A pedido do governo de São Paulo, o ex-presidente Michel Temer entrou nas negociações para liberar a importação dos princípios ativos para fabricação da vacina CoronaVac no Instituto Butantan. Ele entrou em contato com um ex-embaixador da China no Brasil, com que tem boas relações, para que fosse encaminhado o pedido ao presidente chinês Xi Jinping. Na última terça (19), Temer ligou para o ex-embaixador Li Jinzhang, que hoje trabalha no palácio presidencial da China, e recebeu a promessa de que o pedido de ajuda para liberar a importação seria levado ao presidente chinês. A informação da entrada de Temer nas negociações foi publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada ao blog pelo secretário de Governo de São Paulo em Brasília, Antonio Imbassahy, e pela assessoria do ex-presidente brasileiro.
O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas COVID-19, com as primeiras remessas sendo enviadas para o Brasil e Marrocos na sexta-feira, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia. As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Serum Institute of India, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo. O governo indiano suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa doméstico de imunização no fim de semana passado. No início desta semana, ela enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O presidente Jair Bolsonaro enviou uma carta para cumprimentar o presidente Joe Biden, que tomou posse como 46º presidente dos Estados Unidos nesta quarta-feira (20). Em rede social, Bolsonaro cumprimentou Biden e destacou a relação firme entre os dois países.

“A relação Bandeira do Brasil e Bandeira dos Estados Unidos é longa, sólida e baseada em valores elevados, como a defesa da democracia e das liberdades individuais. Sigo empenhado e pronto para trabalhar pela prosperidade de nossas nações e o bem-estar de nossos cidadãos”, afirmou o presidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Para marcar essa data, enderecei carta ao Presidente dos EUA, Joe Biden, cumprimentando-o por sua posse e expondo minha visão de um excelente futuro para a parceria Brasil-EUA”, disse o presidente em outro post. Bolsonaro só reconheceu a vitória do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, sobre Trump 38 dias após o pleito norte-americano.

Joe Biden foi empossado nesta terça-feira (20) como o 46º presidente dos Estados Unidos, assumindo um país profundamente dividido e com o maior número de casos e mortes da Covid-19 em todo o mundo. O democrata, aos 78 anos, se torna o presidente mais velho da história da nação em uma cerimônia que foi drasticamente reduzida em Washington, despida da tradicional pompa e circunstância dado a pandemia e preocupações com a segurança após a invasão do Capitólio em 6 de janeiro por apoiadores do ex-presidente Donald Trump. Após fazer o juramento, conduzido pelo Juiz-Chefe do país, John Roberts, Biden discursou, dizendo que a sua posse é o “triunfo da democracia”. “Através de um desafio único, a América foi testada e se levantou à altura. Hoje, celebramos o triunfo não de um candidato, mas de uma causa —a causa da democracia”, afirmou. “A vontade do povo foi ouvida, e a vontade do povo foi atendida. Aprendemos novamente que a democracia é preciosa, a democracia é frágil. E nesta hora, meus amigos, a democracia prevaleceu”.

O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na manhã desta quarta-feira (20), horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo.

Entre as principais estão medidas sanitárias e econômicas de combate à pandemia, o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima. Também foi anunciada a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Veja as principais medidas anunciadas:

Meio ambiente

Retorno ao Acordo de Paris para o Clima;

Reverter as ações ambientais de Trump “para proteger a saúde pública e o meio ambiente e restaurar a ciência”;

Saúde

Acabar com o processo de saída dos EUA da OMS (Organização Mundial da Saúde);

Obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados;

Política externa

Parar a construção do muro na fronteira com o México;

Reverter o veto de Trump à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA;

Economia

Estender a moratória para despejos até 31 de março;

Estender a pausa no pagamento de financiamentos estudantis até 30 de setembro;

Outras medidas

Lançamento de uma série de iniciativas governamentais para promover a igualdade racial;

Prevenir e combater a discriminação com base no gênero ou na orientação sexual;

O gabinete de transição afirmou que as ações executivas visam adotar “ações para lidar com a pandemia da Covid-19, fornecer alívio econômico, combater as mudanças climáticas e promover a igualdade racial”.

