Com o fiasco da “nova política” nos governos estaduais e o escanteio do PSL em favor do Centrão no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro volta ao seu habitat político e apoia o “velho” também nas eleições municipais. Mas, assim como o “novo” não funcionou nos governos e no Congresso, o “velho” não está dando para o gasto na disputa pelas prefeituras. Entre o “velho” e o “novo”, tem prevalecido a experiência e a confiança. Os “novos” e meteóricos Wilson Witzel, juiz de carreira eleito no Rio pelo PSC, e Carlos Moisés, bombeiro militar eleito em Santa Catarina pelo PSL, estão deixando a política pela porta dos fundos, afastados dos governos dos seus estados pelas vias política e jurídica. Não têm experiência e cancha para a complexidade da política e, aparentemente, não entraram nela apenas “por ideologia” e “pelo bem comum”…
A reaproximação entre Jair Bolsonaro e o PSL deu gás a uma articulação interna entre os grupos rompidos. O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, incumbiu o deputado federal Felício Laterça (RJ) de ouvir os deputados bolsonaristas e tentar fechar as feridas abertas desde 2019. Laterça foi escolhido por Bivar por ter se indisposto menos com o grupo de Carla Zambelli, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Bia Kicis, Daniel Silveira e companhia. Os principais nomes da chamada “ala bivarista”, como os deputados federais Júnior Bozzella e Joice Hasselmann e o senador Major Olimpio, estão insatisfeitos com a reaproximação. Eles foram os mais atacados pela militância bolsonarista após o rompimento de Bolsonaro. RECONCILIAÇÃO – “Minha missão é entender o sentimento geral e aplacar os ânimos. Amanhã se a gente entender que é benéfico termos de novo do presidente conosco novamente, tudo bem. Mas uma coisa é ter o presidente de volta. Outra coisa é ter os deputados bolsonaristas”, diz Laterça.

Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro convocou deputados federais bolsonaristas para uma reunião nesta quarta-feira (26), no Palácio da Alvorada, para discutir o futuro partidário do grupo. Segundo parlamentares ouvidos pela CNN, a principal tendência atualmente é voltar para o PSL.
O encontro ocorrerá após o presidente retornar da viagem oficial à Minas Gerais. A reunião não constava na agenda oficial de Bolsonaro até a manhã desta quarta-feira, mas foi confirmada à coluna por quatro parlamentares bolsonaristas que foram convidados.

Foram chamados para a conversa os deputados bolsonaristas que são filiados ao PSL, mas estão suspensos das funções partidárias pela cúpula da sigla. Antes do encontro, esses parlamentares devem se reunir individualmente com o líder da legenda na Câmara, Felipe Francischini (PR).

A negociação prevê que, de um lado, os bolsonaristas deverão desistir do Aliança pelo Brasil, partido que tentam criar, e das ações na Justiça contra a atual direção do PSL. Do outro, a direção da legenda revogará a suspensão de deputados federais.

Esses parlamentares federais voltariam a ser filiados ao PSL normalmente, com todos os direitos e deveres partidários. Bolsonaro, porém, só deve se filiar de volta ao partido em dezembro, porque não quer participar das eleições municipais.

CNN Brasil

Por Andréia Sadi / G1

Deputados bolsonaristas procuraram recentemente a cúpula do PSL em busca de um acordo para garantir a revisão da suspensão, feita pelo partido, de 12 parlamentares. O fim da suspensão garantirá a liberação desses deputados para participar de atividades na Câmara, como ocupar cadeiras nas comissões e cargos de liderança.

A informação foi confirmada ao blog pelo deputado federal Luciano Bivar (PE), presidente do partido. Na semana passada, Bolsonaro anunciou, durante uma live, que cogitava voltar para o PSL. O presidente e seus familiares romperam com a cúpula do PSL em meio a uma briga pelo controle do fundo partidário e anunciaram a criação do Aliança Brasil. O novo partido, no entanto, ainda não vingou oficialmente.

NEGOCIAÇÃO – Procurado pelo blog, Bivar confirmou que existe uma negociação, mas afirmou que ficaria estranho o partido aceitar os pleitos bolsonaristas e o grupo continuar com o projeto da Aliança. “Existe uma negociação de deputados que vieram aqui falar comigo, outros que foram ao Planalto. Na política, não se pode fechar vetores”.

Apesar da fala oficial de Bivar, bivaristas acreditam ser difícil a retomada pacífica da relação, principalmente se a condição bolsonarista envolver o fundo partidário milionário a que o PSL tem direito. O dinheiro, público, serve para manutenção do partido, e o seu controle foi o principal motivo da briga que levou ao divórcio de Bivar com Bolsonaro.

