O uso de máscara ao ar livre deixará de ser obrigatório em Israel a partir deste domingo (18) em Israel, país que apostou fortemente na vacinação em massa de sua população para lutar contra o coronavírus, informaram as autoridades. Israel foi um dos primeiros países a impor a utilização de máscaras em locais públicos, no começo de 2020.

Atualmente, porém, 53% de sua população, de 9,3 milhões de habitantes, já recebeu ambas as doses da vacina da Pfizer/BioNTech. “As máscaras são feitas para nos proteger da pandemia do coronavírus. Mas como os especialistas concluíram que a máscara não era mais necessária ao ar livre, decidi retirar a (obrigação de usar) máscara”, disse o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, em um comunicado.

Com o anúncio das restrições aos viajantes do Brasil feito pela França nesta terça-feira (13), o país soma barreiras de entrada impostas como forma de tentar conter o avanço da pandemia de Covid-19 —particularmente, a variante brasileira do vírus— em ao menos 22 nações, de acordo com levantamento feito a partir dos dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Os dados atualizados até esta quarta-feira (14) referem-se apenas a países que adotaram medidas específicas contra o Brasil. Assim, ficam de fora do levantamento países como a China, por exemplo, que fechou suas fronteiras de maneira mais generalizada. Pessoas que estiveram no Brasil em um período de 14 dias antes de viajar não podem entrar na Arábia Saudita, Irã, Itália, Japão, Omã, San Marino e Vaticano. No Reino Unido, o prazo estabelecido como margem de segurança é de dez dias, mas os viajantes precisam se comprometer a ficar em quarentena em solo britânico por 11 noites.

O príncipe Philip, de 99 anos, faleceu nesta sexta-feira (9/4), segundo informou o Palácio de Buckingham. Ele completaria 100 em 21 de junho deste ano. A causa da morte ainda não foi revelada.

No Twitter e no site oficial da família real, uma comunicado foi publicado sobre o acontecimento. “É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anunciou a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo. Sua Alteza Real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor”.

Em fevereiro, o príncipe passou mal e foi internado preventivamente em um hospital de Londres. Em março, ainda internado, ele foi submetido a uma cirurgia para um problema cardíaco preexistente.  Segundo o Palácio, a cirurgia foi bem-sucedida.

O Duque de Edimburgo 
Philip é filho de Andrew, príncipe da Grécia e da Dinamarca, e de Alice, princesa de Battenberg. Nasceu na Grécia em 1921, mas foi expulso do país junto aos pais durante o golpe de 1922.

Serviu a Marinha Real Britânica e casou com a, então jovem Elizabeth, em 1947. Para isso, ele teve que abandonar os títulos gregos e dinamarqueses e recebeu o de Duque de Edimburgo. Em 2017, aos 96 anos, ele deixou a vida pública.

Polêmico, são muitos os episódios de declarações que causaram desconforto, muitas vezes pelo racismo velado, e os episódios de relações fora do casamento. Quando o seu filho, o príncipe Charles casou com princesa Diana, ele foi um dos opositores ao romance.

Agência de Notícias

Foto: Vatican Media – 04/04/2021/Handout/via Reuters

Na basílica de São Pedro quase vazia, o papa Francisco pediu neste domingo de Páscoa (4) à comunidade internacional a rápida distribuição de vacinas contra a Covid, sobretudo para os países pobres.  O Papa pediu a Deus que console os enfermos, os que perderam um ente querido e os desempregados, exortando as autoridades a dar às famílias mais necessitadas um “sustento decente”.

Com o novo coronavírus, este é o segundo ano consecutivo em que os serviços papais da Páscoa têm apenas pequenos grupos em um altar secundário da Basílica de São Pedro, em vez de multidões na igreja ou na praça do lado de fora.

Depois de celebrar a missa, Francisco leu sua mensagem “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo), na qual tradicionalmente faz uma revisão dos problemas mundiais e um apelo pela paz.

“A pandemia ainda está se espalhando, enquanto a crise social e econômica continua severa, especialmente para os pobres. No entanto — e isso é escandaloso — os conflitos armados não acabaram e os arsenais militares estão sendo fortalecidos”, disse.

Francisco, que normalmente teria feito o discurso para até 100 mil pessoas na Praça de São Pedro, falou para menos de 200 na igreja enquanto a mensagem era transmitida online para dezenas de milhões em todo o mundo.

