Doria e Flávio Rocha participam de Marcha para Jesus

 

O pré-candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, participou da Marcha para Jesus, na manhã desta quinta-feira, ao lado presidenciavel do PRB, Flávio Rocha. O pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, não foi ao evento, assim como ja havia ocorrido no ano passado quando ainda era governador de São Paulo.

Doria chegou junto com Rocha e com o prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB). Antes, o trio parou para um café. Doria registrou o encontro em suas redes sociais. O pré-candidato do PSDB fez um rápido discurso.

– Estou aqui ao lado do Flavio Rocha, do Bruno Covas e de 1 milhão de pessoas que celebram Jesus. Quem ama sua família está aqui. Glória a Deus, glória ao Brasil e aos brasileiros, glória às pessoas que têm fé no coração – disse o tucano, que é católico.

Depois de participar da Marcha para Jesus com Flávio Rocha, João Doria disse que o empresário, filiado ao PRB, e Geraldo Alckmin “estarão juntos” na disputa pelo Planalto.

Segundo o Estadão, a declaração do ex-prefeito irritou aliados do ex-governador. Alckmin mantém conversas com o PRB e se reuniu na semana passada com o presidente do partido, Marcos Pereira. Para Doria, a aliança dos dois seria benéfica para o que ele considera uma união do centro contra as pré-candidaturas de Jair Bolsonaro e Ciro Gomes.

Fonte: O Globo

31
maio

Eleições 2018: Apoios

Postado às 10:52 Hs

O ex-prefeito João Doria, pré-candidato do PSDB ao governo de São Paulo, se manifestou em favor de uma união do centro na eleição presidencial de 2018. Visando apoio do PRB em torno da pré-candidatura de Geraldo Alckmin ao Palácio do Planalto, Doria participou de evento com Flávio Rocha em São Paulo nesta quarta-feira, 30, e disse ser preciso evitar a pulverização na corrida presidencial. Em evento na capital paulista para anunciar o apoio do PRB ao PSDB na corrida estadual, Doria pregou a necessidade de PSDB, PRB, MDB, PSD, DEM, PP e PTC se unirem desde já em torno de uma “candidatura convergente” do centro para chegar ao segundo turno das eleições presidenciais. “O que de pior pode haver para o Brasil é a pulverização, aí estaremos sob o risco de termos no futuro um presidente da extrema esquerda ou da extrema direita”, disse Doria, citando que se referia a Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL).

Vera Magalhães – O Estado de S.Paulo

A campanha de 2006 deveria ter funcionado como um alerta para Geraldo Alckmin: uma eleição nacional não segue, nem de longe, os parâmetros de São Paulo. Simplesmente porque poucos lugares no mundo podem ser mais distantes do Brasil que São Paulo.

O início da segunda jornada presidencial do tucano, no entanto, parece mostrar que algumas coisas permanecem inalteradas. É verdade que, agora, ele adotou as balizas de um programa econômico caro logo de saída. Isso traz nitidez ao debate, o situa no campo dos que defendem reformas, rigor fiscal e privatizações e evita que ele repita o mico da jaqueta com emblemas de bancos públicos e estatais.

Mas na política e, sobretudo, na forma como se apresenta Alckmin continua sendo o mesmo de sempre. Seus aliados constataram, chocados, que o grupo de Michel Temer vazou em minutos o fato de o tucano ter procurado o presidente para iniciar conversas para uma possível união. Isso porque, em São Paulo, Alckmin se acostumou por muito tempo a ser o governador, aquele ao redor de quem as articulações se davam e que ditava o ritmo das conversas.

Jogando “em casa”, Alckmin teve em sua aliança partidos de A a Z, acomodados num amplo cabide de mais de duas décadas de poder ininterrupto do PSDB no Estado.

Enquanto ele oscila entre a média com pão na chapa e um discurso que flerta com as ideias já associadas a Jair Bolsonaro na segurança, no PSDB volta a ganhar corpo o zunzunzum da troca de candidato por João Doria. Alckmin tem o controle do PSDB e essa manobra é muito difícil em condições normais de temperatura e pressão. Mas o simples fato de o líder nas pesquisas estar preso e o segundo colocado ser de um nanopartido mostra que esta campanha será tudo, menos travada segundo o cânone clássico.

A receita de Alckmin para a vida saudável parece ser pouco para alavancá-lo.