Segundo o comunicado, Biden “assinará uma combinação de ordens executivas, memorandos, diretivas e cartas para dar os passos iniciais” horas após a posse, que está marcada para o meio-dia em Washington (14h em Brasília).

“O presidente eleito Biden agirá não apenas para reverter os danos mais graves do governo Trump, mas também para começar a fazer nosso país avançar”, aponta o comunicado.

Biden promete para os 100 primeiros dias de governo vacinar 100 milhões e mudar completamente a abordagem de combate à pandemia, para reduzir seu impacto econômico e social.

G1

20
jan

Joe Biden assume com propostas impactantes

Postado às 9:51 Hs

O Governo de Joe Biden e Kamala Harris nos Estados Unidos começa hoje ao meio-dia de Washington (14h de Brasília), com perspectiva de mudanças profundas. As informações são do Blog do Riella.

A cerimônia de posse do presidente e da vice-presidente será realizada sob medidas de segurança, sem presença de público. Será a primeira transferência de poder desde 1869 em que o presidente anterior (Donald Trump) não estará presente para passar o cargo.

Joe Biden deverá reverter políticas de Trump já nos primeiros dias. Ele vai priorizar o combate à Covid-19. Pretende também injetar US$ 700 bilhões na economia e resgatar o multilateralismo na política externa. Repercute a proposta de aumento do salário mínimo federal para US$ 15 por hora (cerca de R$ 80). Biden promete também investir US$ 2 trilhões em energia renovável.

Há a promessa de gastar US$ 400 bilhões em compras governamentais direcionadas a produtos da indústria americana. Biden garante levar os EUA a ingressar novamente no Acordo de Paris, que prevê a redução dos gases de efeito estufa em até 28% até 2025.

Permanece como incerta a postura diante da China, levando-se em conta o desafio da disseminação do 5G no mundo (inclusive no Brasil). E destaca-se a intenção de alterar profundamente a política migratória imposta por Trump.

A brasileira Mariângela Simão, diretora para acesso a medicamentos da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse nesta sexta-feira (15), durante uma reunião da entidade, que o que está acontecendo em Manaus deve servir de alerta para outros lugares do mundo. Ela alertou que a crise na capital do Amazonas, que vem sofrendo com falta de oxigênio nos hospitais, mostra que a pandemia ainda não terminou. “Manaus passa por uma situação muito difícil. Devido a um falso sentimento de segurança, eles baixaram a guarda”, afirmou a brasileira, diretora da OMS, completando: “É importante que aprendamos com a terrível situação que Manaus vive. Podemos evitar danos adicionais se continuarmos transmitindo a mensagem: não baixem a guarda, a luta ainda não acabou”.

Donald Trump se tornou o primeiro presidente da história dos Estados Unidos a ter dois processos de impeachment aprovados na Câmara.Ontem, a Câmara aprovou pela segunda vez um pedido para que ele seja afastado do cargo, a apenas seis dias do final de seu mandato.

Foram 232 votos a favor e 197 contra, e quatro deputados não votaram. Entre os que votaram a favor estão 10 membros do Partido Republicano, o mesmo de Trump. Outros quatro republicanos não votaram. Os democratas foram unânimes nos votos a favor.

Desta vez Trump foi considerado culpado por incitar à violência que resultou na invasão do Capitólio, a sede do Congresso americano, na semana passada. Antes, em 2020, ele havia sido declarado culpado por obstrução ao Congresso e abuso de poder.

Diferentemente do Brasil, o presidente dos EUA não é afastado quando o processo de impeachment é aberto no Senado. A sua remoção ocorre de forma definitiva após o processo ser analisado e aprovado pelos senadores.

Trump deve permanecer no cargo até a próxima quarta-feira (20), quando Joe Biden toma posse como novo presidente.

Em seu primeiro processo, Trump foi absolvido no Senado, de maioria republicana. Naquele caso, nenhum deputado de seu partido votou por sua condenação, e apenas um senador o fez.

