O vice-presidente Hamilton Mourão reiterou críticas ao orçamento secreto, esquema de pagamento de emendas parlamentares revelado em série de reportagens do Estadão. Em entrevista ao UOL, nesta quarta-feira, dia 17, Mourão chamou o mecanismo de “manobra orçamentária em benefício daqueles que apoiam o governo”. O vice afirmou, ainda, que o Orçamento público vem sendo “sequestrado” pelo Legislativo nos últimos anos. Há uma semana, na contramão do presidente Jair Bolsonaro, Mourão já havia defendido a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender o orçamento secreto por ferir “princípios da administração pública, de legalidade, de impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. TOMA LÁ, DÁ CÁ – A modalidade de repasse de verbas para redutos eleitorais dos parlamentares permitiu ao relator-geral do Orçamento o poder de transferir as emendas do tipo RP9 para aliados do governo, sem critérios de transparência. O esquema intensificou o “toma lá, dá cá” em troca do apoio a Bolsonaro no Congresso. Mourão negou, porém, que o orçamento secreto seja um escândalo semelhante ao do mensalão. “É totalmente diferente”, disse ele, na entrevista. “O mensalão era dinheiro. Quando eu morei na Venezuela, eu era adido militar lá, havia o auxiliar do adido da República Dominicana que dizia que o Hugo Chávez comprava os parlamentares a “billete limpio”. Ou seja, colocava o dinheiro na mão”, afirmou o general.

Prestes a anunciar a filiação do ex-juiz Sergio Moro, o Podemos tem se aproximado do vice-presidente Hamilton Mourão. Segundo a coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles, na última quarta-feira (20), a presidente do partido, deputada Renata Abreu, teve uma conversa com Mourão.

De acordo com aliados de Abreu, o partido ainda não oficializou um convite a Mourão, atualmente no PRTB, mas tem interesse em filiar o general. Mourão já disse que avaliava disputar uma cadeira no Senado.

No próximo dia 10, o Podemos oficilizará a filiação de Sergio Moro em um evento em Brasília. Nas últimas semanas, Moro tem estreitado laços com deputados de diversos estados que romperam com o bolsonarismo, em um início de articulação nacional para uma possível candidatura ao Planalto

O vice-presidente Hamilton Mourão disse, hoje, que o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, deu “uma aloprada” durante o depoimento à CPI da Covid, ontem. Mas o vice entendeu que é “perfeitamente normal” alguém reagir diante de “desaforos” dos senadores.

Rosário chamou a senadora Simone Tebet (MDB-MS) de ‘descontrolada’ durante sua fala à comissão parlamentar de inquérito. O fato gerou tumulto e ele se tornou investigado pela CPI. Wagner Rosário foi chamado de “moleque” e “machista” por senadores. Tumulto ocorreu após Simone Tebet questionar atitude da CGU no caso Covaxin.

“Tem uns que têm mais paciência para aguentar, vamos dizer, os desaforos que são ditos ali. Tem outros que não têm. Então, o Wagner aguentou até um determinado ponto ali e outros pontos ali ele acabou dando uma aloprada. Eu acho perfeitamente normal uma pessoa reagir,”, disse Mourão.

“A pessoa tem que ter muito sangue frio para poder aguentar o deboche que muitas vezes é colocado ali, né? Ainda mais que eu conheço bem o Wagner. O Wagner é uma pessoa séria”, completou o vice-presidente. O vice-presidente afirmou que, na opinião dele, muitos senadores ofendem as pessoas chamadas a depor na CPI da Covid em vez de fazerem perguntas objetivas.

“É aquela história. Todos são políticos. Está todo mundo de olho ali, então é uma exposição. A exposição depois faz com que as pessoas se lembrem na hora de apertar o ‘numerozinho’ lá na votação”, afirmou Mourão.

Isolado no governo Jair Bolsonaro, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que não sabe o que se discute no Planalto.

“É muito chato o presidente fazer uma reunião com os ministros e deixar seu vice-presidente de fora”, diz, em tom de desabafo. Em entrevista ao Estadão, ele avalia que isso não é bom para a sociedade. “Eventualmente, eu tenho que substituir o presidente e, se não sei o que está acontecendo, como vou substituir? Não há condições”, completou.

Durante a conversa, realizada por videoconferência por medidas de isolamento social na pandemia, o vice revelou um exemplo concreto de sua exclusão no governo: ele se ofereceu para chefiar a delegação brasileira nas cúpulas do Clima e da Biodiversidade da ONU, neste ano, mas ficou sem resposta até agora.