A praça estava vazia, exceto por alguns policiais que impunham um rígido bloqueio nacional de três dias.

Ele elogiou os trabalhadores médicos, se solidarizou com os jovens que não podem frequentar a escola e disse que todos foram chamados para combater a pandemia.

“Exorto toda a comunidade internacional, em um espírito de responsabilidade global, a se comprometer a superar os atrasos na distribuição de vacinas e a facilitar sua distribuição, especialmente aos países mais pobres”, disse ele.

Francisco, que muitas vezes pediu o desarmamento e a proibição total da posse de armas nucleares, disse: “Ainda há muitas guerras e muita violência no mundo! Que o Senhor, que é a nossa paz, nos ajude a superar a mentalidade de guerra. ”

Com informações de FolhaPresse e O Globo

Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, hoje, o uso emergencial da vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, contra o novo coronavírus. Todos os cinco membros da Diretoria Colegiada, incluindo o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, se manifestaram a favor do uso temporário do imunizante, garantindo a liberação do uso emergencial. Eram necessários, ao menos, três votos favoráveis para aprovar o pedido. A Janssen havia solicitado o uso emergencial de seu imunizante contra a Covid-19 no Brasil na quarta-feira (24). Com a decisão da agência, a vacina pode agora ser aplicada na população brasileira. A entrega de 38 milhões de doses do imunizante, que faz parte do Plano Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, deve começar em julho – até setembro, devem ser entregues 16,9 milhões de doses; depois, de outubro a dezembro, são esperadas mais 21,1 milhões de doses.
Um grupo de cerca de 300 diplomatas divulgou, ontem, uma carta na qual criticam a postura adotada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, no comando do Itamaraty e dão a entender que desejam que o chanceler deixe o cargo. As informações são da DW Brasil. “Nos últimos dois anos, avolumaram-se exemplos de condutas incompatíveis com os princípios constitucionais e até mesmo os códigos mais elementares da prática diplomática. O Itamaraty enfrenta aguda crise orçamentária e uma série numerosa de incidentes diplomáticos, com graves prejuízos para as relações internacionais e a imagem do Brasil”, afirma o texto. A carta não cita nominalmente Araújo, mas deixa claro o desastre diplomático causado pelo ministro desde que assumiu a pasta. A situação teria se agravado com a condução da política externa no contexto da pandemia. “A crise da covid-19 tem revelado que equívocos na condução da política externa trazem prejuízos concretos à população. Além de problemas mais imediatos, como a falta de vacinas, de insumos ou a proibição da entrada de brasileiros em outros países, acumulam-se danos de longo prazo na credibilidade internacional do país”, destaca o documento.
O consórcio de municípios para compra de vacinas contra a Covid-19 quer ajuda internacional para reforçar o Plano Nacional de Imunização (PNI). Segundo o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, a ideia é mostrar que ajudar o país é uma forma de ajudar o mundo. “Os apelos que vamos fazer a nível mundial, não vai ser só um apelo dizendo, olha, o Brasil é isso. Surgiu a variante brasileira em Nova Iorque. Nós vamos mostrar que, além de estar ajudando o Brasil, as intervenções internacionais estarão ajudando o mundo. Nesse momento, o Brasil é perigoso para o mundo. Se essas variantes se espalharem, a situação, se é que tem como, vai ficar pior ainda”, disse Donizette. A declaração ocorreu durante a reunião virtual que marcou a aprovação do estatuto e instituição do Conectar – Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, do qual 2,6 mil municípios manifestaram interesse em participar – neste momento, 1.731 já aprovaram projetos de lei municipais para integrar o grupo.

Renato Souza/ Correio Braziliense

Charge do Dorinho (Arquivo Google)

O governo brasileiro tem sete meses para adotar medidas que endureçam o combate à corrupção. Ao menos esse é o prazo até a próxima reunião de um subgrupo criado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para avaliar a situação do Brasil. Representantes da entidade apontam retrocessos institucionais no ataque às práticas ilegais, desvio de dinheiro e atos que degradam os cofres públicos.

A aprovação da Lei do Abuso de Autoridade, o enfraquecimento da Lava-Jato em diversos estados e uma eventual proteção jurídica à família do presidente Jair Bolsonaro colocaram o Brasil na mira da entidade.

