O Banco Central autorizou instituições financeiras a fazerem testes de pagamentos com uso do , serviço de mensageria do Facebook, afirmaram nesta sexta-feira as bandeiras de cartões Mastercard e Visa. “A funcionalidade ficará liberada apenas para um grupo limitado de cartões que realizarão transações de baixo valor”, afirmou a Mastercard, respondendo a questionamento da Reuters.

A empresa afirmou ainda que, enquanto aguarda a definição oficial da autarquia, “segue contribuindo com o regulador para que o serviço seja liberado para o consumidor final”. A Visa afirmou que também recebeu a autorização do BC para testes com WhatsApp, mas não para operação comercial.

Uma das funções mais pedidas pela comunidade pode enfim chegar ao WhatsApp. Trata-se da possibilidade de usar o mesmo número de telefone em mais de um dispositivo móvel.

Movimentações a respeito da implementação desse recurso começaram em março de 2020, mas nada foi colocado em prática desde então. Entretanto, os testes da função voltaram na atualização 2.20.196.8, disponível para quem é parte do programa de testes Beta da versão Android do mensageiro. A descoberta é do site WABetaInfo.

O recurso é bastante simples e permite que até quatro aparelhos estejam logados na mesma conta de WhatsApp. A interface para que você confira os dispositivos ligados está em desenvolvimento e indica a conexão com outros celulares, tablets, computadores e o display inteligente Portal, que também pertence ao Facebook.

É possível ainda conferir quando foi realizado o último login em cada um dos sistemas e ligar novos aparelhos compatíveis. Por enquanto, não há qualquer previsão de chegada dessa função na versão estável do WhatsApp.

Outra novidade também em desenvolvimento que pode chegar em breve no mensageiro é a busca avançada, que permite ao usuário escolher se o recado buscado é um texto ou contém tipos específicos de anexo, por exemplo.

Tecmundo

O Instagram e o WhatsApp apresentam falhas na tarde de hoje, e muitos usuários da internet reclamaram do problema no Twitter.

Nas redes sociais, usuários reclamam de não poderem trocar mensagens com seus contatos, levando o termo “O WhatsApp” para o topo dos Trending Topics do Twitter.

O site Downdectector analisou a queda no Whatsapp, e, por volta das 16h, detectou a falha, ainda não informada. O Facebook, que administra o WhatsApp e o Instagram, ainda não se pronunciou, nem apresentou falhas.

 

 

Do G1

O WhatsApp anunciou, hoje, que o Brasil será o primeiro país a receber uma atualização do aplicativo que vai permitir que usuários enviem e recebam dinheiro, usando cartões cadastrados. A novidade também vai permitir que contas do WhatsApp Business recebam pagamentos por produtos e serviços.

A função chega ao Brasil já nas próximas semanas, de acordo com o WhatsApp. Será preciso cadastrar um cartão com a função débito para fazer as transferências.

Os pagamentos acontecem dentro de uma função chamada Facebook Pay. A rede social também é dona do Instagram, além do WhatsApp.

Em nota, o WhatsApp afirma que o recurso tem esse nome para que, no futuro, os mesmos dados de cartão possam ser utilizados em toda a família de aplicativos da empresa – sinalizando que o Facebook planeja expandir funções de pagamento para outros apps.

O WhatsApp não é o primeiro a expandir um aplicativo de mensagens em sistema de transferências eletrônicas. Na China, o WeChat foi responsável por uma revolução na maneira de pagar no país e atualmente é também rede social e uma plataforma de vendas.

Como vai funcionar?

Para que usuários possam enviar e receber dinheiro pelo WhatsApp será preciso cadastrar um cartão na função Facebook Pay. Veja como vai funcionar:

  • Haverá uma função, no mesmo menu do envio de imagens, chamada “Pagamento”;
  • Quando o usuário clicar nela, o aplicativo vai pedir um valor e redirecionar para a criação de uma conta;
  • Será preciso aceitar os termos de uso da plataforma e criar uma senha numérica de 6 dígitos;
  • Depois, o usuário vai precisar incluir nome, CPF e um cartão emitido por um dos bancos parceiros;
  • Será preciso verificar o cartão junto ao banco, que vai enviar um código ao usuário por SMS, e-mail ou aplicativo do próprio banco. Esse código serve para impedir o cadastro de cartões roubados, por exemplo.

