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Opinião: A hora do tudo ou nada

Postado às 11:24 Hs

Donald Trump está perdendo a eleição para o coronavírus. O presidente tanto fez e tanto esperneou que acabou contraindo o vírus e literalmente perdeu o rebolado. O cancelamento de debates acabou virando contra Trump, que agora faz de tudo para reequilibrar a disputa. Na última pesquisa do Wall Street Journal, o mais lido pela elite conservadora, branca, rica e protestante, Biden estava 11 pontos na frente de Trump. O cruzamento de diversas as pesquisas de opinião, indica que esta tendência está se consolidando faltando menos de duas semanas para a eleição. Na média da maioria delas, Joe Biden terá 290 delegados e Trump 163. Em 2016, Trump perdeu nas costas Leste e Oeste, mas ganhou na Flórida, Texas e no meio dos Estados Unidos, conseguindo o número mágico de 270 delegados necessários para vencer no colégio eleitoral. Nas eleições deste ano, os democratas de Joe Biden sabem que se a vitória não for inquestionável, Trump tentará judicializar o processo de apuração criando todo tipo de problema, como aconteceu em 2000, quando George W. Bush venceu Al Gore.

Pesquisadores da agência nacional de ciências da Austrália descobriram que o vírus da Covid-19 pode sobreviver por até 28 dias em várias superfícies comuns, como cédulas de dinheiro, aço inoxidável e o vidro encontrado nas telas de celular.

O estudo foi publicado no Virology Journal na última quarta-feira (7), com o título The effect of temperature on persistence of SARS-CoV-2 on common surfaces (“Efeito da temperatura na persistência do SARS-CoV-2 em superfícies comuns”).

“Estas descobertas mostram que o SARS-CoV-2 permanece infeccioso por períodos de tempo significativamente mais longos do que geralmente considerado possível”, diz o texto. “Estes resultados podem ser usados para informar procedimentos aprimorados de mitigação do risco para prevenir a disseminação da Covid-19 por fômites [objetos inanimados que espalham doenças].”

Entre as principais constatações:

– O vírus sobrevive por mais tempo em temperaturas mais baixas;

– O vírus tende a sobreviver por mais tempo em superfícies lisas ou não-porosas, como vidro, aço inoxidável e vinil (usado em material protetor de celulares), comparado a superfícies porosas complexas, como algodão;

– O vírus sobrevive por mais tempo em cédulas de papel do que nas de plástico.

O Antagonista

Pesquisa Washington Post/ABC News mostra o ex-vice-presidente Joe Biden com 12 pontos percentuais à frente do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na disputa à Presidência do país. O democrata tem 54% das intenções de voto contra 42% do republicano.

O levantamento, divulgado no domingo (11.out.2020), foi feito de 6 a 9 de outubro –1 dia depois do republicano, com covid-19, ter alta do hospital. Foram entrevistadas 1.014 pessoas por meio de ligações telefônicas. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

O Ministério da Saúde informou na 5ª feira (8.out.2020) que pagou R$ 830,9 milhões referentes à 1ª parcela de adesão à Covax Facility (Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19). O ingresso no grupo permitirá o acesso ao portfólio de 9 vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise.

O tipo específico da vacina adquirida por meio da Covax será determinado pelo Brasil depois dos resultados dos testes clínicos. O Ministério da Saúde afirma que cada dose custará cerca de US$ 10,92 pela Covax. O Brasil pagará, no total, aproximadamente R$ $ 2,5 bilhões para participar da iniciativa.

Em troca, o país receberá cerca de 40,5 milhões de doses de 1 dos imunizantes em desenvolvimento contra a covid-19. Considerando o acordo anterior com a AstraZeneca e a Oxford, a expectativa do governo brasileiro é adquirir 140 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

A vacinação, de acordo com o secretário-executivo Élcio Franco, deve começar no 1º trimestre de 2021.

Contudo, as vacinas no portfólio da Covax –inclusive a da Oxford– exigem 2 doses para completar a imunização. Franco afirmou que o programa de vacinação “poderá, com base em 1 estudo, por dar uma dose para a população e aumentar a cobertura”.

CRITÉRIO DE EFICÁCIA

Gustavo Mendes Santos, gerente geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) explicou que as vacinas devem ter, no geral, 70% de eficácia comprovada para obterem o registro junto à agência. No caso dos imunizantes contra a covid-19, o percentual exigido será de 50%.

Ele afirmou que, considerando a carência de informações sobre o novo coronavírus e o impacto da pandemia, “50% de eficácia já representa 1 grande avanço”. Mendes acrescentou que a vacinação “é uma estratégia de saúde pública, não é 1 tratamento”. 

