14
out

Feirão de Renegociação de Dívidas

Postado às 10:24 Hs

TCM fará parte do Feirão de Renegociação de Dívidas da CDL Mossoró.

Cliente poderá renegociar o seu débito dias 14 e 15 de outubro, das 10h às 17h30, na sede da CDL Mossoró. Cliente TCM que está com pendências pode aproveitar vantagens e renegociar seu débito com condições especiais durante o Feirão de Renegociação de Dívidas da CDL Mossoró. A TCM fará parte do feirão e o assinante poderá quitar o seu débito nos dias 14 e 15 deste mês com muitas facilidades, das 10h às 17h30, na sede da CDL Mossoró (Rua Alfredo Fernandes, 292, Centro).

O feirão é totalmente gratuito, fruto de uma parceria da CDL Mossoró com o Procon Estadual, Defensoria Pública do RN e OAB / RN. Para realizar consulta e negociação basta levar apenas um documento oficial de identificação com foto (RG ou CNH). Aproveite essa oportunidade e volte a ter as vantagens que só assinante TCM tem. TCM Telecom, sempre à frente com você!

Mais informações pelo (84) 3315-0700.

10
out

Números da Covid

Postado às 18:33 Hs

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (9):

– O país registrou 182 óbitos nas últimas 24h, totalizando 601.011 mortes;

– Menor número de mortes em 24h desde 10/11/2020, quando foram 174.

– Foram 8.639 novos casos de coronavírus registrados, no total 21.575.820.

O Ministério da Saúde calcula que mais de 20,6 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (06), projeto que define o adicional de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em setembro. A matéria agora segue para promulgação do Congresso Nacional. A conquista é considerada histórica e de grande importância para as gestões municipais. Desde o pleito da medida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) em novembro de 2017, foram quatro anos de mobilizações e debates até a aprovação da proposta. O recurso será transferido, inicialmente, de maneira gradual, começando com 0,25% em 2022 até alcançar o total de 1% em 2

Reprodução

025.

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Babá Pereira (Republicanos), celebrou a medida. “Esta decisão do Congresso será fundamental para a autonomia dos municípios. É um primeiro passo na descentralização dos recursos, possibilitando as Prefeituras a realização de políticas públicas e a garantia de serviços para a sociedade”, disse Babá, que fez questão de enfatizar o apoio unânime da bancada potiguar a favor da proposta. “A Femurn agradece a sensibilidade de todos os representantes do povo potiguar na Câmara dos Deputados, que contribuíram com o avanço dessa medida que só fortalece nossos municípios”, completou.

De acordo com dados da área de Estudos Técnicos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a estimativa é que as Prefeituras recebam os seguintes valores de 1% do FPM de setembro nos próximos anos:
2022 (0,25%): R$ 1,402 bilhões
2023 (0,25%): R$ 1,467 bilhões
2024 (0,50%): R$ 3,104 bilhões
2025 (1%): R$ 6,585 bilhões

O repasse do total do FPM representa 24,5% do montante arrecadado de Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – desse total, 1% refere-se ao adicional de julho e outro 1% ao de dezembro. A transferência é determinada pelo artigo 159 da Constituição.

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), informou nesta quarta-feira (6) que o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Brito Ribeiro, foi incluído na lista de investigados pela comissão

Mauro Luiz reagiu às declarações de Calheiros afirmando que sempre se colocou à disposição da CPI. Ele também disse que que a Comissão tem uma orientação previamente definida dando palanque a determinados grupos e ignorando os médicos que atuaram na linha de frente.

Confira nota na íntegra

 

Foto: Myke Sena/MS/Flickr

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou de um evento em João Pessoa, capital da Paraíba, e por meio de uma videoconferência nesta terça-feira (28), anunciou a ampliação da aplicação de doses de reforço das vacinas contra Covid-19 para idosos acima de 60 anos.

Até aqui, o Ministério da Saúde havia anunciado a dose de reforço para imunossuprimidos, profissionais de saúde e pessoas com 70 anos ou mais. A dose de reforço em pessoas com 60 anos ou mais, entretanto, já ocorre em alguns locais, como Salvador e São Paulo.