De acordo com o WhatsApp, o uso da senha (ou reconhecimento biométrico do celular) vai ser necessário toda vez que o usuário for enviar dinheiro. As informações de cartão são encriptadas.

Em mais uma edição da Panorama Mobile Time/Opinion Box brasileiros comentaram sua relação com aplicativos mensageiros — em especial, o WhatsApp. Já presente em cerca de 99% dos celulares dos entrevistados, o WhatsApp está no caminho de se tornar um “super-app”; mas será que os brasileiros se cansaram dele?

Surpreendentemente, não. A maior parte dos participantes dizem passar o tempo necessário no mensageiro do Facebook. Esses 68% de 2.072 brasileiros com mais de 16 anos de idade não mudariam seus hábitos e possuem uma boa relação com o WhatsApp. Enquanto isso, 24% deles se mostraram insatisfeitos com o tempo que passam com o aplicativo, uma vez que acreditam gastar tempo demais com o aplicativo.

O Facebook anunciou, hoje, que o WhatsApp atingiu a marca dos 2 bilhões de usuários. Lançado em 2009, o aplicativo é o segundo da companhia a alcançar o feito – a plataforma criada por Mark Zuckerberg fez o mesmo em 2017; já o Instagram, de propriedade da mesma empresa, contabiliza 1,1 bilhão. A conquista acontece pouco menos de três anos após a barreira do primeiro bilhão ser superada, e também representa um crescimento impressionante de 500 milhões de novos usuários em um curto espaço de tempo.

Na postagem onde comemora o marco, a empresa reafirmou a necessidade de trabalhar por uma criptografia forte para proteger a privacidade de tantos usuários. “Sabemos que quanto mais nos conectamos, mais precisamos nos proteger”, afirmou o WhatsApp, por meio do comunicado, acrescentando que “todas as mensagens enviadas pelo aplicativo são protegidas por criptografia de ponta a ponta, que atua como um bloqueio digital (…), ajudando a proteger contra hackers e criminosos”.

Na semana passada, as organizações de proteção à infância de uma dezena de países pediram ao Facebook para interromper seus planos de fortalecer a criptografia em suas plataformas on-line, alegando que permitiria que potenciais predadores agissem livremente. O tipo de criptografia que o WhatsApp usa impede que as forças de segurança acessem os dados dos usuários em muitos casos, mesmo com ordem judicial.

Veja 

 

 

01
nov

Golpe

Postado às 19:40 Hs

Caern alerta para golpe usando o nome de diretor da companhia

Estelionatários estão usando mais uma vez o nome do diretor presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), Roberto Linhares, para tentar aplicar golpes e extorquir empresários que possuem contratos vigentes com a Companhia.

O golpista usa o aplicativo de mensagens WhatsApp, com um número cuja foto é do presidente, para pedir dinheiro para fretar um ônibus que levaria empregados da Caern a um suposto evento em Fortaleza (CE). A Caern destaca que as pessoas devem desconsiderar qualquer tipo de mensagem desta natureza e informar para a ouvidoria da empresa, através do telefone 3232-4562. Assim que tomou ciência da situação, o diretor Roberto Linhares registrou um Boletim de Ocorrências e a Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar a situação.

Aqueles que já possuem o aplicativo, mas não atendem à idade mínima imposta, serão banidos do aplicativo

O WhatsApp está trabalhando em recurso que impõe uma idade mínima necessária para acessar o aplicativo. Segundo informações do WABEtainfo, menores de 13 anos não poderão criar uma conta no app de mensagens, e aqueles que já a possuem, mas não atendem ao novo requisito, serão banidos. Na Europa, o limite será de 16 anos.

A medida visa impedir que crianças tenham acesso a uma conta no aplicativo de bate-papo, a fim de cuidar de seus dados pessoais e também evitar que sejam enganadas por agressores e pedófilos.

O WABEtainfo afirma que a atualização deve chegar em breve, na versão 2.19.222, e se espera que o primeiro sistema operacional a recebê-lo seja o iOS, mas datas específicas ainda são desconhecidas.

Fique ligado no Olhar Digital para saber mais informações sobre quando esta atualização deve chegar ao aplicativo.

