O secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correa de Medeiros, disse nesta quarta-feira, 5, que o governo federal pretende comprar “a primeira vacina que chegar ao mercado”, independentemente do país que a produzir. Em audiência na Câmara dos Deputados, Medeiros afirmou que fará, nos próximos dias, uma visita ao Instituto Butantã, que participa do desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus Coronavac com a empresa chinesa Sinovac Biotech. Também disse que o ministério já realizou reuniões sobre vacina em teste na Rússia, mas não deu detalhes da conversa. A aposta do governo federal, por enquanto, é no modelo desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca e a universidade de Oxford. O governo espera receber 100 milhões de doses desta vacina, cuja tecnologia de produção deve ser repassada ao Instituto Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz.

A farmacêutica chinesa  e o governo do Paraná se preparam para a começar o quarto teste de uma potencial vacina para Covid-19 no Brasil. Na quarta-feira (29), o instituto paranaense que conduzirá os trabalhos no país assinou um acordo com estatal da China.

Os responsáveis pelos ensaios clínicos afirmaram que pretendem enviar, dentro de 15 dias, um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para dar sequência com os estudos de mais esta imunização. A candidata da Sinopharm se somará a outras três vacinas testadas no país:

  • Universidade de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido) – em Fase 3
  • Sinovac Biotech (China) – em Fase 3
  • Pfizer/BioNTech (EUA/Alemanha) – em Fase 2

Segundo a empresa chinesa, a candidata que será avaliada no Paraná pode estar pronta até o final deste ano. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, disse que profissionais da saúde estarão entre os primeiros vacinados.

Com o objetivo de ser o primeiro país do mundo a aprovar uma vacina contra o coronavírus, a Rússia afirmou, nesta terça (28/7), que pretende dar sinal verde para a imunização feita no país em até duas semanas.

Segundo a CNN Internacional, o governo do país quer começar a distribuição para a população em 10/8. A expectativa anterior era que a vacina começasse a ser produzida em setembro.

Apesar da pressa, há preocupações com a segurança e a eficácia da vacina, que foi produzida em tempo recorde. Os primeiros a receber a imunização serão os profissionais de saúde à frente do tratamento de infectados.

Moderna anunciou nesta segunda-feira (27) que começou o estudo em estágio avançado para avaliar sua candidata a vacina contra Covid-19. Essa é a terceira e última fase de testes. Cerca de 30 mil voluntários adultos que não tiveram a doença respiratória causada pelo novo coronavírus receberão a vacina. A pesquisa é apoiada pelo governo dos Estados Unidos.

Em todo o mundo, cinco candidatas à vacina estão na fase 3 de estudos, de acordo com um balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS). É somente depois desta prova, em um número maior de participantes, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização. São elas:

  • Sinovac (China)
  • Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China)
  • Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China)
  • Oxford/AstraZeneca (Reino Unido)
  • Moderna/NIAID (EUA)

O teste da Moderna, batizado de ‘Cove’, é o primeiro a ser implementado sob uma operação montada pelo governo norte-americano que visa acelerar o desenvolvimento, fabricação e distribuição de tratamentos e vacinas contra a Covid-19.

Os testes da Coronavac, vacina contra a que está sendo produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, começam nesta segunda-feira (20) no Brasil.

A terceira fase do estudo visa comprovar a segurança e a eficácia da vacina contra o novo coronavírus. O imunizante será testado em cerca de 9 mil voluntários em seis estados: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os participantes não podem ter sido infectados pelo vírus, não devem participar de outros estudos e mulheres não podem estar grávidas ou planejar uma gravidez por três meses.

Segundo o Instituto, caso os testes comprovem a eficácia do imunizante, 60 milhões de doses e custo estimado é de R$ 85 milhões. Diretor-médico do Instituto Butantan, o pesquisador Ricardo Palácios afirmou à CNN, que a vacina  é muito promissora contra a Covid-19.

O Brasil apresentou uma manifestação oficial de interesse em participar do programa de financiamento chamado ‘COVAX Facility’, mecanismo projetado para garantir acesso rápido e equitativo global às vacinas contra a Covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (15). Além do governo brasileiro, outros 74 países submeteram um pedido oficial para acelerar o acesso ao imunizador contra o novo coronavírus. No entanto, a OMS destacou que todos custearão as vacinas com seus próprios orçamentos de finanças públicas.
A Rússia anunciou nesta quarta-feira, 14, que fez os primeiros testes clínicos em seres humanos de uma vacina contra o novo coronavírus, que serão concluídos no fim de julho. A previsão é que o imunizante seja registrado e entre em “circulação civil” entre os dias 12 e 14 de agosto. Já o início da produção em massa é aguardado até setembro por parte de empresas privadas. Os testes, organizados pelo ministério da Defesa da Rússia e o Centro de Pesquisas em Epidemiologia e Microbiologia Nikolai Gamaleya, começaram em meados de junho em um hospital militar de Moscou, com um grupo de voluntários composto, principalmente, por militares russos, mas também por alguns civis.
A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo. A expectativa é de que a distribuição comece já em agosto. “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS. A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi listada entre as 40 melhores instituições de ensino superior da América Latina e do Caribe pelo Times Higher Education (THE). O ranking mundial destacou a qualidade de 166 instituições de ensino da região e a UFRN conquistou a 39° colocação.

O ranking incluiu universidades de 13 países da América Latina e do Caribe e selecionou as 166 melhores instituições da região com base em 13  indicadores de desempenho, avaliando aspectos de ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A UFRN ficou entre as quatro melhores do Nordeste brasileiro, junto à Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Ceará (UFC). Outras instituições nordestinas que conseguiram entrar na lista foram a Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade Estadual do Ceará (UECE), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

De acordo com o THE, o Brasil é mais uma vez o país mais representado no ranking, com 61 instituições, seguido pelo Chile com 30 e pela Colômbia com 23. Na listagem geral, a Pontifícia Universidade Católica do Chile ocupa a liderança, pelo segundo ano consecutivo, e a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Campinas (Unicampi) figuram como segunda e terceira colocadas, respectivamente.

09
jul

Vacinas em teste

Postado às 9:47 Hs

Pesquisadores correm contra o tempo para achar uma vacina para o coronavírus. De acordo com relatório (341 KB) divulgado pela OMS, há 158 iniciativas para se formular uma substância que imunize contra o vírus. Vinte e uma delas estão em testes clínicos, ou seja, com humanos. É o dobro do começo de junho, quando 10 haviam iniciado os testes.

A maior parte das 21 substâncias testadas está na fase 1 ou 2, que verificam segurança, toxidade e se há alguma resposta imunde. Há duas delas que iniciaram fase 3, a última antes da liberação para a produção. São as vacinas da Atrazeneca (Reino Unido) em parceria com a Universidade de Oxford e da Sinovac (China). As duas farmacêuticas firmaram acordo de produção em parceria com o Brasil.

Estudos indicam que menos 1o% das drogas que entram em estudos clínicos acabam aprovadas pela FDA (agência do Departamento de Saúde dos EUA, responsável pela liberação de alimentos e medicamentos na indústria farmacêutica).

O prazo mínimo que se acredita hoje que uma vacina leve para ficar pronta é de 12 a 18 meses, mas as farmacêuticas tentam iniciar a produção ainda em 2020. A Pfizer estima fabricar milhões de doses da vacina contra a covid-19 já a partir de outubro deste ano. A produção em larga escala, no entanto, só deve ser em 2021.

Não há nenhum registro de pesquisa tão rápida. A vacina da caxumba, considerada  a mais rápida da história, demorou 4 anos para ficar pronta.

Estudo da Lancet mostra que se gasta a partir de US$ 319 milhões (considerando tentativas fracassadas) para chegar à fase 3, a última fase de testes antes de aprovar a substância. Ainda não há previsão de custo da dose e nem de quando uma eventual vacina chegaria ao Brasil.

Embora demorem normalmente anos para ficarem prontas, as vacinas são o método preferencial das autoridades de saúde para controlar a pandemia. Com elas, é possível deixar a maior parte da população imunizada sem a necessidade de que contraiam antes a doença e corram risco de morte.

Saiba nos infográficos abaixo como é o processo de desenvolvimento das vacinas e quais são aquelas com melhores chances de iniciar produção em massa rapidamente. O número grande de candidatas não significa, necessariamente, uma chance alta de várias aprovadas.

Poder 360

05
jul

@@@ O dia de Hoje na História… @@@

Postado às 6:31 Hs

5 de julho: 
Dia Nacional da Coluna Prestes
Dia de Santo Antônio Maria
Dia da Independência de Cabo Verde.
Nesta data em:

1687 – É publicada a Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (“Princípios Matemáticos de Filosofia Natural”), onde o físico britânico Isaac Newton descreve suas leis.
1975 – Cabo Verde garante a sua independência em relação a Portugal.
1996 – Nasce a Ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta.

Nasceram neste dia…

1853 – Cecil Rhodes, empresário britânico (m. 1902).
1879 – Wanda Landowska, musicóloga e cravista polaca (m. 1959).
1926 – Ivo Pitanguy, na imagem, médico-cirurgião brasileiro.

Morreram neste dia…

1833 – Nicéphore Niépce, inventor francês (n. 1765).
1911 – Maria Pia de Saboia, princesa italiana e rainha consorte de Portugal (n. 1847).
1969 – Walter Gropius, arquiteto alemão (n. 1883).

