Com a experiência de quem sofreu um processo de impeachment em 1992, o ex-presidente Fernando Collor considera que o presidente Jair Bolsonaro tem adotado em seu governo um rumo negativo, que pode lhe colocar em “palpos de aranha” (apuros). Na sua leitura, o atual ocupante do Palácio do Planalto parece não ter “noção” do que está fazendo, ao manter o discurso radicalizado de campanha. “Cabe ao Presidente da República abrandar as paixões e procurar unir o país em torno de propostas em favor da nação. E isso nós não estamos vendo acontecer. Nós estamos vendo, ao contrário, é um aprofundamento desse abismo que existe na sociedade brasileira, porque o tom do governo é fortemente ideológico, carregado na questão ideológica”, disse em entrevista à BBC News Brasil. Collor, que foi derrubado após perder apoio do Congresso em meio a uma forte crise econômica e a uma série de denúncias de corrupção, feitas inclusive por seu irmão Pedro Collor, diz que Bolsonaro enfrentará “muita dificuldade” se não construir uma base parlamentar.

Após enfrentar o impeachment de Dilma Rousseff e com a proximidade de o ex-presidente Lula ser preso, petistas estão revendo suas posições. Um dos pioneiros do partido, o senador Paulo Paim (RS), diz que hoje “pensaria dez vezes antes de votar” pela cassação de Fernando Collor.

O mea-culpa foi feito em aparte a discurso do colega no Senado. “Dou este depoimento por questão de justiça. Votei pelo impeachment, mas a única coisa que fica na cabeça é a tal caminhonete Elba.” Collor emenda: “Uma carroça”. “Uma carroça”, concorda Paim.

Novos amigos. O discurso na última quinta-feira surpreendeu até Collor. Paim encerrou enaltecendo a “firmeza e coragem” do ex-presidente “em se apresentar como candidato” ao Palácio do Planalto.

Agora serve. Ex-petista, a senadora Marta Suplicy, hoje no MDB, seguiu elogiando a candidatura de Fernando Collor: “A presença de V. Exa. na disputa vai propiciar um debate de altíssimo nível. É muito bem-vinda. Acho que sim, não é?”, afirmou no plenário.

 Estadão.

14
ago

Dilma e Collor

Postado às 17:38 Hs

Presidente do STF na época do impeachment de Fernando Collor, Sydney Sanches avalia que a presidente afastada Dilma Rousseff, tal como o Collor, cometeu crime de responsabilidade

“Dilma e Collor usaram as mesmas manobras para encobertar os crimes de responsabilidade e de quebra do decoro no exercício do mandato. A meu ver, ela não escapa dos incisos que tratam do crime de responsabilidade. Usou de manobras para esconder a situação real e trouxe todos esses problemas para o país, que está destroçado”.

Além disso, ele criticou as tentativas dela e do PT para dificultar o processo. “É falta de patriotismo. A paixão pelo poder é uma coisa séria. Esquecem o país, a família, tudo. Enquanto isso, a economia e o país seguem do jeito que estão, sangrando. O mais interessante é que no impeachment que presidi, do Collor, o maior defensor era o PT de Dilma. Agora estão todos juntos. Na política, a ética é outra”, afirmou Sanches.

As informações são do jornal O Globo.

22
set

FIQUE SABENDO

Postado às 8:35 Hs


# E haja movimento 

O deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse, nesta segunda (21), durante evento com empresários do grupo LIDE, em Pernambuco, que tem certeza que o ex-presidente Lula será preso. “Vocês têm dúvida de que Lula vai ser preso na operação Lava Jato? Vai ser uma cena bonita, ele caminhando para Curitiba, uma cena normal”, afirmou ele, sendo aplaudido de forma entusiasmada pela platéia. No evento, ele recomendou a Lula que tenha “cuidado”, depois de ter prometido ir às ruas defender o governo da presidente Dilma Rousseff e o ajuste fiscal: “Se ele não for de forma organizada, com segurança, ele corre o risco de ser agredido, ele apanha”, afirmou. O rancor de Jarbas Vasconcelos é porque ele jamais digeriu as derrotas sucessivas que sofreu para Eduardo Campos nas eleições pernambucanas, que detinha o apoio de Lula O peemedebista ironizou ainda a defesa do ajuste. “O PT sempre gostou de dinheiro. Por que não dão um pouco para ele para votar no ajuste fiscal?”. Jarbas defendeu ainda que Dilma renuncie ou sofra um processo de impeachment. “Depois da renúncia ou impeachment, o Brasil será outro. Vamos respirar e trabalhar muito, pois nada cai do céu. O governo novo vai ter que fazer o ajuste”, afirmou. Para o deputado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deveria ter investigado Lula e Dilma. “A derrapada de Janot foi grande. Ele escorregou quando deveria ter investigado Lula e Dilma. Ele foi o mais votado no MP, não devia nada a ninguém”, comentou. (Do Portal Pernambuco 247)

