Ao sair da PF nesta sexta (10) anunciando que o PT vai, a partir de agora, usar todos os instrumentos para colocar Fernando Haddad em debates e sabatinas no lugar de Lula, Gleisi Hoffmann verbalizou determinação passada pelo próprio ex-presidente ao longo de quase quatro horas de conversa. O petista atuou para conter ala que, para preservá-lo, queria esconder Haddad. Pragmático, disse que é hora de levar o bloco da campanha, com o ex-prefeito de SP e Manuela d’Ávila, às ruas.

A manutenção da unidade dentro do PT se tornou um desafio constante desde a prisão de Lula, em abril. O ex-presidente tem atuado de dentro da carceragem para dirimir as principais divergências da sigla. A posição de Haddad como vice provisório na chapa do petista é uma dessas questões.

Na esperança de que o STF ainda dê uma decisão favorável a Lula e o tire da prisão, o PT desistiu de fazer ato em frente à corte na quarta (15), quando levará a militância a marchar para registrar a candidatura do petista no Tribunal Superior Eleitoral.

Pelo cronograma inicial, os militantes caminhariam pela Esplanada dos Ministérios e parariam no Supremo para um ato. Agora, a marcha seguirá direto para o prédio do TSE. Não querem provocar o STF.

PAINEL / FOLHA

 

Catia Seabra – Folha de S.Paulo

Impossibilitado de protagonizar o debate entre presidenciáveis, na noite desta quinta-feira (9), o vice da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, Fernando Haddad, não descarta a hipótese de ir como credenciado aos estúdios da Rede Bandeirantes.

Segundo petistas, a ideia é que Haddad e a futura vice da chapa, a deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B-RS), assistam da plateia ao embate entre seus adversários, concedendo entrevistas e comentando respostas durante os intervalos.

Ainda de acordo com petistas, o partido tem à disposição credenciais que dão acesso ao estúdio. Além de ocupar assentos na plateia, os petistas organizam manifestações nas ruas de acesso à emissora.

Como Lula está preso, Haddad não obteve autorização para representá-lo. O vice chegou a anunciar a possibilidade de organizar um “debate paralelo” em que ele e Manuela comentariam as respostas dos demais candidatos. Mas cresce, no partido, a tese de que devam estar presentes no debate.

 

 

OPI-3001.eps

Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo que é apontado como possível substituto de Lula na disputa pelo Palácio do Planalto, passará a integrar a equipe de advogados que vai representar o ex-presidente na Justiça Eleitoral.

O pedido foi feito pelo próprio Lula, na última quinta-feira (28), quando Haddad esteve na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para visitá-lo. Na prática, a inscrição na defesa garantirá um passe livre à cela do petista. Haddad é bacharel em direito pela USP.

Lula justificou a iniciativa. Disse que era importante conversar mais com Haddad sobre o programa de governo do PT, coordenado pelo ex-prefeito de São Paulo. Em abril, a colunista Mônica Bergamo, da Folha, revelou que Haddad havia buscado sua carteira na OAB. Ele é inscrito na Ordem desde 1987.

Painel – Folha de S.Paulo

29
jun

Sem Lula, PT vai mesmo de Haddad

Postado às 10:18 Hs

Lula já decidiu quem vai substituí-lo quando a sua candidatura for impugnada pelo TSE pela Lei da Ficha Limpa, Fernando Haddad.

No programa de TV do PT, segundo a coluna Radar, da revista Veja, Lula vai dizer: “Eu, Lula, sou Haddad”. Em resposta, o ex-prefeito de São Paulo dirá: “E eu, Haddad, sou Lula”.