 Estadão

O vice-presidente da República, , afirmou nesta quinta-feira (22), que estuda a possibilidade de concorrer ao Senado Federal após o fim do seu mandato. Ele descartou a opção de disputar a Presidência da República em 2022, já que o presidente Jair Bolsonaro deve concorrer à reeleição.

“Hoje estou preparado para cumprir minha parte como vice-presidente do presidente Bolsonaro e acompanhá-lo até o final esse mandato”, comentou Mourão, durante live promovida pelo programa Brasil em Questão no período da tarde. “Hoje não vejo nenhuma possibilidade de candidatura minha à Presidência, uma vez que o presidente Bolsonaro é candidato. Eu jamais irei concorrer contra ele”, disse.

Segundo Mourão, disputar a presidência contra Bolsonaro é uma questão que está “fora dos seus preceitos éticos”. Com uma relação pouco próxima, o chefe do Executivo também não planeja repetir a chapa de 2018. Nos últimos dias, Mourão foi excluído das preparações para a participação do Brasil na Cúpula do Clima que ocorreu nesta quinta e terá continuidade na sexta-feira.

“Agora, pode ser que seja necessária a minha participação para concorrer ao Senado. Isso ainda está em estudo”, declarou o vice-presidente da República.

O vice-presidente HamiltonMourão afirmou, hoje, após o anúncio da terceira troca de comando no Ministério da Saúde desde o início da pandemia, que o ministro apenas executa as decisões do presidente. Por isso, na visão do vice, o presidente Jair Bolsonaro é o “responsável por tudo o que aconteça ou deixe de acontecer”.

Mourão comentou em entrevista a escolha do cardiologista Marcelo Queiroga para substituir o general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde, anunciada ontem por Bolsonaro.

Pressionado pelo momento mais crítico da pandemia, com quase 280 mil mortes, escassez de vacina e falta de leitos de UTI em hospitais, Bolsonaro decidiu demitir Pazuello e indicar o quarto ministro desde o início da pandemia, há pouco mais de um ano. A troca, contudo, ainda não tinha sido publicada no “Diário Oficial da União” até a última atualização desta reportagem.

“A função do ministro quem define, é o decisor, é o presidente da República. O ministro é um executor das decisões do presidente da República. Até por isso, então, o presidente é o responsável por tudo o que aconteça ou deixe de acontecer. Essa é a realidade”, disse Mourão.

Queiroga e Pazuello deram início nesta terça a uma transição de comando na pasta, diante de dúvidas de políticos e autoridades de saúde sobre a independência para modificar a política de combate à Covid-19. Ao chegar para uma reunião com Pazuello, Queiroga declarou que “o ministro da Saúde executa a política do governo”.

Mourão foi questionado sobre a frase do novo titular da Saúde. O vice-presidente concordou que o ministro somente executa as decisões do presidente.

Por Vicente Nunes / Correio Braziliense

Se tem uma dupla feliz com a desgraça vivida pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, dentro do governo, ela é formada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Salles (Meio Ambiente). Os dois são os principais detratores de Mourão na Esplanada dos Ministérios e trabalharam pesado para afastar o presidente Jair Bolsonaro do vice. Tudo, é claro, com a força dos filhos do chefe do executivo, que detestam o general.

Ernesto Araújo tem certeza de que Mourão quer vê-lo fora do governo. O general disse que, em uma reforma ministerial, o chefe do Itamaraty seria demitido. Em defesa de Ernesto, Bolsonaro chamou o vice de “palpiteiro”.

SALLES TAMBÉM REVIDA – Ricardo Salles, por sua vez, atribui a Mourão parte dos ataques recebe. O ministro acredita que assessores do general abastecem os detratores da política ambiental do governo. Acredita, ainda, que o vice lhe tirou parte dos poderes.

Agora, dizem integrantes do Planalto, Ernesto e Salles estão tripudiando em cima de Mourão. Conseguiram o que queriam, ou seja, afastar o vice de todas as decisões do governo ao alimentarem, sobretudo, a informação de que o general não é confiável.

Nesta terça-feira (09/02), mais uma vez, Bolsonaro deixou Mourão de fora de uma reunião ministerial. Como não quer passar recibo, Mourão diz que não está incomodando com a forma que vem sendo tratado.

ROMPIMENTO – A gota d´água para o rompimento do presidente com o vice foi um diálogo entre um assessor do general com um funcionário da Câmara dos Deputado no qual se levanta a possibilidade de impeachment de Bolsonaro.