#PSB: aconselhou Dilma a cair fora do PT ?

Segundo a colunista Mônica Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo, o PSB defendeu junto a interlocutores da presidente Dilma Rousseff que ela saia do PT e que faça um governo de “união nacional”. O presidente do partido, Carlos Siqueira, teve recentemente encontro reservado com o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça.Ele confirma a conversa, mas nega que tenha tratado da hipótese de Dilma deixar o PT. Cardozo também nega Siqueira reúne hoje em Brasília a bancada de 34 deputados federais e sete senadores, além de três governadores do PSB, para analisar a situação política.Ele diz que o partido “torce para que Dilma consiga recompor o governo, o que é muito difícil”. E afirma que “nenhum brasileiro de bom senso gostaria que ocorresse o impeachment ou a renúncia”.

# Collor

O senador alagoano Fernando Collor de Melo está sendo acusado pela Procuradoria-Geral da República, na Lava Jato, de cometer cerca de 300 irregularidades, envolvendo lavagem de dinheiro e corrupção. E não acabou. Em sua proposta de delação premiada, o ex-diretor da BR Distribuidora Nestor Cerveró deverá dizer que Collor transformou o local numa máquina de propinas. (Época)

# Recusa

Causou surpresa a decisão do vice-presidente Michel Temer de informar a presidente Dilma Rousseff de que não indicará nomes do PMDB para o novo ministério. Um aliado do peemedebista arrisca uma explicação: “se dissesse que sim, ele chancelaria a redução do espaço do PMDB”, afirmou. (Época)

29
set

Brasil lembrança do IMPEACHMENT

Postado às 7:20 Hs

Há exatos 20 anos o Brasil assistiu à abertura do processo de impeachment do então presidente Fernando Collor de Melo, aprovado por 441 votos na Câmara dos Deputados. Collor foi o primeiro presidente da República eleito pelo voto direto após o regime militar, ao derrotar em segundo turno o então candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva. As primeiras denúncias contra Collor surgiram após os 100 primeiros dias de mandato e diziam respeito a um esquema de corrupção montado pelo ex-tesoureiro de campanha, Paulo César Farias – conhecido como PC Farias. As denúncias, intensamente divulgadas pela imprensa, culminaram com a criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito, a CPI do PC.
04
ago

FIQUE SABENDO…

Postado às 12:47 Hs

 

# # Simulado

Serão abertas na próxima segunda-feira, às 9h, as inscrições para o Simulado On-line do Enem 2013 parceria entre o site de VEJA e o curso Pré-Enem, da Abril Educação. É o momento de testar conhecimentos na reta final de preparação para o exame, que dá acesso a vagas de universidades públicas e privadas. As inscrições devem ser feitas até o dia 21 na página de VEJA dedicada ao Enem. O Simulado é gratuito e poderá ser feito a qualquer hora entre os dias 26 e 1º de setembro. Os participantes conhecerão suas notas assim que encerrarem a prova. Os estudantes deverão solucionar, em 4 horas e 30 minutos, 90 testes relativos às quatro áreas que formam o Enem: ciências humanas e da natureza, matemática e linguagem. Não haverá prova de redação. Parceiro de VEJA na realização do Simulado, o curso Pré-Enem é focado na preparação para a avaliação federal e, portanto, na aprovação de estudantes que buscam uma boa pontuação na prova para chegar à universidade. Formado por videoaulas, exercícios interativos, gabarito comentado e simulado, o curso aborda as quatro áreas de conhecimento da matriz de referência do Enem. Todo o conteúdo é elaborado por professores especialistas em Enem dos cursinhos Anglo, de São Paulo, e pH, do Rio.(Veja)

