O Banco Central (BC) limitou as opções para a definição do horário de período noturno para o uso do Pix, o sistema de pagamento instantâneo. A mudança foi publicada nesta segunda-feira, 22, no Diário Oficial da União. A pedido do usuário final, “o período noturno poderá compreender o período entre 22 horas e 6 horas”, diz a instrução normativa publicada. Desde 4 de outubro, passou a valer o limite de R$ 1 mil para transferências e pagamentos realizados por pessoas físicas das 20h às 6h. Mas até então, a pedido do usuário, o período noturno poderia ser iniciado de 20h às 23h59. A limitação de transferências e pagamentos foi uma das medidas anunciadas pelo Banco Central para tornar o Pix mais seguro e reduzir a vulnerabilidade dos sistemas às ações de criminosos, como sequestros.

O Pix faz seu primeiro aniversário neste 16 de novembro. Em um ano, a rápida adesão dos brasileiros ao sistema de pagamentos instantâneos surpreendeu as instituições financeiras. As últimas estatísticas divulgadas pelo Banco Central (BC), de setembro de 2021, mostram que as transações feitas por Pix superam as realizadas por boletos, TEDs, DOCs e cheques somados.

A lógica do sistema é simples: você entra no aplicativo do banco em que tem conta, cadastra uma “chave” – que pode ser um número de celular, o CPF, e-mail ou uma chave aleatória sugerida pelo banco – e realiza a transação, que faz o pagamento instantaneamente e sem exigir qualquer outra informação da conta que vai receber o valor. O pagamento pode ser realizado a partir de uma conta corrente, conta poupança ou conta de pagamento pré-paga.

Estatísticas

Segundo dados divulgados pelo Banco Central (até outubro), o Pix teve mais de 348 milhões de chaves cadastradas, sendo a maior parte delas, 121 milhões, a chave aleatória. Foram mais de 1.6 bilhão de transações neste primeiro ano. As transferências entre novembro de 2020 e outubro de 2021 já movimentaram quase R$ 4 trilhões.

Cerca de 75% das transações são realizadas entre pessoas físicas. Já a transferência de pessoa física para pessoa jurídica tem crescido, chegando hoje a 16%. As pessoas físicas também concentram a maioria das contas cadastradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DCIT). São cerca de 217 milhões, contra 9 milhões de pessoas jurídicas. O Banco Central também possui atualmente 762 instituições financeiras no sistema, sendo 616 cooperativas de crédito.

CNN Brasil

O Pix, sistema de pagamento instantâneo lançado pelo Banco Central, completa o primeiro ano de operação no próximo dia 16. Ao longo desses primeiros 365 dias de funcionamento, os números mostram um salto no uso do sistema. Cresceu 639% em quantidade de usuários, indo de 13,7 milhões de pessoas físicas em novembro de 2020 para 101,3 milhões em setembro deste ano. O sistema rivaliza com cartões de débito e dinheiro em espécie como principal meio de pagamento dos brasileiros. Veja os principais números e um balanço do Pix em seu primeiro ano a seguir. São os seguintes os dados divulgados pelo Banco Central, comparando novembro de 2020 com setembro de 2021: Chaves cadastradas: 95, 3 milhões (novembro/20) x 330,8 milhões (setembro/21). Transações feitas por pessoas físicas e jurídicas: 33,5 milhões x 1,04 bilhão Valores transferidos: R$ 29,6 milhões x R$ 559 milhões Pessoas físicas clientes: 13,7 milhões x 101, 3 milhões Empresas clientes: 1,14 milhão x 7,6 milhões

Prestes a completar um ano de vida, o Pix, transferência e meio de pagamento eletrônico instantâneo e gratuito, vem sendo utilizado por 38% dos pequenos e médios lojistas virtuais. É o que aponta pesquisa realizada pela Loja Integrada, palataforma para criação de lojas virtuais, com 3.060 pequenos e médios varejistas que atuam com comércio eletrônio.

Pedro Henrique Freitas, CEO da Loja Integrada, diz que o Pix oferece praticidade e agilidade tanto para o comércio quanto para o cliente, na hora de finalizar a compra. “Ao selecionar o Pix como método de pagamento no e-commerce, um QR Code é gerado e apresentado ao consumidor. Se ele estiver realizando a compra utilizando o computador, basta escanear o QR Code usando o aplicativo do banco ou carteira digital e realizar a transação em tempo real”, conta Freitas.

Ainda segundo o executivo, o Pix chega para colaborar e para democratizar ainda mais as compras pela internet. O motivo, de acordo com ele, é simples: pessoas que não possuem um cartão de crédito, por exemplo, agora poderão utilizar esta nova forma de pagamento.