2008 – Frank Schaeffer, artista plástico e professor brasileiro (n. 1917).

2009 — John Bachar, alpinista norte-americano (n. 1957).

2015 — Amanda Peterson, atriz norte-americana (n. 1971).

2017 — Joaquín Navarro-Valls, jornalista e médico espanhol (n. 1936).

O grupo farmacêutico chinês China National Biotec Group (CNBG) informou, ontem, que uma vacina contra o novo coronavírus em desenvolvimento pela empresa se mostrou capaz de imunizar todas as pessoas que receberam as doses. Participaram desta etapa 1.120 indivíduos, sendo que todos produziram anticorpos contra o vírus causador da covid-19.

“Com referência a produtos similares no passado, combinados com dados humanos existentes, sugere-se inicialmente que a nova vacina desenvolvida seja segura e eficaz”, diz o texto publicado pela CNBG na rede social chinesa WeChat.

Na nota, o grupo também disse ter construído uma fábrica em Pequim com capacidade de produzir até 120 milhões de unidades da vacina a cada ano.

 

O Ministério da Saúde enviou resposta à embaixada Britânica e ao presidente do laboratório AstraZeneca aceitando a proposta de acordo de cooperação no desenvolvimento tecnológico e acesso do Brasil à vacina para o novo coronavírus. O acordo prevê a compra de lotes da vacina e a transferência de tecnologia.

Se demonstrada eficácia, serão 100 milhões de doses à disposição da população brasileira. Pelo acordo, seriam enviados dois lotes de 15 milhões de doses casa, em dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Depois, começaria a produção nacional de outras 70 milhões de unidades.

A vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, sendo uma das mais promissoras e em estado mais avançado no que diz respeito às pesquisas no mundo. No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), fundação do Ministério da Saúde. O acordo, quando celebrado, prevê a transferência de tecnologia de formulação, o envase e o controle de qualidade.

O acordo se baseia em duas etapas, com início em uma encomenda na qual o Brasil assume também os riscos da pesquisa, pagando pela tecnologia mesmo não tendo os resultados dos ensaios clínicos finais. Em uma segunda fase, caso a vacina se mostre eficaz e segura, será ampliada a compra.

Nessa fase inicial, de risco assumido, serão 30,4 milhões de doses da vacina, no valor total de U$ 127 milhões, incluídos os custos de transferência da tecnologia e do processo produtivo da Fiocruz, estimados em U$ 30 milhões.

O governo considera que assumir o risco é necessário diante da urgência pela busca de uma solução efetiva para manutenção da saúde pública e retomada do crescimento diante da crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus.

Se a vacina for segura e eficaz e tiver o registro no Brasil, serão mais 70 milhões de doses, no valor estimado em US$ 2,30 por dose. Com o acordo que será firmado, o Brasil se coloca na liderança do desenvolvimento da vacina contra o Coronavírus.

METRÓPOLES

22
jun

@@@ O dia de Hoje na História… @@@

Postado às 6:57 Hs


Dia 22 de junho:

Dia do Orquidófilo.

Dia do Aeroviário.

1633 – A Congregação para a Doutrina da Fé em Roma obriga Galileo Galilei a negar que viu o Sol no meio do Universo.
1941 – Segunda Guerra Mundial: tem início a Operação Barbarossa.
1976 – A Câmara dos Comuns do Canadá extingue a pena de morte no país.

Nasceram neste dia…

1805 – Giuseppe Mazzini, político italiano (m. 1872).
1887 – Julian Huxley, biólogo britânico (m. 1975).
1949 – Meryl Streep (na imagem), atriz norte-americana.

Morreram neste dia…

1925 – Felix Klein, matemático alemão (n. 1849).
1969 – Judy Garland, atriz e cantora norte-americana (n. 1922).
1974 – Darius Milhaud, compositor francês (n. 1892).

2011 — Calimério Soares, musicista e compositor erudito brasileiro (n. 1941).

2015 -Luís Carlos Nunes da Silva, futebolista e treinador de futebol brasileiro (n. 1937).

2015 -James Horner, músico estado-unidense (n. 1953).

2018 — Vinnie Paul Abbott, músico estado-unidense (n. 1964).

 

 

Em um estudo sobre o novo coronavírus, pesquisadores do Instituto de Virologia Humana da Universidade de Maryland (Estados Unidos) indicam a possibilidade de a vacina oral contra a poliomielite, conhecida popularmente como “gotinha”, pode oferecer uma proteção temporária contra a covid-19. O efeito seria um dos não específicos da vacina.

O estudo foi publicado na revista científica Science, nesta sexta-feira (12), e traz evidências de que a gotinha e a vacina para a tuberculose, conhecida como BCG, podem dar ao organismo humano proteções contra infecções, sendo as respiratórias uma delas – como é o caso da covid-19.

