O município de Mossoró é o único do Rio Grande do Norte a integrar o que está sendo chamado de G-20 do Semiárido Nordestino. Trata-se dos 20 municípios com as melhores indicações econômicas da região Nordeste. A ideia nasceu na Prefeitura de Petrolina (PE).

O Ceará é o estado com maior número de municípios incluídos neste Grupo. São sete ao todo: Caucaia, Crato, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Maranguape, Iguatu e Sobral. Em segundo lugar, está a Bahia, com cinco municípios: Feira de Santana, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso e Vitória da Conquista.Da Paraíba entram Campina Grande e Patos e de Pernambuco: Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Garanhuns e Petrolina. Rio Grande do Norte só entra com Mossoró e Alagoas com Arapiraca. Os demais estados do Nordeste não estão na lista.

Os critérios para a criação do G20, são a densidade demográfica e a influência econômica exercida pelos municípios em outras localidades. O PIB movimentado pelo grupo gira em todo de R$ 50 bilhões e reúne 4,6 milhões de habitantes.O grupo tem como objetivo propor debates sobre políticas que estimulem avanços, participação e representatividade dos municípios, com o objetivo de reduzir as disparidades econômicas das regiões.

A Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) deverá exercer papel estratégico na articulação deste movimento. O próximo encontro para discutir a criação do G20 Semiárido será em Petrolina, em um evento a ser realizado já no mês de agosto.

Fonte : Assessoria

30
jan

Ação Parlamentar

Postado às 16:33 Hs

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, designou o deputado federal João Maia para compor o Grupo de Trabalho destinado a organizar o V Fórum de Consulta de Presidentes de Parlamentos do G20, a ser realizado no Brasil este ano.O objetivo do grupo é de “propor todas as medidas necessárias à viabilização do encontro, definir o local e a data do Fórum, estabelecer a pauta do evento e participar das reuniões preparatórias convocadas para o G20”. Entre os parlamentares que formarão o grupo de trabalho, além do deputado João Maia (PR/RN), estão: Deputado Cândido Vacarezza (PT/SP); Deputado Sandro Mabel (PMDB/GO); Deputado Otávio Leite (PSDB/RJ) e a deputada Mara Gabrili (PSDB/SP). O grupo de trabalho também terá os senadores representantes: Romero Jucá (PMDB-RR), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Humberto Costa (PT-PE), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ana Amélia (PP-RS).
15
mar

Crescendo e em frente…

Postado às 8:17 Hs

A economia do Brasil registrou um dos melhores desempenhos do Ocidente em 2011, se comparado com os demais membros do G20, conforme mostrou pesquisa divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira (14).

O resultado é baseado em dados parciais coletados pela OCDE em institutos estatísticos das 20 maiores economias do globo. Pelo ranking, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é o nono melhor do G20. O desempenho mostra queda na comparação com 2010, quando o crescimento econômico nacional, que foi de 7,5%, ocupava a quinta posição na lista da OCDE.

Pela ordem da OCDE, em 2011 a China apresentou o melhor desempenho, com 9,2%, seguida por Índia (7,3%), Arábia Saudita (6,8%), Indonésia (6,5%) e México (3,9%). O Brasil aparece logo após a Alemanha, cujo crescimento foi de 3,0%. Segundo o estudo, a economia dos EUA e da Zona do Euro mostraram crescimento menor do que o brasileiro, de 1,7% e 1,4%, resctivamente. O único país com desempenho negativo no período foi o Japão (-0,7%).

Consolidado – No acumulado do ano, o PIB consolidado das 20 principais economias do globo cresceu 2,8% em 2011, uma desaceleração acentuada ante a expansão de 5% do calendário anterior. Entre outubro e dezembro, a economia desses países avançou 0,7% sobre os três meses anteriores, desacelerando-se sobre a alta de 0,9% no terceiro trimestre.

05
nov

Charge: Dilma no exterior…

Postado às 13:25 Hs

03
nov

Orgulhosos…

Postado às 18:17 Hs

Deu na BBC Brasil

A eventual ajuda de países emergentes, sobretudo da China, à Europa está sendo vista com reticência por alguns setores no continente, que veem a iniciativa como uma ingerência que pode afetar a soberania europeia.

Na França, a oposição teme as contrapartidas que a China poderia exigir para ajudar a Europa e qualifica de “chocante” o apelo feito “a uma ditadura comunista”.

“A ajuda da China significa uma perda de independência para a Europa. Sermos obrigados a proclamar ao mundo que vamos recorrer à China para nos reequilibrarmos significa que teremos menos armas para negociar assuntos cruciais com esse país”, diz François Bayrou, presidente do partido centrista MoDem.

Ele cita, entre as negociações cruciais, a questão da desvalorização da moeda chinesa para estimular as exportações do país.

A guerra cambial é um dos temas da pauta da reunião de líderes do G20 que começa hoje (3) em Cannes, na França.

“Decidimos nos entregar com os pés e as mãos amarradas aos emergentes. Os europeus não podem discutir uma proteção contra os efeitos sociais e ambientais da globalização e pedir, ao mesmo tempo, a quem você vai negociar isso, para pagar a conta da sua crise financeira”, diz o deputado do partido verde europeu Daniel Cohn-Bendit.