“No comércio, o Pix significa uma nova possibilidade de pagamento, mais prática do que dinheiro e boleto bancário. Para os consumidores finais, o Pix é uma opção adicional de meio de pagamento, que oferece agilidade e praticidade na transação”, finaliza. Usuário poderá sacar até R$ 600 por dia no comércio

A partir do dia 29 de novembro os usuários que tenham conta bancária e Pix cadastrados poderão efetuar dois novos serviços com a modalidade: Pix saque e Pix troco. O valor do saque é de até R$ 500 durante o dia e até R$ 100 à noite (das 20 horas às 6 horas). O uso do serviço será totalmente gratuito para o cliente final pessoa física até oito operações por mês.

R7

A partir de hoje (4), as transferências e pagamentos feitos por pessoas físicas entre as 20h e as 6h terão limite de R$ 1 mil. A medida foi aprovada pelo Banco Central (BC) em setembro, com o objetivo de coibir os casos de fraudes, sequestros e roubos noturnos.

As contas de pessoas jurídicas não foram afetadas pelas novas regras. A restrição vale tanto para transações por Pix, sistema de pagamento instantâneo, quanto para outros meios de pagamento, como transferências intrabancárias, via Transferência Eletrônica Disponível (TED) e Documento de Ordem de Crédito (DOC), pagamentos de boletos e compras com cartões de débitos.

O cliente poderá alterar os limites das transações por meio dos canais de atendimento eletrônico das instituições financeiras. No entanto, os aumentos serão efetivados de 24 horas a 48 horas após o pedido, em vez de ser concedidos instantaneamente, como era feito por alguns bancos.

As instituições financeiras também devem oferecer aos clientes a possibilidade de definir limites distintos de movimentação no Pix durante o dia e a noite, permitindo limites mais baixos no período noturno. Ainda será permitido o cadastramento prévio de contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos, mantendo os limites baixos para as demais transações.

Na semana passada, o BC estabeleceu medidas adicionais de segurança para o sistema instantâneo de pagamentos, que entrarão em vigor em 16 de novembro. Uma delas é o bloqueio do recebimento de transferências via Pix a pessoas físicas por até 72 horas, caso haja suspeita de que a conta beneficiada seja usada para fraudes.

Agência Brasil

A partir de 16 de novembro, as instituições financeiras poderão bloquear o recebimento de transferências via Pix a pessoas físicas por até 72 horas, caso haja suspeita que a conta beneficiada seja usada para fraudes. A medida consta de resolução publicada hoje (28) pelo Banco Central (BC), com medidas adicionais de segurança para o sistema instantâneo de pagamentos.

Segundo o BC, o bloqueio preventivo permitirá que a instituição financeira faça uma análise mais cuidadosa de fraude em contas de pessoas físicas, aumentando a chance de recuperação dos recursos por vítimas de algum crime ou extorsão. O bloqueio será imediatamente comunicado ao usuário recebedor.

A resolução também torna obrigatória a notificação de infração, por meio da qual as instituições registram eventuais irregularidades e compartilham as informações com as demais instituições sempre que houver consulta a uma chave Pix. Atualmente, essa notificação é facultativa. O BC também ampliou o uso do mecanismo para transações em que pagador e recebedor tenham contas no mesmo banco e para operações rejeitadas por suspeita fundada de fraude.

25
set

Pix alcança 100 milhões de usuários

Postado às 10:54 Hs

O Pix ultrapassou a marca de 100 milhões de usuários nesta semana. Isso significa que cerca de 61% dos brasileiros que têm conta em banco já fizeram ou receberam um pagamento instantâneo.

De acordo com dados do BC (Banco Central), 164 milhões de pessoas têm relacionamento bancário no Brasil e o Pix atingiu a marca de 100,3 milhões de usuários pessoa física na última 4ª feira (22.set.2021). São exatamente 100.389.158 de pessoas no Pix.

No fim de agosto, o BC contabilizava 97,8 milhões de usuários do sistema de pagamentos instantâneos. Em julho, eram 93,7 milhões e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, falou que 46% da população adulta já haviam feito ou recebido um Pix.