Por Gerson Camarotti

Apesar do discurso oficial e do lançamento da pré-candidatura do ex-presidente Lula, caciques petistas já trabalham o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como “plano B” para a disputa pela Presidência da República. A estratégia é desenvolver o “projeto Haddad” discretamente, depois da condenação de Lula ter sido confirmada pela unanimidade pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

CHANCES LIMITADAS -De forma reservada, integrantes do PT consideram praticamente nula a chance de o ex-presidente ser candidato. Isso porque, com a unanimidade da condenação, as possibilidades de Lula recorrer foram limitadas aos chamados embargos de declaração, que não permitem reverter a condenação no TRF-4. O ex-presidente ainda pode, porém, recorrer ao STJ e ao STF, com um pedido de efeito suspensivo.

Diante do cenário de condenação, a estratégia de petistas é manter a candidatura de Lula até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impedir o ex-presidente de disputar o Planalto novamente, como preveem ministros da Corte. Com isso, integrantes do partido esperam “radicalizar” o discurso, tendo Lula à frente da campanha, angariando o maior apoio possível.

ESTRATÉGIA – A estratégia para tentar levar o ex-prefeito de São Paulo para o segundo turno da eleição já começa agora. “O que vai acontecer com Haddad é a sutileza da aparição. Ele sempre estará ao lado de Lula no palanque. O ex-presidente já o colocou como coordenador do programa de governo dele e vem focando os seus discursos na educação justamente para começar a apresentar Haddad ao eleitor”, diz um interlocutor petista.

Outro nome que chegou a ser cogitado no partido foi o de Jaques Wagner. O ex-ministro da Casa Civil, atual secretário do governo da Bahia, deu sinais de que não vai arriscar a possibilidade de ficar se mandato, devendo, assim, se candidatar ao Legislativo. “O cercado do Jaques Wagner é a Bahia.

Ele quer reeleger Rui Costa governador e garantir a sua cadeira no Senado”, afirmou um aliado. Apesar de toda a estratégia já articulada nos bastidores, oficialmente o PT nega qualquer nome alternativo a Lula. Teme esvaziar o nome do presidente antes do tempo.

O Brasil ainda não sabe se Michel Temer terminará o ano na Presidência. Mesmo assim, os políticos já pensam no lance seguinte. Os movimentos dos últimos dias reforçam a sensação de que a eleição de 2018 está na rua. A condenação de Lula obrigou todos os jogadores a moverem suas peças no tabuleiro da sucessão. Diante da ameaça de xeque-mate, o ex-presidente avançou os peões. Subiu num palanque na avenida Paulista e fez discurso de candidato. Do outro lado da mesa, a jogada mais ensaiada é se apresentar como o anti-Lula. O prefeito João Doria e o deputado Jair Bolsonaro saíram na frente. Os dois usaram as redes sociais para divulgar vídeos comemorando a condenação do petista.
29
out

Vitória pessoal de Lula

Postado às 10:52 Hs

Fernando Haddad venceu; Lula é mesmo um forte. Derrotado fosse, o ex-presidente amargaria hoje seu maior fracasso: associada ao Mensalão, a derrota seria interpretada como seu fim. Justos, então, os créditos: Lula acreditou, ousou, correu riscos. Mas, isto não facilita para novo prefeito: Haddad terá que provar que também é um forte. Se ampla estrada se abriu, longo será o caminho. E sua missão será percorre-lo escrevendo uma nova história. Ninguém sabe os desdobramentos do mensalão: o quanto pode transbordar para outros atores, incendiar novos rancores. Trata-se de um capítulo que deixou feridas e demarca um tipo de política que precisa ser superada. Não apenas retoricamente, como nas campanhas eleitorais, mas na prática, nos métodos e valores. Não se restringe isto ao PT e nem à Ação 470. O Julgamento, de algum modo, tratou de hábitos e costumes do sistema político. É justo que o PT sinta-se hoje com alma lavada. Foi realmente seu maior suplício: a coincidência do julgamento com a eleição mexeu com muitos demônios. Mas, será um erro não exorcizá-los. Saber ganhar é mais importante que saber perder. Para Haddad será importante compreender que a vitória não absolve condenados, nem apaga a história. Mas, pode, no entanto, mais rapidamente virar a página. Permitir que se escreva com novas tintas, num novo alfabeto.