Agora, porém, dez deputados republicanos foram favoráveis a seu afastamento. Isso estabelece um recorde: antes, apenas cinco deputados tinham votado pelo impeachment de um presidente de seu próprio partido, quando cinco democratas ficaram contra Bill Clinton, em 1988.

 

 

Cerca de 25 milhões de usuários se inscreveram na plataforma de mensagens Telegram nas últimas 72 horas, disse seu fundador, o russo Pavel Durov, hoje, em reação ao anúncio de seu concorrente, WhatsApp, de que compartilhará mais dados com sua empresa mãe, o Facebook. “Durante a primeira semana de janeiro, o Telegram ultrapassou os 500 milhões de usuários ativos mensais. Depois disso, continuou a crescer: 25 milhões de novos usuários chegaram ao Telegram nas últimas 72 horas”, disse Dúrov em seu canal na rede. “Este é um aumento significativo em relação ao ano passado”, continuou, acrescentando que o Telegram já havia tido ondas repentinas de registros durante seus “sete anos de experiência na proteção da privacidade de seus usuários”, mas “desta vez é diferente”. “As pessoas não trocam mais sua privacidade por serviços gratuitos. Não querem mais ser reféns de monopólios de tecnologia”, acrescentou o bilionário de 36 anos.
07
jan

Sem chances de recuo

Postado às 8:16 Hs

Lamentável tudo o que ocorreu, ontem, nos Estados Unidos, com a invasão do Capitólio, a sede do parlamento americano, por militantes mobilizados pelo presidente Donald Trump, para impedir, num ato contra a democracia, a contagem oficial dos votos da vitória do presidente Joe Biden. Por tudo que já foi noticiado, parlamentares podem até contestar o resultado dos estados e levar a rejeição dos votos aos plenários.

Mas isso é algo bastante improvável de ocorrer, porque os democratas são majoritários na Câmara e porque a tentativa de reversão do resultado encontrou resistência até entre senadores e deputados republicanos. Dois aliados do presidente Donald Trump, o vice-presidente Mike Pence e o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, rejeitaram mudar o resultado das eleições.

Os dois participaram da sessão conjunta no Congresso para a contagem dos votos do Colégio Eleitoral. Biden venceu por 306 votos contra 232 de Donald Trump. Após políticos trumpistas apresentarem uma objeção aos resultados do Arizona – tradicional reduto republicano vencido por Biden em novembro –, o senador McConnell fez duro discurso aos colegas de partido. McConnell foi um dos principais escudeiros do governo Trump no Congresso.

Trump insiste na tese de que as eleições presidenciais foram fraudadas e que eleitores em situação irregular votaram. Entretanto, nenhuma prova foi apresentada e o presidente perdeu todas as tentativas de reverter na Justiça o resultado eleitoral.

Blog do Magno 

Via  G1

Políticos e autoridades brasileiras se manifestaram nesta quarta-feira, dia 6, a favor da democracia e contra a invasão do Congresso dos Estados Unidos por apoiadores do presidente republicano Donald Trump, que não aceitam o resultado da eleição da qual saiu vencedor o democrata Joe Biden.

Os invasores entraram no Capitólio, em Washington, durante a contagem oficial dos votos das eleições presidenciais e queriam impedir a confirmação da vitória de Biden – ele ganhou no Colégio Eleitoral por 306 votos contra 232. Horas depois da invasão à sede do Congresso, Trump pediu aos manifestantes que deixassem o local, mas voltou a dizer que a eleição foi roubada.

O QUE DISSERAM OS BRASILEIROS:

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral – “No triste episódio nos EUA, apoiadores do fascismo mostraram sua verdadeira face: antidemocrática e truculenta. Pessoas de bem, independentemente de ideologia, não apóiam a barbárie. Espero que a sociedade e as instituições americanas reajam com vigor a essa ameaça à democracia.”

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado e do Congresso Nacional – “As imagens vistas de invasão ao Congresso Nacional americano, na tarde dessa quarta-feira (6), em uma tentativa clara de insurreição e de desprezo ao resultado das eleições por parte de um grupo, são inaceitáveis em qualquer democracia e merecem o repúdio e a desaprovação de todos os líderes com espírito público e responsabilidade. O Senado Federal brasileiro acompanha atentamente o desenrolar desses acontecimentos, enviando aos congressistas e ao povo americano nossa solidariedade e nosso apoio. Defendo, como sempre defendi, que a democracia deve ser respeitada e que a vontade da maioria deve prevalecer.”