Fonte: Olhar Digital

Um novo golpe, veiculado por meio de mensagens no aplicativo WhatsApp, promete a liberação instantânea do décimo terceiro salário do Bolsa Família para beneficiários do programa, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo Ministério da Cidadania. De acordo com o alerta, a mensagem fraudulenta contém um link que redireciona o usuário para uma página onde são solicitados os dados pessoais, como nome completo, CPF e endereço. A mensagem exige ainda que a vítima compartilhe o link com todos os seus contatos para que o pagamento seja efetuado.
Já houve quase uma década para compreendê-lo e aceitá-lo. Criado em 2009, o WhatsApp continua se mostrando um poderoso instrumento contra todas as formas de comunicação instituídas. O mensageiro do Facebook tem uma dinâmica própria. Nele, a privacidade, o sigilo pessoal e, por mais curioso que pareça, o coletivo dialogam no mesmo plano. Pelo WhatsApp, é possível atingir milhões de pessoas com uma mensagem sem identificar seu autor. Essa capacidade, perante a qual imprensa e governos lutam, ao invés de entendê-la, explica a dimensão que tomou o protesto dos caminhoneiros que parou o Brasil há nove dias.

Você alguma vez já se sentiu constrangido ao ser incluído em um grupo de WhatsApp, sem consentimento prévio? Já saiu de comunidades online e na sequência foi adicionado novamente sem que quisesse? Pois é, em breve, esse tipo de atitude pode ser proibida pela legislação brasileira.

Na última semana, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou um projeto de lei que torna infração passível de multa a inclusão de pessoas, sem consulta, em grupos virtuais de redes como o Facebook e o WhatsApp, por exemplo.

De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a proposta pretende alterar o Marco Civil da Internet para “exigir o prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais”.

Levamos milênios para desenvolver a lógica. Séculos para aprimorá-la. Porém, apenas três décadas para torná-la artificial. Ficamos viciados na inteligência artificial, prisioneiros da cognição eletrônica. Não precisamos memorizar coisas banais como números de celulares de mãe ou namoradas, arquivar dados, abrir um dicionário para compreender uma nova palavra ou pesquisar numa biblioteca um novo saber. Basta um movimento mágico e temos nosso totem do saber, o onipresente e onisciente Google. É médico, professor, cientista, inventor, tradutor, guia, mestre, o que nós acomodados usuários quisermos. Seria um deus, se não fosse o maior lobo em pele de cordeiro. Sabe tudo de mim, de você, de todos nós. Falso ou verdadeiro, inventado ou historiado, invade minha privacidade sem ao menos pedir licença. Tem a chave de todos meus cômodos e, se deixar, indica até onde encontrar minha alma gêmea.

Via Correio Braziliense

Deputados estão sendo pressionados pelas redes sociais e até mesmo pelo WhatsApp para votar a favor do recebimento da denúncia contra o presidente Michel Temer.  Um parlamentar  do PP mostrou ao jornal O Estado de S. Paulo dezenas de mensagens que havia recebido na última semana, desde que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu apresentar a denúncia por corrupção passiva contra Temer.Um eleitor chegou a criar um grupo no WhatsApp, chamado de “Aceita a denúncia já”, e incluiu o número de diversos deputados para constrangê-los a não enterrar a denúncia contra o peemedebista.

BICHO DE ESTIMAÇÃO – Em uma das mensagens enviadas no grupo, os eleitores pedem que a denúncia contra Temer seja aceita para que os deputados não façam “do corrupto seu bicho de estimação”.

Em um vídeo que também circula nos celulares dos parlamentares, um homem conclama as pessoas a pressionarem os deputados para que eles não engavetem o caso de Temer.“Nós vamos acompanhar o voto de cada deputado. Não aceitaremos presidente corrupto. Temer tem que ser julgado sim. Deixa o Supremo (Tribunal Federal) julgar”, diz a gravação.

IMPEACHMENT  – Durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, mobilização parecida foi realizada. Deputados, no entanto, relatam que naquela época a pressão foi ainda maior. Movimentos anticorrupção, como o Vem Para Rua, chegaram a criar sites onde monitoravam a posição de cada parlamentar e estimulavam as pessoas a cobrarem os seus deputados.