# # Sonho de consumo

Dois partidos da base da presidente Dilma Rousseff, o PP e o PDT, tornaram-se o sonho de consumo de dois dos principais adversários da petista nas eleições de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Eduardo Campos (PSB-PE). A um ano do início da campanha presidencial são muitas as incertezas no campo governista sobre o tamanho da coligação que disputará a reeleição. Mas, pelo olhar de hoje, Dilma não repetirá a parceria de dez partidos construída em 2010. As negociações de Aécio e Campos têm como objetivo suprir a necessidade de maior tempo de televisão, mas também permitir a montagem de palanques presidenciais em estados onde seus partidos enfrentam dificuldade. As negociações do PSDB e do PSB com o PP e o PDT são as mais adiantadas, mas outras articulações estão em curso.(O Globo)

# # Herança maldita

Dois Estados que foram representados por presidentes da República na história recente do país — Maranhão, de José Sarney, e Alagoas, de Fernando Collor — patinam nos indicadores de expectativa de vida, segundo o IBGE.O Maranhão tem o menor índice de expectativa de vida entre as mulheres (72,8 anos), o mesmo índice de Roraima. Para ter uma ideia, Santa Catarina tem média de 79,9 anos.Alagoas, por sua vez, se tornou nos últimos 30 anos o Estado onde a expectativa de vida é menor no país, apesar de ter passado de 55,7 anos em 1980 para 69,2 anos em 2010. O Estado tem a menor esperança de vida entre homens (64,6) –a maior expectativa de vida é em Santa Catarina (73,7 anos). A diferença de 15,3 anos entre a maior e a menor expectativa de vida no país (a mulher em Santa Catarina e o homem em Alagoas), é explicada pelo IBGE como resultado da violência urbana, do trânsito e das condições de vida nos Estados.”Esse diferencial poderia ter sido menor se não fossem os óbitos violentos que acontecem mais entre homens”, disse o gerente do projeto da dinâmica demográfica do IBGE, Fernando Albuquerque.

 

Segundo o governo alagoano, 93% das vítimas de homicídio em 2012 eram homens, e 60% tinham até 29 anos. Os índices confirmam o IBGE. A chance de um homem jovem morrer no Estado é 7,4 vezes maior do que a de uma mulher. (FOLHA DE S.PAULO – DENISE LUNA, MARIANA SALLOWICZ E REYNALDO TUROLLO JR.)

 

Uma onda gigante de protestos avança pelo país e ontem varreu pelo menos dez capitais e algumas dezenas de cidades do interior. Nos bastidores políticos e dos próprios movimentos, era inevitável a comparação com os dois maiores movimentos populares ocorridos no país nos últimos 30 anos: o Diretas Já, que em 1983 e 1984 pedia eleições diretas no Brasil, e o dos caras-pintadas, que mobilizou os estudantes no decorrer de 1992 pelo impeachment do então presidente Fernando Collor. Desta vez, porém, os manifestantes, convocados 100% pelas redes sociais, não querem ir às urnas nem derrubar a presidente Dilma Rousseff. O estopim do momento são os reajustes da passagem de ônibus e os gastos excessivos com a Copa do Mundo e a Olimpíada. Em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Vitória, Belém, Porto Alegre, Curitiba e Maceió uma multidão ocupou as ruas. Na capital federal, o protesto culminou com a invasão do Congresso Nacional, símbolo maior da política do país.
26
nov

PIB muito baixo

Postado às 18:27 Hs

A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC). Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%. Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento – hoje baseada no aumento do consumo – passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.
11
nov

De volta ???

Postado às 18:24 Hs

Acreditem: o ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PTB-AL) pensa em se candidatar a presidente. A informação é da coluna de Igor Paulin, da revista Época, desta semana. Collor se elegeu presidente em 1990, sendo o primeiro eleito pelo povo, após o golpe militar de 1964, mas deixou o cargo dois anos depois após impeachment. Vale lembrar que o PTB integra a base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT), que deve tentar a reeleição.

O senador ficou oito anos inelegível. Até que, em 2002, retornou à cena política, candidatando-se a governador de Alagoas, mas foi derrotado. Em 2006, ele se elegeu senador. Em 2010, o senador Collor tentou novamente governar seu estado, mas amargou o terceiro lugar.