O ministro em exercício da pasta, Rodrigo Cruz, reforçou a medida durante uma entrevista à TV Cabo Branco. “E, hoje, a recomendação é de que todos brasileiros acima de 60 anos tomem essa dose de reforço. São todos os brasil

eiros [dentro da faixa etária anunciada] que tomaram as segundas doses há mais de seis meses”, disse.

Ainda conforme Rodrigo Cruz, a distribuição das doses de reforço para este novo grupo deve começar a ser realizada ainda nesta semana.

Vacinação de outros grupos

Durante a entrevista, o ministro em exercício lembrou que profissionais de saúde também devem tomar as doses de reforço das vacinas contra a Covid-19, medida aprovada na última sexta-feira (24). “Além de reforçar a imunização por faixa etária, mostrou-se interessante reforçar a imunização do profissional de saúde também”, reforçou.

A previsão da pasta é de que até o fim do mês de outubro deste ano, a distribuição de imunizantes para vacinação de adultos a partir dos 18 anos esteja concluída.

G1

Como se sabe, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho está em campanha. Em evento em Caraúbas, lotou um palanque de apoiadores no seu desafio de ocupar uma vaga para o Senado. Em espécie de comício, criticou o Governo Fátima (PT), recebeu afagos do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB) e seguiu para Mossoró nesta segunda-feira (27) para continuar sua peregrinação em busca de apoios, utilizando para isso os recursos federais, máquinas e tratores entregues a municípios a possíveis apoiadores. Mossoró só serviu de base para seu projeto político. Não deixou qualquer benefício na cidade, não convidou o prefeito Allyson Bezerra para as solenidades que protagonizou, nem sequer teve contato com a maior autoridade da cidade. A indelicadeza de Rogério Marinho à cidade teve este símbolo, o do desprezo aos mossoroenses, sobretudo, na pessoa do prefeito. Na passagem por Mossoró, ao lado dos deputados Beto Rosado (PP) e General Girão (PSL), deixou a todos os mossoroenses frustrados. Em entrevista ao site Mossoró Hoje, ele disse que estava em Mossoró para três importantes eventos: lançamento da Rota da Fruticultura, entregar o dessalinizador do Programa Água Doce na zona rural de Mossoró, e entregar equipamentos a 39 municípios. “São tratores, compactadores, caminhões”, diz o ministro. Nada disso para Mossoró.

Em entrevista a Tribuna do Norte, o ministro Rogério Marinho, pré-candidato a senador, aproveitou para criticar a atual bancada potiguar no Senado Federal composta por Zenaide Maia, Styvenson Valentim e Jean Paul Prates. Esse último que deve tentar reeleição ou abrir mão da cadeira para acomodações e acertos políticos no próximo ano.

“Eu acho que nós temos uma bancada de senadores que tem se omitido nas principais discussões econômicas e principais temas que reverberam a favor do Nordeste, em especial no Rio Grande do Norte, gerando um prejuízo para nosso Estado”, disse.

A declaração de Marinho recebeu críticas neste domingo (26) nas redes sociais, por ele ter interesse direto em uma das cadeiras do RN no Senado.

O Brasil conta com diferentes fornecedores de vacinas contra a Covid-19 para abastecer o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, responsável pela distribuição aos estados e municípios, e, de acordo com as estimativas da pasta, o país deve receber no último trimestre deste ano, entre outubro e dezembro, um total de 226 milhões de doses dos imunizantes.

Doses de vacinas contra a Covid-19 previstas para o último trimestre de 2021 no Brasil:

– AstraZeneca: 58 milhões de doses (50 milhões da Fiocruz e 8 milhões via Instituto Serum da Índia);

– Pfizer: 100 milhões;

– Janssen: 36,2 milhões;

– Consórcio Covax Facility (AstraZeneca): 5,1 milhões

– Covax Facility (em confirmação): 27,4 milhões

As previsões de entregas de vacinas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) são semanais e atualizadas de acordo com a disponibilidade do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). Segundo a Fiocruz, a AstraZeneca tem garantido entregas mensais de lotes de IFA, conforme acordado. A importação de 8 milhões de doses do Instituto Serum da Índia ainda está sendo negociada, em cronograma sem previsão, de acordo com a fundação.