Depois disso, o presidente enterrou qualquer possibilidade de diálogo com Mourão. Quem acompanha o dia a dia do governo, não acredita na reconstrução de uma ponte entre eles. Não tão cedo.

No comando do Conselho da Amazônia, Hamilton Mourão pretendia solicitar ao presidente Jair Bolsonaro que o escalasse para liderar a representação brasileira na COP-26, conferência do clima da ONU (Organização das Nações Unidas) que será promovida em novembro, no Reino Unido. A intenção do general de fazer o pedido, porém, foi informada previamente ao presidente por integrantes do governo. Irritado com o militar da reserva, o mandatário se antecipou. “E deixar bem claro: quem vai representar o Brasil lá é você”, anunciou o presidente ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em live semanal promovida no início deste mês. O veto do presidente ao general é o episódio mais recente em uma escalada de desgaste na relação entre Bolsonaro (sem partido) e Mourão (PRTB).
02
dez

Acontece

Postado às 9:45 Hs

O Fórum de Desenvolvimento do Semiárido de 2020 pode transformar a realidade de milhares de famílias e dar um impulso à economia de toda região, além de gerar empregos e ser um divisor de águas rumo ao desenvolvimento dos nove estados.

O evento será aberto pelo Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão contando ainda com presença de diversas autoridades como o Ministro da Educação, Milton Ribeiro, dentre outros. O encerramento tem presença confirmada do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, além dos embaixadores dos Estados Unidos e Israel.

No dia 4, na Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, todos os segmentos: agentes públicos, empresas e representantes da sociedade estarão debruçados debatendo os 13 eixos temáticos propostos, tais como: a água e seu aproveitamento no semiárido, educação, segurança jurídica e fundiária, turismo, meio ambiente, recursos minerais, resíduos sólidos, tecnologia e inovação, transporte e logística, entre outros.

As contribuições serão compiladas, compondo um novo Plano de Desenvolvimento do Semiárido (PDS).

Nas oficinas presenciais, e com auxílio de um aplicativo para que, à distância, os interessados possam acompanhar os áudios das oficinas e um chat para interações com os presentes, fazem parte da programação, onde será elaborado um documento final indicando as políticas e projetos prioritários, que será o alicerce do Projeto de Lei de Desenvolvimento do Semiárido a ser elaborado e tramitado no Congresso Nacional sob a coordenação da Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido.

Além do Fórum, o evento oferece um pavilhão de exposição aberta ao público. O espaço terá apresentação de tecnologias de aproveitamento de resíduos sólidos urbanos, oportunidades de investimentos, produção agrícola em ambiente protegido, serviços e produtos ligados ao desenvolvimento do semiárido, apresentações culturais, entre outros.

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira que o governo atual começou com uma “visão idílica” que o deixou “aprisionado” durante o primeiro ano de gestão, ao tentar negociar a aprovação de projetos com bancadas temáticas no Congresso. Segundo Mourão, Bolsonaro “mudou a sua rota” em 2020. Ele defendeu ainda que, “se não houver coalizão, o presidente não governa”. “O governo começou com uma visão idílica, estou sendo bem sincero, de que por meio das bancadas temáticas nós teríamos um relacionamento eficiente com o Congresso”, afirmou em conversa promovida pelo Credit Suisse, acrescentando: “Quando viramos esse ano, o presidente, que obviamente passou 28 anos dentro da casa, sabe como a coisa funciona, entendeu que tinha que ter uma base mais consistente”, disse.

Andréia Sadi / G1 

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse, ao ser questionado pelo blog nesta quinta-feira (28), que uma ruptura democrática está “fora de cogitação” e que “não existe espaço no mundo para ações dessa natureza”.

Perguntado sobre se declarações de autoridades do governo, em tom de ameaça a outros poderes, não significaria uma ameaça à democracia, com risco de golpe, ele respondeu:

ESTRESSE PERMANENTE – “Quem é que vai dar golpe? As Forças Armadas? Que que é isso, estamos no século 19? A turma não entendeu. O que existe hoje é um estresse permanente entre os poderes. Eu não falo pelas Forças Armadas, mas sou general da reserva, conheço as Forças Armadas: não vejo motivo algum para golpe”.

Um dia após operação da Polícia Federal que teve como alvo apoiadores do governo nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro subiu o tom e disse que não teremos outro dia como o desta quarta-feira (27). Bolsonaro emendou com um “chega” seu comentário nesta manhã.