Esses grupos, no entanto, têm mantido uma posição neutra diante das acusações que pesam contra o atual presidente. Diferentemente da postura que adotaram com Dilma, até agora, nenhum desses movimentos convocou manifestações pedindo a saída de Temer.

Por Eduardo Aquino / O Tempo

A arte de ouvir é o pré-requisito da sabedoria. O matemático grego Pitágoras em tempos da grande civilização grega, já filosofava: “Quem fala semeia, quem escuta, colhe”. Vivemos tempos em que a história, tradições e cultura emudeceram. A humanidade resolveu desprezar o passado, e, com isso, a mediocridade se impõe na cultura rasteira, fake, sem noção, dos oráculos tecnológicos, do tipo Google, Wikipédia e falsidades espelhadas ao vento pelas diversas redes.

Os antepassados são esquecidos, senão desvalorizados pelos exércitos de telas móveis, no seu silêncio individualista e solitário.

DIGITALIZAÇÃO – Modernos smartphones nem são usados mais para falar. Digitam-se textos, transferem-se fotos usando abreviaturas preguiçosas, ou emojis mornos, repetitivos e sem graça, pois sentimentos e expressões são repassados uns aos outros em um conteúdo pouco original, de forma caricata e pasteurizada. Uns dirão que os emojis são uma linguagem universal. O esperanto que, finalmente, pode ser compreendido em todo o mundo.

O custo de tudo isso é o silêncio, o emudecimento. Não se olha nos olhos, não se dá as mãos, ocupadas pelo telefone que já não toca, pois passar um WhatsApp ou e-mail é mais rápido, evita ter que falar, dialogar e se expor. A voz emocionada, irada ou desabafada é calada. Evita a coragem de se expressar verdades, insatisfações ou discórdias. Covardemente, digitamos nossa versão dos fatos, pois a fúria de ser criticado, frustrado, chamado atenção, é algo que não suportamos.

RECONHECER ERROS – Vivemos um tempo em que ninguém quer ser contrariado. Uma pena, pois a verdade tem sido distorcida e censurada. A grandeza e humildade de reconhecer erros, dizer um simples “não sei”, “não quero”, “não posso”, “perdão” tornaram-se eventos raros, de uma minoria que tem maturidade.

Sentados em uma mesa de um restaurante ou bar, em uma viagem de férias com paisagens estonteantes ou mesmo vendo um jogo ao vivo, e lá estão,de cabeça baixa e olhos vidrados na tela viciante. Famílias e amigos ,sem se olhar ou conversar. Juntos, mas separados por uma indiferença e um silêncio ensurdecedor. O universo virtual, que conecta quem está distante, na mesma medida que desconecta quem está ao lado.

CARÊNCIA MASCARADA – O resultado é essa carência mascarada por selfies, busca de status nas redes sociais, likes e unlikes, seguidores mesmo que seja por robôs que podem ser contratados para aumentar a falsa multidão de admiradores.

Lá fora, o mundo, insistindo em fornecer o nascer e por do sol, céu estrelado e paisagens deslumbrantes. Mas o olhar está hipnotizado na prisão das telas. Não se beija, não se abraça, não tem colo. Mãos ocupadas e dedilhando frenéticos. Sexo mecânico, baladas intoxicadas por bebida excessiva e drogas sintéticas e a ressaca da solidão acompanhada.

“Mudos telepáticos”, como diria Vinicius de Moraes. E pensar que palavras têm alma… E uma vez cantadas, em prosas e versos, acendiam paixões, emocionavam e ativavam sensações extracorpóreas. Sonhávamos acordados, dormíamos após um sonoro “dorme com os anjos, meu bem”. Abraçadinho de “conchinhas”. Eu sei, tudo isso soa ridículo em tempos tecnológicos. Sou ridículo. Romanticamente romântico. Olhos nos olhos, cafuné, palavras doces ao ouvido. Estou em extinção, graças a Deus. Ou não?

27
mar

Informes

Postado às 11:50 Hs

Procon da Assembleia registra grande procura por atendimento através do Whatsapp.

Em apenas um dia e meio de funcionamento, o novo serviço oferecido pelo Procon da Assembleia, o atendimento pelo aplicativo Whatsapp, através do número 98849-1187, alcançou cerca de 90 consultas dos consumidores. A marca aponta para o sucesso da iniciativa do órgão de defesa do Parlamento Estadual, que amplia seu canal de serviços.