A Fiocruz entregou na sexta-feira (24) mais de 2 milhões de doses da AstraZeneca ao Ministério da Saúde, somando 4,5 milhões de doses nesta semana. Em oito meses, foram cerca de 101 milhões de imunizantes disponibilizados ao PNI.

As remessas de doses da Pfizer acontecem com regularidade, mais de uma vez por semana. Nesta quinta-feira (23), mais 2 milhões de doses do imunizante chegaram ao país, em dois voos, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O primeiro lote veio com um total de 918 mil doses; e outro, com 1,1 milhão.

A chegada de novas doses da vacina da Janssen depende de acordo firmado com a farmacêutica. Já o envio de lotes do Covax Facility é feito segundo planejamento do consórcio global.

O Instituto Butantan, produtor da Coronavac no Brasil, entregou no dia 15 de setembro o último lote destinado ao PNI, com 6,9 milhões de doses de um total de 100 milhões previstas no contrato com o Ministério da Saúde. Nesta quarta-feira (22), o Butantan anunciou a entrega de 2,5 milhões de doses da vacina para cinco estados brasileiros, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí.

Pela primeira vez, o instituto fornece imunizantes diretamente aos estados e não mais via Programa Nacional de Imunizações. “Temos plena capacidade para atender às necessidades do Brasil e também de boa parte dos países do mundo, principalmente os países mais necessitados”, afirmou o presidente do Butantan, Dimas Covas, em anúncio à imprensa.

Segundo o balanço do Ministério da Saúde atualizado nesta sexta-feira (24), o Brasil distribuiu desde o início da vacinação 287 milhões de imunizantes, dos quais 143 milhões para a primeira dose e 85 milhões para a segunda dose e doses únicas (Janssen). Até esta sexta, 229 milhões de doses foram aplicados na população do país.

CNN Brasil

O edital de privatização dos Correios deve ser publicado em abril do ano que vem. A previsão é do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que coordena a desestatização e também quer que o leilão seja realizado em seguida. Fábio Abrahão, diretor de Concessões e Privatizações do BNDES explicou detalhes do processo em um seminário na 2ª feira (20.set.2021), promovido pela Ablec (Associação Brasileira de Lojistas de e-commerce). O modelo ainda será fechado, mas prevê que o serviço de entregas de produtos financie o serviço postal universal. “A ideia é manter os 2 serviços, tanto o postal quanto o de encomendas. O postal se mantém com a boa eficiência nas encomendas”, afirmou Abrahão. O diretor disse que seja o comprador dos Correios nacional ou internacional o serviço postal será preservado. Abrahão afirmou que a criação do mecanismo é prevista em “um conjunto de regras”. O BNDES espera que a “capilaridade incomparável” do serviço dos Correios no Brasil atraia investidores. Mas a estatal também tem dívidas e obrigações a pagar que somam R$ 8 bilhões.

Em entrevista nesta terça-feira (14) ao Hora Extra da Notícia, da 91.9 FM, o ex-prefeito de Natal e presidente do PDT-RN, Carlos Eduardo Alves confirmou que é pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte por uma diretriz do seu partido, mas ainda deixou uma porta aberta para uma segunda opção, algo que só era decidido em 2022.

“A diretriz do meu partido é de que eu seja, como já sou, aliás, pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. Para isso eu tenho me articulado, eu tenho conversado, tenho ido ao interior, tenho conversado com as diversas representações da nossa sociedade, mas decisão só o ano que vem”, disse o pedetista.

Com Grande Ponto

Foto: Myke Sena/MS/Flickr

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a criticar estados e municípios que aceleram as campanhas vacinais contra a Covid-19 sem seguir o cronograma recomendado pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). “Isso não é aposta de corrida de Fórmula 1. É uma campanha de imunização”, afirmou o cardiologista a jornalistas na porta do ministério, nesta segunda-feira (13).