 

O prefeito de São Paulo, João Doria, disse nesta terça-feira que os partidos de centro precisam se unir nos próximos meses em torno de uma candidatura, caso contrário a eleição presidencial de 2018 será definida entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Doria, que é cotado para ser candidato à Presidência pelo PSDB, disse que não será um agente “fracionador em São Paulo e nem no PSDB”. Para ele, se não houver essa aliança, um representante da direita radical, Bolsonaro, ou da esquerda radical, Lula, vencerá a eleição. Segundo ele, Bolsonaro e Lula estão fortalecidos e isso “acendeu” a luz amarela entre os políticos que não defendem um dos polos radicais. Pesquisa Ibope, divulgada no final de semana pelo colunista Lauro Jardim, mostrou que o ex-presidente e o deputado federal têm a maior preferência do eleitorado frente a quase uma dezena de nomes apresentados aos entrevistados pelo instituto.

O DEM pretende definir até o fim do ano se terá ou não candidato próprio à Presidência da República. Os dirigentes do partido, que apostavam em João Doria, voltaram à estaca zero depois que o prefeito não decolou nas pesquisas.

Eles consideram que Doria não é carta fora do baralho, mas acham que o prefeito, por enquanto, se perdeu em polêmicas desnecessárias: bateu boca com outro tucano, o ex-governador Alberto Goldman, e aderiu ao programa de distribuição da farinata, que acabou apelidada de “ração humana”.

Luciano Huck, com quem também chegaram a conversar, não deu a eles a segurança necessária de que pretende mesmo concorrer à Presidência. Segundo um dos dirigentes, o partido não pode esperar até o próximo ano para que o apresentador se decida, sob pena de ficar não apenas sem candidato como em posição desfavorável numa coligação com outros partidos. A tendência, hoje, é de reaproximação com Geraldo Alckimin (PSDB-SP), definido por um dos líderes do DEM como “maior aliado histórico do partido”.

Fonte: Mônica Bergamo

06
out

João Doria: a todos os santos

Postado às 13:05 Hs

Depois da aparição no Círio de Nazaré, nesta sexta (6), João Doria, fará, no domingo (8), nova aproximação com religiosos. Será homenageado no “Movimento Você e a Paz”, em SP, do médium Divaldo Franco.

O guru Sri Prem Baba também participará. Já o governador Geraldo Alckmin avisou sua equipe de que pretende fechar 2017 com pelo menos 10% das intenções de votos. No último Datafolha, apareceu com 8%, empatado com Doria.

“Quem acha que vocaliza algo em meu nome está enganado. Não crio um ambiente de três pessoas para estruturar algo. Não faço jogo.” A frase é do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tenta matar no nascedouro os rumores de que estaria alinhado à oposição para deteriorar a já frágil situação de Michel Temer. A postura desestimula dissidências no centrão. PP e PR, duas numerosas siglas do grupo, foram saciadas e descartam, agora, risco para o peemedebista.

(Folha de S.Paulo – Painel)

Via Folha de São Paulo

Pré-candidato à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (PSC) se consolida em segmentos do eleitorado tradicionalmente ocupados pelo PSDB e atrai eleitores com perfil semelhante àqueles que declaram voto no prefeito paulistano, João Doria.

A última pesquisa Datafolha mostrou que os entrevistados que têm preferência por Bolsonaro e Doria têm características semelhantes de renda e escolaridade, por exemplo. Entre os eleitores de Bolsonaro, 32% têm renda inferior a dois salários mínimos, 46% recebem de dois a cinco e 15% recebem de cinco a dez salários. No eleitorado de Doria, essa distribuição é de 31%, 39% e 21%, respectivamente.

Esse perfil contrasta com as características dos entrevistados que dizem votar no outro potencial candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB, o governador Geraldo Alckmin. Seus eleitores se concentram na faixa de renda mais baixa (43%).Bolsonaro e Doria têm ainda entre seus eleitores uma proporção maior de entrevistados com curso superior: 26% e 34%, respectivamente. Apenas 19% dos potenciais votos de Alckmin vêm de eleitores dessa faixa de escolaridade.

Nesses segmentos, Alckmin tem um eleitorado com perfil mais parecido com o de Marina Silva. A ex-senadora também tem 19% de seus votos entre eleitores com ensino superior e obtém metade de seu apoio entre eleitores de baixa renda.

A semelhança de perfil pode ter impacto na possível migração de votos entre primeiro e segundo turnos das próximas eleições. Em um segundo turno contra Lula, Doria atrairia 59% dos eleitores de Bolsonaro, enquanto Alckmin receberia 50% dos votos dados ao deputado do PSC no primeiro turno. Mais eleitores de Bolsonaro optariam por votar em branco ou nulo caso Alckmin vá ao segundo turno contra Lula.

