta o desejo de buscar um diálogo com o STF. Mas alerta para os “instrumentos” constitucionais e para “medidas subsequentes” caso o diálogo não prospere, e promete não abrir mão da “altivez necessária”, inclusive na relação com o governo eleito.

“Nós vamos perseguir o diálogo, a negociação, a conversa, a transigência como uma ação precípua. Essa é a espinha dorsal de nossa atuação”, diz Marinho. “Isso sem abrir mão da altivez necessária que o Parlamento precisa ter, uma vez que representa a vontade popular e a sua missão originária está amparada na Constituição, que é a de fiscalizar o poder Executivo na aplicação de recursos públicos e legislar, levando em consideração os anseios da sociedade”, afirma.

Marinho promete ainda retomar a “qualidade” do trabalho legislativo do Senado e o respeito à proporcionalidade partidária na distribuição de espaços da Casa.

Gazeta do Povo

Em sua redes sociais o senador eleito  agradeceu ao partido pela sua escolha para a Presidência do Senado em 2023. A bancada do PL na Casa anunciou a decisão nesta quarta-feira, 7, em coletiva de imprensa.

A eleição acontece em fevereiro do ano que vem, quando os senadores escolherão o presidente do Senado, que também preside o Congresso, pelos próximos dois anos. O atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve disputar a reeleição.

A provável candidatura de Rogério Marinho (PL) à presidência do Senado dificulta a ação de dois personagens fundamentais para a aprovação da PEC, que permite ao presidente eleito, Lula da Silva (PT), furar o teto de gastos para cumprir promessas de campanha em 2023. Rodrigo Pacheco (PSD) e Davi Alcolumbre (União Brasil) estão em divisão de poderes nos próximos dois anos.

Hoje, o cenário mais provável é uma vitória de Rodrigo Pacheco. Além de ser o atual presidente do Senado, o que por si só influencia na disputa, ele terá o apoio do novo Governo Lula. Mesmo se Rogério Marinho não se tornar um candidato viável, porém, terá alguma influência sobre o resultado. No mínimo, Pacheco será reeleito com menos votos do que gostaria e demonstrando menos força do que poderia. Aguardemos…

 

O líder do governo no Senado, senador Carlos Portinho (PL-RJ), garantiu que não há possibilidade de o PL apoiar o atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na eleição no início de fevereiro. De acordo com o parlamentar, na próxima quarta-feira (7), será “batido o martelo” sobre o candidato do partido à presidência do Senado.

“O PL vai ter um candidato, é para valer, e eu vejo uma disputa voto a voto, ninguém ganha por antecipação na presidência do Senado”, disse Portinho, em entrevista à CNN Brasil na sexta-feira (2). Segundo garantiu, não há a possibilidade de a legenda apoiar Pacheco. As informações são do Estadão.

“Há uma demanda da própria população, de fora para dentro, para que o Senado restabeleça seu tamanho, uma posição de maior harmonia entre os Poderes, que possa se apresentar e que não seja um Poder subalterno de outros”, declarou o parlamentar, que destaca haver muitas pautas paradas na Casa. “O Senado precisa trabalhar.”

O senador eleito Rogério Marinho (RN) é o favorito para a disputa. Portinho afirma que há uma preferência por “conversas isoladas” entre parlamentares da bancada e de outros partidos com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), para lançar Marinho. Conforme mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, a articulação para impedir a reeleição de Pacheco deve contar com o apoio do PP. Enquanto isso, o PT atua para costurar uma aliança na Casa, a favor de Pacheco, que inclua MDB, PDT e União Brasil.

A reunião do próximo dia 7 deve contar com a presença da futura bancada do PL e de senadores da atual legislatura. “É a bancada do PL que vai decidir de forma democrática e será consensual, sairemos unidos, aquele que será o nosso candidato”, afirmou.

Blog do Magno

A primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, em evento em Natal neste sábado (15), pediu votos para a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) e teceu críticas à campanha do ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O evento reuniu milhares de pessoas na avenida Itapetinga, bairro Santarém, zona Norte de Natal, e contou com a presença dos senadores eleitos Rogério Marinho (PL-RN), Teresa Cristina (PL-MS) e Damares Alves (PL-DF), além de deputados eleitos pelo Rio Grande do Norte.

