O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pretende colocar a reforma da Previdência em votação no plenário da Casa entre 5 e 12 de junho. Interlocutores do parlamentar fluminense dizem, porém, que ele deu essa previsão apenas para fazer um aceno ao mercado financeiro de que a crise política não afetará as reformas.

No Congresso, há também uma avaliação de que a opção da minirreforma “não é tão ruim”, porque os efeitos da PEC já eram muito graduais, e o pente-fino que vem sendo feito nos pagamentos do auxílio-doença já dá, no curto prazo, uma contribuição maior para o caixa. Para os defensores dessa estratégia, não há tanto problema em esperar para fazer uma grande reforma em 2019, embora ela tenha de ser mais drástica.

23
mai

Será ?

Postado às 8:39 Hs

Reforma da Previdência começa a ser votada em 5 de junho na Câmara.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou na tarde desta segunda-feira, 22, que a reforma da Previdência começará a ser votada no plenário da Casa entre os dias 5 e 12 de junho. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a proposta precisa passar por duas votações no plenário e, para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos favoráveis.

Maia reconheceu que, desde quarta-feira, o Brasil vive uma crise “muito grande”, após o presidente Michel Temer ser citado pela delação de executivos do grupo JBS. Crise que, na avaliação dele, precisa ser superada com “muita paciência e diálogo”. Segundo ele, esse é um momento “delicado”, mas cabe aos presidentes dos poderes cumprirem seus papéis. “À Câmara, cabe legislar e vamos legislar para garantir a estabilidade do País”, disse.

18
mai

Eventual queda de Temer não exclui reforma

Postado às 12:32 Hs

Via BBC

A consultoria internacional de risco político Eurasia Group afirmou que o presidente Michel Temer “perdeu as condições de continuar a negociação pela reforma da Previdência” por conta de acusações de que ele atuou para obstruir a Justiça.

Em nota divulgada na noite de ontem, o grupo ponderou, no entanto, que “ainda é prematuro concluir que a reforma está morta”.Segundo a consultoria, coordenada pelo especialista em risco político Ian Bremmer, a negociação da reforma dependerá de se encontrar um caminho para sair da crise política.

O grupo internacional comenta que se forem confirmadas as alegações de que Temer deu aval para compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso em Curitiba (PR), “é improvável que (Temer) termine seu mandato”.Mas conclui dizendo que “a queda de Temer não precisa ser equivalente à queda das reformas”.

O grupo acredita que o calendário de votações, previsto para daqui a duas semanas, será “inevitavelmente atrasado”. No entanto, afirma que “qualquer presidente eleito pelo Congresso terá fortes incentivos para colocar a reforma da Previdência de volta aos trilhos”.Uma possível renúncia ou impeachment de Temer abre precedente para uma eleição indireta na qual parlamentares escolheriam o novo presidente. A oposição e movimentos nas redes sociais, enquanto isso, pedem eleições diretas.

Neste contexto, o grupo internacional acredita que o andamento da votação da reforma “dependerá de como as ruas vão reagir”. E ressalta que o Congresso reagirá à opção de eleições diretas por várias razões, entre elas as chances de fortalecimento político do presidente Lula em meio à crise econômica.

10
mai

Votação dos destaques

Postado às 8:16 Hs

Comissão encerra votação de destaques à proposta da reforma da Previdência. Deputados encerraram, nesta terça-feira (09), a votação dos destaques do texto-base da reforma da Previdência. Apenas uma alteração foi aprovada no texto do relator. A mudança aceita pelos parlamentares manteve a competência da Justiça Estadual para julgar acidentes de trabalho e aposentadorias por invalidez, o que seria alterado pelo parecer do relator, o deputado Arthur Maia (PPS-BA). Com a votação dos destaques, ficou mantida a idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres acessarem a aposentadoria. Também será preciso 25 anos de contribuição para obter o benefício. Agora, a reforma precisa ser aprovada pelo plenário da Casa, em dois turnos, com pelo menos 308 votos.
09
mai

Em Parnamirim

Postado às 21:54 Hs

Zenaide Maia participa de debate sobre Reforma da Previdência na Câmara Municipal de Parnamirim.