BOLSONARO E MARINA

Bolsonaro e Marina invadiram espaços que o PSDB ocupou nas últimas eleições – entre eleitores mais escolarizados, com renda mais alta e que se opõem ao PT. A ex-senadora, da Rede, e o deputado, do PSC, concentram metade dos eleitores que rejeitam o ex-presidente Lula, segundo a última pesquisa Datafolha.

Entre os entrevistados que dizem não votar em Lula “de jeito nenhum”, Bolsonaro teria 33% dos votos e Marina, 19%. O governador Geraldo Alckmin chega a 13% nesse segmento e 21% dos eleitores dizem que votariam em branco ou nulo. Se o candidato do PSDB apresentado aos entrevistados é João Doria, Bolsonaro teria 30% no grupo que rejeita Lula, e Marina chegaria a 20%. Doria apareceria com 14% e outros 20% votariam em branco ou nulo.

O desempenho de Doria é semelhante ao de Alckmin nessa faixa, apesar do discurso fortemente antipetista adotado pelo prefeito de São Paulo. Bolsonaro atrai mais que o dobro dos eleitores de Doria nesse segmento.

Candidato a presidenciável tucano em 2018, o prefeito paulistano, João Doria, repete o mantra ao ser perguntado sobre o tema: “O ano que vem está longe”.Motivos não lhe faltam. Vem sendo chamado de traidor por aliados do seu padrinho político, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que busca o Palácio do Planalto em 2018.

Nesta entrevista à Folha, defende que o PSDB, se for ter prévias para decidir o candidato tucano à Presidência da República, que as faça entre todos seu 1,2 milhão de filiados —alckmistas sugerem algo restrito, teoricamente mais sob controle do governador, embora no fundo nenhum dos dois lados acredite que o embate irá ocorrer.

Isso estabelecido, Doria fala com a naturalidade de quem está testando discursos. Definiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o candidato a ser derrotado, esteja o petista impedido ou não de concorrer por provável condenação em segunda instância por corrupção.Com isso, valoriza o ativo que burilou ao longo do ano, o discurso antipetista.

Mas Doria já elabora ideias para “o candidato em 2018”, como diz: privatização da Petrobras e um programa amplo de desestatização para buscar investimento —na sua equação, mola para gerar emprego e renda. Defende reformas e apoio a medidas do governo Temer, apesar do desgaste.

A conversa ocorreu em uma sala de reuniões da prefeitura. Além de uma tela do polêmico Romero Britto na parede, as estantes do local envergam quadros com publicações sobre o prefeito, como exemplar da Folha no dia de sua eleição, com destaque a uma revista que o elegeu como o “anti-Lula”.

Folha – Nas últimas semanas, desenhou-se um quadro mais claro de sua postulação à Presidência. O sr. é candidato?

João Doria – Eu sou candidato a continuar sendo prefeito da cidade de São Paulo. O ano que vem está longe. Agora é precipitado. O momento para discutir isso é janeiro.

O próprio PSDB vai adensar o debate sobre a candidatura, o que deverá ocorrer entre janeiro e março.

Se o sr. deixar a prefeitura, não teme ficar com a pecha de traidor de seus eleitores? E o governo do Estado, o sr. considera a disputa?

Não, isso é um tema que não está colocado. Sobre o Estado, nem creio que o PSDB terá uma decisão em novembro, quando há convenção, sobre isso. A meu ver seria precipitado.

O Datafolha o coloca em condição de igualdade com Alckmin na disputa, com Lula na liderança [8% cada]. Como o sr. vê o resultado?

Para um não candidato como eu, é um ótimo resultado.

A campanha de 2018, e mesmo seu discurso antipetista, vinham sendo pautados pela presença de Lula e de um anti-Lula. Se o ex-presidente não estiver no páreo, como será a candidatura de seu campo?

Lula estará no páreo mesmo se não for candidato. Se ele não for, talvez até com mais força, porque vai se apresentar como vítima de todos. Haverá maior força e vigor de Lula defendendo, se não for sua candidatura, a do PT. É ilusão achar que, se Lula estiver inelegível, ele estará inabilitado para fazer campanha.

Fonte: Igor Gielow – Folha de S.Paulo

João Doria está queimando as velas. No recente jantar com a cúpula do DEM, foi explícito sobre a disposição de abandonar a prefeitura de São Paulo para se aventurar na campanha presidencial por ter “perfil adequado” para vencer. É cada vez menor sua precaução em evitar a pecha de traidor no balaio de adjetivos pouco lisonjeiros usados pelos cardeais tucanos para definir as peripécias dorianas. Ao se expor nessas articulações frenéticas com outros partidos, o prefeito atiça também o fogo que consome outro discurso seu, o do Papai Noel trazido por renas limpinhas para salvar o Brasil dos políticos sujos. Muitos analistas creditam sua desaceleração nas pesquisas de intenção de voto à profusão de evidências de que o discurso do gestor não-político era mesmo só para boi dormir. Como o próprio disse e repetiu muitas vezes, paulista não gosta de “gente como Lula”, que deixa de trabalhar para fazer política.

Fernando Henrique achava que o melhor candidato para o PSDB era Geraldo Alckmin. Achava. Hoje o ex-presidente está convencido de que João Doria tem mais chances de emplacar. Doria, aliás, tem feito importantes sinais ao DEM, como o jantar da semana passada. Mas o fato é que a maior referência da legenda, Rodrigo Maia, está mais para Geraldo Alckmin do que para o prefeito de São Paulo. As informações são de Mauricio Lima, da coluna Radar, da VEJA.

Cientes do risco de implosão do PSDB devido a seu cabo de guerra, Geraldo Alckmin e João Doria apresentaram cartas de conciliação para tentar garantir a parceria entre ambos em 2018. Tanto o governador paulista quanto seu afilhado político, prefeito de São Paulo eleito no primeiro turno em 2016, querem ser candidatos à Presidência no ano que vem.

A alta temperatura da troca de farpas entre os dois nas últimas semanas, contudo, colocou em alerta o tucanato, que teme uma cisão que comprometa a posição majoritária do partido no campo governista em 2018 –não por acaso, DEM e PMDB vêm buscando se cacifar falando em candidatos próprios. A sinalização de trégua veio de parte a parte, embora haja caciques do tucanato que duvidem de sua eficácia.

Alckmin disse a interlocutores que considera legítimo o pleito de Doria de ser candidato, e o prefeito sinalizou que não despreza o desejo de seu padrinho político de vê-lo candidato a governador.

Enquanto o Congresso Nacional não vota a reforma política, o prazo para as inscrições partidárias que habilitem as candidaturas às urnas de 2018 termina exatamente no próximo dia 7 de outubro. Isso porque a legislação eleitoral em vigor estabelece o mínimo de 12 meses de filiação partidária para os que decidirem concorrer às eleições. Reportagem de Cristiane Jungblut e Carolina Brígido, em O Globo deste domingo, destaca muito bem a existência de impasses envolvendo o projeto apresentado como voltado para a reforma política. Um impasse marcante é o que se refere às coligações nos pleitos proporcionais, como é o caso da Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores. Para o ministro Luis Roberto Barroso, as coligações nas disputas proporcionais violam um dos princípios básicos da Constituição Federal. Por isso, as repórteres colocam em destaque a perspectiva de a reforma política terminar sendo fixada pelo Supremo Tribunal Federal.

Em entrevista ao Estado, o prefeito João Doria disse que as pesquisas de intenção de voto serão determinantes na escolha do candidato tucano ao Palácio do Planalto em 2018. Doria descartou a hipótese de disputar prévias com o governador Geraldo Alckmin. Questionado sobre a possibilidade de deixar o PSDB para concorrer à Presidência da República, ele não descartou: “Pretendo continuar, até que alguma circunstância me impeça disso”.

O sr. disse que o fator povo será importante para definir o candidato do PSDB…

Importante não, definitivo. Não se pode imaginar a decisão do PSDB sobre o nome que vai disputar a Presidência da República ou o Estado de São Paulo se você não ouvir o povo. Não há como imaginar que alguém possa ser indicado sem que seja pelo povo.

Isso significa que as pesquisas terão um papel importante na escolha do candidato do PSDB?

Ao meu ver, sim. Se alguém tiver dúvida em uma pesquisa, que faça duas. Se tiver dúvida em duas, que faça três. Não ouvir o povo pode ser um erro fatal para o PSDB. As informações são de Pedro Venceslau, enviado especial a Paris, O Estado de S.Paulo.

Então se o governador Geraldo Alckmin estiver em uma posição abaixo da sua nas pesquisas, como está hoje, o sr. seria o candidato? O PSDB deve levar as pesquisas em consideração?

Essa é uma decisão a ser tomada mais adiante. Ainda é cedo para avaliar. Não faço uma defesa personalista, mas nacional. Acertar na indicação é ouvir a população.