A primeira evidência encontrada por pesquisadores que ligou a vacina BCG ao novo coronavírus foi que os países que ofereceram amplamente a vacina a população e fizeram campanhas de estímulo à imunização contra a tuberculose tiveram taxas menores de infecção da covid-19.

A semelhança apontada por pesquisadores entre o novo coronavírus e o poliovírus está no fato de que ambos microrganismos possuem uma cadeia positiva de RNA (material genético usado para sua replicação em células humanas). Por conta disso, os cientistas escrevem no estudo que os dois vírus possam ser afetados pelo mecanismo das vacinas já existentes.

Se as vacinas já existentes, que podem ser produzidas em massa, se provarem definitivamente efetivas contra o novo coronavírus em futuros estudos, a pandemia pode estar com os dias contados. Até lá, a principal esperança da comunidade científica está em vacinas que estão na fase três de testes, como a Coronavac, que será testada no Brasil, e as vacinas da farmacêutica Moderna e da Universidade de Oxford.

Exame

O Tribunal Penal Internacional deu o primeiro passo para iniciar um processo contra Jair Bolsonaro por crime contra a humanidade. A Corte sediada em Haia, na Holanda, informou que vai analisar representação do PDT que acusa o presidente pela postura no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O recebimento da representação ainda não significa que será iniciada uma investigação, apenas que os fatos apresentados pelo PDT serão analisados. Advogado do partido, Walber Agra considera o ato importante, uma vez que o mais comum é que a Procuradoria do TPI rejeite a representação contra presidentes em exercício. De acordo com a denúncia, Bolsonaro tem contrariado recomendações para reduzir a velocidade de contágio. Com isso, contribuiu para o colapso do sistema de saúde e colocou em risco a vida da população, segundo o PDT.

O Brasil superou a Itália em número de mortos por complicações da Covid-19 nesta quinta-feira (4). Com mais um recorde diário de mortes, o país acumula 34.021 vidas perdidas durante a pandemia e está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde.

Os principais dados do ministério são:

  • 34.021 mortes, eram 32.548 na quarta (3)
  • Foram 1.473 registros de morte incluídos em 24 horas
  • 614.941 casos confirmados, eram 584.016 na quarta
  • Foram incluídos 30.925 casos em 24 horas
  • 325.957 pacientes estão em acompanhamento (53 %)
  • 259.963 pacientes estão recuperados (41,5 %)

O balanço da quinta-feira, que foi divulgado por volta das 22 horas, registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.

O Brasil chegou a terceiro país com mais mortes no mundo 79 dias depois do registro da primeira vítima da Covid-19, em 17 de março.

Veja as mortes nos países mais afetados:

  1. Estados Unidos: 107.979
  2. Reino Unido: 39.987
  3. Brasil: 34.021
  4. Itália: 33.689

No mundo inteiro, a pandemia já fez cerca de 389,6 mil mortes, de acordo com o painel da universidade norte-americana Johns Hopkins. A doença começou na China, que hoje tem pouco mais de 4,6 mil mortes. O país asiático mais atingido é o Irã, com mais de 8 mil óbitos.

A Europa, que já foi o epicentro da doença, tem flexibilizado as regras de confinamento que foram estabelecidas por causa do novo coronavírus. O Coliseu, em Roma, outros museus e estabelecimentos foram reabertos.

Comparação entre países

A taxa para cada 100 mil habitantes aponta que o Brasil tem 14 mortes a cada 100 mil. Essa taxa mostra o efeito do vírus em países menos populosos, como o Reino Unido (66,6 milhões) e a Itália (60,3 milhões de habitantes), em comparação com os EUA (329,5 milhões) e Brasil (209,5 milhões).

Nessa comparação, o país fica atrás dos Estados Unidos (32,9), da Itália (55,8) e do Reino Unido (59,9).

Nestes países, o pico diário de mortes foi alcançado há mais tempo que no Brasil, e muitos já passam por um processo de desaceleração na contagem de mortos.

Os Estados Unidos tiveram o maior registro (2.612) em 29 de abril, o Reino Unido (1.172) em 29 de abril e a Itália (919) em 27 de março, segundo o mesmo levantamento da Johns Hopkins.

G1

Durante discurso neste domingo (31), o Papa Francisco saiu do texto previsto e afirmou que pessoas são mais importantes do que a economia, em um momento em que países decidem como vão retomar atividades após as restrições adotadas para tentar evitar a disseminação do novo coronavírus.

“Curar as pessoas, não poupar (dinheiro) para ajudar a economia (é importante), curar as pessoas, que são mais importantes do que a economia”, disse o Papa. A fala do pontífice foi a primeira em três meses feita de sua janela para a Praça de São Pedro, no Vaticano, conforme o isolamento da Itália chega ao fim.

ago 6
quinta-feira
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