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O deputado estadual Vivaldo Costa não descarta a possibilidade de assumir o Governo do Estado em um mandato-tampão, caso a governadora Fátima Bezerra se desincompatibilize do cargo para disputar o Senado. Fora da corrida pela reeleição, Vivaldo poderia encerrar sua longa trajetória política exatamente onde já esteve: no comando do Executivo estadual.
Mais do que um gesto pessoal, a eventual ascensão de Vivaldo abriria espaço para uma composição política de grande impacto. Ele poderia funcionar como elo de ligação de um acordo amplo que unisse forças hoje espalhadas, formando uma chapa majoritária com Allyson Bezerra para o governo, Fátima Bezerra para o Senado e Zenaide Maia ocupando a outra vaga.
O peso de Vivaldo nesse desenho está justamente na ausência de arestas. Ele mantém boa relação com Zenaide Maia, João Maia, José Agripino e com o próprio Allyson Bezerra. Em um ambiente político marcado por disputas e ressentimentos, Vivaldo aparece como figura de equilíbrio, capaz de dialogar com todos os lados.
Seria, sem exagero, o fiel da balança de uma articulação que mudaria completamente o tabuleiro político do Rio Grande do Norte. O vice? Esse ficaria para depois. Só essa composição, por si só, já seria suficiente para estremecer o Estado e redesenhar a sucessão de 2026.
Robson Pires

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