O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), voltou a demonstrar o peso que tem na política da capital e do Rio Grande do Norte. Seu nome passou a ser tratado, com cada vez mais naturalidade, como uma possibilidade real dentro do campo da direita, mexendo de forma direta com o cenário político estadual e provocando repercussão imediata nos bastidores.

Até pouco tempo, eram raros os nomes que aceitavam assumir o comando do Estado com a saída da governadora Fátima Bezerra. Esse cenário começa a mudar a partir do momento em que o nome de Álvaro entra no radar. O jogo virou. Lideranças políticas, analistas e aliados passaram a reconhecer a capacidade de articulação do ex-prefeito, considerado por muitos o melhor gestor que Natal já teve, com altos índices de aprovação administrativa.

Álvaro Dias surge como candidato natural ao Governo do Estado. Em um eventual cenário de assumir o governo, ele teria, segundo aliados, plena capacidade de reorganizar a máquina pública, colocar o Estado nos trilhos e construir um projeto sólido para disputar a reeleição. Essa possibilidade, inclusive, já começou a incomodar adversários e a provocar reações nos bastidores.

Nas últimas horas, o assunto dominou as conversas nos alpendres das casas de veraneio do litoral potiguar. Não se fala em outra coisa. A leitura predominante é de que Álvaro é forte, tem lastro político, respaldo popular e trânsito entre diferentes forças do campo conservador e de centro-direita. E o mais importante: muita coisa ainda pode acontecer nas próximas horas.

Apesar da força do seu nome, Álvaro mantém o estilo que sempre o caracterizou. Não toma decisões isoladas. Pessoas próximas garantem que ele não dará um passo sequer sem ouvir seus aliados, respeitando o conjunto de alianças construídas ao longo da vida pública. Álvaro é visto como um líder que valoriza o companheirismo político, o diálogo e a lealdade, marcas que reforçam ainda mais sua musculatura política neste momento decisivo.

O fato é que Álvaro Dias voltou ao centro do jogo. E quando ele se movimenta, o cenário muda.

“Para tomar essa decisão eu preciso conversar com Rogério, Styvenson e Paulinho”, afirmou Álvaro, citando o senador Rogério Marinho (PL), o senador Styvenson Valentim (PSDB) e o prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil). A postura reforça o perfil de Álvaro como líder que valoriza alianças, companheirismo político e construção coletiva, evitando movimentos isolados. Nos bastidores, cresce a avaliação de que, caso avance, sua decisão será fruto de consenso e não de aventura pessoal.

 

Seja o primeiro a comentar


Poste seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados com *