PROGRAMA DE VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde criou 1 grupo técnico para elaborar 1 plano nacional específico para a vacinação contra a covid-19. Os grupos prioritários e as estratégias para imunização devem ser anunciados entre novembro e dezembro.

REGISTRO DO CPF

Quem receber a vacina contra a covid-19 terá o CPF (cadastro de pessoa física) registrado. A medida pretende monitorar eventos adversos e também evitar que uma mesma pessoa receba doses de vacinas diferentes.

Também será possível emitir 1 certificado de vacinação no formato pdf com QRCode. O código digital será escaneado para atestar a validade do certificado.

PODER 360

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram na quinta-feira (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina.

O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai ocupar uma área de 580 mil metros quadrados e terá capacidade de produção de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano e será instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada.

Agência Brasil

Distanciamento entre estudantes, higiene, máscaras para os alunos mais velhos e dezenas de outras medidas fazem parte do novo guia da OMS para a reabertura de escolas.

Nesta semana, pela primeira vez desde maio, a agência atualizou suas orientações aos governos e institutos de ensino. O recado é claro: autoridades devem dar prioridade para a reabertura de escolas, e não de bares ou restaurantes. Mas terão de também aprender a conviver com o vírus.

“Em geral, a maioria das evidências de países que reabriram escolas ou nunca as fecharam, sugere que as escolas não foram associadas a aumentos significativos na transmissão comunitária”, revela a OMS.

A entidade, ainda assim, reconhece que, em locais de intensa transmissão, a opção por fechar uma escola deve ser considerado, principalmente onde há mortes crescentes e um número elevado de hospitalização. Mas fechar escolas deve ser considerado apenas como “última opção”.

Para os demais cenários, a recomendação é de manter alunos e professores em pequenos grupos que não se misturam, escalonar o início das aulas, intervalos, banheiro, refeições e horários finais, além de dezenas de outras medidas.

 via Jamil Chade – UOL

As infecções por coronavírus da Índia aumentaram para 4,2 milhões na segunda-feira, ultrapassando o Brasil e se tornando o segundo país com maior número de casos.

Com 4.204.613 infecções, a Índia está quase 70.000 casos à frente do Brasil, que chegou a 4.137.606 infecções no domingo (7), de acordo com números do consórcio de imprensa do qual a Folha faz parte.

A Índia, com um registro diário de 90.802 casos na segunda-feira (7), também tem o posto de crescimento mais rápido no número de infectados. Os Estados Unidos, com mais de 6 milhões de casos, continuam sendo o país mais afetado.

As mortes na Índia têm sido relativamente baixas até agora, mas o país registrou mais de 1.000 mortes em cada um dos últimos cinco dias. O ministério da saúde da Índia disse que 1.016 pessoas morreram de COVID-19 nesta segunda, elevando a mortalidade total para 71.642.

FOLHAPRES

Outubro. Esse é o prazo mais otimista para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19, chegando inclusive ao Brasil. Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, é também nesse mês que o país receberá cinco milhões de doses da vacina chinesa. A afirmação foi feita anteontem. O planejamento é entregar 45 milhões de vacinas ao Ministério da Saúde até o fim do ano. Tudo isso depende, no entanto, da conclusão da fase de testes clínicos e de registro junto à Anvisa.

A farmacêutica americana Pfizer promete, também para outubro, a liberação do uso de sua vacina, produzida em parceria com o laboratório alemão BioNTech e a fábrica de remédios chinesa Fosun Pharma. A expectativa é tão grande que Donald Trump abordou o tema em sua campanha em busca da reeleição, na tentativa de angariar votos na corrida pela Casa Branca.

No entanto, cientistas acreditam que uma vacina capaz de gerar imunidade contra o novo coronavírus só será possível a partir do ano que vem. O processo de desenvolvimento seguro de imunizantes é complexo e cheio de etapas. Por isso, pode levar até dez anos para ser concluído.