 

A primeira pesquisa do instituto Datafolha no segundo turno da eleição em São Paulo mostra o petista Fernando Haddad à frente, com 47% das intenções de voto, contra 37% do tucano José Serra. No primeiro turno, Serra teve 30,75% dos votos válidos, e Haddad, 28,98%.

A rodada decisiva da eleição será realizada no dia 28. Na próxima segunda-feira, será reiniciada a campanha na televisão, com dois blocos diários de 20 minutos no horário eleitoral fixo, além das inserções distribuídas ao longo da programação das emissoras. Cada candidato terá direito a 50% do tempo de exposição.

O Datafolha ouviu 2.100 eleitores entre anteontem e ontem. A pesquisa, contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo SP-01851/2012. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos(Estadão)

08
out

Disputa paulista

Postado às 19:30 Hs

 

A disputa para a prefeitura de São Paulo terá segundo turno entre José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT). Com 99,70% das urnas totalizadas, Serra lidera a apuração com 30,76% dos votos válidos e Haddad aparece com 29,00%. Celso Russomanno (PRB) está em terceiro lugar, com 21,59% dos votos válidos. Gabriel Chalita (PMDB), em quarto, com 13,59%.

Os votos brancos somam 5,41% e os nulos, 7,38%. São Paulo tem 8.619.170 eleitores, que representam 6,13% do eleitorado nacional. Até o momento, a abstenção registrada é 18,48%.

Projeção de ÉPOCA, publicada às 18h44, revelou que, ao contrário do afirmavam as pesquisas até a véspera da eleição, haveria distância maior dos dois primeiros colocados para o terceiro, Celso Russomanno.

“Saímos de 3% de intenções de votos, chegamos a 29% dos votos válidos, o que é uma trajetória significativa”, afirmou Haddad na primeira declaração pública após a confirmação de sua ida para o segundo turno. Com a voz falhando, agradeceu o apoio de lideranças de seu partido: “Recebi dois telefonemas que me emocionaram: da presidenta Dilma, do presidente Lula”. (Época)

Apesar de pouco conhecida, aliança de Maluf e PT desperta rejeição

Embora o conhecimento da aliança entre o deputado Paulo Maluf (PP-SP) com o candidato petista Fernando Haddad, fechada na semana passada com fotos e aval do ex-presidente Lula, seja pequeno, a rejeição é significativa. Pesquisa do Datafolha, publicada no jornal Folha de S. Paulo, mostra que 62% do eleitorado rejeitam o apoio. No entanto, dentre os pesquisados, apenas 17% disseram saber da aliança. A sondagem identificou que 70% dos eleitores paulistanos ainda desconhecem o apoio de Maluf ao candidato do PT. Os 13% restantes não opinaram.

Mais da metade dos entrevistados, 59%, disse que não votaria em um candidato apoiado pelo ex-prefeito – sinalizando que o apoio de Maluf pode ter sido um tilo pela culatra na campanha de Haddad à Prefeitura de São Paulo. Apenas 12% dos eleitores votariam em um candidato aliado de Maluf e 26% se declararam indiferentes.

A desistência da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), em reação à entrada de Maluf na chapa petista, teve aprovação de 67% dos entrevistados. Outros 17% não concordaram com sua atitude, e 16% optaram em não opinar.

O apoio do PP renderá ao Partido dos Trabalhadores mais 1m35s no horário eleitoral gratuito. Com isso, Fernando Haddad contará com 7min30s de propaganda gratuita. Em troca, Maluf passa a controlar uma secretaria do Ministério das Cidades e o PP ganha a liberdade para compor sua própria chapa de candidatos a vereador. O partido sairá com 20 nomes que disputarão a Câmara Municipal.