“Estamos aqui para trabalhar para vocês e pedir para que multipliquemos os votos no dia 30. Precisamos continuar os nossos trabalhos, não por status, nem por poder, estamos aqui para concluir a missão que Deus nos confiou. Não acreditem naquele que fala que vai dar picanha porque não trouxe coragem para trazer água para o Nordeste. Tanto tempo eles ficaram no poder e não fizeram absolutamente nada. “, disse Michelle sendo aplaudida pela multidão em seguida.

 

Fotos: divulgação

 

Uma multidão na manhã deste sábado (15) prestigia o evento ‘Mulheres com Bolsonaro’, no bairro Santarém, Zona Norte de Natal. O evento conta com a presença da primeira-dama Michelle Bolsonaro, a senadora eleita pelo Distrito Federal, Damares Alves, ex-ministra da Família e dos Direitos Humanos.

Em sua fala ao público, Damares citou diversas ações em favor das crianças durante sua atuação no ministério do governo Bolsonaro.

O senador eleito pelo RN e coordenador da campanha de Bolsonaro no 2º turno no RN, Rogério Marinho, também estava presente, além do prefeito de Natal, Álvaro Dias e ainda a ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina, eleita senadora pelo MS.

Fontes: Tribuna do Norte e Blog do BG

Na Estimulada para o Senado Federal, a Pesquisa blog Gustavo Negreiros/Item Pesquisas Técnicas mostrou  Rogério Marinho na frente com 26% Carlos Eduardo tem 23% e Rafael Motta com 20%, em praticamente empate técnico.

Em seguida aparecem:

Pastor Silvestre 3,0%
Freitas Júnior 2,0%
Veterinária Shirlei Medeiros 2,0%
Dr. Geraldo Pinho 1,5%
Dário Barbosa 1,0%
Indecisos, brancos e nulos 21,5%.

OBS: Marcos do MBL e Marcelo Guerreiro não foram citados na amostra mas podem oscilar na margem de erro.

Na Espontânea para o Senado Federal, a Pesquisa blogue Gustavo Negreiros/Item Pesquisas Técnicas mostrou a liderança de Rogério Marinho com 19,5%. Carlos Eduardo aparece com 17% em empate técnico com Rafael Motta que tem 14,5%.

Em seguida aparecem:

– Dario Barbosa 1,0%
– Dr. Geraldo Pinho 1,0%
– Freitas Junior 1,0%
– Pastor Silvestre 1,0%
– Veterinária Shirlei Medeiros 1,0%
– Outros nomes citados 1,0%
– Indecisos, brancos e nulos 43,0%

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de setembro ouvindo 1.600 pessoas em 12 microrregiões do RN com margem de erro de 2,45%. A pesquisa está sob o registro N° RN-06313/2022 no TRE/RN e BR 08469/2022 no TSE.

A pesquisa  mostra que, para senador, o Ex-Ministro Rogério Marinho (PL) aparece com 27,12%; seguido do Ex-Prefeito de Natal (RN) Carlos Eduardo (PDT), com 26,76%, na consulta Estimulada. Depois, surge o deputado federal Rafael Motta (PSB), com 10,41%, estagnado na casa dos dez pontos percentuais.

Os percentuais alcançados por outros seis candidatos ao Senado Federal são os seguintes: Pastor Silvestre (PMN), 0,71%; Freitas Júnior (PSOL) e Shirley Medeiros (DC), 0,59%; Dario Barbosa (PSTU), 0,41%; Marcos do MLB (UP) e Geraldo Pinho (Podemos), 0,06%. Marcelo Guerreiro (PRTB) não foi citado.

Os eleitores que não votam em nenhum dos dez candidatos ao Senado são 15,35% e não sabe dizer, 17,94%.

Na pergunta Espontânea da pesquisa TN/Difusora/Consult mais recente, os percentuais dos candidatos a senador foram estes: Rogério Marinho15,47%Carlos Eduardo10,76%Rafael Motta3,06% e Freitas Júnior, 0,18% e Pastor Silvestre, Marcos do MBL e Dario Barbosa, 0,06%.

Outros índices da sondagem espontânea: nenhum dos candidatos, 11,59% e não sabe dizer, 58,71%. Em “outro” candidato, 0,06%.

Registro

A pesquisa TN/Difusora/Consult ouviu 1.700 eleitores em todo o Rio Grande do Norte. Os resultados estão sujeitos a um erro máximo permissível de 2,37%, com confiabilidade de 95%. A realização da pesquisa em sua etapa de campo ocorre entre os dias 08 e 11 de setembro.

O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral tem os protocolos BR 00819/2022 e RN 02162/2022.

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