DECISÃO INÉDITA – Esta é a primeira vez que a organização cria um subgrupo para avaliar a situação de um país na área de combate à corrupção. Na prática, a OCDE não pode aplicar nenhum tipo de punição ao Brasil. Mas a decisão deixa o país mais distante de conseguir uma vaga no chamado grupo dos países ricos.

Se eventualmente conseguisse autorização para fazer parte da entidade, poderia receber mais investimentos estrangeiros, obter empréstimos com maior facilidade e ganhar respeito na comunidade internacional.

Mas, para isso, é necessário atender uma série de padrões adotados nas nações mais ricas, como ações contra corrupção, desenvolvimento da educação, saúde de qualidade e serviços públicos de alto padrão.

DIZ O ITAMARATY – Ao Correio, o Itamaraty afirma que a criação do subgrupo contou com anuência do governo brasileiro. Órgão alega que processo parecido ocorreu contra o Japão nos anos 2000.

“A iniciativa de criação do subgrupo para o monitoramento do país contou com aval da delegação brasileira, interessada em aprimorar o processo de apresentação dos elementos de interesse do Grupo de Trabalho sobre Suborno (WGB). Nenhuma razão de mérito ou demérito está na origem da criação do subgrupo, tratando-se tão somente de decisão processual para estruturar o debate sobre o monitoramento comum a que se submetem voluntariamente todos os membros do WGB”, alega a pasta.

No entanto, especialistas rebatem essas declarações, e dizem que a decisão, considerada grave no âmbito internacional, representa um retrocesso na aceitação brasileira entre a elite econômica mundial.

ESFORÇO INÚTIL – Eduardo Galvão, professor de política pública do Ibmec-DF, afirma que há anos o Brasil tenta fazer parte do grupo, e vinha reunido esforços para isso, mas agora retrocedeu.

m efeitos diretos, consequências. No início do ano passado, houve uma reunião do conselho da OCDE e o governo brasileiro anunciou que estava pronto para entrar no grupo. Ele está tentando desde 2017. Para entrar, o país tem que se adequar a alguns padrões internacionais, como os de governança, que entra na questão da corrupção”, destacando que a interferência política nas instituições levanta grande desconfiança internacional.

Nos últimos anos, a percepção da corrupção tem aumentado no país. Em 2019, no índice que vai de 0 a 100, o Brasil estava em uma média de 40 pontos no índice de percepção de corrupção. Mas no ano passado, recebeu 38, sendo a menor pontuação. A média dos países que compõem o BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é 39 e a média dos países da América Latina, 41. Já a média dos países da OCDE é 64, ou seja, o Brasil tem quase a metade dos pontos das nações que integram o grupo que o país tenta fazer parte. A tendência é de uma nova queda na pontuação neste ano.

SEM SINAIS DE MELHORA – O professor Eduardo Galvão avalia que os retrocessos são claros, e que não existem sinais de que a postura possa mudar para impedir a deterioração dos mecanismos para coibir irregularidades.

“Vieram diversas ferramentas, como a Lava-Jato, a PGR, a Polícia Federal. Essas instituições começaram a sofrer influência política. A Lava-Jato está sofrendo um desmonte. As nossas principais ferramentas de combate à corrupção estão sendo percebidas internacionalmente como sendo desmontadas. Isso leva a um índice de percepção de corrupção do Brasil corroer ainda mais”, completa.’

O Brasil recebeu neste domingo (21) mais de 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 fabricada pela AstraZeneca/Oxford. No total, 1.022.400 doses de imunizantes adquiridos por meio do Covax Facility chegaram ao aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta de 17h30, na primeira entrega feita pelo consórcio ao país. O acordo do Brasil com o consórcio, que é uma iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê mais de 42 milhões de doses neste ano. O Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), responsável pela aquisição via Covax Facility das vacinas contra a Covid-19 para os países das Américas, enviou ao Brasil as doses da vacina AstraZeneca/Oxford, fabricada pelo SK Bioscience, da Coreia do Sul.