“Dentro do nosso planejamento estratégico está a meta de aproximar a Assembleia Legislativa da sociedade e nada melhor que usar os recursos das novas tecnologias para isso. A equipe do Procon Legislativo está colocando em prática esse direcionamento, auxiliando a comunidade de uma forma simples mas muito eficaz”, afirma o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

De acordo com o coordenador do Procon da Assembleia, Dary Dantas, as consultas foram em sua maioria sobre questões relativas a problemas com instituições bancárias, concessionárias de veículos e telefonia móvel, as campeãs nos pedidos de orientação do consumidor.

Nesse universo de pessoas atendidas nos primeiros dias de funcionamento, a maioria das pessoas que contataram o serviço teve sua dúvida esclarecida, sem necessidade de se deslocar ao órgão. De acordo com o coordenador, somente 3 consumidores precisam ir pessoalmente ao Procon da Assembleia, que fica localizado na Rua Trairi, no bairro de Petrópolis.

O atendimento via Whatsapp é uma novidade que mais uma vez projeta a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte como pioneira no atendimento à comunidade.

 Serviço

Procon Legislativo

Endereço: Rua Jundiaí, nº 481, Petrópolis. / Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h.

Tel: 3615-9000 / Whatsapp: 98849-1187

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte alcança o pioneirismo outra vez, lançando uma ferramenta que estreita ainda mais o laço entre a sociedade e o órgão de defesa do consumidor do Parlamento Estadual, o Procon Legislativo. A novidade é um serviço de contato e atendimento via Whatsapp, através do número 98849-1187, oferecendo ao potiguar mais um canal para buscar seus direitos.O diretor do Procon da Assembleia, Dari Dantas, ressalta a importância de se ter mais uma via de relacionamento com o consumidor. “Queremos estar mais próximos da população e nada melhor que usar a tecnologia a nosso favor”, comenta.

A iniciativa, inédita entre as unidades do Legislativo no país, servirá para o consumidor tirar dúvidas, procurar orientação ou fazer denúncias, não permitindo, no entanto, a abertura de processos contra algum fornecedor. O serviço, que já está em funcionamento, conta com uma equipe preparada para atender o consumidor sempre que uma demanda for gerada no aplicativo de mensagens.

Além do atendimento via WhatsApp, o consumidor também pode entrar em contato com o Procon Legislativo na sede do órgão, que fica na Rua Jundiaí, nº 481, de segunda a sexta-feira, com atendimento ao público das 8h às 12h. Quem preferir contatar o serviço por telefone, pode ligar para 3232-2706 ou 3232-2707.

O WhatsApp anunciou a criação de um processo de verificação de número em duas etapas, o que vai aumentar a segurança do aplicativo de troca de mensagens. A novidade vai chegar às plataformas iOS, Android e Windows nas próximas semanas. Quando o recurso for ativado, todas as vezes em que um número de telefone associado ao aplicativo tiver de ser verificado, o usuário vai inserir um código de seis dígitos criado por ele. A verificação em duas etapas já funciona em diversos serviços conectados para dificultar acessos indevidos e, assim, ampliar a segurança a programas e aparelhos.

Mais um golpe está preocupando os usuários do aplicativo WhatsApp. Desta vez, quem usa o recurso precisa ficar atento para um link que tem circulado entre os usuários, que promete dar acesso à uma lista de todas as pessoas que salvaram o seu número no aparelho celular. De acordo com a empresa PSafe, mais de 260 mil vítimas caíram no golpe, desde o início de 2017.

Para acessar a lista oferecida pelo link, é necessário que o endereço seja repassado para outros usuários. Depois de enviar o link para seus contatos,é preciso clicar nele, e o usuário será então redirecionado para baixar um outro aplicativo, que pode ou não ser um vírus. O golpe atua pedindo que o internauta instale outro aplicativo. À medida que o aplicativo novo é instalado, o hacker ganha dinheiro.

Contudo, a função prometida pelo link não está disponível nem pelo dispositivo nem por nenhum outro aplicativo existente no mercado. É recomendado que usuários de Android não baixem aplicativos que não estejam na ‘Google Play’. (Metro 1)

nov 24
terça-feira
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