Na segunda-feira (08), a Deputada Federal Zenaide Maia, participou de um debate sobre a Reforma da Previdência Social, realizado no Plenário Dr. Mário Medeiros, na Câmara Municipal de Parnamirim. A autora do propositura, a vereadora Vandilma Oliveira (PMDB).

A proposta de mudança nas regras para aposentadoria tramita no Congresso Nacional e tem causado polêmica e gerado discussões por todo o país. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287/16 muda as regras da aposentadoria. “Na verdade isso não é uma reforma. Querem destruir a seguridade social que foi uma grande conquista do povo brasileiro. Estão rasgando a CLT com todas essas reformas”, expressou a deputada federal, Zenaide Maia.

Marcaram presença no debate, deputados, vereadores e representantes da sociedade. Entre as autoridades, o deputado federal Antônio Jacóme, os deputados estaduais Fernando Mineiro e Jacó Jacóme; o presidente do PT Júnior Souto; o ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante Jaime Calado, além de representantes da ordem dos advogados do Brasil no Estado e Instituto Previdenciário.

 

 

Dívida-Pública
Reportagem de Gabriela Valente, O Globo, edição de sexta-feira, revela que a dívida pública brasileira atingiu em março o montante de 4 trilhões e 500 bilhões de reais, equivalentes a 71% do PIB. Os juros da Selic são de 11,25% a/a. Portanto, em valores absolutos de R$ 506 bilhões anuais. Isso de um lado. De outro, como recentemente o governo anunciou, o déficit da Previdência está projetado para 150 bilhões este ano, o desembolso com a rolagem do endividamento significa quatro vezes mais, praticamente. Logo, o que se espera, do Planalto, era atribuir a mesma importância ao custo da dívida ao déficit do INSS. Mas não. O governo prevê uma estabilização dessa dívida em 2021. Até lá, ao longo de quatro exercícios, ao que tudo indica, será a emissão de novos títulos para lastrear o débito existente, já que dificilmente poderá abater o montante dos compromissos. CRESCIMENTO – Gabriela Valente ouviu especialistas em finanças e eles disseram que o problema maior não é o estoque da dívida, porém seu crescimento. Ou seja, a emissão de papeis em escala maior que o resgate de títulos existentes. Na interpretação de Newton Rosa, economista chefe da Sulamérica Investimentos, mesmo considerando a aprovação da reforma da Previdência Social, a redução do endividamento somente ocorreria em 2023 ou 2025.

Parecer do relator Desafio do governo, agora, será conseguir votos necessários para aprovação da proposta no plenário da Câmara e, depois, no Senado

Após uma tarde intensa de discussão e negociações, com inclusões e retiradas de demandas do relatório final, a Comissão Especial da Câmara aprovou há pouco, por 23 a 14, a proposta da reforma da Previdência patrocinada pelo governo Michel Temer. No texto aprovado, a idade mínima para concessão da aposentadoria ficou fixada em 65 anos para homens e 62 para mulheres. O tempo de contribuição para ter direito ao benefício integral, inicialmente estipulado em 49 anos, ficou fixado em 40 anos de trabalho comprovado. Além disso, pelo texto, o tempo mínimo de contribuição sobe de 15 para 25 anos.

“Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”, gritaram oposicionistas e contrários à reforma, em alusão à canção famosa na voz de Beth Carvalho. “[A PEC] passou com o número do relator”, festejou um governista, referindo-se ao número eleitoral do PPS, partido de Arthur Maia (BA), a quem coube a apresentação do parecer na comissão especial.

Fonte: Congresso em Foco

 

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada na última  segunda-feira (1) aponta que sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.

Segundo a pesquisa, há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos. A taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%). Ao todo, foram realizadas 2.781 entrevistas pelo Datafolha, em 172 municípios na quarta (26) e na quinta (27), antes das manifestações ocorridas na última sexta-feira (28).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Apesar da rejeição à ideia de mudanças, a maioria dos entrevistados concorda com tópicos que o governo pretendia mudar na proposta inicial e outros que ainda estão em discussão no Congresso.