Apesar disso, de olho nas futuras eleições e na estrutura de um partido já montado, Bolsonaro procurou Bivar há cerca de um mês. Falaram pelo telefone, e o presidente disse que era preciso pensar no país. Bivar concordou, mas disse que, por conta da pandemia, uma conversa pessoalmente ficava difícil. As negociações por telefone, no entanto, continuam.

A Executiva Nacional do PSL decidiu pela suspensão de 14 deputados da legenda que são alvos de processo no Conselho de Ética do partido. O deputado Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, é quem recebeu a maior punição e pode ser suspenso das atividades partidárias por um ano. No total, 14 deputados tiveram os pedidos de suspensão aceitos e quatro foram advertidos. A decisão, contudo, não tem efeito imediato e precisa ser referendada pelo Diretório Nacional da legenda, que se reúne na próxima semana. Se mantida, o filho do presidente perde a liderança do PSL na Câmara e todas as cadeiras que ocupa nas comissões temáticas da Casa.

Em meio ao anúncio da saída de diversos filiados – entre eles o presidente Jair Bolsonaro –, o PSL reconduziu, hoje, o deputado federal Luciano Bivar (PE) à presidência da sigla por mais dois anos.

Houve uma única mudança na Executiva do partido: o deputado federal Júnior Bozzella (SP) assume a 2ª vice-presidência, cargo que estava vago desde a saída do ex-ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral). Era uma função ligada ao grupo político de Bolsonaro. De acordo com o senador Major Olímpio, a eleição da nova Executiva “fortalece a estrutura do partido e de todas as suas formalidades com o TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”.

O racha na legenda ficou explícito depois de Bolsonaro afirmar a um correligionário, no Palácio da Alvorada, que Bivar estava “queimado para caramba” em seu Estado, Pernambuco. O presidente e seus apoiadores afirmam que “falta transparência” na sigla.

Major Olímpio disse que foram disponibilizadas “todas as formas das contas do partido no TSE”. “O que precisar consultar, até especificamente o tipo de nota fiscal, está sendo disponibilizado. Então, isso dá uma tranquilidade para o partido tocar o dia a dia”, afirmou o senador a jornalistas que aguardavam o fim da convenção no lado de fora do local, em Brasília.

A eleição da Executiva tem sido feita a cada 2 anos. Hoje, houve chapa única. Ou seja, os membros do PSL poderiam votar na chapa ou em branco. Porém ampla maioria votou na de Bivar.

O presidente do PSL, Luciano Bivar, afirmou em entrevista ao programa Em Foco, da GloboNews, que será “muito bom” se o deputado Eduardo Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro deixarem os diretórios regionais do PSL. Os dois parlamentares são filhos do presidente Jair Bolsonaro. Eduardo é o presidente do PSL de São Paulo, e Flávio, do PSL do Rio de Janeiro. A entrevista com Luciano Bivar vai ao ar nesta quarta-feira (6) na GloboNews, às 21h30. “Eles estão constituindo outro partido. Então, seria muito mais confortável para ele, que já está na construção desse novo partido, deixar que o PSL começasse a articular suas eleições para 2020. Eu acho que seria muito bom para Flavio, Eduardo e muito bom para o PSL”, afirmou Bivar.

“O ideal agora é como se fossem gêmeos xifópagos [ligados entre si por uma parte do corpo]. Precisa separar. Cada um segue seu destino”. Essa foi a declaração do presidente Jair Bolsonaro ao comentar a crise no PSL. O partido está dividido entre um grupo ligado à família Bolsonaro e uma ala próxima do deputado Luciano Bivar (PE), presidente nacional da sigla.

Embora tivesse levantado na sexta-feira, dia 25, a possibilidade de se tornar “um presidente sem partido” se a crise no PSL não se resolver, nesta segunda-feira, dia 28, afirmou que a melhor solução é criar um novo partido, descartando a possibilidade de ir para o Patriotas. “Eu não teria dificuldade em criar um partido nesse sentido. Mas gostaria que fosse pacificado tudo”, disse.

PDN – Segundo ele, um bom nome para a agremiação seria Partido da Defesa Nacional ou PDN. “É um nome bonito, né? Tem que ser um nome que agregue”, disse. O presidente também ironizou a possibilidade de candidatura à Presidência da deputada federal Joice Hasselmann, que pertence ao grupo bivarista do PSL: “Boa sorte para ela. É fácil!”.

Embora reconheça que a deputada ajudou na articulação das pautas do governo no Congresso, disse que ela “se precipitou”. “Eu quero transparência. Porque se acontecer qualquer coisa errada nas contas do PSL, quem vocês vão culpar? Eu, que sou só um filiado.”

“SEM INTERFERÊNCIAS” – Bolsonaro disse também que pretende interferir o mínimo possível nas eleições municipais do ano que vem. “Se eu fecho com alguém, começo a perder apoios, e não quero perder apoios. Tenho objetivo de governar o Brasil”, afirmou. O presidente viajou dos Emirados para o Catar, de onde irá à Arábia Saudita.

Em Abu Dhabi, ele participou de reuniões com empresários e apresentou projetos brasileiros de privatização e investimentos em infraestrutura e no setor de óleo e gás.

Folha

Confirmado líder do PSL na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) anunciou na noite desta terça (22) que desistiu da embaixada brasileira em Washington, mas negou que a conquista da liderança do partido tenha sido o fator determinante para a decisão. O anúncio foi feito pouco antes do encerramento da votação do acordo entre EUA e Brasil sobre a base de Alcântara (MA). Eduardo subiu ao plenário como líder do partido e usou seu tempo para justificar a escolha. Lembrando que foi eleito por 1,84 milhão de pessoas, Eduardo disse que o comunicado iria decepcionar os que torciam por sua ida aos Estados Unidos, achando que, assim, ele ficaria distante da vida política brasileira.

Os cinco deputados do PSL que tiveram suas atividades suspensas pela cúpula do partido pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ordene ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que se abstenha de anotar nos registros da Câmara dos Deputados o desligamento temporário dos parlamentares. O pedido é assinado pelo advogado Admar Gonzaga, que também defende o presidente Jair Bolsonaro em outras demandas.

Os parlamentares suspensos são Carla Zambelli (SP), Filipe Barros (PR), Bibo Nunes (RS), Alê Silva (MG) e Carlos Jordy (RJ).

Em uma investida contra o grupo bolsonarista, a cúpula do PSL decidiu aumentar o número de integrantes do partido com direito a voto nas decisões da sigla e suspender cinco deputados federais das atividades partidárias.

As decisões foram anunciadas pelos líderes do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), e no Senado, Major Olimpio (SP), após reunião da direção nacional da legenda em um centro empresarial de Brasília.

Para Gonzaga, “diante dos elementos aqui narrados, que se consubstanciam em decisão tirânica, ausente de fundamentação, em desacordo com o Estatuto do partido, alheia à legislação, ferindo de morte o contraditório e ampla defesa, é que os impetrantes vêm à esse eg. Supremo Tribunal Federal requerer que referida penalidade sequer seja anotada nos registros da Câmara dos Deputados”.

“A atuação preventiva dessa eg. Corte Suprema se justifica diante da urgência acima exposta e, ainda, da manifesta violação ao direito líquido e certo de terem preservada a integridade do mandato parlamentar, pelas razões acima expostas, suficientes para a concessão de medida liminar e, ao final, concessão da segurança”, anota.

Estadão Conteúdo

O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, assinou a destituição do senador Flávio Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro do comando do partido no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente. A informação é da revista Crusoé.

Os filhos do presidente Jair Bolsonaro ainda não foram notificados oficialmente da decisão. De acordo com aliados de Bivar, no lugar de Flávio assumirá o deputado federal Sargento Gurgel, atual coordenador geral da bancada fluminense na Câmara. Já o substituto de Eduardo deve ser o deputado federal Júnior Bozzella, que vem atuando como porta-voz da ala bivarista na Casa.

A decisão deve agravar ainda mais a crise interna enfrentada pelo PSL. Nesta quinta-feira (17), Bolsonaro substituiu a liderança do governo no Congresso. No lugar da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) foi colocado o senador Eduardo Gomes (MDB-GO).

Jovem Pan

A cúpula do DEM articula com o grupo político ligado ao presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), uma possível fusão entre os dois partidos. Na noite de terça-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), disse a líderes do Centrão – bloco formado por DEM, PP, PL, Republicanos e Solidariedade – que, se o presidente Jair Bolsonaro sair mesmo do PSL, as negociações com a sigla comandada por Bivar podem avançar.  A “inconfidência” de Maia foi feita durante churrasco oferecido por ele ao deputado Alexandre Frota (SP), que comemorava 56 anos. Frota foi expulso do PSL em agosto, após criticar Bolsonaro, e se filiou ao PSDB. Na festa, ocorrida na residência oficial da Câmara, estavam integrantes do chamado “PSL bivarista”, além de políticos de outros partidos.
A cúpula do PSL avaliou, durante conversas no fim de semana, a possibilidade de liberar o presidente Jair Bolsonaro, os filhos dele – deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e senador Flávio Bolsonaro (RJ) – além de cerca de 20 parlamentares considerados infiéis para saírem do partido desde que assinem um compromisso público dizendo que abrem mão do dinheiro do fundo partidário. Houve discussão também sobre a expulsão de dois deputados do partido: Bibo Nunes (RS) e Alê Silva (MG). “Vamos propor um desafio púbico à Karina Kufa e ao Admar Gonzaga [advogados que defendem Bolsonaro]. Já que o presidente é contra o fundo eleitoral e partidário nas campanhas, e os deputados signatários também são, a narrativa é que o problema não é o dinheiro. Queremos que eles assinem um documento público com valor jurídico – do presidente, Eduardo, Flávio e todos os 20 deputados
O PSL tenta acertar uma reunião de lideranças do partido com o presidente Jair Bolsonaro para tentar debelar a crise que pode resultar na saída do presidente. O senador Major Olímpio (PSL-SP) disse que algumas lideranças vão se reunir no início desta semana com Bolsonaro para pedir uma definição sobre seu futuro no partido. O senador participou da celebração da missa solene da padroeira no Santuário Nacional de Aparecida, na manhã deste sábado – o presidente participaria de outra missa às 16 horas. Segundo ele, depois que a crise se tornou pública, ele e o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, não conversaram a respeito com o presidente. “Não tivemos oportunidade de conversar. Possivelmente conversamos no início da semana, a partir de segunda-feira. Talvez a gente converse em São Paulo. Espero que avance positivamente.”
O presidente Jair Bolsonaro diz estar decidido a deixar o PSL, mas busca uma saída jurídica para desembarcar do partido. O recado foi dado por ele a deputados e advogados em reunião na tarde desta quarta-feira, dia 9, no Palácio do Planalto. O anúncio de mudança de partido, contudo, não deve ser feito imediatamente. A equipe jurídica que assessora o presidente trabalha agora na construção de uma saída para evitar que os deputados aliados que queiram migrar de legenda, com Bolsonaro, percam seus mandatos por infidelidade partidária. Na bancada do partido, alguns nomes dispostos a seguir o presidente para outra sigla são Carla Zambelli (SP), Eduardo Bolsonaro (SP), Fávio Bolsonaro (RJ), Hélio Negão (RJ) e Bibo Nunes (RS). Além disso, os advogados estão construindo também uma forma para que os recursos do fundo partidário sejam transferidos para a futura sigla à qual o presidente e seus aliados pretendem se filiar.
09
out

Fundo partidário, razão do “barraco”

Postado às 8:52 Hs

Se o presidente Bolsonaro trata com tamanha grosseria e estupidez o presidente nacional do seu partido, Luciano Bivar (PSL), imagine o que não seria capaz de aprontar com adversários! Bivar, segundo o chefe da Nação, “está queimado para caramba” e não pegaria bem um vídeo com ele nas redes sociais, ao lado de um militante partidário em Pernambuco, informando que estariam juntos com o pré-candidato do PSL a prefeito do Recife.

Bivar foi jogado na jaula dos leões e sua queimação, que Bolsonaro não explicou, teria sido provocada pela exposição negativa na mídia com o noticiário envolvendo a existência de laranjas usados pelo partido nas eleições para deputado, em 2018.

A origem que levou o presidente a armar um barraco em frente ao Palácio da Alvorada tem outra explicação nos intramuros: Bivar administra um fundo partidário da ordem de R$ 360 milhões e Bolsonaro não quer que administre a distribuição do bolo sozinho.

Blog do Magno

Ao sugerir a um simpatizante, que se diz pré-candidato em Recife pelo PSL, para esquecer o partido, o presidente Jair Bolsonaro tornou pública e explicita a briga pelo controle da legenda. A avaliação é de integrantes do PSL, partido do presidente, que não querem que Bolsonaro deixe a agremiação. Em caráter reservado, um deputado do PSL disse ao blog que a ala de Bolsonaro quer tirar o atual presidente do partido, Luciano Bivar, do comando da legenda. A disputa se acirrou nas últimas semanas por causa da eleição municipal e futura definição de distribuição de recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral para as campanhas de prefeito e vereadores em 2020.

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), reafirmou ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o seu desejo de que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) deixe a sigla. Major Olímpio também expressou vontade de continuar no partido: “Vou resistir e mostrar que estou com o presidente Bolsonaro. Eu não sairei”.

Nesta quarta-feira, 18, no ato de filiação da senadora Juíza Selma Arruda (MT) ao Podemos – após ter deixado o PSL – Major Olímpio afirmou que ela trocou de legenda “porque está do lado certo”. Sobre outros integrantes da bancada do PSL no Senado, Olímpio informou que “(a senadora) Soraya Thronicke (MS), disse que não sairá”. “O outro senador é o Flávio Bolsonaro (RJ), que eu já disse que gostaria que deixasse o partido”, afirmou o líder do PSL.

Também o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), colocou o cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro. Bezerra foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal na manhã da última quinta-feira, 19.

Ao avaliar a semana do PSL e da base do governo no Senado, Major Olímpio falou que foi “ruim porque perdemos a Selma”.

Estadão

abr 18
domingo
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