“Estamos desenvolvendo vacinas uma velocidade nunca vista, nos valendo das vacinas que estavam sendo produzas contra a Sars e a Mers. Então, não saímos do zero. E, com isso, ganhamos um tempo enorme. Consideramos também que os processos estão sendo acelerados, como registros, publicações e revisões de estudos. Mas existe o tempo da ciência, e não podemos jamais abrir mão dos critérios rigorosos que temos de licenciamento”, afirma Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

A vacina russa, por exemplo, já conseguiu registro em seu país. No entanto, ainda não cumpriu todas as etapas necessárias para comprovar sua eficiência. Por isso, é vista com desconfiança por cientistas de todo o mundo. Na visão de Kfouri, ela não será aprovada por nenhum órgão regulatório do mundo enquanto não concluir e publicar estudos de todos os seus testes clínicos.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta terça-feira (18), testes de fase 3 de mais uma vacina contra a Covid-19 no Brasil: a Ad26.COV2.S, desenvolvida pela Janssen Pharmaceuticals, do grupo Johnson & Johnson. Esta é a quarta vacina a obter autorização de testes no país (veja detalhes mais abaixo).

A Anvisa não informou a data de início dos testes, que depende de aprovação no Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) – órgão do Ministério da Saúde responsável pela avaliação ética de pesquisas clínicas – e da organização dos pesquisadores para recrutamento dos voluntários.

Está prevista a participação de 7 mil pessoas, com idade mínima de 18 anos, em 7 estados: Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Os participantes deverão receber uma dose única da vacina ou um placebo (substância inativa), para servir de grupo controle. A determinação de quem recebe a vacina ou o placebo será feita de forma aleatória (randomizada), e nem os voluntários, nem os pesquisadores saberão quais pessoas receberam qual substância (esse tipo de estudo é chamado de “duplo-cego”).

Após ser convidado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para chefiar a missão brasileira de ajuda ao Líbano, o ex-presidente Michel Temer ainda precisará da autorização da Justiça antes de sair do Brasil. A informação foi confirmada ontem pelo advogado de Temer, Eduardo Carnelós, que também afirmou que o pedido para que a viagem seja realizada já está pronto para ser entregue à Justiça. O ex-presidente é alvo de sete processos que tramitam no Rio, no Distrito Federal e em São Paulo e chegou a ser preso preventivamente pela operação Lava Jato fluminense em março de 2019.

O presidente Jair Bolsonaro participou, na manhã deste domingo (9), de uma videoconferência com outros chefes de Estado e de governo para tratar das ações de apoio ao Líbano. Na última terça-feira (4), uma grande explosão na zona portuária de Beirute, capital do país, deixou um saldo de centenas de mortes e milhares de feridos. Ao detalhar as ações do governo brasileiro, Bolsonaro disse que convidou o ex-presidente Michel Temer, que tem ascendência libanesa, para coordenar a missão.

“Nos próximos dias, partirá do Brasil, rumo ao Líbano, uma aeronave da Força Aérea Brasileira com medicamentos e insumos básicos de saúde, reunidos pela comunidade libanesa radicada no Brasil. Também estamos preparando o envio, por via marítima, de 4 mil toneladas de arroz, para atenuar as consequências da perda dos estoques de cereais destruídos na explosão. Estamos acertando, com o governo libanês, o envio de uma equipe técnica, multidisciplinar, para colaborar na realização da perícia da explosão. Convidei, como o meu enviado especial e chefe dessa missão, o senhor Michel Temer, filho de libaneses e ex-presidente do Brasil”, afirmou Bolsonaro.

Em nota, a assessoria de Temer informou que o ex-presidente “está honrado” com o convite. “Quando o ato for publicado no Diário Oficial serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa”, diz a nota.

A videoconferência foi iniciativa do presidente da França, Emmanuel Macron, e contou com a participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do presidente do Líbano, Michel Aoun, além dos líderes de países como Egito, Catar e Jordânia, entre outros. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro classificou a reunião como necessária e urgente, reafirmou suas condolências às famílias das vítimas da tragédia e destacou a relação histórica entre Líbano e Brasil.

“O Brasil é lar da maior diáspora libanesa no mundo, 10 milhões de brasileiros de ascendência libanesa formam uma comunidade trabalhadora, dinâmica e participativa, que contribui de forma inestimável com o nosso país. Por essa razão, tudo que afeta o Líbano nos afeta como se fosse o nosso próprio lar e a nossa própria pátria”, disse.

Agência Brasil 

A primeira vacina oficial contra a covid-19 será registrada nesta semana pelos russos. Segundo o vice-ministro da Saúde do país, Oleg Gridnev, o Centro Galamei, que produz a vacina russa, vai fazer o registro oficial nesta quarta-feira, 12 de agosto. Oleg afirma que paralelo a isso, o terceiro estágio final da vacina está em andamento. “O registro da vacina desenvolvida no Centro Gamalei acontecerá no dia 12 de agosto … Agora a última etapa, a terceira, está em andamento. Esta a parte do teste é extremamente importante. Precisamos entender que a vacina deve ser segura ”, disse Gridnev. Após o registro, a vacina será testada quase 1.600 pessoas para garantir sua segurança e eficácia.
O secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correa de Medeiros, disse nesta quarta-feira, 5, que o governo federal pretende comprar “a primeira vacina que chegar ao mercado”, independentemente do país que a produzir. Em audiência na Câmara dos Deputados, Medeiros afirmou que fará, nos próximos dias, uma visita ao Instituto Butantã, que participa do desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus Coronavac com a empresa chinesa Sinovac Biotech. Também disse que o ministério já realizou reuniões sobre vacina em teste na Rússia, mas não deu detalhes da conversa. A aposta do governo federal, por enquanto, é no modelo desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca e a universidade de Oxford. O governo espera receber 100 milhões de doses desta vacina, cuja tecnologia de produção deve ser repassada ao Instituto Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz.

A farmacêutica chinesa  e o governo do Paraná se preparam para a começar o quarto teste de uma potencial vacina para Covid-19 no Brasil. Na quarta-feira (29), o instituto paranaense que conduzirá os trabalhos no país assinou um acordo com estatal da China.

Os responsáveis pelos ensaios clínicos afirmaram que pretendem enviar, dentro de 15 dias, um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para dar sequência com os estudos de mais esta imunização. A candidata da Sinopharm se somará a outras três vacinas testadas no país:

  • Universidade de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido) – em Fase 3
  • Sinovac Biotech (China) – em Fase 3
  • Pfizer/BioNTech (EUA/Alemanha) – em Fase 2

Segundo a empresa chinesa, a candidata que será avaliada no Paraná pode estar pronta até o final deste ano. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, disse que profissionais da saúde estarão entre os primeiros vacinados.

Com o objetivo de ser o primeiro país do mundo a aprovar uma vacina contra o coronavírus, a Rússia afirmou, nesta terça (28/7), que pretende dar sinal verde para a imunização feita no país em até duas semanas.

Segundo a CNN Internacional, o governo do país quer começar a distribuição para a população em 10/8. A expectativa anterior era que a vacina começasse a ser produzida em setembro.

Apesar da pressa, há preocupações com a segurança e a eficácia da vacina, que foi produzida em tempo recorde. Os primeiros a receber a imunização serão os profissionais de saúde à frente do tratamento de infectados.

Moderna anunciou nesta segunda-feira (27) que começou o estudo em estágio avançado para avaliar sua candidata a vacina contra Covid-19. Essa é a terceira e última fase de testes. Cerca de 30 mil voluntários adultos que não tiveram a doença respiratória causada pelo novo coronavírus receberão a vacina. A pesquisa é apoiada pelo governo dos Estados Unidos.

Em todo o mundo, cinco candidatas à vacina estão na fase 3 de estudos, de acordo com um balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS). É somente depois desta prova, em um número maior de participantes, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização. São elas:

  • Sinovac (China)
  • Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China)
  • Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China)
  • Oxford/AstraZeneca (Reino Unido)
  • Moderna/NIAID (EUA)

O teste da Moderna, batizado de ‘Cove’, é o primeiro a ser implementado sob uma operação montada pelo governo norte-americano que visa acelerar o desenvolvimento, fabricação e distribuição de tratamentos e vacinas contra a Covid-19.

Os testes da Coronavac, vacina contra a que está sendo produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, começam nesta segunda-feira (20) no Brasil.

A terceira fase do estudo visa comprovar a segurança e a eficácia da vacina contra o novo coronavírus. O imunizante será testado em cerca de 9 mil voluntários em seis estados: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os participantes não podem ter sido infectados pelo vírus, não devem participar de outros estudos e mulheres não podem estar grávidas ou planejar uma gravidez por três meses.

Segundo o Instituto, caso os testes comprovem a eficácia do imunizante, 60 milhões de doses e custo estimado é de R$ 85 milhões. Diretor-médico do Instituto Butantan, o pesquisador Ricardo Palácios afirmou à CNN, que a vacina  é muito promissora contra a Covid-19.

O Brasil apresentou uma manifestação oficial de interesse em participar do programa de financiamento chamado ‘COVAX Facility’, mecanismo projetado para garantir acesso rápido e equitativo global às vacinas contra a Covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (15). Além do governo brasileiro, outros 74 países submeteram um pedido oficial para acelerar o acesso ao imunizador contra o novo coronavírus. No entanto, a OMS destacou que todos custearão as vacinas com seus próprios orçamentos de finanças públicas.
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