Os senadores divulgaram, hoje, uma moção de apelo à comunidade internacional sobre a situação de descontrole do novo coronavírus no Brasil. No texto, eles ressaltam que o País se tornou “epicentro mundial da pandemia” e afirmam que o avanço da Covid-19 no Brasil “representa risco real para o mundo”. “Deixar que o povo brasileiro continue a morrer sem vacinas significa uma agressão a todas as tradições humanas. É o oposto de tudo o que a civilização representa”, suplicam em dado momento.

Leia o texto na íntegra:

“MOÇÃO DE APELO À COMUNIDADE INTERNACIONAL

No momento em que a sombra nefasta da morte paira sobre milhões de brasileiros, e que novas formas do vírus da Covid 19 se tornam uma assustadora ameaça global, apelamos à comunidade internacional. 

O Brasil se tornou o epicentro mundial da pandemia. Dados confirmados pela OMS mostram que superamos nesta semana a alarmante média móvel de 72 mil novos casos e mais de 2 mil óbitos por dia.

O país reclama atenção emergencial do mundo. Nosso ritmo de imunização é insuficiente para conter a propagação da doença. Até o momento, menos de 5% dos 210 milhões de brasileiros foram vacinados. Dependemos de vacinas e insumos farmacêuticos ativos (IFA) importados, que chegam em ritmo lento, se comparado ao desafio posto pela segunda e devastadora onda da pandemia no Brasil.

Nesta crise sanitária sem precedentes que atinge o mundo, barreiras fronteiriças não nos podem proteger da propagação do vírus e do surgimento de possíveis variantes. A única defesa é a cooperação internacional, com a vacinação urgente de nossa população. 

Semelhante situação impõe ao Senado Federal a tarefa de fazer aos demais países um doloroso alerta: o avanço da pandemia no Brasil representa risco real para o mundo.

Deixar que o povo brasileiro continue a morrer sem vacinas significa uma agressão a todas as tradições humanas. É o oposto de tudo o que a civilização representa. Destrói os princípios de convivência humana. Impõe o medo e compromete a tranquilidade e segurança de todos os países. 

Em todos os momentos dramáticos da história do mundo o Brasil deu sua contribuição. Agora, precisamos contar com a comunidade internacional, em especial dos países produtores de vacinas, bem como dos detentores de estoques estratégicos da mesma. 

A ordem internacional pode mostrar que é capaz de enfrentar os desafios com uma visão grandiosa, baseada na paz, na solidariedade, na tolerância, e na razão que é a matriz de todo o direito. Só assim vamos seguir adiante com o fortalecimento de uma consciência de cidadania planetária, alicerçada em valores universais.

SENADO FEDERAL
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”

19
mar

Mais vacinas

Postado às 20:18 Hs

O Brasil vai receber neste domingo (21) o primeiro lote de vacinas contra a covid-19 provenientes do consórcio Covax Facility. Serão 1.022.400 doses que chegarão ao país às 18h. A chegada das vacinas foi confirmada pela representante da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) no Brasil, Socorro Galiano.

Galiano enviou nesta sexta-feira (19) uma carta ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É com satisfação que informamos que o primeiro embarque, referente a 1.022.400 doses da vacina contra Covid-19, adquiridas através do mecanismo Covax, chegará ao Brasil no dia 21 de março de 2021”, disse na carta.

A representante da Opas/OMS no Brasil informou que 90% das doses têm vencimento em 31 de maio de 2021 e as demais 10% em 30 de abril de 2021. A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial da Saúde que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização.

A Covax Facility é uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes. De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.

R7

Em resposta à mensagem de cumprimentos enviada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ocasião da posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, o norte-americano respondeu que o governo está pronto para trabalhar em estreita colaboração com o governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral.

O democrata tomou posse no dia 20 de janeiro como o 46º presidente dos Estados Unidos, sucedendo o republicano Donald Trump, tido por Bolsonaro como aliado, que saiu derrotado da disputa . Segundo a Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Biden assinalou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos.

“Destacou que as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”, diz a nota.

Na carta enviada a Biden, Bolsonaro disse ser “grande admirador dos Estados Unidos” e pontuou que, desde que assumiu o poder no Brasil, passou a “corrigir” o que chamou de “equívocos de governos brasileiros anteriores”, que, segundo ele, “afastaram o Brasil dos EUA”.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adahnon, informou nesta sexta-feira (12) que a entidade concedeu o uso emergencial da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson, único imunizantes até o momento administrado em dose única.

Foto: Reprodução

Tedros informou que a aliança internacional para aquisição de imunizantes Covax Facility já adquiriu 500 milhões de doses do imunizante da Johnson e que espera começar sua distribuição aos países em julho.

Esta é a quarta vacina a receber da OMS a aprovação do uso emergencial. Vacinas da AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNtech e do Instituto Serum.

Vacina da AstraZeneca deve continuar

Tedros também aconselhou os países a não suspenderem o uso da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca em parceira com a Universidade de Oxford. A vacina foi associada a casos de trombose em alguns países.

“É importante notar que a Agência Europeia de Medicamentos disse que não há indícios de ligação entre a vacina e a formação dos coágulos sanguíneos e que a vacina pode continuar a ser usada enquanto sua investigação estiver em andamento”

O diretor-geral informou que o Comitê Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da OMS analisa sistematicamente os sinais de segurança e está avaliando os relatórios sobre a vacina da AstraZeneca, assim como das demais que já estão em uso.

“Mais de 335 milhões de doses das vacinas contra a Covid-19 foram administradas globalmente até agora, e nenhuma morte foi encontrada causada por essas vacinas”, afirmou Tedros.

Bem Estar – G1

O vírus já se tinha espalhado, em Portugal já existiam casos, mas só em março de 2020 é que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia, praticamente três meses depois de ter sido anunciado o primeiro caso em Wuhan, na China. Tinham morrido pouco mais de 4 mil pessoas. Um ano depois, a covid-19 já tirou a vida de mais de 2,6 milhões.

Em uma quarta-feira, 11 de março de 2020, quando o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, declarou que o que até então era considerada uma epidemia, tinha a força de pandemia. Ao justificar a declaração, ele afirmou que os casos fora da China tinham se “multiplicado por 13”.

Tedros Adhanoms disse, à época, que cabia a cada um dos países mudar o curso dessa pandemia se detectarem (casos), testarem, tratarem, isolarem, rastrearem e mobilizarem as pessoas na resposta. “Estamos nisto juntos e precisamos fazer com calma aquilo que é necessário”. Ele também já alertava para a necessidade de uma resposta mais agressiva.

O representante da OMS para situações de emergência, Mike Ryan, destacava que a utilização da palavra “pandemia” era meramente descritiva da situação e não alterava, “em nada, aquilo” que já estava sendo feito, “nem aquilo que os países deveriam fazer”.

A OMS alertava para os níveis alarmantes de propagação e gravidade do vírus e também para os “níveis alarmantes de falta de ação”.

Dois países em particular preocupavam a OMS naquele momento: o Irã e a Itália. O número de mortes crescia de forma assustadora. Mike Ryan avisava que outros países estariam muito em breve nessa situação, o que se confirmou.

O novo coronavírus, que começou na China, se alastrou pelo mundo inteiro. Matou pessoas, superlotou hospitais, quebrou muitas vezes a solidariedade e a economia. Paralisou a indústria, impediu aviões de levantar voo, fechou escolas e adiou ou cancelou eventos desportivos e espetáculos. Mudou toda a vida.

Os últimos dados, neste 11 de março de 2021, precisamente um ano depois da declaração de pandemia pela OMS indicam quase 120 milhões de pessoas infectadas pelo vírus e mais de 2,6 milhões de mortes.

Agência Brasil, com RTP

A anulação de todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato, hoje, está sendo noticiada com destaque em órgãos de imprensa no exterior. Em geral, as notas destacam que a decisão permite a Lula voltar a se candidatar, uma vez que ele recupera seus direitos políticos após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

Veja abaixo alguns dos veículos que noticiaram a anulação em outros países.

“The New York Times” – EUA

O site do americano “The New York Times” diz que Lula poderá voltar a tentar as eleições com a anulação das condenações pela Corte. “A decisão de um juiz do Supremo Tribunal Federal prepara o terreno para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concorrer contra o presidente Jair Bolsonaro na disputa presidencial do próximo ano”, diz a publicação.

“Le Monde” – França

O site do jornal francês anuncia: “No Brasil, um juiz da Corte Suprema anula as condenações de Lula” e diz que a decisão tem o “efeito de uma bomba” no país. A matéria afirma ainda que Lula poderá concorrer contra Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022.