 

Fonte: Veja

26
jun

Multados

Postado às 20:53 Hs

Deu na Agência Estado

 

A Justiça Eleitoral multou nesta terça o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, o SBT e o apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, em R$ 5 mil cada por propaganda eleitoral antecipada. O recurso foi apresentado pelo PSDB e o PPS, em razão da entrevista de Lula ao Programa da emissora, ocorrida no dia 31 de maio.

Segundo o advogado do PSDB, Ricardo Penteado, “a decisão é bem exemplar e importante porque demonstra claramente que a emissora realmente se envolveu na propaganda”. Penteado argumenta que, além de entrevistar os petistas, foi exibido um mini documentário sobre o Prouni, programa criado por Haddad quando era Ministro da Educação, que distribuiu bolsas de estudos em universidades particulares a alunos de baixa renda. “Exibiram documentário sobre o Prouni, que tinha formato de propaganda eleitoral”, ressalta. Ainda cabe recurso à decisão.

19
jun

Marta Suplicy nada acrescenta…

Postado às 14:56 Hs

Ao fechar a aliança com o PP de Paulo Maluf em São Paulo, o PT parece sepultar de vez a chance de ter a participação da ex-prefeita Marta Suplicy na campanha de Fernando Haddad. Isso, porém, não representa uma grande perda, segundo dados levantados pelo Datafolha. Em pesquisa realizada na semana passada, 30% dos entrevistados disseram que o apoio de Marta poderia fazê-los votar nesse candidato na eleição de outubro. Para 27%, o efeito seria contrário: não votariam nele.

Fora isso, o raio de influência de Marta acaba sendo sobreposto pelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor cabo eleitoral entre os nomes pesquisados -39% dizem que poderiam votar no candidato dele.

Tanto a influencia de Marta quanto a de Lula é mais significativa entre as pessoas com apenas o ensino fundamental e as de renda inferior a cinco salários mínimos.

Na geleia geral vigente no cenário político sobram pouquíssimas vozes moralmente abalizadas para condenar a aliança do PT com Paulo Maluf na eleição municipal de São Paulo.Dizer o quê, se apoios são pagos com cargos de maneira explícita, variando apenas se a quitação ocorre à vista e com pronta entrega de cargos – como no caso de uma secretaria no Ministério das Cidades entregue ao PP de Maluf – ou a prazo na forma de promessa de ocupação de espaços na máquina pública?

Espantar-se com mais o quê, se não há resquício de preocupação com identidades, nem falemos ideológicas, mas minimamente programáticas, e se a referência única é o tempo de televisão a ser acumulado pelo carro-chefe da coalizão e beneficiário principal da negociata? Criticar quem poderá, se todos agem segundo a mesma ausência de critério?

O principal adversário do PT em São Paulo, o PSDB, é que não haverá de ser, pois até outro dia estava negociando apoio com o mesmo personagem. Inimigo tradicional dos petistas no plano regional, mas há quase dez anos aliado deles em âmbito federal.Questão resolvida e do ponto de vista da coerência superada lá atrás, quando Lula atraiu a legenda para a base do governo da qual nunca mais saiu.

Portanto, não há razão para tanto espanto, para tão efusivos ataques à “incoerência” do PT. Ou mesmo para o “desconforto” expresso pela deputada Luiza Erundina indicada para vice de Fernando Haddad em composição com o PSB nem para o “pesadelo” apontado pela senadora Marta Suplicy.

Maluf é diferente, um emblema, nome que já virou verbo e destaque na lista de procurados pela Interpol?

Pois nesses tempos em que réus acusados de integrar organização criminosa ocupam postos de direção partidária, ganham cargos na estrutura federal, presidem comissões importantes no Congresso, apresentam-se como candidatos ao eleitorado que gentilmente lhes dão votos para representação legislativa e executiva, francamente, Paulo Maluf é mera peça de composição do ambiente.

Digam com sinceridade o senhor e a senhora se, na essência, há diferença entre a pose de Lula ao lado de Maluf e Haddad agora e dos atos de defesa que, como presidente, assumiu em prol de protagonistas de escândalos?

Não estamos diante de nenhuma novidade. O que vemos é resultado do acúmulo de abusos cometidos nas barbas de uma sociedade que aceita tudo e ainda bate palmas.

Não reage nas urnas aos exotismos cada vez mais exóticos dos partidos que não se distinguem mais no mérito de suas propostas nem fazem questão de disfarçar a sanha em que se lançam a um vale tudo desmoralizante por um minuto a mais na televisão.

 

Levantamento feito pelo Datafolha entre os dias 13 e 14 de junho mostra crescimento do petista Fernando Haddad na intenção de voto para Prefeitura de São Paulo. Haddad subiu de 3% para 8% na preferência dos eleitores.

O ex-governador José Serra (PSDB) se manteve na liderança com 30% das intenções. Em segundo aparece Celso Russomanno (PRB), com 21%. Soninha Francine (PPS) está com 8%, empatada na terceira posição com Haddad.

Netinho de Paula (PCdoB) está com 7% das intenções de voto. Gabriel Chalita (PMDB) tem 6%.

Paulinho da Força (PDT) tem 5%. Luiz Flávio D’Urso (PTB) e Carlos Giannazi (PSOL) aparecem com 1%. Os outros candidatos não pontuaram.

De todos os entrevistados, 9% declarou voto branco ou nulo, e 3% ainda não sabe.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento ouviu 1077 pessoas e está registrado na Justiça Eleitoral com o número SP-00075/2012.(Folha)

LUIZA ERUNDINA Detona…

Eu não acredito que Paulo Maluf participará de eventos públicos junto comigo e junto com Haddad. Eu evitaria essa situação porque cria um certo mal-estar com aquelas pessoas que sabem quem é Maluf, que sabem quem é a direita nessa cidade. Quem disse: ”Deputada Luiza Erundina (PSB-SP), candidata a vice-prefeita na chapa do petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, sobre a aliança com o PP de Paulo Maluf

08
jun

Chapa pesadíssima

Postado às 15:40 Hs

O Partido Socialista Brasileiro decidiu apoiar, em São Paulo, a candidatura do ex-ministro Fernando Haddad (PT) à sucessão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), indicando para a vaga de vice a deputada federal e ex-prefeita Luíza Erundina.

Erundina, que é paraibana de Uiraúna, foi prefeita de 1989 a 1992 pelo Partido dos Trabalhadores. Mas depois se desentendeu com os seus líderes e se filiou ao PSB pelas mãos de Miguel Arraes.

O PSB é o primeiro partido político de expressão a fechar aliança com Haddad, candidato imposto ao PT pelo ex-presidente Lula, desbancando a senadora Marta Suplicy, que era a primeira em todas as pesquisas.

Com isso se o candidato lulista não decolar com o apoio da ex-petista Luiza Erundina(PSB) podemos dizer que é uma chapa pesada e indigesta para os paulistanos. Até agora o candidato não tem aparecido bem nas pesquisas, coisa que a senadora  Marta Suplicy(PT) estava na dianteira e foi preterida em nome do novo nome.  Aguardemos…

23
jan

Rasgando seda…

Postado às 19:10 Hs

A presidente Dilma Rousseff saiu em defesa nesta segunda-feira do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que, por recorrentes erros na aplicação de suas provas, tem sido alvo de críticas. Ao lado do ministro da Educação, Fernando Haddad, que deixará o primeiro escalão do governo federal para disputar a prefeitura de São Paulo, Dilma afirmou que o ministro foi responsável por assegurar a “deselitização” do Ensino Superior.

“Considero aqui importante fazer uma defesa do Enem, que considero a forma mais democrática de acesso dos jovens brasileiros ao ensino Universitário. Acredito que o Enem é um exemplo da determinação do ministro Fernando Haddad no sentido de assegurar a transformação e deselitização do ensino universitário no País. Essa visão do ministro foi muito importante para nosso projeto, esse projeto que começa no governo Lula e tem continuidade”, comentou a presidente.

Em um de seus últimos discursos como ministro, Fernando Haddad havia afirmado que os principais programas educacionais do governo sempre foram alvo de críticas. Ferrenho defensor do exame como alavanca para a universalização do acesso ao Ensino Superior, Haddad disse que o “Enem apanha todo santo dia”.

No Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff também elogiou Haddad por seu empenho em desenvolver os ensinos básico, infantil e fundamental, não deixando o foco das políticas governamentais apenas no Ensino Superior. “Acredito que isso foi a grande contribuição do ministro. Hoje achamos isso uma platitude. Achamos isso óbvio, mas teve uma época em que não era, época que explica porque nossas universidades foram sucateadas”, afirmou ela.

O Palácio do Planalto agendou para esta segunda-feira como despedida de Haddad – que deixa o governo para disputar a prefeitura de São Paulo – uma cerimônia para o anúncio de um milhão de bolsas de estudo concedidas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). Criado em 2005, o Prouni concede bolsas de estudo integrais e parciais a alunos carentes.

Fonte: Portal Terra

19
jan

Quem é que entende ?

Postado às 20:48 Hs

Desde o ano passado, na área política local, já se ouviu muito petista torcendo o nariz para o governador Eduardo Campos, reclamando de suas boas relações com o tucano Aécio Neves, em Minas Gerais, e com os democratas de São Paulo, que acabaram criando depois o PSD, com o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

O ex-ministro José Dirceu, no ano passado, chegou a criticar o líder socialista pelas alianças, em um congresso nacional. Pois bem. Passou-se o tempo e, ante a necessidade de viabilizar o ex-ministro da Educação  Fernando Haddad como candidato viável em São Paulo, o pavão Lula, pragmático como sempre, depois de defenestrar Marta da disputa paulistana, deflagou uma campanha para convencer o PT a aceitar uma aliança, antes impensável, com o PSD, aquele que não é de direita, de esquerda nem de centro. No caso, Kassab não prestava antes e presta agora?

Eduardo não prestava antes e presta agora? Nenhum nem outro. Quem presta são só os petistas, sempre.

fonte: Blog do Jamildo

18
jan

Confirmados

Postado às 19:40 Hs

Atual pasta de Aloizio Mercadante (foto) será assumida pelo físico Marco Antônio Raupp - Dida Sampaio/AE 0 09/12/2011

De acordo com a secretaria, o atual presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antônio Raupp, assume a pasta de Ciência e Tecnologia no lugar de Mercadante.

Em nota, a presidente Dilma “agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros”. “Da mesma forma, (a presidenta) ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões.”

Na próxima terça-feira, 24, serão realizadas a posse e a transmissão de cargo dos novos ministros. Um dia antes, o Palácio do Planalto prepara um grande evento de bolsas do ProUni – Programa Universidade Para Todos para marcar a saída de Haddad do governo.No mesmo dia, segunda-feira, está prevista uma reunião ministerial, à qual devem comparecer Haddad, Mercadante e Raupp.Atual pasta de Aloizio Mercadante  será assumida pelo físico Marco Antônio Raupp

De acordo com a secretaria, o atual presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antônio Raupp, assume a pasta de Ciência e Tecnologia no lugar de Mercadante.

Em nota, a presidente Dilma “agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros”. “Da mesma forma, (a presidenta) ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões.”

Na próxima terça-feira, 24, serão realizadas a posse e a transmissão de cargo dos novos ministros. Um dia antes, o Palácio do Planalto prepara um grande evento de bolsas do ProUni – Programa Universidade Para Todos para marcar a saída de Haddad do governo.

No mesmo dia, segunda-feira, está prevista uma reunião ministerial, à qual devem comparecer Haddad, Mercadante e Raupp.

Fonte:Estadão

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