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira (1) aponta que sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.

Segundo a pesquisa, há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos. A taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%). Ao todo, foram realizadas 2.781 entrevistas pelo Datafolha, em 172 municípios na quarta (26) e na quinta (27), antes das manifestações ocorridas na última sexta-feira (28).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Apesar da rejeição à ideia de mudanças, a maioria dos entrevistados concorda com tópicos que o governo pretendia mudar na proposta inicial e outros que ainda estão em discussão no Congresso. (Metro 1)

24
abr

Sem mudanças

Postado às 14:18 Hs

MICHEL TEMER: “TEXTO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA NÃO SOFRERÁ MAIS MUDANÇAS”

O presidente Michel Temer barrou novas alterações no texto da reforma da Previdência e rejeitou campanhas que tentavam manter benefícios para categorias do serviço público. O acordo foi fechado em reunião com líderes da base aliada na tarde de domingo (23). As informações são do jornal O Globo. Agora, o Planalto trabalha para aprovar o texto negociado com o relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), um dos participantes da reunião.

O texto deve ser votado em 2 de maio, mas o governo admite que o calendário pode ser atrasar e transferir a decisão para o segundo semestre do ano. Parlamentares resistem a aprovar a mudança com medo de perder o eleitorado em 2018. Ainda segundo o jornal, Temer se reúne com ministros nesta segunda-feira (24). Eles devem ser orientados a receber parlamentares fora dos horários de discussão e votação da proposta e fazer corpo a corpo em defesa das propostas.

20
abr

Repercutindo

Postado às 19:12 Hs

Fórum dos Servidores do Oeste Potiguar mobiliza trabalhadores contra a Reforma da Previdência.

 ”Se o trabalhador parar o país, essa reforma não vai passar”, afirma a coordenação. Na manhã desta quarta-feira (20), o Fórum dos Servidores Públicos do Oeste Potiguar, promoveu um ato contra e Reforma da Previdência em frente ao INSS, no bairro Aeroporto. O objetivo foi mobilizar trabalhadores (as) e contribuintes do INSS para participarem da Greve Geral que acontecerá na próxima sexta-feira, dia 28. A data corresponde à uma articulação nacional de diversos segmentos sindicais.

Sindicalistas de diversas categorias do serviço público estiveram na Agência da Previdência Social no bairro Aeroporto para dizer não à retirada de direitos. Durante as falas, dirigentes sindicais alertaram aos presentes sobre as consequências da Reforma da Previdência na vida da população. “Essa reforma objetiva manter as pessoas trabalhando e contribuindo por mais tempo em troca de seus benefícios previdenciários, o que afeta sobretudo as classes baixas e grupos com situação socioeconômica precária, deixando a rotina de trabalho mais árdua e com mais risco a vida do trabalhador”, explica João Morais, membro do Fórum.

 Para a professora e doutora em Serviço Social, Rivania Moura, o governo não apresenta transparência nos valores arrecadados pela previdência. “O governo só mostra os dados do que são arrecadados pelos trabalhadores, subtraindo a divida de grandes empresas privadas como bancos e hospitais, sem falar no grande índice de inserção fiscal que existe no país”, explica a professora. No final do ato, os presentes fizeram um “abraço simbólico” em defesa da previdência em frente a unidade do INSS.

Fonte: Assessoria

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira, 18, que a reforma da Previdência começará a ser votada no plenário da Casa a partir de 8 de maio. Por se tratar de uma emenda constitucional, a proposta precisa ser votada em dois turnos e, para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos favoráveis, o equivalente a 3/5 dos 513 deputados.

O parecer do relator, deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA), sobre a reforma deve ser lido nesta quarta-feira, 19, na comissão especial que analisa a matéria. Em seguida, serão concedidos prazos de vistas de duas sessões para deputados analisarem o texto, o que deve jogar a votação no colegiado para a semana entre 24 e 28 de abril. “No plenário, devemos votar a partir de 8 de maio”, disse Rodrigo Maia, em rápida entrevista ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, ao chegar a Câmara.