Poder 360

O Banco Central (BC) aprovou três medidas para a ‘prevenção de fraudes na prestação de serviços de pagamento’. As medidas já tinham sido apresentadas no fim de agosto, como maneira de coibir fraudes no Pix, mas só foram formalizadas hoje. As novas medidas para aumentar a segurança dos serviços de pagamento vêm após uma série de notícias a respeito do crescimento de crimes, incluindo sequestros relâmpagos, após o advento do Pix, que permite transferências imediatas feitas nos sete dias da semana e a qualquer horário. Até 4 de outubro, as instituições deverão limitar a R$ 1 mil “a prestação de serviços de pagamento para o período das 20h às 6h”. Ou seja: esse será o limite para transferências nesse período, incluindo o Pix.
O Banco Central regulamentou nesta quinta-feira (2) duas novas modalidades do PIX: o PIX Saque – que permitirá o saque em dinheiro em estabelecimentos comerciais – e o PIX Troco – que também permitirá o saque, mas associado a uma compra ou à prestação de um serviço. Os novos serviços estarão disponíveis a partir de 29 de novembro. Todas as pessoas que tiverem conta em uma das instituições participantes do PIX poderão utilizar os novos serviços, informou o Banco Central. Serão oito operações gratuitas por mês nessa novas modalidades para as pessoas físicas. Atualmente, o PIX permite apenas pagamentos e transferências instantâneas em todo o país entre pessoas, empresas e governo 24 horas por dia, sete dias da semana. O limite máximo das transações do PIX Saque e do PIX Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20 horas às 6 horas), segundo o Banco Central.

O PIX não completou nem um ano em operação, mas já é o segundo meio de pagamento mais usado pelos brasileiros nas contas à vista, ficando atrás apenas do dinheiro, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), antecipada ao G1. De acordo com o levantamento da pesquisa, as modalidades de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros são dinheiro (71%), PIX (70%), cartão de débito (66%) e cartão de crédito (57%).

A CNDL explicou que a preferência pelo PIX é justificada para 83% dos usuários pela rapidez e a praticidade, seguido de evitar ou minimizar contato físico com máquinas e/ou pessoas (34%).

“O número de usuários que já fizeram ao menos uma transação por PIX está próximo de 80 milhões. Vale lembrar que essa novidade ainda não completou nem um ano de operação”, apontou em nota ao G1 o presidente da CNDL, José César da Costa.

O queridinho dos brasileiros perde preferência nas compras em lojas físicas. Nestas, o cartão de débito sai na frente (32%), seguido pelo cartão de crédito (30%), e pelo dinheiro (25%) como meios mais utilizados.

Já nos pagamentos de compra online, o cartão de crédito é o preferido (52%). O dinheiro é o meio mais utilizado para pagamentos de contas de consumo (32%).

Os golpes aplicados em transferências bancárias realizadas por Pix, infelizmente, já viraram conhecidos dos brasileiros. Ao mesmo tempo em que a ferramenta facilitou as transações bancárias, aumentou os riscos de fraudes em ambientes digitais. Porém, também é verdade que ficou mais fácil de achar os culpados. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por esse motivo, a instituição e os bancos associados “estão reforçando suas ações de comunicação para orientar seus clientes caso sejam vítimas de algum crime”. A Febraban ressalta que “todas as transações do Pix são totalmente rastreáveis, e, no caso de irregularidades, todos os envolvidos serão identificados e responderão pelos delitos”.
Com quase 300 milhões de chaves cadastradas em menos de um ano, o Pix, meio de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central, já é amplamente utilizado pela população brasileira. E, para além da transferência quase instantânea, a autarquia segue adicionando novos serviços ao sistema. Exemplo disso são as modalidades Saque e Troco, previstas para o terceiro trimestre deste ano. “Estamos definindo as regras finais, a partir da análise das contribuições feitas no âmbito da consulta pública sobre os dois novos serviços do Pix. Em breve, isso será divulgado”, afirma o Banco Central. Então, ainda não se sabe quando as novas ferramentas ficarão disponíveis ao público e nem o seu funcionamento exato, mas o BC já adiantou algumas de suas aplicações.

O Banco Central (BC) anunciou esta semana uma atualização do Pix para ampliar o uso do sistema de pagamentos instantâneos. Com as alterações, será possível fazer transferências por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, além de pagar as compras feitas pela internet.

Para isso, uma resolução do BC regulamenta regras para as instituições financeiras participantes do open banking (sistema de compartilhamento de dados). Somente essas instituições poderão oferecer os novos serviços. Foram definidos os requisitos técnicos e os procedimentos operacionais para o compartilhamento do serviço de iniciação de transação de pagamento de Pix.

A chamada iniciação ocorre quando a instituição que faz a transação do pagamento com Pix é diferente do banco que detém a conta do usuário pagador. Ou seja, o usuário poderá efetuar o pagamento por meio de outro aplicativo que não é o do seu banco onde a conta com a chave Pix foi cadastrada.