“El País” – Espanha

Uma tarja com o anúncio de “urgente” informa: “Um juiz do Supremo do Brasil anula as condenações contra Lula da Silva. A decisão permitirá ao ex-presidente ser candidato nas eleições”.

A matéria explica que Fachin analisou um recurso de Lula e anulou quatro casos contra ele, incluindo o que o excluiu das eleições de 2018.

“Público” – Portugal

“Condenações de Lula na Lava-Jato anuladas por juiz do Supremo”, indica o site de notícias, que informa ainda que tribunais do Distrito Federal vão decidir o que acontece às investigações contra Lula.

“Corriere della Sera” – Itália

O site do jornal italiano “Corriere della Sera” noticiou a anulação da condenação de Lula e disse que o ex-presidente “agora pode se candidatar novamente”.

O artigo ressalta que a decisão não precisa ser ratificada em plenário, mas que provavelmente o Ministério Público entrará com recurso.

“Clarín” – Argentina

O site do principal jornal argentino destaca: “Anulan todas as condenações contra Lula da Silva e poderá voltar a ser candidato”. A matéria explica que o juiz Edson Fachin, do STF, ordenou que a investigação fosse reiniciada em outras jurisdições, devido à suposta parcialidade do Ministério Público e do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro.

“La Razón” – Bolívia

O site do jornal deu bastante destaque ao assunto, com o título “Juiz da Corte Suprema do Brasil anula todas as condenações de Lula” em sua manchete. O site explica que a decisão foi tomada por se considerar incompetente o tribunal que as ditou, no âmbito da operação Lava Jato.

“La Tercera” – Chile

“Juiz da Corte Suprema do Brasil anula condenações de Lula e (ele) fica habilitado a concorrer em eleições”, anuncia o site.

“Isso significa uma vitória do Partido dos Trabalhadores (PT), já que o ex-presidente mais uma vez tem direitos políticos e pode ser o candidato presidencial em 2022”, ressalta a matéria.

Depois de dizer, na semana passada, que o “Brasil vive uma tragédia”, diretores da Organização Mundial de Saúde (OMS) cobraram, hoje, medidas agressivas e disseram que o aumento dos casos de Covid-19 no país pode impactar toda a América Latina.

“A situação é muito séria, muito preocupante. As medidas de saúde pública que o Brasil deveria adotar deveriam ser agressivas – enquanto, ao mesmo tempo, distribui vacinas. (…) Se o Brasil não for sério, vai continuar a afetar toda a vizinhança lá e além. Não é só sobre o Brasil”, diz Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS

Os diretores se posicionaram depois de serem questionados sobre o aumento de internações entre jovens. Tedros resumiu a gravidade da situação dizendo que o Brasil precisa levar o aumento de casos “muito, muito a sério”.

“A situação no Brasil é muito, muito preocupante. Quando vimos muitas tendências de queda, em muitos países, nas últimas seis semanas, a situação no Brasil ou tinha aumentado ou atingido um platô – mas, é claro, com uma tendência maior de aumento. Eu acho que o Brasil tem que levar isso muito, muito a sério”.

“Sem fazer coisas para impactar a transmissão ou suprimir o vírus, não acho que vamos conseguir ter, no Brasil, a tendência de queda”, alertou o diretor-geral.

O Brasil deve sair do ranking das 10 maiores economias do mundo em 2020. Com a queda de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado, em comparação com 2019, o país desce da 9ª para a 12ª colocação. O levantamento foi feito pela Austin Rating.

O ranking considera o PIB nominal do país, ou seja, em valores correntes. O cálculo é feito em dólar. O Brasil deve ser ultrapassado pelo Canadá, pela Coreia do Sul e pela Rússia em 2020. Nem todos os países já divulgaram os dados oficiais da economia em 2020.

A atividade econômica brasileira teve o maior recuo desde 1996, considerando a base de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a maior desde 1990, se levarmos em conta a série histórica do BC (Banco Central), iniciada em 1962.

Será lançado no início da madrugada deste domingo (28) o foguete que levará, consigo, o Amazonia 1 – o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. O lançamento, previsto para ocorrer à 1h54 (horário de Brasília), será transmitido ao vivo pela Agência Brasil e pela TV Brasil.

O Amazonia 1 será colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite integra a Missão Amazonia 1, que tem, por objetivo, fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.

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