O deputado do DEM evitou comentar sobre o protesto de policiais contra a reforma da Previdência, que gerou confusão e quebradeira na Câmara. Mais cedo, um grupo de manifestantes quebrou vidraças da chapelaria, uma das principais entradas da Casa. Policiais legislativos, então, reagiram com bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta. “Não afeta a reforma da Previdência”, limitou-se a comentar Rodrigo Maia.

Agência de Notícias

18
abr

Novidade

Postado às 12:44 Hs

Idade mínima para aposentadoria feminina será de 62 anos.

Informação é do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), presidente da comissão especial na Câmara. Outro ponto da reforma da Previdência é a idade mínima para policiais e professores federais, além de trabalhadores rurais. Para estas três categorias, o regime especial será mantido e a idade mínima será diferenciada, de 60 anos. Depois de participar de um café da manhã com o presidente Michel Temer e líderes da base aliada, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), presidente da comissão da reforma da Previdência na Câmara, afirmou que a idade mínima para que as mulheres se aposentem com o benefício integral será de 62 anos. Ele disse ainda que policiais, professores federais e trabalhadores rurais terão o regime especial mantido, com idade mínima de 60 anos para a aposentadoria.

Segundo a regra geral, o trabalhador vai poder se aposentar assim que completar 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição. Mas, para garantir a aposentadoria integral, além de atingir a idade mínima, será necessário ter 40 anos de tempo de contribuição. A proposta original do governo, que foi alvo de muitas críticas, previa que o trabalhador contribuísse por 49 anos.

Já a regra de transição vai funcionar da seguinte maneira: todos os trabalhadores que já estão contribuindo há mais tempo para a Previdência poderão ser incluídos na regra, desde que paguem um pedágio de 30% do tempo que falta para se aposentar e tenham completado a idade mínima, que será de 53 anos para mulheres e de 55 anos para homens. Ainda hoje, o relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA), vai participar de uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto para esclarecer outros pontos.

Fonte: CBN

Por José Carlos Werneck

Embora o nome de nenhum aposentado pela Previdência Social tenha aparecido na lista do ministro Edson Fachin como beneficiário das propinas pagas pela Odebrecht, o atual governo, assim como seus antecessores Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio “Lula” da Silva e Dilma Rousseff, insiste que a ruína econômica do País é culpa dos segurados do INSS. Assim sendo, o presidente Michel Temer, em sua sanha de perseguir os trabalhadores vai tentar um novo estratagema, concentrando esforços para suspender o recesso de julho do Congresso Nacional para garantir a aprovação da reforma da Previdência antes da interrupção dos trabalhos parlamentares. Ele acredita que há grandes dificuldades no diálogo com os parlamentares governistas e o pânico gerado após as delações dos altos executivos da Odebrecht certamente será um óbice à tramitação da matéria, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.

ATRASO – O governo contava com a aprovação da reforma da Previdência nas duas Casas até o último dia de votações anteriores ao recesso, marcado para 17 de julho. O receio que o pacote de maldades previstas no projeto não passe pelas duas Casas antes dessa data é evidente e fez com que o presidente pensasse no acordo com líderes das bancadas aliadas para que os congressistas não tirem férias e aprovem o texto. A suspensão do recesso, que terminaria no último dia de julho, daria fôlego extra ao Governo para obter êxito, contando com a aprovação no Senado só no fim de julho.

A maquiavélica idéia tem total apoio da equipe econômica, que prevê uma votação apertada de votações por causa das dificuldades de deputados em apoiar a infeliz propositura.

INQUÉRITOS – A preocupação ficou maior com a abertura dos inquéritos contra 24 senadores e 39 deputados, fruto das delações da Odebrecht, já que é grande o medo de que as acusações desmobilizem os parlamentares e percam a atenção que o presidente queria na votação do projeto. O grande negociador da manutenção dos trabalhos é Romero Jucá, líder do governo no Senado. Ele declara que a suspensão do recesso é “muito provável” e conta com o apoio dos presidentes do Senado e da Câmara.

Conseguindo a suspensão do recesso, os parlamentares governistas jogarão para a frente a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018, que normatiza as contas do Governo em 2018, já que a Constituição veda a interrupção dos trabalhos sem a sua apreciação.

RECESSO BRANCO – Geralmente, os parlamentares conseguem sair de férias em julho, sem a apreciação da LDO, por meio do “recesso branco”, quando os trabalhos são formalmente mantidos, sem que nenhuma votação seja marcada. Assim, haverá um prazo maior para aprovar o projeto de Reforma da Previdência e usar a suspensão do recesso para afastar a idéia de o País ter parado após as delações da Odebrecht.

18
abr

Acontece

Postado às 11:14 Hs

Logo_Forum
Fórum realizará palestra aberta ao público sobre prejuízos da Reforma da Previdência. As entidades e mandatos que compõem o Fórum Permanente em Defesa da Previdência e da Cidadania convidam toda a sociedade à participação contra a PEC 287. No próximo dia 20 de abril, a professora Dra. Rivânia Moura fará uma palestra aberta com o tema ‘Desmonte da Previdência Social e as consequências da PEC 287 para os trabalhadores’, às 8h00, na sede da OAB Subseção de Mossoró. O evento é organizado pelo Fórum em Defesa da Previdência e da Cidadania que atualmente reúne representações de várias entidades entre elas a OAB Subseção de Mossoró, Diocese de Mossoró, Direção Regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE-RN), Direção Regional do Sindicato dos Servidores da Administração Direta e Indireta (SINAI/RN), Associação dos Ministros Evangélicos (AMÉM), Frente Brasil Popular (FBP), Federação dos Trabalhadores da Administração nos Municípios do RN (FETAM) e representantes da política legislativa local, estadual e federal (mandatos da vereadora Isolda Dantas, Deputado Mineiro e da senadora Fátima Bezerra). Todo o evento será transmitido ao vivo, pela Rádio Rural de Mossoró

Via O Tempo / Agência Estado

A atualização do Placar da Previdência, levantamento realizado pelo Grupo Estado com deputados a respeito de reforma que tramita na Câmara, mostra que o número de parlamentares contrários à proposta continua em 272, enquanto o dos que são a favor subiu para 99. Às 15h30 deste domingo (dia 9), havia 35 indecisos; 61 não quiseram responder; 44 não foram encontrados, e um disse que deve se abster.

O levantamento também mostrou que 69 deputados são a favor, mas com alteração da idade mínima para mulheres e 53 apoiam as mudanças, mas com alteração da idade mínima para homens. Além disso, 73 são favoráveis, mas com criação de uma regra de transição para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos, e 76 defendem a retirada da exigência de 49 anos de contribuição para ter o direito de benefício integral.

OUTRAS MUDANÇAS – O jornal priorizou esses pontos porque são considerados os mais importantes pela equipe econômica para não desconfigurar o texto enviado. Muitos deputados, porém, fazem questão de ressaltar que também querem outras mudanças. Eles querem abrandar as exigências para a concessão da aposentadoria rural e do benefício assistencial pago a idosos e deficientes da baixa renda.

Também não concordam com a proibição de se acumular aposentadoria e pensão, desde que respeitado o teto do INSS. O governo já sinalizou que está aberto a negociar esses pontos. A bancada do PSDB na Câmara, por exemplo, fechou questão e afirma que só aprovará a reforma se esses itens forem modificados juntamente com a regra de transição.

Por Carlos Chagas

Decidiu o presidente Michel Temer atenuar o texto da reforma da Previdência Social que, de resto, não seria aprovado por deputados e senadores. Vão-se os anéis, ficam os dedos, pois a verdade é que apesar de teoricamente contar com ampla maioria parlamentar, a dita reforma não passaria. Equivaleria, para o atual Congresso, decretar a pena de morte para os que ainda não nasceram. Já pressionados pela sombra das condenações e da inelegibilidade decorrente dos processos de corrupção a tramitar no Supremo Tribunal Federal, Suas Excelências corriam o perigo de não se reeleger, ano que vem. O governo ganhou sensível moratória com o recuo presidencial.

Temer espera ver a reforma previdenciária aprovada até julho, caso não surjam outros obstáculos. Ignora-se o potencial de desastres que os processos no Supremo causarão nas bancadas governistas, a começar pelo PMDB. Ministros e ex-ministros responderão a acusações de corrupção. Terão seus nomes expostos na mídia e talvez não consigam escapar.

Em entrevista recente, Michel Temer afirmou não ter cometido erros, em seus onze meses de poder. O problema é saber quantos acertos conseguiu. Voltar atrás na reforma da Previdência Social pode ter sido um deles, mas não basta. Apesar da disposição de não se candidatar em 2018, o presidente necessita manter unida sua base parlamentar. Henrique Meirelles conseguirá sucesso bastante em sua tentativa de recuperar a economia, a ponto de aspirar a indicação?

Por Correio Braziliense

Apesar de ter acumulado vitórias importantes e de afirmar que tem a base mais sólida no Congresso nos últimos anos, há algumas semanas o Planalto acendeu o alerta em relação ao apoio dos deputados. O receio é de que a pressão contrária à reforma da Previdência contamine outras votações importantes. Ao recuar na proposta que mexe com a aposentadoria da população, o governo não só tenta garantir os votos para esta medida, mas também leva um sinal ao Congresso de que o respeita, para acalmar os ânimos.

A primeira surpresa ocorreu há duas semanas: a rejeição da PEC que permitia a cobrança de cursos de extensão e de pós-graduação em universidades federais — a oposição venceu por quatro votos e barrou a proposta. E ontem, mais um alerta: a flexibilização do texto da reforma da Previdência ocorreu no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados adiou, mais uma vez, a votação do projeto de lei que cria o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) para socorrer os estados com grave crise financeira.

SÓ TENTANDO… – O governo tenta, há três semanas, votar o projeto da renegociação, nomeado PLP nº 343/2017, enviado ao Congresso em 23 de fevereiro. A matéria contém o artigo do projeto de lei de renegociação da dívida dos estados, vetado anteriormente por Temer por ter sido totalmente desfigurado pela Câmara, que retirou as contrapartidas que o governo havia incluído para socorrer as unidades da Federação. Com o reenvio do projeto, voltaram as contrapartidas, como a proibição de concessão de reajustes aos servidores.

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, negou que o governo tenha perdido por causa do adiamento da votação do projeto dos estados. Assessores de Temer afirmam que o adiamento para a próxima semana havia sido acertado, na quarta-feira, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diante da falta de quórum da base aliada e da oposição para aprovar o projeto.

Por mais que tentem minimizar os sintomas, o alerta no Planalto já estava aceso desde a votação da terceirização irrestrita que, apesar de ter sido aprovada, passou com um placar apertado: 231 a 188, o que não seria suficiente para uma PEC, em que são necessários o apoio de dois terços da Casa, ou seja, 308 votos.

FORTE RESISTÊNCIA – A principal preocupação é em relação à reforma da Previdência, que sofre resistência até de fiéis aliados do Executivo, porque mexe na aposentadoria da população e pode ter um impacto negativo nas urnas. O governo sabe que está sob fogo cruzado, mas tem consciência de que agora entra na fase de apuração, em que os parlamentares refletem e tendem a mudar de voto. A flexibilização da reforma serve também como um “afago”, um sinal de “respeito” ao Congresso.

Interlocutores do Planalto, no entanto, garantem que a base não abandonou o governo, mas que a reforma, com todas as suas dificuldades, pode contaminar outras matérias. Por isso, o próprio presidente passou a intermediar a negociação com os parlamentares. Temer busca evitar momentos pelos quais passou Dilma Rousseff, que perdeu a base no Congresso, até ser afastada. A forma como ambos negociam é diferente. O presidente tenta aplicar o mantra do “diálogo” presente em todos os seus discursos e conversa diuturnamente com parlamentares. “Estava insustentável antes. Agora, vamos conversar para ver como lidar com a nova proposta”, comenta um aliado que prefere não se identificar.

jun 29
quinta-feira
09 39
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
22 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5607393 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram