17
jan

Inflação pode voltar…

Postado às 12:47 Hs

Mesmo com a inflação esperada a caminho do teto oficial, o Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros (Selic em 7,25%). É o menor patamar desde o Plano Real.

Em comunicado, o BC reconheceu que a inflação “apresentou piora no curto prazo”. Mas disse ter considerado também que a recuperação da economia é “menos intensa que o esperado”.

A expectativa dos analistas e investidores é de haja alta da inflação em 2013. O índice de preços já superou durante este primeiro semestre o centro da meta de 4,5% anuais oficiais nos últimos três anos.

Pela projeção mais consensual, o IPCA (índice oficial de inflação) vai acumular variação de 6,4% nos 12 meses encerrados em junho próximo.

É praticamente o limite máximo aceito para a inflação, de dois pontos percentuais acima da meta. Embora meta e teto sejam estabelecidos para o período de janeiro a dezembro, um estouro da taxa acumulada traria danos adicionais à credibilidade da equipe econômica.

Comércio vê boas projeções para 2013

O setor do comércio, por sua vez, disse aprovar a manutenção da Selic e prevê cenário otimista para 2013. Na avaliação do setor varejista, a manutenção da taxa Selic em um piso histórico já era prevista e reflete a preocupação do Governo em dar continuidade à política de expansão do crédito no Brasil.

“A decisão do Banco Central mostra que a taxa de juros não deve ser usada como remédio para conter a inflação neste ano. O Governo deve trabalhar com outras ferramentas para controlar os preços, como a valorização da taxa de câmbio e a desoneração tributária”, avalia o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior.

Segundo Pellizzaro Júnior, um possível aumento da taxa básica para frear a inflação, como especulavam alguns analistas, só iria inibir os investimentos da iniciativa privada. “Elevar os juros para conter a alta dos preços reduz investimentos e uma possível expansão do crédito, peça chave para fomentar o consumo”, defende Pellizzaro Junior.

Para o presidente da CNDL, a leve desaceleração no ritmo de aumento das vendas do comércio de outubro para novembro não indica sinais de perda de fôlego no setor. Com informações da Folha de São Paulo.

21
nov

Otimismo

Postado às 4:12 Hs

Pesquisa divulgada nesta terça-feira, 20, apontou que 60% dos empresários esperam crescimento nas vendas de fim de ano em relação ao mesmo período ano passado. O otimismo se deve ao aumento da oferta de crédito e à estabilidade do emprego, informaram, em nota, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o SPC Brasil, que encomendaram a pesquisa.

 Outros fatores que, na avaliação dos comerciantes, devem elevar a atividade do varejo em dezembro são a redução das taxas de juros e o maior planejamento financeiro das famílias. O setor varejista brasileiro está confiante no cenário econômico nacional, afirma a CNDL. Para 11% dos entrevistados, entretanto, as vendas de fim de ano devem cair na comparação com 2011. O levantamento foi realizado com empresários de todas capitais brasileiras e do Distrito Federal.

Em Mossoró o comércio também ficará aquecido com a chegada do pagamento do 13º salário e consequentemente o movimento vai ser grande e intenso no comércio local.

04
ago

Inadimplência continua crescendo…

Postado às 15:26 Hs

Por Jamildo Melo

A inadimplência do consumidor registrou alta de 8,55% em julho de 2011, na comparação com o sétimo mês de 2010, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Foi a sexta elevação seguida nessa base de comparação em 2011, o que sugere cautela ainda maior por parte de lojistas e consumidores para o restante do ano, em face do já esperado encarecimento do crédito em função dos juros altos e do ainda persistente cenário inflacionário, que contribuem para a redução do poder de compra e o aprofundamento da inadimplência do consumidor.

De acordo com números do SPC Brasil, nos sete primeiros meses de 2011, a inadimplência acumula alta de 4,91%. Isso ocorre, sobretudo, em razão do ciclo de aperto monetário empreendido pelo Banco Central e peso desse aperto no custo médio do crédito.

A elevação da inadimplência no acumulado do ano já dura seis meses, desde fevereiro, o que pode levar à inversão da curva verificada nos últimos anos dois anos, em 2009 e 2010, quando a inadimplência fechou o ano em baixa. “Com isso, a tendência mais provável é que a inadimplência feche o ano em alta, ou, no máximo, em estabilidade”, avalia o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior.

A comparação com o mês de junho, no entanto, mostra uma leve queda da inadimplência de 0,91%, resultado que pode ser explicado pela proximidade do calendário com datas comemorativas do segundo semestre, como Dia dos Pais e Dia das Crianças, razão pela qual consumidores buscam honrar seus débitos para poder presentear novamente.

Vendas

Em relação às consultas no SPC Brasil, que refletem em certa medida o nível de atividade no varejo, julho apresentou alta de 6,61% ante o sétimo mês de 2010, a quarta elevação seguida na mesma base de comparação, reforçando a tendência de otimismo nas vendas para o restante do ano.

A comparação entre julho e junho mostra queda nas vendas a prazo de 1,13%, o segundo resultado negativo para as compras feitas com cheque pré-datado ou no crediário. “É um bom dado, mas é importante que a continuidade dessas vendas se dê com saúde, porque temos que pensar sempre na longevidade dos nossos negócios, e não só no curto prazo”, diz o presidente da CNDL.

No ano, o indicador registra alta de 5,22%.

18
Maio

Poderá ser revista…

Postado às 23:12 Hs

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) vai solicitar que o Banco Central (BC) reveja a medida que estabelece procedimentos para devolução de cheques, como informa a Agência Brasil.

No último dia 16, o BC determinou que os bancos só poderão devolver cheques alegando falta de fundos ou conta encerrada quando não houver qualquer outro motivo para sua devolução.

Caso haja algum outro motivo, como, por exemplo, erro de preenchimento ou assinatura incorreta, essa deverá ser a razão alegada para a devolução. Isso porque quando o cheque é devolvido, na segunda apresentação, por falta de fundos ou de conta encerrada, o cliente tem seu nome incluído no cadastro de emitentes de cheques sem fundo.

Para a CNDL, a medida deixa os lojistas mais vulneráveis à ação de estelionatários e pessoas de má-fé. Segundo nota da confederação, com a medida, “cresce o risco de calote disfarçado de erro de preenchimento”.

A CNDL informou que enviará, ainda hoje (18), uma carta ao BC para pedir a alteração da medida

21
abr

Páscoa Acelerada

Postado às 10:56 Hs

Mesmo com a desaceleração da economia, o varejo brasileiro está confiante, e projeta um crescimento nas vendas na semana de Páscoa cerca de duas vezes maior que o registrado na passagem de 2009 para 2010, segundo estimativa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para 2011, a projeção dos lojistas é que as vendas aumentem 8%, após um crescimento de 4,5% em 2010. A estimativa compreende as vendas durante o período que vai do domingo que antecede a Semana Santa até o Sábado de Aleluia, véspera do Domingo de Páscoa. O bom momento é resultado da queda nos preços de produtos com alta demanda nessa época do ano, em virtude da valorização do real frente ao dólar, e da manutenção do bom ritmo de vendas no comércio.

A data também abre boa perspectiva para os trabalhadores temporários, uma vez que indústria e varejo têm necessidade de reforçar postos de produção, logística e vendas durante o período de festividades. Segundo estimativa da CNDL, 60 mil empregos temporários devem ser gerados em todo o País, sendo que 60% dessas vagas serão absorvidas pela indústria, na produção de ovos, bombons e barras de chocolate. O varejo concentra o restante das vagas com oportunidades para promotores de vendas, atendentes e repositores de lojas.

Para o Presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a perspectiva positiva para vendas e contratações, dois dos principais motores do crescimento econômico em 2010, é importante porque vem em um momento em que a economia brasileira mostra sinais claros de desaceleração. “Acreditamos que o consumidor, que esteve cauteloso num primeiro momento, mantenha o costume de presentear seus familiares e amigos fazendo suas compras na véspera da Páscoa, movimentando todo o varejo, em especial o setor de alimentos”, destaca o presidente da CNDL.

Enquete
O otimismo do varejo também foi verificado por meio de uma enquete que foi ao ar no site da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A consulta mostrou que 42,8% dos lojistas esperam vender mais de 10% na Páscoa deste ano, enquanto que 17,8% esperam uma alta de até 10% nas vendas em relação ao resultado de 2011.

Lojistas que preveem queda de até 10% nas vendas somaram 7,1% dos consultados, e os que apostam em retração superior a 10% totalizaram 10,7%. Pessoas que não esperaram aumento ou queda nas vendas somaram 21,4%.

13
jan

Vai aumentar as dívidas…

Postado às 20:45 Hs

A inadimplência no comércio deve aumentar este ano, por causa da perspectiva de alta da taxa de juros e da inflação, afirmou hoje (13) o economista da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) Fernando Sasso.

“Devemos ter nos quatro primeiros meses deste ano uma alta de 5% na inadimplência como reflexo das compras de Natal, e ao longo do ano devemos ficar numa faixa entre 2,5% e 4%”, disse. No ano passado, a taxa apresentou queda de 1,85%, na comparação com 2009.

Em relação às vendas do comércio varejista no ano passado, ele afirmou que o faturamento deverá crescer 12%, o maior dos últimos seis anos. Segundo Sasso, a expectativa é que o Natal de 2010 seja o melhor dos últimos anos. Até o fim deste mês, a CNDL deve ter os números fechados do faturamento real.

“O consumidor se sentiu mais confiante na economia, houve um crescimento do emprego formal, recuperação da massa salarial e o principal fator foi a inserção das classes C e D no mercado consumidor”, justificou Sasso.

Ele informou ainda que, segundo dados da consultoria Dataconsumer, essas classes representaram 85% do consumo do ano passado.

nov 24
terça-feira
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