03
set

Saiba também…

Postado às 12:04 Hs

# #  Debate em Natal

É na noite de hoje (03), mais um debate com os postulantes a prefeitura do Natal. O encontro será às 22h, está sendo organizado pela UFRN e será transmitido simultaneamente pela Televisão Universitária (TVU), Universitária FM (88,9) e WebTV Agecom, através do portal da UFRN (www.ufrn.br). Na última quinta-feira (30), a COMUNICA realizou uma reunião com os assessores dos candidatos para realizar o sorteio que definiu a ordem de posição no estúdio, que será a mesma de apresentação ao público.A duração do debate será de duas horas. O programa será dividido em cinco blocos, constituídos, dentre outros, por perguntas da comunidade acadêmica (alunos, professores e técnico-administrativos), de especialistas da UFRN (professores, pesquisadores) e de candidato para candidato. Neste último caso as perguntas serão sobre temas livres, com direito à réplica e à tréplica.

 

# #  RN com mais um deputado federal em 2014…

Deu na coluna de Roberto Guedes: A constatação de que a população do Rio Grande do Norte chegou aos 3,2 milhões de habitantes, ensejada pela divulgação, na última sexta-feira, de estimativa produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), levou alguns conterrâneos a uma conclusão que alguns, entre os quais este colunista, chegaram há vários anos. Trata-se de advogar a conquista de uma nona cadeira na representação deste unidade federativa na câmara federal, elevando ao mesmo tempo o plenário da Assembleia Legislativa das 24 atuais para 27 cadeiras. Há algum tempo, um movimento local chegou a consultar a respeito, debalde, as cortes superiores, em Brasília, mas a motivação era outra. Tratava-se de tirar proveito de uma alteração na forma de cálculo para as representações proporcionais no Congresso Nacional.

Desde pelo menos meados dos anos noventa alguns potiguares, entre os quais se destacava o advogado e ex-deputado federal Ismael Wanderley, reivindicam esta ampliação, que poderia melhorar o cacife do Rio Grande do Norte no jogo político nacional. Já naquela época, o parâmetro usado para realçar a necessidade de reparação de injustiça era o mesmo esgrimido de sábado passado para cá: há muito tempo Alagoas e Piauí, com populações equivalentes e até menores, elegem um deputado federal a mais do que o Rio Grande do Norte.

# # Escondendo sua própria biografia

Fernando Collor parece ter vergonha da própria biografia – e não é para menos, segundo o Radar Online. Com uma ficha que dispensa apresentações, Fernando Collor preferiu exibir na sua página pessoal na internet uma biografia abreviada na qual fica entendido que a vida política do “líder alagoano” começou em 2006, com a eleição para o Senado. Do mandato relâmpago no Planalto (só uma rápida citação “presidente da República 1990 a 1992″), passando pelo impeachment no Congresso, os rituais de magia negra na Casa da Dinda e as conversas com PC Farias, tudo foi esquecido por Collor.

 

25
maio

Só mais um…

Postado às 8:49 Hs

Ele foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura militar. Primeiro a sofrer um processo de impeachment. E o mais jovem da história a comandar o País. Hoje, aos 62 anos, Fernando Affonso Collor de Mello é um senador . Na vida pessoal, mantém alguns amigos dos tempos áureos e fez novas amizades ao marcar presença em festinhas infantis para as quais as filhas gêmeas são convidadas.

As meninas Celine e Cecille, 6 anos, são filhas de Collor com a arquiteta de interiores Caroline Medeiros. Ela tem 34 anos. A família mora na Casa da Dinda, residência que Collor utilizou enquanto esteve na Presidência da República, de 1990 a 1992. Em setembro daquele ano, a Câmara dos Deputados decidiu afastá-lo da Presidência. A queda teve início a partir de uma entrevista do irmão, Pedro Collor, que denunciou um esquema de corrupção no governo.

Ele era mais alegre. Esses anos o deixaram mais endurecido. Foi muito desgaste, muita pressão”, diz o amigo Paulo Octávio, ex-vice governador do DF

Empresário, ex-senador e ex-vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio é um dos amigos de Collor que acompanharam toda sua trajetória. Desde a juventude, quando ambos se encontravam em rodadas de chope, passando pela campanha presidencial de 1989 e a saída da Presidência três anos depois. O encontro mais recente entre os dois foi há um mês e meio, durante almoço oferecido por Paulo Octávio em um dos seus hotéis em Brasília.(IG)

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