A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (4), a importação temporária e excepcional da vacina Sputnik V, da Rússia, e da vacina Covaxin, da Índia, mas com restrições para o uso de ambos os imunizantes no país. Grávidas, pessoas com doenças crônicas não controladas, pessoas com HIV e com histórico de anafilaxia pós-vacinação não devem tomar a vacina. (Veja abaixo outras contraindicações) Anteriormente, o órgão rejeitou a importação de ambos os imunizantes, mas passou a discutir a possibilidade de aprovar o uso da Sputnik V após pressão de governadores do Nordeste, que já fizeram acordos com a Rússia para mais de 67 milhões de doses da Sputnik e por considerar lenta a vacinação no país e a necessidade de mais doses. O Ministério da Saúde já reservou mais de 20 milhões de doses da Covaxin e aguarda a autorização da Anvisa para importar as doses.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) agendou para esta sexta-feira duas análises de vacina contra a covid-19: a da russa Sputnik V, referente a um novo pedido de importação apresentado por governadores, e a da indiana Covaxin, cuja solicitação para autorização de uso foi feita pelo governo federal. Cinco diretores da Anvisa têm direito a voto e, segundo noticiou hoje o Blog do Tales, no UOL, essa aprovação deve ocorrer, pois três diretores estão decididos a autorizar a importação das vacinas. Entretanto, eles “pressionam a área técnica, especialmente a de Medicamentos, por um relatório menos restritivo”. O jornalista informa que ainda há restrições em relação à vacina russa, pois “segundo analistas não teria avançado no sentido de superar as restrições apresentadas anteriormente pela agência”.
O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (10) que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) explique em 48 horas o que está faltando para a importação excepcional e temporária da vacina russa contra a covid-19, a Sputnik V. A decisão atende a pedido do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). “Preliminarmente, informe a Anvisa, em 48 horas, de maneira pormenorizada, quais os documentos faltantes para uma análise definitiva do pedido de autorização excepcional e temporária de importação e distribuição da vacina Sputnik V, subscrito pelo estado do Maranhão, sem prejuízo de franquear-lhe, de imediato”, afirmou Lewandowski na decisão. Nesta terça-feira, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, será ouvido na CPI da Covid no Senado, que investiga possíveis omissões do governo Bolsonaro e desvio de verbas de estados e municípios no enfrentamento à pandemia de covid-19.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski definiu, hoje, prazo até o fim deste mês para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decida sobre a “importação excepcional e temporária” de doses da vacina Sputnik V.

O ministro tomou a decisão em uma ação protocolada pelo governo do Maranhão, que diz ter negociado 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

Na decisão, Lewandowski determina que a decisão seja tomada em até 30 dias, a contar do último dia 29 de março. Se forem incluídos no prazo os fins de semana e feriados, a data limite será o dia 28 de abril.

Lewandowski diz que, se o prazo for descumprido, o Maranhão fica automaticamente autorizado a importar e distribuir as doses da Sputnik V, “sob sua exclusiva responsabilidade, e desde que observadas as cautelas e recomendações do fabricante e das autoridades médicas”.

A Anvisa já recebeu dois pedidos de autorização de uso emergencial da Sputnik V – o primeiro foi apresentado ainda em janeiro, mas a agência considerou que faltavam documentos. O segundo pedido foi feito em 26 de março, mas a Anvisa ainda não deu resposta e suspendeu a análise.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) convocou os governadores dos 11 Estados interessados em importar a vacina russa Sputnik V para explicar em detalhes as dificuldades que o órgão regulador vem enfrentando para avançar com a autorização para o uso emergencial do imunizante no país.

A proposta inicial da agência é que a reunião aconteça na terça-feira (6), mas a confirmação vai depender das agendas dos governadores. Manifestaram interesse em comprar as vacinas os governadores de Acre, Bahia, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Pernambuco, Pará, Sergipe e Rondônia.

O Ministério da Saúde autorizou no final da tarde desta quinta-feira (11) a assinatura de um contrato para a aquisição de 10 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Sputnik V no segundo trimestre deste ano. A autorização acabou por gerar um impasse com estados do Nordeste, pois ocorre na véspera de o governador da Bahia, Rui Costa (PT), fechar um contrato com o Fundo Soberano da Rússia para a aquisição de pelo menos 20 milhões de doses para seu estado e outros estados da região.

O motivo é que o governador da Bahia, Rui Costa, anunciou que fechará na manhã desta sexta-feira um contrato de compra e venda com o Fundo. Isso fez com que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ele conversassem nessa noite. Segundo o governador, Pazuello disse ter interesse em fazer a compra de todas as doses possíveis e teria pedido que ele intermediasse a compra com o fundo.

“O ministro informou que comprou as 10 milhões de doses da Sputnik e eu disse a ele que independentemente disso nós vamos assinar o contrato. Ele falou então que o Ministério tem interesse em adquirir todas as doses que o fundo tiver disponível”, disse Costa à CNN.

“Falei para ele que faria essa intermediação, mas que pretendia comprar as 20 milhões de doses pois temo perder a oportunidade dessa compra”, disse Rui Costa, que disse ainda que o fundo russo teria 39 milhões de doses disponíveis para o Brasil. Os dois deverão voltar a se falar nesta sexta-feira.

Sobre a Pfizer, o ministério da Saúde informou que se reuniu com representantes da farmacêutica hoje para definição dos últimos termos do contrato, mas que ele não foi assinado. A expectativa é de que isso ocorra nesta sexta-feira.

CNN BRASIL

Poucas horas após o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) preste informações, em até 72h, sobre a análise de um pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V, desenvolvida pela Rússia para o combate à Covid-19, um encontro com representantes da farmacêutica União Química foi marcado. Integrantes da Anvisa se reúnem com representantes da farmacêutica União Química, responsável pela produção da Sputnik V na América Latina, nesta quinta-feira (21/1). A pauta da reunião será o pedido de uso emergencial do imunizante no país.
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