Mesmo na Itália, país visto como um dos possíveis próximos a serem afetados com o agravamento da crise, a ajuda provoca divisões. O ministro das Finanças da Itália, Giulio Tremonti, havia alertado, em um livro publicado há três anos, sobre os riscos de “uma colonização invertida da China na Europa”.

Mas recentemente, o mesmo Tremonti não viu com maus olhos a possibilidade de a China comprar títulos da dívida italiana em um momento em que a Itália teve de captar recursos no mercado com juros bem mais altos do que os habituais.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, que negociou o plano europeu de ajuda à Grécia e preside atualmente o G20, assegurou que a independência da Europa não estaria ameaçada com a ajuda da China à crise na zona do euro.

A cúpula do G20 em Cannes, que deveria aprofundar a discussão sobre a ajuda dos emergentes à Europa, acabou sendo colocada em um cenário de incertezas por causa do anúncio surpresa da Grécia de convocar um referendo sobre o pacote de socorro europeu.

A ajuda prevê o corte de 50% da dívida grega em poder dos bancos e o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira. Segundo alternativas em discussão, a China poderia injetar recursos justamente nesse fundo, estimados entre 50 bilhões e 100 bilhões de euros.

A China possui reservas internacionais colossais, da ordem de US$ 3,2 trilhões. O país já detém, segundo estimativas de economistas, US$ 500 bilhões em títulos da dívida de países europeus, como a Grécia, Portugal, Irlanda e Espanha.

03
nov

Dilma no G20

Postado às 14:33 Hs

Deu no G1

A presidente Dilma Rousseff se apresentou, na manhã desta quinta-feira (3), à cerimônia oficial que abre a 6ª Cúpula do G20, no Palais des Festivals, em Cannes, na França. É o primeiro evento oficial da reunião dos 20 países com as maiores economias do mundo.

A reunião ocorre após uma série de encontros da presidente com outros países. O primeiro compromisso, na  manhã desta quinta, foi uma reunião dos Brics, entre Dilma e os os presidentes Dimitri Medvedev (Rússia), Hu Jintau (China), Jacob Zuma (África do Sul) e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Na pauta do G20, estará em discussão, entre outros temas, um plano de ação para o crescimento econômico e a regulação do sistema financeiro. Nos úiltimos dias, porém, o assunto dominante tem sido o plano de resgate oferecido pela União Europeia à Grécia, ameaçado por um referendo popular previsto para o início de dezembro.

Ainda nesta quinta, após o encontro com os Brics, a presidente teve encontros com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, e com a secretária-geral da Central Sindical Internacional, Sharan Burrow.

Após a abertura do G20, Dilma participa de um almoço de trabalho, seguido de sessão de trabalho. Ainda nesta quinta, faz uma fotografia oficial e o último compromisso é um jantar de trabalho.

10
nov

Dilma na Reunião do G 20

Postado às 9:39 Hs

A presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, chegou no início da tarde desta quarta-feira (madrugada em Brasília) a Seul, capital da Coreia do Sul, onde participa a partir de amanhã da reunião de cúpula do G20 (o grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula deve chegar a Seul somente na quinta-feira, após passar por Maputo, em Moçambique. A ida de Dilma a Moçambique para acompanhar o presidente chegou a ser anunciada, mas foi cancelada de última hora.

A participação de Dilma na cúpula do G20, sua primeira viagem internacional após a eleição, deve servir como sua “estreia” no cenário internacional como nova líder brasileira, faltando ainda mais de um mês e meio para sua posse.

A presidente eleita, que viajou em um voo de carreira ao lado do ministro da Fazenda, Guido Mantega, não quis dar declarações após a chegada ao hotel Imperial Palace, onde está hospedada, alegando cansaço após 25 horas de viagem.

A agenda da presidente eleita em Seul deve seguir a do presidente Lula, incluindo possíveis reuniões com outros líderes dos países do G20.

Apesar disso, ela não deverá ter uma participação formal na reunião, reservada apenas aos chefes de Estado ou Governo em exercício.

Em declarações após a eleição, Dilma afirmou que lutaria, ao lado de Lula, para que o G20 adote medidas para combater a chamada “guerra cambial”.

A “guerra cambial”, como ficou conhecida a disputa entre os países em relação às suas moedas, deverá ser o principal tema de discussões dos líderes durante a cúpula em Seul, que termina na sexta-feira.

Alguns países, entre eles a China e os Estados Unidos, têm sido acusados de desvalorizar ou manter artificialmente desvalorizadas suas moedas para aumentar a competitividade de seus produtos de exportação.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já afirmou que pretende propor durante a reunião de cúpula do G20 a criação de um índice do FMI (Fundo Monetário Internacional) para identificar os países que manipulam a cotação de suas moedas.

O índice poderia servir para eventuais punições contra os países identificados pelo FMI, como por exemplo sanções na OMC (Organização Mundial do Comércio).

dez 8
quarta-feira
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