A previsão é que o serviço, que é uma nova modalidade para pagamentos instantâneos no Pix, comece a funcionar a partir do dia 30 de agosto.

Novidades

O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira(22) uma atualização do Pix para ampliar o uso do sistema de pagamentos instantâneos. Com as alterações, será possível fazer transferências por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, além de pagar as compras feitas pela internet. Para isso, uma resolução do BC, anunciada hoje, regulamenta regras para as instituições financeiras participantes do open banking (sistema de compartilhamento de dados). Somente essas instituições poderão oferecer os novos serviços. Foram definidos os requisitos técnicos e os procedimentos operacionais para o compartilhamento do serviço de iniciação de transação de pagamento de Pix. A chamada iniciação ocorre quando a instituição que faz a transação do pagamento com Pix é diferente do banco que detém a conta do usuário pagador. Ou seja, o usuário poderá efetuar o pagamento por meio de outro aplicativo que não é o do seu banco onde a conta com a chave Pix foi cadastrada. A previsão é que o serviço, que é uma nova modalidade para pagamentos instantâneos no Pix, comece a funcionar a partir do dia 30 de agosto.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quarta-feira, 30, que a instituição está desenvolvendo alternativas para que o Pix possa ser usado de maneira offline em locais sem cobertura de internet. O Pix é o sistema que permite pagamentos e transferências instantâneas em todo o País entre pessoas, empresas e governo 24 horas por dia, sete dias da semana.

“Em breve o Pix terá funcionalidade offline. Estudamos três tecnologias para isso, mas a principal delas deve ser em forma de cartão por aproximação. Em algum momento haverá cartão Pix de aproximação”, afirmou, em evento online sobre moedas digitais organizado pelo escritório Mattos Filho.

O Pix já representa 30% das operações de pagamento no País, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, divulgada na semana passada pela Federação Brasileira de Bancos. Em novembro, assim que foi lançado, o porcentual era de 7%.

Pix, sistema de pagamentos instantâneos lançado em novembro pelo BC (Banco Central), só perde para os cartões na preferência dos brasileiros. A informação é da autoridade monetária.

Segundo dados publicados nesta 5ª feira (17.jun.2021) pelo BC, o Pix foi usado em 869,6 milhões de pagamentos no 1º trimestre de 2021. O dado supera todas as operações realizadas por meio de TED, DOC e cheque no período – 445,9 milhões, ao todo.

Com isso, o Pix só ficou atrás dos cartões em volume de pagamentos. O BC contabilizou 3,1 bilhões de pagamentos com cartão de crédito no 1º trimestre de 2021, além de 2,9 bilhões de pagamentos com cartão de débito e 1,4 bilhão de pagamentos com cartão pré-pago. Os dados do BC também mostram, contudo, que o uso do Pix cresceu no período, enquanto o uso do débito e do crédito caiu.

O BC ainda não tem os dados de uso dos cartões ao longo de abril e maio, mas mostra que o uso do Pix continuou subindo com velocidade nesse período. O sistema de pagamentos instantâneos brasileiros intermediou 393,8 milhões de pagamentos em março, 500 milhões em abril e 617,8 milhões em maio. Já o uso de boletos, TEDs, DOCS e cheques caiu nesse período.

Poder360

Com seis meses de funcionamento, o Pix deve conquistar mais ainda os donos de micro e pequenas empresas. Com o anúncio de novas funcionalidades, o Banco Central aposta na maior adesão das empresas ao meio de pagamento instantâneo. No último dia 14, mais uma funcionalidade foi lançada com o Pix Cobrança, que permite gerar faturas com data de vencimento para pagamentos por meio de um QR Code que possibilita o cálculo automático de multas, juros ou até desconto por pagamento antecipado. Desde o lançamento do Pix, o Sebrae tem acompanhado a evolução do sistema e disseminado os benefícios para os pequenos negócios.
O Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central, lançado em novembro do ano passado, ganhará novas funcionalidades. Uma delas é que, a partir do dia 30 de abril, recursos recebidos do benefício do Auxílio Emergencial 2021 poderão ser movimentados por Pix. A única exceção se dará para os casos de transferência para conta de mesma titularidade. A outra funcionalidade é que o Pix Agendado não vinculado a um Pix Cobrança seja obrigatoriamente ofertado pelas instituições financeiras e de pagamentos a partir de 1º de setembro deste ano. Atualmente, a modalidade é facultativa. O Pix Agendado é a possibilidade do usuário pagador agendar um Pix para uma data futura. De acordo com o Banco Central, o objetivo é ampliar a comodidade dos pagadores, garantindo que todos os usuários, independente da instituição onde têm conta, possam agendar um Pix.
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