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados – “A invasão do Congresso norte-americano por extremistas representa um ato de desespero de uma corrente antidemocrática que perdeu as eleições. Fica cada vez mais claro que o único caminho é a democracia, com diálogo e respeitando a Constituição.”

Baleia Rossi, deputado federal (MDB-SP) – “São chocantes as cenas da invasão do Congresso nos Estados Unidos por quem não aceita o resultado da eleição. Democracia não se faz na violência. Se faz no debate de ideias, no respeito às diferenças, à vontade do povo e à Constituição.”

Levantamento do Bank of America mostra que o Brasil mobilizou 11,2% do PIB (Produto Interno Bruto) em estímulos fiscais e monetários para conter a crise. É a proporção mais baixa entre as 10 maiores economias do mundo.

O estudo foi antecipado no Brasil pelo jornal Valor Econômico. A pesquisa foi feita com dados de 97 países. Mostra que a injeção de recursos chega a US$ 25 trilhões, sendo US$ 15,23 trilhões vindos da política fiscal e US$ 9,32 trilhões da política monetária.

Encabeçam a lista dos 10 maiores volumes de estímulos em proporção da economia Japão, Itália e Alemanha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MAIOR QUE O PLANO MARSHALL
O estímulo financeiro, somado a outras medidas para reativar a economia, é o maior da história dos EUA. Vão ser gastos US$ 2,9 trilhões (14,5% do PIB). O plano Marshall, programa de ajuda econômica do governo norte-americano aos países da Europa Ocidental depois da Segunda Guerra Mundial, custou 5,2% do PIB.

PODER360

O México, o Chile e a Costa Rica iniciaram a vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira (24). O México foi o primeiro país latino-americano a começar a imunizar a população. Os dois países vão aplicar a vacina desenvolvida em conjunto pela Pfizer e BioNTech. A primeira dose na América Latina foi aplicada em Maria Irene Ramirez, de 59 anos, chefe de enfermagem da unidade de terapia intensiva do Hospital Geral Ruben Leñero, na Cidade do México.  “Estou um pouco nervosa, mas muito feliz. É o melhor presente que pude receber em 2020, me dá mais segurança e mais coragem para continuar na guerra contra um inimigo invisível. Temos medo, mas devemos continuar”, disse Maria Irene, antes de ser vacinada.
20
dez

Itália decreta novo confinamento

Postado às 9:19 Hs

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, anunciou um novo confinamento no país durante o Natal e o Ano Novo. A Itália conta com o maior número de mortes por Covid-19 da Europa: quase 68 mil vítimas. As informações são do site Euronews.

Outros países europeus também impuseram medidas mais rígidas. Na Áustria, o chanceler Sebastien Kurz divulgou o terceiro confinamento do país, que será implementado logo após o Natal. As autoridades também impuseram a obrigatoriedade da realização de testes.

Já na Suécia, o governo mudou de postura e decretou na sexta-feira as medidas de combate à Covid-19 mais duras lançadas no país até agora com o objetivo de evitar uma segunda onda de infeções.

A utilização de máscaras nos transportes públicos é agora recomendada e os espaços públicos não essenciais serão igualmente fechados. Na República Tcheca, o presidente decretou novas medidas de confinamento que entraram em vigor ontem.

O Palácio Itamaraty deu aval e o presidente Jair Bolsonaro determinou que o governo brasileiro reconheça a vitória de Joe Biden nas eleições americanas.

Em nota, o presidente brasileiro reconheceu a vitória de Biden nas eleições dos Estados Unidos. Veja a mensagem:

“Cumprimentos do Presidente Jair Bolsonaro ao Presidente-Eleito dos EUA Joe Biden

O Presidente Jair Bolsonaro transmite a seguinte mensagem ao Presidente-Eleito Joe Biden após o anúncio dos resultados da votação no Colégio Eleitoral dos EUA:

– Saudações ao Presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos”.

– Estarei pronto a trabalhar com V. Exa. e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos.”

A avaliação na diplomacia brasileira foi a de que, com a vitória de Biden no colégio eleitoral e a conclusão da judicialização promovida por Donald Trump –com resultado negativo para ele— é inevitável o reconhecimento.

Junto com o reconhecimento, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, já determinou à Embaixada do Brasil nos Estados Unidos que comece a reconstrução de pontes com 0o governo americano. O motivo é que chegou a ele informações de que os democratas passaram de uma situação de incômodo com o não-reconhecimento para um estágio de indiferença com o governo brasileiro.

CNN Brasil

Joe Biden foi oficializado nesta segunda-feira (14) como o 46° presidente dos EUA. A confirmação veio após as votações no colégio eleitoral. A chapa democrata, composta por Biden e advogada Kamala Harris, governará o país a partir de 2021.

De acordo com as regras do sistema eleitoral norte-americano estabelecidas na Constituição, são os 538 membros do Colégio Eleitoral que, na prática, oficializam quem comandará o país durante quatro anos.

Dessa forma, apesar de a chapa democrata formada por Joe Biden e Kamala Harris ter sido declarada vitoriosa nas projeções da mídia desde 7 de novembro, apenas a partir desta segunda-feira, após a votação do Colégio Eleitoral, eles são considerados oficialmente presidente e vice-presidente eleitos dos EUA.

Normalmente, a votação no Colégio Eleitoral não apresenta grandes surpresas, mas com a grande pressão de Trump para tentar invalidar votos em estados-chave onde foi derrotado por Biden, havia temores de que a reunião deste ano pudesse ser menos tranquila.

O próximo compromisso do presidente eleito é a posse no dia 20 de janeiro, em que ele faz o seu juramento e assume o compromisso de conduzir o país.

CNN Brasil 

25
nov

* * * QUENTINHAS… * * *

Postado às 17:14 Hs

* * * A governadora Fátima Bezerra (PT) telefonou para o prefeito eleito de Mossoró, deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade). Seu gesto político, elegante, diga-se, foi para cumprimentá-lo pela vitória nas urnas em 15 de novembro. Também houve preocupação quanto à saúde do prefeito eleito, que contraiu Covid-19 e continua em isolamento domiciliar. O diálogo civilizado é também sinalizador de relações políticas de interesses comuns a Mossoró e estado do RN. Acabou a eleição, agora é descer do palanque e trabalhar. Somente gentileza ! * * *

* * * A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB) está com Covid-19. Ela comunicou hoje à tarde nas redes sociais. “Amigos e amigas. Comunico que testei positivo para Covid-19, hoje, no mutirão de testagens da Câmara. Sinto-me bem, estou em casa, cumprindo os protocolos de saúde. Determinei nova sanitização de áreas coletivas da Câmara. Mantenham os cuidados, a pandemia não passou”. * * *

* * * Maior jogador da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona morreu, hoje, aos 60 anos. Maradona sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, segundo o jornal argentino “Clarín”. O ex-jogador sofreu uma delicada cirurgia no cérebro no começo do mês e recebeu alta oito dias depois. Campeão mundial na Copa de 1986, quando ficou eternizado pelos gols que marcou contra a seleção da Inglaterra, o craque argentino passou recentemente por uma cirurgia para drenar uma pequena hemorragia no cérebro. O médico Leopoldo Luque afirmou na ocasião que a cirurgia era considerada simples, mas havia preocupação pela condição de saúde do ex-jogador. * * *

 

Integrantes do Palácio do Planalto e do núcleo militar do governo avaliam que a derrota de Donald Trump nos Estados Unidos e o resultado das eleições serviram como recados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e indicam que ele terá de fazer adaptações para triunfar nas urnas em 2022. O principal aprendizado, avaliam fardados, é que a população passou a rejeitar extremos, e discursos inflamados em relação à pandemia podem levar a queda de popularidade. A análise de aliados de Bolsonaro é que a postura de Trump durante a crise sanitária foi decisiva para sua derrota.
jan 21
quinta-feira
22 14
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
115 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5.845.298 VISITAS