Mourão disse que não havia visto a declaração do presidente. Mas reafirmou o que publicou nas redes sociais, ontem, que o inquérito das fake news, na sua avaliação, deveria ter sido enviado à Procuradoria-Geral da República, na origem, para que o MP decidisse o que poderia ou não investigar. E defende que o tema seja debatido pelo plenário do Supremo Tribunal Federal.

FORA DE COGITAÇÃO – Sobre a declaração de Eduardo Bolsonaro, de que não é uma questão de “se”, mas de “quando” ocorrerá uma ruptura, Mourão respondeu:

“Me poupe. Ele é deputado, ele fala o que quiser. Assim como um deputado do P T fala o que quiser e ninguém diz que é golpe. Ele não serviu Exército. Quem vai fechar Congresso? Fora de cogitação, não existe situação para isso”, disse o vice-presidente da República.

O jornalista Janio de Freitas observa, em sua coluna na Folha de S. Paulo, ontem, que apesar das “dezenas de motivos suficientes para embasar processo de impeachment” contra Jair Bolsonaro, todos foram lançados “ao fosso das gavetas no Congresso e no Judiciário”. “A inquietação generalizada no “por que não o impeachment?” e no “até quando?” deve-se a um obstáculo com primazia ante a regra geral. E com nome: ”, afirma o jornalista.

Janio de Freitas observa que apesar das “sucessivas declarações antidemocráticas e ameaçadoras, nos primórdios da disputa eleitoral, que levaram esse general à presidência do Clube Militar e, como tal, à indicação para vice de Bolsonaro. Mourão, no entanto, passou a se mostrar o mais ponderado dos militares do bolsonarismo e logo adaptado ao convívio com o mundo civil. Longe de ser outra toupeira, beneficiou-se ainda da hostilidade de Bolsonaro ao seu novo estilo”.

“Ou porque a mudança foi rápida demais para ser convincente, ou pela experiência histórica, a opinião dominante sobre Mourão contém mais receios que os suscitados por Bolsonaro”, ressalta. “Entre empresários ativistas e na mídia, Mourão está em grande desvantagem. Bolsonaro é visto como manobrável com facilidade, aliado na política de classes do liberalismo financeiro e na recusa às defesas ambientalistas, indigenistas e climáticas”, diz o jornalista.

“O silêncio de Mourão em tais temas consolidou entre empresários a ideia de que o vice não se alinha à política econômica hoje representada por Paulo Guedes”, emenda

Para Janio, “os receios inspirados pelo vice Hamilton Mourão, como substituto de Bolsonaro, bloqueiam a via para o impeachment. Ao menos até que a cabeça desvairada e perversa de Bolsonaro torne obrigatório o seu afastamento. Até lá, envergonhemo-nos sem remédio perante o mundo às gargalhadas”.

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (9) que a crise mundial em razão do coronavírus é transitória e que o “pânico” da população com a disseminação do vírus pelo mundo não condiz com a realidade. No Brasil, 25 casos foram confirmados e 664 são considerados suspeitos. No mundo, os casos confirmados já passaram de 111 mil, com 3,8 mil mortes.

“Não está muito bem, mas é uma questão transitória, a gente sabe que essa é a primeira epidemia da internet, por isso existe um pânico que não é compatível com a realidade, apesar de ter havido mortes. Vamos olhar, só aqui no Brasil, quantas pessoas morreram de dengue esse ano e ninguém comentou”, disse o vice-presidente, que está no exercício da Presidência com a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos.

As bolsas do mundo todo abriram em queda nesta segunda-feira abaladas pela epidemia do coronavírus e pela queda dos preços do petróleo. Para o vice-presidente, a partir do momento que a situação da China melhorar, os mercados vão se reequilibrar. “A atividade econômica está caindo porque as pessoas estão deixando de trabalhar, principalmente em países que são motor da economia mundial, como a China. É uma situação normal, transitória, acredito que mais uns dois meses, a partir do momento em que a situação da China melhorar, os mercados vão se reequilibrar”, explicou.

Agência Brasil 

16
set

* * * QUENTINHAS… * * *

Postado às 11:59 Hs

* * * A governadora Fátima Bezerra recebeu logo cedo o presidente da República em exercício, General Hamilton Mourão. O encontro aconteceu na Secretaria de Segurança, onde a governadora e o secretário Coronel Araújo apresentaram os números da Segurança no Rio Grande do Norte e entregaram um projeto para os próximos anos, contando com o apoio do Governo Federal. * * *

* * * Mesmo vencida, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vale como documento de identificação pessoal. Isso porque, segundo a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, o prazo de validade diz respeito apenas à licença para dirigir. Dessa forma, segundo o colegiado, o candidato que apresente CNH vencida para identificação não pode ser impedido de fazer prova de concurso público, ainda que o edital expressamente vede o uso de documentos com prazo de validade expirado. * * *

* * * Como previsto, hoje, o presidente Jair Bolsonaro terá alta do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo, onde está internado desde o último dia 8, quando passou por uma cirurgia para para corrigir uma hérnia incisional no abdômen. Ele vai deixar o hospital no período da tarde, após realização de sessão de fisioterapia, informa boletim médico. Hoje mesmo ele retorna para Brasília. O presidente interino, Hamilton Mourão, segue no cargo por mais dois dias. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, houve uma alteração no planejamento da viagem para Nova York. A comitiva brasileira deverá partir no próximo dia 23, não mais no dia 22, como estava previsto. Depois de NY, Bolsonaro viajará para o Texas, onde se encontra com um grupo de empresários. A volta ao Brasil está programada para o dia 25.

 

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) é uma realização da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O evento é anual e acontece alternadamente no Brasil e na Alemanha, com o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica. O EEBA reúne autoridades governamentais e lideranças empresariais para discutir a ampliação de investimentos e novas formas de cooperação. Veja íntegra do discurso da governadora: Bom dia a todos e todas que visitam o Rio Grande do Norte, por ocasião do 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Nossas boas vindas e nosso agradecimento pela oportunidade do nosso Estado sediar, pela primeira vez, um encontro que já acontece há 37 anos. Nosso agradecimento, também, pela oportunidade de troca e de estreitamento de laços com esse país que é um modelo de desenvolvimento industrial, inovação tecnológica e democracia para o mundo. Quero cumprimentar Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Dieter Kempf, presidente da Federação das Indústrias Alemãs (BDI); Amaro Sales, presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN); Kenneth Nóbrega, Secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África, do Ministério das Relações Exteriores (MRE); Thomas Bareiss, Secretário do Ministério de Economia e Energia (BMWI); e o General Amilton Mourão, Vice-presidente da República do Brasil; senhoras e senhores aqui presentes.

O vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, vai estar em Natal na próxima segunda-feira, 16, para participar do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA). Além do militar, o deputado federal de São Paulo Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, também estará na capital potiguar para o evento.

Mourão vai participar da cerimônia de abertura do EEBA, que acontece entre 9h e 10h30. Já Bolsonaro, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, vai falar sobre “Oportunidades para o investidor estrangeiro no atual governo”, às 17h15.

O presidente em exercício Hamilton Mourão se encontra, na próxima segunda-feira, com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Na ocasião, ela apresentará um projeto para a área de Segurança Pública. Mourão negou que o encontro com a petista causará desconforto com o presidente Jair Bolsonaro, hospitalizado em São Paulo, após se submeter a uma cirurgia.

— Não, em absoluto. A governadora vai apresentar as ideias dela ali, a gente governa para o país como um todo – respondeu.

O presidente em exercício embarca no final da tarde de domingo para Natal. Segundo ele, a viagem já estava prevista para participar do Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2019, que ocorre na capital de domingo a terça-feira.

A agenda inclui ainda uma visita ao sítio histórico de Cunhaú, palco de uma disputa territorial e religiosa envolvendo colonos portugueses, holandeses e nativos (indígenas Janduís), e a um instituto de tecnologia. Bolsonaro deve ficar afastado da Presidência até a próxima terça-feira.

O Globo

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, ficará no cargo até a próxima segunda-feira (16). A interinidade do vice na Presidência da República, que se encerraria hoje (12), foi prorrogada por mais quatro dias, informou o Palácio do Planalto. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a prorrogação do afastamento de Jair Bolsonaro foi uma decisão da equipe médica que assiste o presidente. Ele permanece internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

“A recuperação do Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, evolui positivamente. Entretanto, a equipe médica da Presidência da República decidiu mantê-lo afastado do exercício da função de chefe do Poder Executivo, por mais quatro dias, a contar de 13 de setembro de 2019, com a finalidade de proporcionar maior tempo de descanso”, informou, por meio de nota.

Bolsonaro licenciou-se do cargo no último domingo (8) para submeter-se a uma cirurgia de tratamento de uma hérnia incisional na região do abdome. Foi a quarta operação pela qual o presidente passou desde que sofreu uma facada em setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral.

A previsão é que o presidente permaneça internado por um total de 10 dias. Ele reassumiria suas funções ainda do hospital, nesta sexta-feira (13), mas agora isso só deve ocorrer a partir da semana que vem.

Agência Brasil

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