O sr. defende as prévias. Enfrentaria Alckmin na disputa interna?

Não disputarei prévias com Geraldo Alckmin, embora defenda as prévias. Não faz o menor sentido. Não faria isso. Desde já me excluo dessa condição.

O sr. esteve com o presidente da França, Emannuel Macron, que foi eleito após criar uma novo partido. É, segundo disse, uma referência. Falando francamente: após receber convites do PMDB e DEM, descarta a possibilidade de deixar o PSDB?

A política traz sempre ares, tempestades e fatos que não estão dentro do seu prognóstico. Isso se aprende rápido na vida política. Estou na política, mas não sou político. Não tenho intenção de mudar de partido, mas é sempre bom ouvir de outros partidos que você é bem-vindo. Não é só o PMDB e o DEM. Outros dois partidos tiveram a gentileza e a delicadeza de abrir as portas caso necessário. Agradeci. Estou no PSDB desde 2001, muito antes de pensar em ser candidato. Não entrei por conveniência. Pretendo continuar no PSDB, até que alguma circunstância me impeça disso. Em relação ao futuro, cabe a Deus indicar, iluminar e definir qual é o destino.

O sr. adotou recentemente um discurso mais moderado, sem citar a bandeira vermelha do PT. Essa mudança veio para ficar?

São etapas. O discurso é como uma caminhada. Daqui a 10 metros não será mais o mesmo cenário. Sua reação pode ser diferente. Sou um conciliador. Sempre fui uma pessoa integradora. Eu respeito as pessoas. Embora eu seja firme na defesa das minhas posições, nunca desqualifiquei e xinguei.

Chamou a Dilma de anta…

Não foi a melhor posição. Até me desculpei em relação a isso. Não precisava me referir a ela dessa maneira. Reafirmo minhas desculpas.

O governador Geraldo Alckmin apoia o senador Tasso Jereissati para a presidência do PSDB. Já o sr. apoia o governador de Goiás, Marconi Perillo. O sr. e governador estão se distanciando?

Não há afastamento nem diferenças pessoais. Há posições que nem sempre são as mesmas. Mas isso não implica um distanciamento meu em relação ao governador e dele em relação a mim. Eu de fato apoio o Marconi Perillo para a presidência do PSDB. Entendo que o senador Tasso cumpriu um papel importante, mas é hora de renovar. A renovação tem no nome de Marconi Perillo uma pessoa vibrante e inovadora. Seria um ganho tê-lo como presidente e manter Tasso na executiva.

Via Coluna Painel

Aliados do governador Geraldo Alckmin dizem que o prefeito João Doria assumiu que quer ser candidato ao Planalto ao afirmar que caberá “ao povo” decidir quem representará o PSDB na disputa. O primeiro tem a preferência do tucanato. O segundo atraiu legendas poderosas para sua órbita.

Dirigentes do PMDB, do PSD e de partidos do centrão já dizem abertamente que veem Doria com mais chances de êxito em uma eventual disputa à Presidência em 2018. Alckmin teria o PSB, o PV e o PPS.

 

 

16
ago

Flávio Rocha poderá ser o vice de Dória

Postado às 21:32 Hs

A Câmara Municipal de Natal concedeu na manhã de hoje (16) o título Honorífico de Cidadão Natalense ao prefeito de São Paulo, João Doria Júnior, e a medalha do Mérito Padre Miguelinho ao empresário potiguar, Flávio Rocha, em solenidade realizada no Teatro Riachuelo, em Natal. As honrarias foram concedidas em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao povo de Natal.

 Na solenidade, foi lançado o nome de João Doria para presidente em 2018, tendo Flávio Rocha de vice. O vereador Ney Lopes Júnior (PSD), presidente do legislativo natalense, conduziu a cerimônia e destacou a importância do reconhecimento às duas personalidades.

Via Blog Heitor Gregório

Após ser homenageado com o título de cidadão natalense, o prefeito de São Paulo, João Dória visitou as instalações da fábrica da Guararapes, onde foi recebido pelo presidente do grupo, o empresário Nevaldo Rocha, com a presença do filho, Flávio Rocha, presidente das Lojas Riachuelo, que também foi homenageado pela Camara Municipal de Natal, com a Medalha Frei Miguelinho.

Na ocasião, Dória destacou o potencial de produção do grupo Guararapes no RN e falou dos postos de emprego e dos impostos que a produção da empresa potiguar promove no estado de São Paulo.

