O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, confirmou publicamente sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte e admitiu a possibilidade de renunciar ao cargo antes de abril, prazo legal de desincompatibilização para quem pretende disputar o Executivo estadual. Segundo ele, a decisão será tomada no tempo político adequado, mas o projeto está mantido.

Allyson também comentou o fato de ter sido alvo de mandado de busca e apreensão em operação da Polícia Federal. De acordo com o prefeito, a ação judicial não muda em absolutamente nada o planejamento político traçado para 2026. Ele afirmou estar tranquilo, confiante e disse que seguirá trabalhando para viabilizar sua candidatura ao Governo do Estado.

O prefeito reforçou que não vê qualquer impedimento jurídico ou político que inviabilize seu projeto, sustentando o discurso de que a investigação não interfere na sua trajetória nem na construção da pré-candidatura. Para Allyson, o momento é de manter a agenda administrativa em Mossoró e, paralelamente, ampliar o diálogo político no estado.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), negou nesta quarta-feira 28 que tenha recebido propina de empresários, um dia depois de a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Mederi, em que o gestor é apontado como integrante de um esquema de desvio de recursos da saúde.

“Eu nunca recebi, pedi qualquer tipo de vantagem, qualquer tipo de valor. Nunca tive qualquer tipo de diálogo com essas pessoas envolvendo esse tipo de recurso, de contrato, de benefício pessoal dentro da Prefeitura de Mossoró. Nunca solicitei para que ninguém ligado a mim fosse ter esse tipo de contato, esse tipo de conversa. E reafirmo aqui, para o povo do estado do Rio Grande do Norte, que não tenho nenhum tipo de envolvimento em nenhuma dessas práticas”, afirmou Allyson, em entrevista à rádio 96 FM.

 

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