Segundo Queiroga, a narrativa de que faltam doses surge desse adiantamento indevido. “Nós dissemos que a dose de reforço seria distribuída a partir do dia 15, que a redução do intervalo entre as doses só deveria acontecer, no caso da AstraZeneca e da Pfizer, a partir do dia 15, assim como a aplicação nos adolescentes. O que nós vimos? Estados e municípios avançarem antes da decisão do PNI.”

O ministro reiterou que não há falta de doses a quem segue o cronograma da pasta e, ao mesmo tempo, os entes federativos que resolveram adiantar as aplicações não teriam os quantitativos garantidos. “Há estados que já anunciaram que vão aplicar dose reforço em idosos acima de 60 anos. Então fica difícil. Como vamos conduzir uma campanha de vacinação com essa espécie de Torre de Babel vacinal?”, questionou.

Aos gestores da saúde, Queiroga mandou recado: “Peço que sigam o PNI. Juntos vamos conseguir fazer uma campanha mais eficiente”. Por enquanto, a dose reforço só é indicada a idosos acima de 70 anos e pessoas imunossuprimidas que já tenham completado o esquema vacinal há, pelo menos, três meses. Mas o ministro já admite a possibilidade desta aplicação extra se estender a toda a população.

Segundo Queiroga, um estudo da Universidade de Oxford, que avalia os efeitos positivos da terceira dose da vacina AstraZeneca, é “importante para conduzir uma possível vacinação de reforço para população como um todo”. Por enquanto, a Pfizer é a vacina indicada para a dose reforço, mas a AstraZeneca pode ser usada em caso de falta.

Intercambialidade

Durante a conversa, o ministro também levantou a possibilidade de, em caso de falta da vacina AstraZeneca para a aplicação da segunda dose, ser possível realizar uma intercambialidade de imunizantes. “Se, porventura, a AstraZeneca faltar por conta de questões operacionais, eventualmente [pode-se] usar a intercambialidade. Mas o critério não pode ser: ‘faltou um dia, troca’. Senão a gente não consegue avançar.”

Quanto à permanência da CoronaVac no PNI, o ministro reiterou a necessidade do Instituto Butantan enviar os dados completos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que os técnicos deliberem sobre o registro definitivo.

Uso de máscaras

A retirada das máscaras também foi tema discutido pelo chefe da pasta da Saúde. Diante das novas variantes, incluindo a Mu, que Queiroga definiu como “de importância, mas ainda não de preocupação”, ainda é necessário que “o contexto epidemiológico seja favorável a essa ação e nossa campanha avance mais”. No entanto, deu perspectivas otimistas ao que Bolsonaro tem insistido. “Estamos bem perto de chegar a isso no Brasil”, afirmou, citando que em viagem à Itália, todos estavam sem máscaras, assim como em Portugal e na Rússia.

R7

 

26
ago

[ Ponto de Vista ] Cai mais um arauto

Postado às 8:23 Hs

Vestais na politica enganam hoje, amanhã, mas não a vida inteira. Um dos casos mais simbólicos nos últimos anos foi o do ex-senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Enquanto no exercício do mandato, ninguém escapou da sua metralhadora giratória: nas sessões do Congresso, nas comissões temáticas e até em CPIs apontava o seu dedo incriminando atores políticos. Apresentava-se como o verdadeiro arauto da moralidade. Com o passar do tempo, o mundo desabou sobre a sua cabeça, envolvido com um doleiro corrupto, Carlinhos Cachoeira. Perdeu o mandato e virou réu pelos crimes de corrupção passiva. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Goiás, de junho de 2009 a fevereiro de 2012, Demóstenes se beneficiou de favores de Cachoeira e recebeu benefícios e vantagens do bicheiro, como viagens em aeronaves particulares e pagamentos em dinheiro.

O Globo

O presidente Jair Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão, há tempos vivem um casamento típico de fachada, daquelas relações com quase nenhuma sintonia. A crise permanente — o general, em tom de desabafo, já chegou até a falar em renúncia — atingiu um dos piores momentos nas últimas semanas. Bolsonaro se sentiu traído ao descobrir pela imprensa que Mourão havia se encontrado às escondidas com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, um dos seus principais desafetos e contra quem ele promete apresentar um pedido de impeachment no Senado.

O encontro que irritou o presidente por pouco não ocorreu. Um interlocutor já havia tentado agendá-lo, mas, inicialmente, Barroso resistia. O cenário só mudou quando os tanques foram para a rua: ao saber que Bolsonaro havia convocado seus ministros para acompanhar um desfile de veículos militares na Esplanada dos Ministérios, no último dia 10, horas antes de a Câmara derrotar a proposta de voto impresso, uma das principais bandeiras bolsonaristas, Barroso, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou atrás e pediu para o amigo em comum marcar a conversa com Mourão.

NO DIA DO DESFILE – A reunião, revelada pelo jornal “O Estado de S.Paulo”, ocorreu no dia do desfile militar, e terminou com o vice dizendo o que o ministro queria ouvir: que as Forças Armadas não embarcariam em aventuras inconstitucionais. Bolsonaro não se conformou.

Desde então, alguns ministros tentam distensionar a relação entre presidente e vice, como Ciro Nogueira (Casa Civil) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Nogueira, que tem boa relação com Mourão, esteve na última segunda-feira na Vice-Presidência para uma “visita de cortesia”, nas palavras de sua assessoria de imprensa. Já Heleno vestiu o uniforme de bombeiro por ser próximo a ambos. O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, também se mostrou disposto a auxiliar numa reaproximação.

Entre os argumentos apresentados a Bolsonaro, estão o de que Mourão, general da reserva, é respeitado entre os militares. O esgarçamento da relação pode incomodar estrelados personagens da caserna e, consequentemente, trazer prejuízos em 2022.

TESTE PRÓXIMO – O resultado das investidas de Heleno e Nogueira poderá ser medido nas próximas 48 horas: antes do incêndio provocado pela reunião com Barroso, Mourão já havia convidado Bolsonaro a comparecer à próxima reunião do Conselho da Amazônia, colegiado presidido pelo vice, agendada para esta terça-feira. Bolsonaro ainda não respondeu se comparecerá.

Esse acúmulo de desgastes deve virar separação em 2022. Bolsonaro costuma dizer entre aliados que terá outro vice na disputa pela reeleição. Mourão, por sua vez, flerta com a candidatura ao Senado pelo Rio Grande do Sul. A Vice-Presidência afirmou que não iria comentar as desavenças. A Presidência não retornou.

13
ago

Registros

Postado às 17:09 Hs

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (13). São 361.904 casos totalizados. Na quinta-feira (12) eram contabilizados 361.683, ou seja, 221 novos registros em comparação com o dia anterior.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.206 no total, sendo 05 registrados nas últimas 24h, nos municípios de Natal, São Paulo do Potengi, Santo Antônio, Alto do Rodrigues e Jucurutu.

A Sesap ainda informa outras 02 mortes após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Na quinta-feira (12) eram 7.199 mortes. Óbitos em investigação são 1.445.

Recuperados são 252.062. Casos suspeitos somam 168.240 e descartados são 697.858.

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 31,4%, registrada no fim da manhã desta sexta-feira (13). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 144. Até o momento desta publicação são 197 leitos críticos (UTI) disponíveis e 90 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 228 disponíveis e 54 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 35,5% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 28,4% e a Região Seridó tem 11,1%.

O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito no fim da manhã desta sexta-feira (13). Por volta das 12h05, havia 01 paciente com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 197 leitos críticos e outros 228, sendo clínicos.