‘Quase tudo que é produzido aqui é consumido no estado de São Paulo e na cidade de São Paulo, provavelmente um terço do que é produzido. Isso é a simbiose da produção. O que se produz aqui vende em São Paulo, arrecada-se em São Paulo. Produtividade e eficiencia é círculo virtuoso daqueles que produzem com competência, como é o caso do grupo Guararapes’, disse.

07
ago

Em Natal

Postado às 19:13 Hs

Credenciamento para João Dória e Flávio Rocha

A Presidência da Câmara Municipal de Natal informa que irá promover no dia 16 de agosto, às 17h, no Teatro Riachuelo, Sessão Solene de entrega do título de cidadão natalense ao Prefeito de São Paulo Sr. João Dória e da Medalha Frei Miguelinho ao empresário Flávio Rocha.

Antes, às 16h, no mesmo local, os homenageados irão conceder uma entrevista coletiva. É necessário credenciamento prévio dos veículos de comunicação e jornalistas.

Favor enviar nome e RG até o próximo dia 11 para o e-mail: assessoria.cmn@gmail.com

Os prefeitos de São Paulo, João Doria, e de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, ambos do PSDB, pediram neste sábado, 15, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) deixe em definitivo a presidência da legenda e que o partido mude a configuração da Executiva da sigla.

Os tucanos falaram sobre o tema após participarem da 29.ª edição do programa Cidade Linda em uma rua no limite entre os dois municípios. “Defendo que o (senador) Tasso (Jereissati) seja o presidente efetivo, desde já. E que ele conduza uma convenção nacional em agosto, em Brasília, abrindo espaço para a nova geração de prefeitos da ‘onda azul’ de 2016. Os prefeitos (tucanos) não têm nenhuma representação no Diretório Nacional. Isso não é correto”, disse Doria.

Em seguida, o prefeito da capital “delegou” ao colega Morando a representação dos prefeitos tucanos na Executiva da legenda. “Deleguei nossa representação ao Orlando Morando, que será um grande representante dos prefeitos brasileiros”, afirmou Doria.

Aécio se licenciou da presidência do PSDB após a divulgação de um áudio no qual foi flagrado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, para pagar custos de sua defesa em processo da Operação Lava Jato. O conteúdo da gravação está nas delações premiadas do Grupo J&F. O senador também foi afastado, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, das funções parlamentares, já retomadas.

Tasso assumiu o comando do partido, de forma interina. “Aécio terá a grandeza de saber que não dá mais para ocupar a presidência do partido.

O PSDB está em dívida com a sociedade”, disse Morando. Ele e Doria vão agora conversar com os prefeitos tucanos de Manaus, Arthur Virgílio, e de Porto Alegre, Nelson Marchezan, para selar o acordo sobre a nova estrutura da Executiva. Procurado, Aécio não se manifestou.

Fonte:  O Estado de S.Paulo – Pedro Venceslau

Está em  O Tempo

Três dias depois do juiz Sérgio Moro sentenciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão, o prefeito João Doria chamou o petista de “sem vergonha”, “mentiroso” e a ex-presidente Dilma Rousseff de “anta”, em um evento político na divisa entre a capital e São Bernardo do Campo, cidade que foi berço do PT e onde reside Lula. “O povo de São Bernardo sabe quem é o mentiroso e sem vergonha do Lula”, disse o tucano. “Os petistas não sabem o que é trabalho porque têm o espelho do Lula, que é o espelho da vagabundagem de quem trabalhou oito anos na vida e depois viveu das benesses do poder, dos amigos e do dinheiro de empreiteiras. Nós preferimos acordar cedo e trabalhar”, disse o tucano. Em outro trecho do discurso, Doria disse em tom exaltado que foi o PT “do Lula e da anta da Dilma” que deu ao Brasil “a pior recessão da história”.

MAIORIA SILENCIOSA – “O PT pensa que pode voltar, mas a maioria silenciosa vai ter a oportunidade de manifestar sua posição em 1º de outubro de 2018. É no voto que nós vamos ganhar do PT”, disse Doria. “Seu destino, Lula, está selado. Você vai ver o sol nascer quadrado em Curitiba, mas antes vai ser derrotado pelo voto para acabar com o mito”, completou.

Ao lado do prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), o prefeito participou da 29º edição do Programa Cidade Linda. Cercados por uma claque de apoiadores, os dois pintaram juntos um muro que estava pichado e plantaram uma árvore.

jun 22
sexta-feira
12 18
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
7 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5714754 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram