21
ago

Brasil tem número recorde de inadimplentes

Postado às 21:00 Hs

O Brasil nunca teve tantos inadimplentes. Em julho, o total de brasileiros com dívidas em atraso chegou a 63,4 milhões, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), contingente quase equivalente à população da Itália. O número assusta, porque a série histórica mostrava uma melhora na inadimplência de março a setembro de 2017, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil. No entanto, a reversão das expectativas da economia afetou essa trajetória.

Os mais pobres ainda são os que mais devem, mas é entre as famílias de maior renda que a inadimplência tem resistido, indica a mais recente pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Enquanto o porcentual de famílias de menor renda com dívidas pendentes caiu de 29%, em julho de 2017, para 26,7%, agora, no grupo com renda superior a dez salários mínimos, o índice de inadimplentes alcançou 10,8%, ante 10,6% do mesmo mês do ano passado.

22
ago

Nas alturas

Postado às 13:00 Hs

País tem 59,4 milhões de inadimplentes, mostra pesquisa. Uma pesquisa inédita do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que será divulgada nesta terça-feira. mostrou que entre as pessoas com contas em atraso em até 90 dias, 26% ainda culpa a perda do emprego pelo calote e outros 14% apontaram a queda na renda como causa. A pesquisa foi feita em todos os estados do país e entrevistou 600 pessoas. Em anos anteriores da pesquisa, o desemprego foi apontado por 28% dos entrevistados (2016) e 33% (em 2015) como maior culpado pelo atraso nas contas.
03
nov

Campanha

Postado às 19:33 Hs

TCM lança campanha para inadimplentes com descontos de até 50%

 

     O mês de novembro é o mês em quem a TCM (TV Cabo Mossoró) completa 14 anos de fundação e aproveita a comemoração para lançar várias campanhas, dentre elas uma especial para os assinantes inadimplentes. Aqueles que estiverem com débitos poderão renegociá-los com descontos que variam entre 10 e 50%. Além disso, o assinante não terá nenhum custo para religar a assinatura e poderá, assim como os adimplentes, concorrer a vários prêmios que serão sorteados no dia 29, dia do aniversário da empresa.

Via Correio Braziliense

A inadimplência atingiu em cheio os devedores das linhas de crédito mais caras do mercado. De acordo com dados do Banco Central, os débitos em atraso de mais de 90 dias, em maio, chegaram 14,9% no cheque especial — ante 14,45% de abril — e a 37,47%, no rotativo do cartão de crédito — em relação aos 36,42% do mês anterior. As taxas médias de juros das duas modalidades estão em 311,34% e 471,34% ao ano, respectivamente, as maiores da série histórica do BC.

Para Silvio Bianchi, especialista financeiro da DSOP, esses dois tipos de dívidas são as piores existentes, devido às elevadas taxas de juros. “Elas crescem de forma exponencial todos os meses”, explica. Que o diga o técnico em informática Felipe Nogueira, 26 anos. Sem dinheiro, ele se enrolou ao usar o limite de crédito de sua conta-corrente. No início deste ano, a dívida era de R$ 1 mil e, por conta dos juros, até hoje não conseguiu se livrar do débito. “Já haviam me alertado para o perigo de usar o cheque especial, mas, na época, não tinha como pagar algumas contas sem utilizá-lo”, lamenta.

SEM CONSUMISMO – Bianchi aconselha que, em momentos de insegurança por causa do desemprego crescente e da queda de renda, as pessoas tentem frear a tendência consumista. Na opinião dele, todo cuidado é pouco para não cair na tentação de gastar mais do que se tem. “Para a maioria das pessoas, tudo vira necessidade, mesmo comprando coisas que, provavelmente, não precisam. São tantas parcelas no cartão que não vão conseguir pagar”, comenta.

Foi o que ocorreu com a estudante de comunicação social Marina Ferreira. Quando fez o cartão de crédito, há um ano, só pensava em comprar roupas em uma loja específica, mas, com a crise econômica, passou a usá-lo em despesas cotidianas e acabou e extrapolando os gastos. “Usei tanto no supermercado quanto para pôr gasolina ou comer na rua. Isso foi virando uma bola de neve, até o momento em que fiquei com o nome sujo”, frisa.

Um estudo da Serasa Experian revela que 59.470.359 pessoas estavam inadimplentes no país em maio de 2016, cerca de 1,3 milhão a menos na comparação com abril do mesmo ano, quando o índice bateu recorde histórico de consumidores com dívidas atrasadas (60.730.403). É a primeira queda desde dezembro de 2014. O valor total das dívidas atrasadas verificadas em maio/16 soma R$ 264,2 bilhões. Os jovens de 18 a 25 anos, que ocupam o segundo lugar no ranking de brasileiros negativados com 9,3 milhões de pessoas em maio/16, foram os que mais se esforçaram para pagar o que deviam (15,8% em abril x 15,6% em maio de 2016).

Segundo os economistas da Serasa Experian, este movimento revela o esforço dos consumidores para renegociar dívidas e sair da inadimplência.

Para eles, são duas as condições que possibilitaram às pessoas regularizarem as dívidas: elas buscaram linhas de crédito ou sacaram o dinheiro da caderneta de poupança. De acordo com informações do Banco Central, as retiradas da poupança superaram os depósitos em R$ 42,6 bilhões entre janeiro e junho de 2016. Ainda segundo os economistas, apesar da queda na representação dos jovens na inadimplência em maio deste ano, o desemprego, a falta de experiência no crédito e a maneira impulsiva de ir às compras estão entre os principais fatores que levam este grupo a atrasar dívidas.

dez 3
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