O plenário da Câmara dos Deputados barrou, nesta quinta-feira (12), a proposta que pretendia acabar com o segundo turno nas eleições majoritárias no país. O texto da relatora Renata Abreu (Podemos-SP) previa a adoção desse sistema a partir de 2024, mas o destaque da PEC da Reforma Eleitoral – apresentado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) –, que pedia a manutenção do segundo turno, foi aprovado por 388 votos a favor e 36 votos contra.

No modelo de voto preferencial proposto por Renata Abreu, o eleitor escolheria até cinco candidatos a presidente, governador ou prefeito, em ordem decrescente de preferência. Seria considerado eleito o candidato que obtivesse a maioria absoluta das primeiras escolhas do eleitor, não computados os votos em branco e os nulos.

Votaram para manter o segundo turno: PT, PSL, PL, PP, PSD, MDB, Republicanos, PSB, PDT, Solidariedade, PSC, PROS, PTB, PSOL, PCdoB, Cidadania, Rede.

Votaram para extinguir o segundo turno: Podemos, Novo, PV.

Abstenções: PSDB, DEM, Avante, Patriota.

Na quarta-feira (11), o texto-base da reforma eleitoral foi aprovado, por 339 votos a 123. A PEC da Reforma Eleitoral previa a adoção do sistema conhecido como distritão para a eleição de parlamentares. A proposta havia sido rejeitada em primeiro turno na noite de quarta-feira (11).

O Plenário aprovou, ainda, um ajuste na redação da PEC, que define que a posse dos governadores passará do dia 1º para o dia 6 de janeiro. A decisão ocorreu por 365 votos a 3, sendo concluída em primeiro turno. A mudança passa a valer a partir de 2027.

 CNN Brasil

A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 135/19, que torna obrigatório o voto impresso auditável no Brasil, rejeitou hoje o texto substitutivo apresentado pelo relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR). Foram 23 contrários ao parecer, ante 11 votos favoráveis.

Mais cedo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a PEC poderá ser avocada pelo plenário, mesmo depois da derrota no colegiado. “Comissões especiais não são terminativas, são opinativas, então sugerem o texto, mas qualquer recurso ao plenário pode ser feito”, explicou.

O deputado disse ainda ainda que a sinalização também vale para outra proposta que altera regras eleitorais, a PEC 125/11, que impõe a adoção do voto majoritário para a escolha de deputados federais, estaduais e vereadores, o chamado “distritão puro”.

“Todas as duas [comissões] estão perto do prazo. Uma está com 30 sessões e a outra está com 35, todas bem perto de estourar o prazo”, afirmou.

UOL com informações de Agência Senado

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), mudou o tom e afirmou ontem que a candidatura ao governo do Estado “não é impossível”. “Eu não pretendo, eu não desejo, mas não é impossível”, afirmou Álvaro Dias sobre a possibilidade de concorrer a governador nas eleições do próximo ano. A declaração do prefeito foi diante da pergunta de como ele reagia às afirmações do presidente nacional do seu partido, Bruno Araújo, que, ao conceder entrevista à TRIBUNA DO NORTE, disse que os dirigentes da legenda considerariam “prioridade” uma eventual candidatura de Álvaro Dias para governador do Rio Grande do Norte nas eleições de outubro de 2022.
Os governadores realizaram na manhã desta terça-feira, 13, uma reunião virtual com o ministro da Saúde. Na pauta, estavam assuntos como o cronograma de vacinação e pleito para a antecipação da segunda dose. Após a reunião, Queiroga foi às redes sociais detalhar as discussões. De acordo com o anúncio em julho, o Brasil receberá cerca de 41 milhões de doses e, em agosto, a previsão é de 60 milhões. Segundo ele, os imunizantes serão distribuídas de forma igualitária aos Estados. “Até setembro, iremos vacinar toda população + de 18 anos”, garantiu o ministro. No Twitter, Queiroga reforçou que trabalho conjunto e políticas públicas alinhadas são fundamentais para colocarmos fim à pandemia no País. “Com apoio de todos, iremos potencializar ainda mais o andamento da vacinação no Brasil. É o que precisamos agora: prosseguir com a vacinação e retorno seguro às atividades para não retrocedermos”, declarou o ministro.
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